Vinhedos em fileiras no Valle de Uco, em Mendoza, com a Cordilheira dos Andes nevada ao fundo sob céu azul

Mendoza · Maipú · Luján de Cuyo · Valle de Uco · Aconcagua · Puente del Inca · Potrerillos · 10 min de leitura

Roteiro Mendoza 6 dias: vinícolas, Valle de Uco e Aconcagua

6 dias · 7 cidades

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Este roteiro Mendoza 6 dias usa um hotel só, no centro, e dedica um dia a cada zona do vinho: Maipú, Luján de Cuyo e Valle de Uco. A regra: no máximo três vinícolas por dia, sempre com reserva, e um dia separado para a cordilheira.

Em resumo: centro e Cerro de la Gloria, Maipú de bicicleta, Luján de Cuyo, Valle de Uco, Aconcagua e o Mercado Central antes do voo. Visto, dinheiro e comida, no fim.

Dia 1: Plaza Independencia, Parque San Martín e o Cerro de la Gloria

Plaza España: os azulejos sevilhanos do centro

Espelho d'água revestido de azulejos coloridos na Plaza España de Mendoza, com o monumento e árvores ao fundo
Foto: ArgentinaWineTourism (Panoramio) / Wikimedia Commons (CC BY-SA 3.0)

O aeroporto fica a 20 minutos do centro. Depois do check-in, comece pela praça mais bonita das quatro que cercam a Plaza Independencia: bancos, fontes e um espelho d'água de azulejos trazidos de Sevilha. Meia hora basta.

Plaza Independencia: o coração de Mendoza

Fonte e muro com relevos na Plaza Independencia de Mendoza, cercados de árvores, com um prédio alto ao fundo
Foto: Itsmemarttin / Wikimedia Commons (CC BY-SA 3.0)

Quatro quadras a noroeste fica a praça principal, do tamanho de quatro quarteirões, refeita depois do terremoto de 1861 que destruiu a cidade colonial. Por isso Mendoza tem ruas largas, praças de fuga e canais de irrigação, as acequias, correndo ao lado das calçadas.

Nos fins de semana há feira de artesanato. Siga pela Avenida Emilio Civit, a mais elegante da cidade, rumo ao parque.

Parque General San Martín: o lago e os portões franceses

Lago do Parque General San Martín em Mendoza, com árvores refletidas na água e céu azul com nuvens
Foto: Bernard Gagnon / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

São 2 km a pé pela Emilio Civit até os portões de ferro do parque, desenhado por Carlos Thays em 1896 e com mais de 300 hectares. Caminhe pela beira do lago, onde treinam os remadores, e pelo roseiral. Uma hora.

Cerro de la Gloria: o monumento ao Exército dos Andes

Monumento de bronze com uma figura alada e cavaleiros sobre rochas no Cerro de la Gloria, em Mendoza, sob céu azul
Foto: ElGuruCesar / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

Do lago ao alto do morro são 2,5 km de subida: vá de táxi ou de aplicativo. Lá em cima, o conjunto de bronze conta a travessia dos Andes por San Martín em 1817, e a vista abraça a cidade e a pré-cordilheira. Chegue para o pôr do sol.

Para jantar, desça até a Avenida Arístides Villanueva, a rua dos bares, a 15 minutos de carro.

Dia 2: Maipú de bicicleta e a vinícola Trapiche

Maipú de bicicleta: vinhedos e olivais de Coquimbito

Ciclista pedalando numa estrada de terra ao lado de vinhedos em Maipú, Mendoza, com a cordilheira ao fundo
Foto: MendozaGuide / Wikimedia Commons (CC0)

Maipú é a zona do vinho mais perto do centro, 20 minutos de táxi ou do Metrotranvía até Gutiérrez. Na calle Urquiza, em Coquimbito, várias locadoras alugam bicicleta por dia, com mapa das vinícolas e das fábricas de azeite. O trajeto é plano e curto, mas a calle Urquiza tem trânsito: pedale em fila e leve água.

