O lago Song-Kol entre montanhas com neve e um cavaleiro no pasto em primeiro plano, no Quirguistão

Quirguistão · Bishkek · Issyk-Kul · Karakol · Song-Kol · Ala-Archa · 10 min de leitura

Roteiro Quirguistão 7 dias: Bishkek, Issyk-Kul, Karakol e Song-Kol

7 dias · 9 cidades

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Este roteiro Quirguistão 7 dias faz um circuito saindo de Bishkek num 4x4 com motorista, dando a volta no lago Issyk-Kul e subindo até Song-Kol. A decisão que o organiza é dormir uma noite em iurta a 3.016 metros, o que limita a viagem a junho até setembro.

Em resumo: Bishkek, Burana e Cholpon-Ata, Karakol, Jeti-Oguz, margem sul do lago, Song-Kol e Ala-Archa no dia do voo. Visto, época e comida estão no fim.

Dia 1: Bishkek, o Osh Bazaar e a Praça Ala-Too

Osh Bazaar: frutas secas, kalpak e feltro

Vendedoras de verduras e ervas sob os toldos coloridos do Osh Bazaar, em Bishkek
Foto: neiljs / Wikimedia Commons (CC BY 2.0)

Uma hora e meia, de graça. Depois do check-in, pegue um táxi pelo aplicativo Yandex Go até o maior mercado da cidade, a oeste do centro. Os corredores cobertos têm damasco, uva-passa e nozes a granel, especiarias, carne de cavalo pendurada e, nos fundos, o kalpak, o chapéu branco de feltro dos homens quirguizes.

Vá à tarde, antes de as bancas começarem a fechar no fim do dia, e cuide da carteira nos corredores mais cheios.

Praça Ala-Too: a estátua de Manas e o Museu Histórico

A Praça Ala-Too com a estátua equestre de Manas e o prédio branco do Museu Histórico Estatal ao fundo
Foto: Vilya Shoni / Wikimedia Commons (CC BY 4.0)

Uma hora, a 3 km do bazar, de táxi. A praça central tem a estátua equestre de Manas, herói do poema épico nacional, e o mastro da bandeira onde a guarda é trocada de hora em hora durante o dia. Atrás fica o Museu Histórico Estatal, um prédio soviético de mármore branco reformado, com a história do país das tribos nômades à independência de 1991.

Parque dos Carvalhos: as esculturas sob as árvores

Alamedas do Parque dos Carvalhos de Bishkek, com esculturas de pedra branca no gramado sob as árvores
Foto: Adam Harangozó / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

Meia hora, de graça, do lado leste da praça. Os carvalhos foram plantados no fim do século XIX e hoje fazem sombra para uma galeria de esculturas de pedra ao ar livre. Jante por perto, na região das ruas Kievskaya e Chui, onde ficam os restaurantes de cozinha quirguiz e uigur.

Dia 2: a Torre de Burana e os petróglifos de Cholpon-Ata

Torre de Burana: o que restou de Balasagun

A Torre de Burana, de tijolo, no meio do campo de balbals, com as montanhas nevadas do Tian Shan ao fundo
Foto: Bgag / Wikimedia Commons (CC0)

Uma hora e quinze, ingresso de poucos som. Saia de Bishkek às 8h: são 80 km, cerca de 1h15, até a torre, perto de Tokmok. É um minarete de tijolo do século XI, o que sobrou de Balasagun, cidade da rota da seda. Ele perdeu o topo num terremoto e hoje tem 25 metros; dá para subir por uma escada interna estreita e escura.

No campo em volta estão os balbals, lápides de pedra com rostos esculpidos pelos povos turcos entre os séculos VI e X. Há um pequeno museu com o que foi escavado no sítio.

Petróglifos de Cholpon-Ata: as cabras-montesas da Idade do Bronze

Uma grande pedra escura com gravuras de cabras-montesas no campo de petróglifos de Cholpon-Ata
Foto: Bgag / Wikimedia Commons (CC0)

Uma hora e quinze, cerca de 80 som. São três horas de carro de Burana até Cholpon-Ata, pelo desfiladeiro de Boom e pela margem norte do lago; faça o check-in e suba à tarde até o campo de pedras acima da cidade. Há centenas de rochas com gravuras de cabras-montesas, cervos e caçadores, a maioria da Idade do Bronze.

Vá depois das 15h: com o sol mais baixo, as gravuras aparecem melhor. Use tênis, o chão é de pedra solta, e leve água.

