A Cratera de Ngorongoro vista da borda, com a floresta verde em primeiro plano e o fundo plano da cratera ao longe

Tanzânia · Arusha · Tarangire · Serengeti · Ngorongoro · 10 min de leitura

Safári na Tanzânia 7 dias: Tarangire, Serengeti e Cratera de Ngorongoro

7 dias · 6 cidades

← Voltar para o Roteiro

Este roteiro de safári na Tanzânia em 7 dias percorre o Circuito Norte saindo de Arusha: Tarangire, Lago Manyara, dois dias no Serengeti central e a descida à Cratera de Ngorongoro no último dia. A decisão que o organiza é viajar de 4x4 com motorista-guia e dormir dentro ou na porta dos parques, sem voltar a Arusha no meio.

Em resumo: Arusha, Tarangire, Manyara e Mto wa Mbu, Serengeti, Olduvai e a cratera. Visto, época e comida estão no fim.

Dia 1: Arusha, Clock Tower e Cultural Heritage Centre

Clock Tower: o marco do centro de Arusha

A torre do relógio de pedra de Arusha, com placas de direção ao lado, num canteiro com flores
Foto: Alex Petrenko / Wikimedia Commons (CC BY-SA 3.0)

Vinte minutos, de graça. O aeroporto de Kilimanjaro fica a uma hora de Arusha; depois do check-in, comece pela torre do relógio da rotatória central, que segundo a tradição local marca o meio do caminho entre o Cairo e a Cidade do Cabo. É o ponto de referência da cidade: o Mercado Central fica a dez minutos a pé.

Cultural Heritage Centre: onde comprar artesanato em Arusha

O prédio do Cultural Heritage Centre de Arusha, com fachada curva de vidro e esculturas vermelhas
Foto: George Lamson / Wikimedia Commons (CC BY-SA 2.0)

Uma hora e meia, entrada gratuita, a 15 minutos de táxi pela estrada de Dodoma. O prédio em forma de tambor reúne uma galeria de arte africana contemporânea e a maior loja de artesanato da cidade, com esculturas de ébano, tecidos maasai e tanzanita, a pedra azul que só existe nesta região. Os preços são fixos e mais altos que nos mercados, mas a qualidade é conferida. Chegue antes das 16h para ver a galeria com calma.

Dia 2: Parque Nacional de Tarangire, rio Tarangire e pântano de Silale

Rio Tarangire: onde ver os elefantes e os baobás

Elefantes descansando à sombra de um grande baobá no Parque Nacional de Tarangire
Foto: Leyo / Wikimedia Commons (CC BY-SA 2.5 ch)

Três horas de safári pela manhã, com a taxa do parque de cerca de US$ 59. Saia de Arusha às 6h30: são duas horas de estrada asfaltada até o portão principal. O rio Tarangire é a única água permanente do parque e, de junho a outubro, atrai centenas de elefantes, além de girafas, impalas e leões. Os baobás, alguns com mais de mil anos, aparecem descascados pelos elefantes, que comem a casca na seca.

Pântano de Silale: o safári da tarde em Tarangire

Elefantes e zebras caminhando no pântano de Silale, com um morro ao fundo
Foto: Eric Kilby / Wikimedia Commons (CC BY-SA 2.0)

Duas horas e meia, depois do almoço e do check-in no lodge. O pântano fica verde o ano inteiro e reúne elefantes, búfalos e zebras; os leões de Silale são conhecidos por subir nas árvores para fugir dos insetos. Na época de chuva o caminho alaga e o guia escolhe outra trilha. Volte ao lodge antes das 18h30, quando o parque fecha para os carros.

Dia 3: Lago Manyara e a vila de Mto wa Mbu

Lago Manyara vale a visita num safári curto?