Escolha duas paradas no máximo pela manhã, por exemplo uma olivícola com degustação de azeite e o Museo del Vino de La Rural, e reserve o almoço.

Bodega Trapiche: o prédio de 1912 ao lado do trem

Fachada de tijolos da Bodega Trapiche com janelas em arco, gramado e flores de lavanda em primeiro plano
Foto: NMS_FW / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

Pedale cerca de 1,5 km para o sul até a Trapiche, uma das maiores vinícolas da Argentina, instalada num prédio de 1912 que recebia as uvas pela ferrovia. A visita mostra as cubas de concreto originais e termina em degustação.

Fique para almoçar no Espacio Trapiche, com horta própria. Reserve a visita e o almoço no site da vinícola. Devolva a bicicleta até as 18h.

Dia 3: Luján de Cuyo, Catena Zapata, Ruca Malen e Norton

Catena Zapata: a pirâmide do Malbec

Prédio da Bodega Catena Zapata em forma de pirâmide maia, com escadaria central e gramado, em Agrelo, Mendoza
Foto: ArgentinaWineTourism (Panoramio) / Wikimedia Commons (CC BY-SA 3.0)

Luján de Cuyo é a terra do Malbec, a 40 minutos do centro. Comece pelo ponto mais ao sul, a Catena Zapata, em Agrelo, cuja vinícola imita uma pirâmide maia. A visita é só com reserva, em grupos de até 10 pessoas, e de outubro a dezembro de 2026 custa de ARS 112.000 a 212.000 conforme a experiência. Duas horas.

Neste dia não dirija: contrate um motorista ou um passeio. A Argentina tem tolerância zero de álcool ao volante.

Ruca Malen: o almoço harmonizado de Agrelo

Parede de tijolos com uma janela recortada emoldurando vinhedos e a cordilheira nevada na Bodega Ruca Malen
Foto: ArgentinaWineTourism (Panoramio) / Wikimedia Commons (CC BY-SA 3.0)

Volte 8 km para o norte até a Ruta 7. A Ruca Malen ficou famosa pelo almoço de vários passos, cada um pensado para um vinho da casa, servido de frente para os vinhedos. É o almoço longo do dia, duas horas e meia. Reserve com antecedência e confira o dia de folga: o restaurante não abre aos domingos.

Bodega Norton: a vinícola de 1895 no caminho de volta

Entrada da Bodega Norton com o nome da vinícola na fachada clara, gramado e jardins em Luján de Cuyo
Foto: ArgentinaWineTourism (Panoramio) / Wikimedia Commons (CC BY-SA 3.0)

Já no caminho de volta para a cidade, a Norton foi fundada em 1895 por um engenheiro inglês que veio construir a ferrovia. Faça uma degustação curta na sala de visitas, sem tour. Uma hora e quinze.

Dia 4: Valle de Uco, Salentein, Manzano Histórico e DiamAndes

Bodega Salentein: arte, vinho e a cordilheira no Valle de Uco

Prédio baixo da Bodega Salentein entre vinhedos, com montanhas avermelhadas da cordilheira ao fundo no fim da tarde
Foto: Bormidayanzon / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

O Valle de Uco fica a 1h30 de carro para o sul, entre 900 e 1.500 metros de altitude, e é onde nascem os vinhos mais frescos de Mendoza. Saia às 8h30 para chegar à Salentein, em Los Árboles, às 10h.

A visita passa pela adega em forma de cruz, com as barricas em volta de um anfiteatro, e pela galeria de arte Killka. Almoce no restaurante Killka, com menu de 3 ou 5 passos. Reserve tudo junto. Três horas e meia.