Praia de Cholpon-Ata: o fim de tarde no Issyk-Kul

A margem do lago Issyk-Kul em Cholpon-Ata, com iurtas brancas na água e as montanhas ao fundo
Foto: Thomas Depenbusch (Depi) from Cologne, Germany / Wikimedia Commons (CC BY 2.0)

Uma hora, de graça. O Issyk-Kul é um dos maiores lagos de montanha do mundo, a 1.600 metros, de água levemente salgada que não congela no inverno. Em julho e agosto a água passa dos 20 graus e dá para nadar; no resto do ano, fique no pôr do sol, com as montanhas nevadas da margem sul do outro lado.

Dia 3: Karakol, o memorial Przhevalsky, a Mesquita Dungan e a catedral de madeira

Memorial e Museu Przhevalsky na baía de Pristan

O monumento a Przhevalsky, um rochedo de granito com medalhão e uma águia de bronze no topo, entre pinheiros
Foto: Ondřej Žváček / Wikimedia Commons (CC BY 2.5)

Uma hora, ingresso abaixo de 100 som. Saia de Cholpon-Ata às 8h30: são 140 km, cerca de 2h30, pela margem norte até a baía de Pristan, 12 km antes de Karakol. Nikolai Przhevalsky, o explorador russo que mapeou a Ásia Central e deu nome ao cavalo selvagem, morreu ali em 1888 e pediu para ser enterrado de frente para o lago.

O monumento, um rochedo de granito com uma águia de bronze, fica ao lado do túmulo; o museu tem os mapas das expedições.

Mesquita Dungan: um pagode chinês sem pregos

A Mesquita Dungan de Karakol, com telhado de beirais curvos em estilo de pagode, colunas verdes e telhas coloridas
Foto: Adam Harangozó / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

Quarenta e cinco minutos, doação na entrada. Depois do check-in em Karakol, comece pela mesquita mais incomum da Ásia Central: foi terminada em 1910 por artesãos chineses para os dunganos, muçulmanos que fugiram da China, e é toda de madeira encaixada, sem prego. O telhado tem beirais curvos de pagode e o minarete parece um pavilhão.

Mulheres cobrem o cabelo e todo mundo tira o sapato na sala de oração.

Catedral da Santíssima Trindade: as cúpulas de madeira de Karakol

A catedral ortodoxa de madeira de Karakol, com torre do sino e cúpulas em bulbo verdes e douradas
Foto: Bruno Rijsman / Wikimedia Commons (CC BY 2.0)

Quarenta e cinco minutos, de graça, a 1 km ao sul da mesquita. A catedral ortodoxa de 1895 é de madeira, com cúpulas em bulbo verdes e douradas, e foi clube, escola de dança e ginásio na era soviética antes de voltar ao culto nos anos 1990. A poucos minutos dali, o mercado de animais de Karakol funciona só no domingo de manhã, até as 10h: se o seu Dia 4 cair num domingo, comece por ele.

Dia 4: as rochas vermelhas de Jeti-Oguz e o ashlan-fu de Karakol

Jeti-Oguz: os Sete Touros e o Coração Partido

A fileira de rochas vermelhas dos Sete Touros de Jeti-Oguz acima das casas da vila e de uma mesquita branca
Foto: Bernard Gagnon / Wikimedia Commons (CC0)

Quatro horas, de graça. São 35 km, cerca de 50 minutos, de Karakol até a entrada do vale. Os Sete Touros são uma fileira de paredões de arenito vermelho; a lenda diz que eram sete touros de um rei. Um pouco acima, subindo o vale, o Coração Partido é um rochedo rachado ao meio. Suba a encosta de frente para os Sete Touros para a vista de cima.

Com tempo, siga a pé pelo vale até Kok-Jaiyk, o vale das flores, uma caminhada de cerca de duas horas ida e volta entre pinheiros e pastos de verão. Volte a Karakol para o almoço; no fim da tarde, as fontes termais de Ak-Suu, a 12 km da cidade, são o melhor descanso para as pernas.

Ashlan-fu: o prato frio dos dunganos de Karakol

Uma tigela de ashlan-fu em Karakol, com macarrão, tiras de gelatina de amido e caldo vermelho apimentado
Foto: Adam Harangozó / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

Quarenta e cinco minutos, menos de US$ 2 a tigela. Os cafés de ashlan-fu ficam junto ao bazar de Karakol e servem só isso: macarrão frio com tiras de gelatina de amido, num caldo avinagrado e apimentado. O pedido clássico vem com um pirozhki, pastel frito de batata ou carne. Não existe em outra parte do país.