Zebras pastando na margem do Lago Manyara, com árvores secas e a floresta ao fundo
Foto: Gaurav Pandit / Wikimedia Commons (CC BY-SA 3.0)

Quatro horas, com a taxa de cerca de US$ 59, a uma hora e quinze do Tarangire. Vale, porque é diferente dos outros: a entrada é por uma floresta úmida alimentada por água subterrânea, cheia de babuínos e macacos-azuis, e a trilha desce até a margem do lago, onde há hipopótamos, gnus e, em parte do ano, flamingos. Os leões que sobem em árvores são famosos, mas raros; não conte com eles. Quem quiser pode somar a passarela suspensa entre as copas, paga à parte.

Mto wa Mbu: almoço e passeio pela vila

Rua principal de Mto wa Mbu com barracas de frutas no chão e lojas de artesanato
Foto: Roman Boed / Wikimedia Commons (CC BY 2.0)

Uma hora e quinze, na saída do parque. A vila, cujo nome quer dizer rio dos mosquitos em suaíli, reúne moradores de dezenas de etnias, plantações de banana e arroz e um mercado de artesanato. O passeio guiado a pé ou de tuk-tuk é contratado na hora com guias da vila; combine o preço antes. Depois, suba a escarpa até Karatu, a 30 minutos, onde fica o lodge da noite, entre fazendas de café.

Dia 4: Mirante da Cratera de Ngorongoro, Naabi Hill e a chegada ao Serengeti

Crater View Point: a primeira vista da Cratera de Ngorongoro

O fundo da Cratera de Ngorongoro visto da borda, sob um céu de nuvens
Foto: Thomas Fuhrmann / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

Trinta minutos, incluídos na taxa de Ngorongoro de US$ 70,80. Saia de Karatu às 7h: o portão de Loduare fica a 20 minutos e a estrada sobe pela floresta até a borda. O mirante mostra o fundo da cratera 600 metros abaixo, com o Lago Magadi brilhando no centro. A descida fica para o Dia 7; hoje a estrada contorna a borda e desce para as planícies do Serengeti.

Naabi Hill: o portão do Serengeti e o mirante das planícies

O prédio do portão de Naabi Hill entre acácias, na entrada sul do Serengeti
Foto: Banja-Frans Mulder / Wikimedia Commons (CC BY 3.0)

Quarenta e cinco minutos, no portão onde o guia paga a taxa do Serengeti, de cerca de US$ 83 por dia. Aproveite a espera para almoçar a caixa de piquenique e subir a trilha curta até o alto da colina: de lá se vê a planície do sul até o horizonte, onde os gnus se concentram de dezembro a março. Siga para Seronera, a uma hora, para o check-in e o primeiro safári do Serengeti no fim da tarde.

Dia 5: Serengeti central, Retina Hippo Pool e Centro de Visitantes

Retina Hippo Pool: onde ver os hipopótamos do Serengeti

Dezenas de hipopótamos amontoados no poço de Retina, com a margem arborizada ao fundo
Foto: Richard Mortel from Riyadh, Saudi Arabia / Wikimedia Commons (CC BY 2.0)

Uma hora e meia, dentro de um dia inteiro de safári que começa às 6h30, a melhor hora para ver leões e leopardos no vale do rio Seronera. O poço fica no encontro dos rios Orangi e Seronera, ao norte, e junta cerca de 200 hipopótamos e alguns crocodilos. É um dos poucos lugares onde se pode descer do carro, na área demarcada. O cheiro é forte: o mirante mais alto ajuda.

Centro de Visitantes do Serengeti: piquenique e a trilha do kopje

O quiosque coberto do Centro de Visitantes do Serengeti, com um carro de safári estacionado ao lado
Foto: Banja-Frans Mulder / Wikimedia Commons (CC BY 3.0)

Uma hora e quinze, de graça, na volta para o centro do parque. A área de piquenique entre as rochas é o almoço clássico do dia inteiro de safári, e a trilha curta pelo kopje, a formação de granito, explica a migração e o ecossistema com painéis e esculturas de ferro. Cuidado com os macacos e os estorninhos, que roubam comida. À tarde, o guia segue para o sul, até os Moru Kopjes, rochas onde vivem rinocerontes-negros, ou volta ao rio Seronera atrás dos leopardos.