Manzano Histórico: onde San Martín voltou do Chile

Monumento de pedra Retorno a la Patria com a estátua de San Martín e sua mula, sob céu azul no Manzano Histórico
Foto: Basilicofresco / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

Trinta minutos a sudoeste, a estrada sobe até o Manzano Histórico, em Los Chacayes. O monumento marca o lugar onde San Martín descansou em 1823, sob uma macieira, ao voltar do Chile. Há trilhas curtas entre álamos e um riacho. Quarenta e cinco minutos.

DiamAndes: Malbec de altitude no Clos de los Siete

Prédio moderno de pedra e vidro da vinícola DiamAndes sobre um gramado verde, sob céu azul com nuvens
Foto: Steve Ryan / Wikimedia Commons (CC BY-SA 2.0)

Desça 20 km até Vista Flores, onde um grupo de famílias francesas, com o enólogo Michel Rolland, plantou o Clos de los Siete. A DiamAndes, de arquitetura moderna, faz degustações de Malbec e Cabernet Franc de altitude. Uma hora e quinze, e depois 1h45 de volta a Mendoza.

Quem quiser trocar uma das paradas pode ir à Zuccardi, em Paraje Altamira, 30 minutos mais ao sul, eleita melhor vinícola do mundo três anos seguidos pelo World's Best Vineyards.

Dia 5: Aconcagua, Puente del Inca e a represa de Potrerillos

Laguna Horcones: a face sul do Aconcagua

Lagoa verde da Laguna de Horcones cercada de montanhas áridas no Parque Provincial Aconcagua, com placa de madeira
Foto: Alejandra Cartamil / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

É o dia mais longo: 185 km pela Ruta 7, a estrada para o Chile, até a entrada do Parque Provincial Aconcagua, a 2.950 metros. Saia às 7h30. Na portaria de Horcones se paga o ingresso do parque, e uma trilha de cerca de uma hora leva à lagoa com a face sul do Aconcagua, 6.961 metros, ao fundo.

Caminhe devagar e beba água: a altitude pesa. Antes de sair, confira o estado do Paso Cristo Redentor, que fecha com neve no inverno.

Puente del Inca: a ponte natural colorida pelos minerais

Ponte natural de rocha amarela e laranja sobre o rio Las Cuevas no Puente del Inca, com montanhas da cordilheira ao fundo
Foto: Bernard Gagnon / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

Quatro quilômetros abaixo fica a ponte de rocha sobre o rio Las Cuevas, pintada de amarelo e laranja pelos minerais das fontes termais, com as ruínas do hotel de banhos que funcionou até 1965. Não se atravessa a ponte, só se olha do mirante. Almoce nas barracas do vilarejo.

De dezembro a março, quem tiver fôlego segue 15 km até Las Cuevas e sobe a estrada de terra até o Cristo Redentor dos Andes, a cerca de 3.800 metros, na fronteira.

Las Bóvedas de Uspallata: as cúpulas do Exército dos Andes

Construção colonial branca com três cúpulas em forma de ogiva em Uspallata, sob céu azul
Foto: Eduardo N. Fortes / Wikimedia Commons (CC BY-SA 3.0)

Na volta, desvie 2 km em Uspallata até as cúpulas brancas onde se fundiu metal para o Exército dos Andes. O vale de Uspallata é cenário de Sete Anos no Tibete. Quarenta minutos.

Embalse Potrerillos: a represa azul no fim da tarde

Represa de Potrerillos com água azul-turquesa entre montanhas áridas sob céu azul, na Ruta 7
Foto: Mauricio V. Genta / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

A uma hora de Mendoza, a represa de água azul-turquesa é a última parada. Pare num dos mirantes da Ruta 7 para o fim da tarde. Alternativa para quem prefere descansar: as Termas de Cacheuta, 15 minutos adiante, com piscinas de água quente na beira do rio, abertas das 10h às 18h.

Dia 6: Mercado Central, Escorihuela Gascón e o voo de volta

Mercado Central: empanadas e frutas secas para levar

Corredor do Mercado Central de Mendoza com mesas cheias de gente e balcões de comida sob o teto de ferro
Foto: Miguel / Wikimedia Commons (CC BY-SA 2.0)

Faça o check-out e vá ao mercado coberto, a cinco quadras da Plaza Independencia. É o lugar das empanadas de forno, das ameixas e passas, do azeite e das azeitonas de Mendoza para levar na mala. Uma hora.