Dia 5: a margem sul do Issyk-Kul, o cânion Skazka e o caçador com águia

Cachoeira de Barskoon e o monumento a Gagarin

A cachoeira de Barskoon caindo num paredão de rocha cinza, com pinheiros no alto da encosta
Foto: Ondřej Žváček / Wikimedia Commons (CC BY 2.5)

Uma hora e meia, de graça. Saia de Karakol às 7h30 pela margem sul do lago, menos turística que a norte; em cerca de duas horas você entra no vale de Barskoon. Uma trilha curta sobe até a cachoeira, que cai num paredão de rocha entre pinheiros-de-tian-shan. Na estrada fica o busto de Yuri Gagarin, que passou férias no vale depois de ir ao espaço.

Cânion Skazka: o cânion do conto de fadas

Pináculos e paredões de arenito vermelho no cânion Skazka, com cristas coloridas ao fundo
Foto: Ninara from Helsinki, Finland / Wikimedia Commons (CC BY 2.0)

Uma hora e quinze, ingresso de poucos som, cerca de uma hora a oeste de Barskoon. O arenito vermelho, laranja e amarelo foi esculpido pelo vento em torres, muralhas e formas que lembram dragões e castelos. Não há trilha marcada: suba pelas cristas para ver o lago azul atrás das rochas. Evite o meio-dia de julho, quando não há sombra nenhuma.

Bokonbaevo: a demonstração dos caçadores com águia

Um berkutchi de chapéu kalpak branco segura sua águia-real na luva, num pasto da margem sul do Issyk-Kul
Foto: tjabeljan / Wikimedia Commons (CC BY 2.0)

Uma hora, de US$ 20 a US$ 40 por pessoa, conforme o tamanho do grupo. Faça o check-in em Bokonbaevo, a 45 minutos do cânion. Os berkutchi da região ainda caçam raposa e lebre com águia-real no inverno; no verão, eles mostram como o pássaro é treinado e o soltam para voar até a luva. Combine pela CBT de Bokonbaevo ou pela sua hospedagem.

Muitos turistas dormem aqui num acampamento de iurtas à beira do lago, um bom ensaio para Song-Kol.

Dia 6: o feltro de Kochkor e a noite em iurta no lago Song-Kol

Kochkor: os ateliês de shyrdak

O ateliê de uma artesã de shyrdak em Kochkor, com tapetes de feltro coloridos no chão e pilhas de lã
Foto: Adamboluu / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

Uma hora, de graça para ver, de US$ 15 a mais de US$ 150 para comprar. Saia às 7h30: são cerca de duas horas e meia até Kochkor, passando por Balykchy. A cidade é a capital do feltro: as mulheres fazem o shyrdak, tapete de lã de carneiro tingida e costurada à mão com desenhos de chifre de carneiro. Os ateliês mostram o processo e vendem direto. Abasteça o carro e compre água aqui, porque em Song-Kol não há loja.

Song-Kol: cavalgada e noite em iurta a 3.016 metros

Uma iurta no pasto à beira do lago Song-Kol, com cavaleiros e as montanhas do outro lado da água
Foto: Kalpak Travel / Wikimedia Commons (CC BY 2.0)

Uma tarde e uma noite, de US$ 15 a US$ 25 por pessoa na iurta, refeições à parte. A estrada de terra sobe de Kochkor pelo passo Kalmak-Ashuu, cerca de três horas até o lago. Os acampamentos são de famílias de pastores que passam o verão ali com o rebanho: a iurta tem colchões de feltro no chão, o banheiro é uma casinha de madeira, e o jantar costuma ser sopa, pão e chá.

À tarde, combine no acampamento uma cavalgada pelo pasto, cobrada por hora, e fique para o pôr do sol e o céu estrelado. A noite é fria mesmo em julho, perto de zero grau: as iurtas têm fogão, mas leve casaco, gorro e lanterna.

Dia 7: o passo Kalmak-Ashuu, o Parque Nacional Ala-Archa e o voo de volta

Passo Kalmak-Ashuu: a descida em zigue-zague

A estrada de terra em curvas descendo do passo Kalmak-Ashuu entre encostas verdes e picos ao fundo
Foto: ThomasG / Wikimedia Commons (CC BY-SA 3.0)

Vinte minutos, de graça. Saia de Song-Kol às 8h30, depois do café da manhã. O passo, a cerca de 3.400 metros, fica a meia hora do lago; pare no alto para a foto das curvas da estrada de terra descendo para o vale. Depois são cerca de cinco horas até Bishkek, com parada para almoço em Kochkor.