Dia 6: Garganta de Olduvai, boma maasai e a borda da cratera

Garganta de Olduvai: vale a parada no caminho para Ngorongoro?

Vista panorâmica da Garganta de Olduvai, com camadas de rocha avermelhada e vegetação verde
Foto: Mike Krüger / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

Uma hora e meia, US$ 35,40. Vale, e está no caminho: saia de Seronera às 6h30 com um último safári, cruze o portão de Naabi Hill e desvie dez minutos até o museu, perto das 11h. Foi nesta garganta que Mary e Louis Leakey acharam fósseis de hominídeos de cerca de 1,8 milhão de anos. O mirante coberto tem vista para o monólito vermelho da garganta, e a mesma taxa cobre a Shifting Sands, uma duna de cinza vulcânica que anda alguns metros por ano.

Boma maasai: como visitar uma aldeia em Ngorongoro

Vista aérea de uma boma maasai tradicional na Área de Conservação de Ngorongoro, com casas em círculo
Foto: Tasha~visual / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

Quarenta e cinco minutos, com valor combinado na entrada, a caminho da borda da cratera. As bomas culturais da estrada, como a de Seneto, recebem visitantes com a dança de saltos dos guerreiros, a visita a uma casa de barro e esterco e a venda de colares de miçangas. A experiência é encenada, mas o dinheiro fica com a comunidade. Peça licença antes de fotografar e não se sinta obrigado a comprar. Faça o check-in no lodge da borda e veja o pôr do sol sobre a cratera.

Dia 7: Safári na Cratera de Ngorongoro, Lago Magadi e o voo de volta

Cratera de Ngorongoro: como é o safári no fundo da cratera

Leões deitados no capim dourado do fundo da Cratera de Ngorongoro, com o lago ao fundo
Foto: Michelle Maria / Wikimedia Commons (CC BY 3.0)

Três horas, US$ 295 por veículo além da taxa de entrada. Desça às 6h30, quando a estrada abre: os primeiros carros pegam os leões ainda ativos e a luz baixa. O fundo tem cerca de 260 km² cercados por paredes de 600 metros, com búfalos, gnus, zebras, hipopótamos, hienas e um dos últimos grupos de rinocerontes-negros da Tanzânia, que costumam ficar longe da estrada: leve binóculo.

Lago Magadi: os flamingos dentro da cratera

Gnus caminhando diante do Lago Magadi, com flamingos rosados na água e a parede da cratera ao fundo
Foto: Stig Nygaard / Wikimedia Commons (CC BY 2.0)

Trinta minutos, na parada da manhã. O lago alcalino no centro da cratera atrai flamingos-pequenos na margem e manadas de gnus ao redor. Coma o lanche dentro do carro: na área de piquenique de Ngoitoktok, os milhafres mergulham para roubar comida da mão. Saia da cratera perto das 11h; são quatro horas de estrada até o aeroporto de Kilimanjaro, a tempo do voo da noite.

Precisa de visto para ir à Tanzânia?

Sim. Brasileiros pedem o visto de turista no portal oficial de imigração da Tanzânia, por US$ 50, com passaporte válido por seis meses, foto e passagem de volta. Peça com pelo menos duas semanas de antecedência e imprima a aprovação. Quem sai do Brasil também precisa do Certificado Internacional de Vacinação contra a febre amarela, com a dose tomada pelo menos 10 dias antes. A malária existe nas áreas baixas: converse com um médico sobre prevenção.

Qual a melhor época para fazer safári na Tanzânia?

De junho a outubro, na estação seca: a vegetação baixa e os animais se concentram perto da água, sobretudo em Tarangire. Janeiro e fevereiro são a segunda melhor janela, com a migração e o nascimento dos filhotes no sul do Serengeti. Abril e maio têm as chuvas longas, estradas com lama e preços baixos; alguns acampamentos fecham.

As manhãs na borda de Ngorongoro, a 2.300 metros, são frias em qualquer mês: leve casaco.