Escorihuela Gascón: a vinícola de 1884 dentro da cidade

Prédio de tijolos da Bodega Escorihuela Gascón com fachada em arco e gramado, em Godoy Cruz, Mendoza
Foto: Fiorita123 / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

A 3 km do centro, em Godoy Cruz, a Escorihuela é a vinícola mais fácil de visitar sem carro. A visita passa pela cave com o tonel gigante de 63 mil litros, e o almoço é no 1884, o restaurante de Francis Mallmann, famoso pelos assados no fogo de lenha. Reserve os dois. Do almoço ao aeroporto são 25 minutos.

Precisa de visto para ir a Mendoza?

Não. Brasileiros entram na Argentina só com o RG em bom estado, emitido há menos de 10 anos, ou com o passaporte válido, e podem ficar até 90 dias como turistas. A carteira de motorista não vale como documento de viagem.

Para alugar carro basta a CNH brasileira válida. Se for seguir de carro até o Chile pelo Paso Cristo Redentor, a locadora precisa emitir uma autorização própria para cruzar a fronteira.

Qual a melhor época para viajar para Mendoza?

Março e abril são os meses da vindima, com a Fiesta Nacional de la Vendimia no início de março: é a época mais bonita e a mais cara, com preços até 40% mais altos e vinícolas lotadas. Outubro e novembro têm vinhedos verdes, dias amenos e menos gente.

No verão, de dezembro a fevereiro, faz até 35 graus na cidade, mas é a melhor época para a alta montanha. No inverno, de junho a setembro, a cordilheira fica nevada, o Paso Cristo Redentor fecha com frequência e os vinhedos ficam sem folhas.

Como chegar a Mendoza e como circular entre as vinícolas

Não há voo direto regular de São Paulo: a ligação mais comum é com conexão em Buenos Aires (1h50 até Mendoza), Santiago (50 minutos) ou pela própria GOL. Na alta temporada de verão, a GOL opera voos diretos sazonais desde o Rio de Janeiro, duas vezes por semana.

No centro tudo se faz a pé. Para Maipú, bicicleta. Para Luján de Cuyo e o Valle de Uco, o melhor é contratar motorista ou um passeio, porque a lei argentina é de tolerância zero de álcool ao volante. Para a alta montanha, carro alugado ou excursão. Quem tiver mais dias pode cruzar os Andes até Santiago do Chile, a 7 horas de ônibus.

Dinheiro em Mendoza: pesos, dólar e cartão

O cartão de crédito brasileiro é cobrado pelo câmbio oficial, hoje muito próximo do paralelo, e é aceito em quase todas as vinícolas, hotéis e restaurantes. Leve alguns pesos em espécie para o Mercado Central, gorjetas e o aluguel de bicicleta. As vinícolas publicam o preço em pesos e reajustam com frequência: confira no site antes de reservar.

Onde comer em Mendoza: pratos típicos e os melhores restaurantes

A empanada mendocina é assada no forno, recheada de carne cortada à faca, cebola, ovo e uma azeitona inteira com caroço: avise quem for morder. Prove a do Mercado Central.

Empanada mendocina de carne assada no forno, com a borda trançada e manchas douradas, sobre fundo claro
Empanada mendocina de carne. Foto: Basilicofresco / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

O tomaticán, ensopado de tomate, cebola, milho e ovo, é o prato caseiro da região; o chivito, cabrito assado na brasa, aparece nos restaurantes da estrada para a cordilheira.