Parque Nacional Ala-Archa: o teleférico novo e a cachoeira de Ak-Sai

O desfiladeiro de Ala-Archa visto de cima, com o rio entre encostas de pedra e picos sob nuvens
Foto: Nikolai Bulykin / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

Três horas, entrada de 200 som e teleférico de 600 som, ambos só no cartão ou QR. O parque fica a 40 km do centro de Bishkek. Desde 2025 só carro elétrico entra: deixe o carro no estacionamento e use o ônibus elétrico incluído no ingresso até o acampamento alpino.

O teleférico inaugurado em 2026 sobe 1 km até cerca de 2.500 metros, com vista para o desfiladeiro e os picos. Com fôlego, a trilha da cachoeira de Ak-Sai leva de 1h30 a 2 horas de subida. Os voos para Istambul e Dubai saem de madrugada do aeroporto de Manas, a 30 km de Bishkek.

Precisa de visto para ir para o Quirguistão?

Brasileiros não precisam de visto para ficar até 60 dias no Quirguistão. O passaporte deve ter validade de pelo menos seis meses na entrada, e a imigração pode pedir passagem de saída e reserva de hospedagem.

Se for juntar com o Uzbequistão ou o Cazaquistão, confira a regra de cada um antes: as fronteiras terrestres da região abrem e fecham com frequência.

Qual a melhor época para viajar para o Quirguistão?

De junho a setembro. É quando os acampamentos de iurta de Song-Kol funcionam, as estradas das montanhas estão abertas e o Issyk-Kul fica bom para nadar em julho e agosto. Junho tem os pastos mais verdes e flores; setembro, menos gente e as primeiras cores de outono.

De outubro a maio, Song-Kol fecha e as passagens altas pegam neve; o roteiro fica restrito a Bishkek, ao Issyk-Kul e a Karakol, que tem estação de esqui no inverno.

Como chegar ao Quirguistão e como circular pelo país

Do Brasil, voe até Bishkek com uma conexão, em geral por Istambul ou Dubai. O aeroporto de Manas fica a 30 km do centro; o táxi pelo Yandex Go é a opção mais barata e segura. O dinheiro é o som quirguiz: saque em Bishkek e leve notas pequenas, porque fora da capital quase nada aceita cartão.

Para este roteiro, contrate um 4x4 com motorista pela CBT, a rede de turismo comunitário, ou por uma agência de Bishkek. As estradas em volta do Issyk-Kul são asfaltadas; as de Song-Kol são de terra. A alternativa barata são as marshrutkas entre Bishkek, Cholpon-Ata e Karakol, mas elas não chegam a Song-Kol.

Onde comer no Quirguistão: pratos típicos e o que provar

A cozinha quirguiz é de pastor nômade: carne de carneiro, massa feita em casa e laticínios. O prato nacional é o beshbarmak, que quer dizer cinco dedos, porque era comido com a mão: tiras largas de massa cozidas no caldo da carne, cobertas de carneiro ou cavalo picado e cebola.

Um prato de beshbarmak com tiras de massa, carne cozida e cebola, ao lado de duas xícaras de caldo
O beshbarmak, de massa e carne cozida. Foto: Pannet / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

O prato de todo dia é o lagman, macarrão puxado à mão com carne e legumes salteados, herança uigur, ao lado do plov de arroz e cenoura e das samsas assadas em forno de barro. Em Karakol, o prato da cidade é o ashlan-fu do Dia 4.

Nos acampamentos de iurta você vai provar o kymyz, leite de égua fermentado, levemente alcoólico e azedo, servido no verão em tigela. Aceite um gole por educação; muita gente não passa do primeiro. O boorsok, pãozinho frito, acompanha o chá com creme e geleia.

Uma tigela de kymyz, o leite de égua fermentado, servida numa iurta às margens do lago Song-Kol
Kymyz servido num acampamento de Song-Kol. Foto: Mario Biondi writer / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

No Osh Bazaar, em Bishkek, compre damasco seco, nozes e o kurut, bolinha de iogurte seco e salgado, para os dias de estrada. Na estrada, os cafés de beira de rodovia servem lagman e chá por pouco; evite comer peixe do Issyk-Kul em barraca de praia sem refrigeração no calor de julho.