Como chegar à Tanzânia e como circular no safári

Não há voo direto do Brasil. O caminho mais curto é pela Ethiopian, com conexão em Adis Abeba; Qatar Airways, Emirates com a Flydubai, KLM e Turkish também chegam ao aeroporto de Kilimanjaro, o JRO. Desde 2026 há voos diretos da Brussels Airlines e da italiana Neos, úteis para quem conecta na Europa. O lodge ou o operador busca você no aeroporto.

O safári é feito num 4x4 com teto que abre e motorista-guia, contratado com um operador de Arusha. Para fechar com praia, há voos de uma hora de Arusha para Zanzibar: veja o roteiro de Zanzibar em 7 dias. Para comparar com o vizinho, há o roteiro do Quênia com o Masai Mara.

Onde ficar no safári: lodges, tendas e acampamentos

Há três categorias. Os acampamentos públicos, com barraca e cozinheiro, são os mais baratos. Os lodges e acampamentos de tendas fixas, com banheiro privativo e pensão completa, são o padrão de quem viaja com operador. Os lodges de luxo na borda de Ngorongoro e no Serengeti custam mais de US$ 800 por noite. Dormir dentro do Serengeti economiza horas de estrada, mas soma a taxa de concessão por noite, cobrada à parte.

Onde comer na Tanzânia: pratos típicos e o que provar no safári

No safári quase todas as refeições acontecem no lodge, em pensão completa, e o almoço dos dias de estrada vai numa caixa de piquenique. A comida local de verdade aparece em Arusha e nas vilas do caminho. O prato que todo tanzaniano recomenda é o nyama choma, carne de cabra ou de boi assada na brasa, servida com kachumbari, salada de tomate e cebola, e ugali, a polenta firme de milho branco que se come com a mão.

Pedaços de carne de cabra assada na brasa, o nyama choma, sobre a grelha
Nyama choma. Foto: safaritravelplus / Wikimedia Commons (CC0)

O pilau, arroz temperado com cominho, cravo e cardamomo, herança da costa suaíli, e o mishkaki, espetinho de carne marinada, são os pratos de almoço mais comuns. A banana-da-terra, ndizi, entra cozida ou frita; em Mto wa Mbu prove a banana vermelha cultivada na própria vila.

Prato tanzaniano com pilau, frango, espetinhos de mishkaki, banana-da-terra e molho
Pilau, mishkaki e ndizi. Foto: Tcg1111 / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

O lanche de rua é o chipsi mayai, batata frita misturada a ovos batidos e dourada na frigideira como uma omelete, vendido em qualquer barraca de Arusha. Para ver os ingredientes de perto, passe uma hora no Mercado Central de Arusha, o Soko Kuu, perto da Clock Tower: frutas, temperos, café e chá da região.

Chipsi mayai, omelete com batatas fritas, servido num prato quadrado
Chipsi mayai. Foto: Josefito123 / Wikimedia Commons (CC0)
Vendedora arrumando bananas e abacates na sua banca do Mercado Central de Arusha
Mercado Central de Arusha. Foto: Shamim mdoe / Wikimedia Commons (CC0)

O que evitar: água da torneira e gelo fora dos lodges, salada crua nas barracas de estrada e carne de caça oferecida como iguaria, cuja venda é proibida na Tanzânia. Beba a cerveja local Kilimanjaro ou Safari e o café do Kilimanjaro, que os lodges servem no café da manhã.

7 dias são suficientes para um safári na Tanzânia?

São suficientes para o Circuito Norte clássico: Tarangire, Manyara, dois dias inteiros no Serengeti central e a cratera, com Olduvai no caminho. Com mais dois dias, siga ao norte do Serengeti para a travessia do rio Mara, de julho a outubro, ou ao sul, para Ndutu, de dezembro a março. Com mais quatro, termine em Zanzibar.

Salve este roteiro no Galmund para ter o cronograma e o mapa de cada dia no celular.