Prato de tomaticán, ensopado de tomate, milho e cebola com batata cozida, servido em prato branco
Tomaticán, o ensopado de tomate e milho de Mendoza. Foto: Mariel.loyola / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

A melhor comida de Mendoza está dentro das vinícolas: seis restaurantes da região têm estrela Michelin, e o almoço de vários passos harmonizado é a refeição principal do dia. Neste roteiro, os almoços estão na Trapiche, na Ruca Malen, na Salentein e no 1884, da Escorihuela Gascón, todos com reserva. À noite, a Avenida Arístides Villanueva concentra bares e parrillas.

O que evitar: marcar quatro ou cinco vinícolas no mesmo dia, que vira maratona de degustação, e deixar o dia do vinho para domingo, quando muitas fecham.

6 dias são suficientes para conhecer Mendoza?

Sim, para as três zonas do vinho e um dia de cordilheira, sem correr. Com um dia a mais, durma no Valle de Uco ou inclua as Termas de Cacheuta e um rafting no rio Mendoza. Para seguir pela Argentina, combine com Buenos Aires, com Bariloche ou com os vinhos de altitude de Salta e Jujuy. Salve este roteiro no Galmund para ajustar os dias e ver tudo no globo.

Orçamento estimado por pessoa (BRL)

Voo internacionalR$ 2.000 a R$ 3.500 ida e volta desde São Paulo ou Rio, conforme a época e a conexão
Hospedagem/noiteUSD 70 a 150 por quarto duplo no centro de Mendoza
Alimentação/diaUSD 30 a 50 por pessoa, fora os almoços nas vinícolas
Ingressos e transporte localCatena Zapata de ARS 112.000 a 212.000 por pessoa (outubro a dezembro de 2026); almoço harmonizado nas vinícolas, USD 60 a 120; Termas de Cacheuta, ARS 17.000 nos dias úteis
Total estimadoUSD 900 a 1.400 por pessoa, sem aéreo

Preços conferidos em 25 de outubro de 2026. Confira o valor atual em Visitas e preços, Catena Zapata · Visitas e restaurante Killka, Bodegas Salentein · Visitas, Trapiche · Visitas e restaurante 1884, Escorihuela Gascón · Tarifas do parque termal, Termas de Cacheuta · Tarifas do Parque Provincial Aconcagua, Governo de Mendoza.

Perguntas frequentes

Quantos dias ficar em Mendoza?+

Seis dias permitem um dia para cada zona do vinho (Maipú, Luján de Cuyo e Valle de Uco), um dia de alta montanha até o Aconcagua e um para a cidade. Com quatro dias, corte o Valle de Uco ou a cordilheira.

Quanto custa uma viagem de 6 dias para Mendoza?+

Entre USD 900 e 1.400 por pessoa, sem a passagem, com hotel no centro, motorista para os dias de vinícola e almoços harmonizados. As visitas mais caras, como a Catena Zapata, custam de ARS 112.000 a 212.000.

Precisa reservar as vinícolas de Mendoza?+

Sim. Quase todas recebem só com reserva, em horário marcado, e as mais procuradas lotam com duas a três semanas de antecedência na vindima. Reserve visita e almoço juntos.

Precisa alugar carro em Mendoza?+

Para a alta montanha, carro ou excursão. Para as vinícolas, é melhor contratar motorista ou passeio, porque a Argentina tem tolerância zero de álcool ao volante. Em Maipú dá para ir de bicicleta.

Qual a melhor época para ir a Mendoza?+

Março e abril, na vindima, ou outubro e novembro, com menos gente. De dezembro a março é a melhor época para o Aconcagua; no inverno a estrada para o Chile fecha com neve.

Plaza España, Ciudad de MendozaPlaza IndependenciaLago del ParqueCerro de la GloriaCaminos del Vino en bicicleta, CoquimbitoBodega TrapicheBodega Catena ZapataRuca MalenBodega NortonBodega SalenteinMonumento Retorno a la PatriaDiamAndesLaguna HorconesPuente del IncaMuseo Histórico de Las BóvedasEmbalse PotrerillosMercado CentralBodega Escorihuela Gascón

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