Bancas do Osh Bazaar com sacos de damasco seco, passas, nozes e castanhas
Frutas secas e castanhas no Osh Bazaar. Foto: neiljs / Wikimedia Commons (CC BY 2.0)

7 dias são suficientes para conhecer o Quirguistão?

São suficientes para o circuito clássico do norte: Bishkek, as duas margens do Issyk-Kul, Karakol e uma noite em Song-Kol, sem pressa demais. O que fica de fora pede mais dias: o trekking de dois ou três dias até o lago Ala-Kul, saindo de Karakol; o caravançará de Tash-Rabat, perto da China; e o sul, com Osh e as florestas de nogueiras de Arslanbob.

Para seguir pela rota da seda, temos o roteiro do Uzbequistão em 8 dias, a uma hora de voo de Bishkek. E se a noite na iurta conquistou você, veja o roteiro da Mongólia em 8 dias.

Orçamento estimado por pessoa (BRL)

Voo internacionalR$ 7.000 a R$ 11.000 (ida e volta do Brasil a Bishkek, com uma conexão)
Hospedagem/noiteUS$ 40 a US$ 90 (quarto duplo em Bishkek e Karakol); iurta a partir de US$ 15 a 25 por pessoa
Alimentação/diaUS$ 15 a US$ 30 por pessoa
Ingressos e transporte localIngressos baratos: Ala-Archa 200 som, teleférico 600 som, petróglifos e museus abaixo de 100 som; caçador com águia US$ 20 a 40
Total estimadoUS$ 900 a 1.500 por pessoa, sem voo

Preços conferidos em 07 de outubro de 2026. Confira o valor atual em CBT Kyrgyzstan, turismo comunitário (iurtas, cavalos, motoristas) · Akchabar, preços do Parque Nacional Ala-Archa · Economist.kg, tarifa do teleférico de Ala-Archa.

Perguntas frequentes

Quanto custa uma viagem de 7 dias para o Quirguistão?+

Entre US$ 900 e US$ 1.500 por pessoa, sem a passagem, para duas pessoas dividindo quarto e um 4x4 com motorista: hotéis em Bishkek, Cholpon-Ata, Karakol e Bokonbaevo, uma noite de iurta em Song-Kol, comida e ingressos. O carro é o maior custo, de US$ 120 a US$ 200 por dia, e fica mais barato dividido por quatro. A passagem do Brasil a Bishkek, com conexão em Istambul ou Dubai, fica entre R$ 7.000 e R$ 11.000 ida e volta.

Brasileiro precisa de visto para o Quirguistão?+

Não. Brasileiros entram sem visto e podem ficar até 60 dias, com passaporte válido por pelo menos seis meses. Na imigração podem pedir passagem de saída e reserva de hospedagem.

Dá para fazer o roteiro do Quirguistão sem motorista?+

Em parte. Entre Bishkek, Cholpon-Ata e Karakol há marshrutkas, as vans de linha, por poucos dólares. Mas Jeti-Oguz, Barskoon, o cânion Skazka e principalmente Song-Kol, no fim de estradas de terra a mais de 3 mil metros, pedem carro. A solução mais comum é contratar um 4x4 com motorista pela CBT ou por uma agência de Bishkek.

Quando os acampamentos de iurta de Song-Kol funcionam?+

De junho a meados de setembro, quando as famílias levam o gado para os pastos de verão. Fora disso a estrada pode fechar por neve e não há onde dormir no lago. Mesmo em julho, a noite a 3.016 metros chega perto de zero grau: leve casaco e gorro.

Vale a pena juntar o Quirguistão com o Uzbequistão?+

Vale, e é a combinação mais comum da Ásia Central: Bishkek e Tashkent ficam a uma hora de voo. O Quirguistão é montanha, lago e iurta; o Uzbequistão é a rota da seda das cidades de cúpulas azuis. Com 14 dias dá para fazer os dois roteiros completos.

Osh BazaarPraça Ala-TooParque dos CarvalhosTorre de BuranaPetróglifos de Cholpon-AtaPraia de Cholpon-AtaMemorial e Museu PrzhevalskyMesquita Dungan de KarakolCatedral da Santíssima Trindade de KarakolRochas de Jeti-OguzAshlan FuCachoeira de BarskoonCânion SkazkaCaçador com águia de BokonbaevoAteliê de shyrdak em KochkorSong-KolPasso Kalmak-AshuuParque Nacional Ala-Archa

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