Orçamento estimado por pessoa (BRL)

Voo internacionalR$ 6.500 a R$ 10.000 (ida e volta do Brasil até Kilimanjaro, com conexão em Adis Abeba, Doha ou Dubai)
Hospedagem/noiteUS$ 150 a US$ 450 por pessoa em lodge ou acampamento com pensão completa
Alimentação/diaIncluída no lodge; US$ 15 a US$ 30 por pessoa no dia em Arusha
Ingressos e transporte localCerca de US$ 700 por pessoa em taxas: Tarangire e Manyara cerca de US$ 59 cada, Serengeti cerca de US$ 83 por dia mais a taxa de concessão do lodge, Ngorongoro US$ 70,80 por dia, Olduvai US$ 35,40, e US$ 295 por veículo para descer à cratera
Total estimadoUS$ 3.000 a 4.500 por pessoa, sem voo

Preços conferidos em 10 de outubro de 2026. Confira o valor atual em Área de Conservação de Ngorongoro, tarifas oficiais · Parques Nacionais da Tanzânia (TANAPA) · Visto eletrônico da Tanzânia, portal oficial.

Perguntas frequentes

Quanto custa uma viagem de 7 dias para a Tanzânia com safári?+

Entre US$ 3.000 e US$ 4.500 por pessoa, sem a passagem, num safári privado de categoria intermediária para duas pessoas: lodges com pensão completa, 4x4 com motorista-guia e cerca de US$ 700 em taxas de parque. A passagem do Brasil até Kilimanjaro fica entre R$ 6.500 e R$ 10.000 ida e volta. Grupos de quatro a seis pessoas dividem o carro e baixam o custo.

Brasileiro precisa de visto e de vacina para ir à Tanzânia?+

Precisa do visto de turista, pedido online no portal oficial de imigração por US$ 50, com antecedência de pelo menos duas semanas. Quem sai do Brasil também precisa do Certificado Internacional de Vacinação contra a febre amarela, com a dose tomada pelo menos 10 dias antes do embarque. Converse com um médico sobre a prevenção da malária.

Qual a melhor época para ver a Grande Migração no Serengeti?+

Depende da região. De dezembro a março os gnus ficam nas planícies do sul, perto de Ndutu, e em fevereiro nascem os filhotes. Em junho e julho cruzam o rio Grumeti, no oeste, e de julho a outubro o rio Mara, no norte. O Serengeti central deste roteiro tem leões e leopardos o ano inteiro; se a migração for prioridade, o operador ajusta os dias 4 e 5 para a região certa do mês.

Dá para fazer um safári na Tanzânia sem agência?+

Na prática, não: dirigir sozinho nos parques é permitido, mas raro, e as taxas, o veículo e as reservas de lodge são pagas por operadores locais. Contrate um operador de Arusha licenciado e membro da TATO, a associação de operadores da Tanzânia, peça o roteiro por escrito com as taxas incluídas e confirme que o carro tem teto que abre.

Quanto se dá de gorjeta ao motorista-guia no safári?+

O costume é de US$ 20 a US$ 30 por dia para o motorista-guia, somados por todo o grupo, entregues no último dia em dinheiro. Nos lodges, use a caixa de gorjetas da recepção, que é dividida entre a equipe. Leve notas de dólar emitidas a partir de 2013: notas antigas costumam ser recusadas.

Clock TowerCultural Heritage CentreTarangire RiverSilale SwampLake Manyara National ParkMto wa MbuCrater View PointNaabi HillRetina Hippo PoolSerengeti Visitor CentreOlduvai Gorge MuseumSeneto Cultural BomaNgorongoro CraterLake Magadi

Pronto para viajar?

Salve este roteiro no seu Galmund e leve o cronograma, o mapa e o orçamento com você. Edite, compartilhe e acompanhe tudo no globo.

Salvar este roteiro no meu Galmund

Já esteve lá?

Marque esta viagem no seu globo e guarde as fotos no lugar onde foram tiradas.

Marcar no meu globo