Panorama do Pico do Arieiro, na Madeira, com a trilha de pedra descendo entre os picos vulcânicos e os vales

Portugal · Madeira · Funchal · Pico do Arieiro · Porto Moniz · Câmara de Lobos · 9 min de leitura

Roteiro Madeira 5 dias: Funchal, Pico do Arieiro e Porto Moniz

5 dias · 6 cidades

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Este roteiro Madeira 5 dias usa o Funchal como base e um carro alugado para cobrir a ilha inteira em bate-voltas. A decisão que o organiza é reservar antes as trilhas oficiais, que desde 2026 têm horário marcado.

Em resumo: Funchal, Pico do Arieiro, 25 Fontes e Porto Moniz, Monte e Cabo Girão, São Lourenço no dia do voo. Visto, época e comida estão no fim.

Dia 1: Funchal, o Mercado dos Lavradores e as portas pintadas da Zona Velha

Sé do Funchal: o teto de cedro de 500 anos

O portal gótico de pedra vermelha e escura da Sé do Funchal
Foto: Dietmar Rabich / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

Vinte minutos, entrada gratuita. Depois do check-in, comece pela catedral do fim do século XV, no centro: por fora é pedra vulcânica escura; por dentro, olhe para cima, para o teto de cedro da ilha entalhado no estilo mudéjar.

Mercado dos Lavradores: maracujá banana e peixe-espada preto

O pátio do Mercado dos Lavradores visto de cima, com guarda-sóis e bancas de frutas e verduras
Foto: Dietmar Rabich / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

Uma hora, de graça, a 500 metros da Sé. O mercado fecha às 19h de segunda a sexta e às 14h no sábado, e não abre no domingo, por isso ele entra no primeiro dia. No pátio há flores e frutas que só a ilha tem, como o maracujá banana e a anona; nos fundos, a lota vende o peixe-espada preto, de olhos enormes e corpo de enguia, pescado a mil metros de profundidade.

Prove antes de comprar: alguns bancos cobram caro de turista por fruta cortada. Pergunte o preço por quilo.

Rua de Santa Maria: as portas pintadas e o jantar na Zona Velha

Uma porta pintada na Rua de Santa Maria com um casal de camponeses madeirenses de trajes típicos
Foto: H. Zell / Wikimedia Commons (CC BY-SA 3.0)

Duas horas, com jantar. Saindo do mercado para leste você já está na Zona Velha, o bairro dos pescadores. Desde 2010, o projeto artE de portas abErtas transformou as portas da Rua de Santa Maria em telas: há mais de duzentas pintadas, de cenas de pesca a retratos.

A rua também é a dos restaurantes com mesa na calçada. Aqui ficam o Forte de São Tiago, amarelo, no fim da rua, e a estação do teleférico, que você usa no Dia 4.

Dia 2: do Pico do Arieiro ao Pico Ruivo, os Balcões e as casas de Santana

Pico do Arieiro e a PR1 até o Pico Ruivo

Vista do mirante do Pico do Arieiro com a trilha de pedra na crista e os picos vulcânicos ao fundo
Foto: H. Zell / Wikimedia Commons (CC BY-SA 3.0)

Cinco a seis horas, ida e volta, com reserva paga de € 10,50 no SIMplifica para o percurso completo. São 40 minutos de carro do Funchal até o estacionamento do topo, a 1.818 metros. Chegue antes do nascer do sol: o mar de nuvens abaixo dos picos é o motivo de a trilha ser a mais famosa da ilha.

A PR1 tem 7 km de escadas, túneis e crista com cabos de proteção até o Pico Ruivo, o ponto mais alto da Madeira, a 1.862 metros. Ela reabriu em abril de 2026, depois de 20 meses fechada pelo incêndio de 2024, e ainda tem dias de fechamento pontual para obras: confira no portal antes de reservar. Sem fôlego para tudo, a reserva parcial (€ 4,50) cobre o trecho até o Pico do Gato.

Balcões: a levada plana de Ribeiro Frio

O vale verde visto do mirante dos Balcões, com os picos centrais da Madeira ao fundo
Foto: Karelj / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

Uma hora e quinze, 3 km ida e volta quase sem subida, a 15 minutos de carro descendo para o norte. A trilha sai de Ribeiro Frio, que tem um viveiro de trutas e restaurantes de truta grelhada para o almoço, e termina num balcão sobre o vale com os picos que você acabou de cruzar.

Casas típicas de Santana

Duas casas típicas de Santana, triangulares, com telhado de colmo, paredes brancas e portas vermelhas
Foto: H. Zell / Wikimedia Commons (CC BY-SA 3.0)

Uma hora, de graça, 20 minutos mais ao norte. As casinhas triangulares de colmo eram a moradia dos camponeses da costa norte; as do centro, ao lado da câmara municipal, foram restauradas e algumas viraram loja de artesanato. É foto rápida, mas fecha bem o dia antes de voltar ao Funchal pelo túnel.

Dia 3: Levada das 25 Fontes, o Fanal e as piscinas de Porto Moniz

Levada das 25 Fontes: a PR6 desde o Rabaçal

A cascata e a lagoa das 25 Fontes entre a rocha avermelhada e as samambaias da Laurissilva
Foto: Bjørn Christian Tørrissen / Wikimedia Commons (CC BY-SA 3.0)

Três horas e meia, 9 km ida e volta, reserva de € 4,50. Saia às 8h do Funchal: é uma hora de carro pelo planalto do Paul da Serra até o Rabaçal, e às 10h o estacionamento lota. A trilha corre ao lado da levada, o canal de irrigação, dentro da Laurissilva, a floresta de louros que é Patrimônio Mundial da UNESCO.

No fim, dezenas de nascentes caem de uma parede de pedra numa lagoa. Leve casaco: o Rabaçal fica a mil metros e é bem mais frio que o Funchal.

Fanal: os tis centenários na neblina

Um til centenário de tronco coberto de musgo no pasto do Fanal, com outras árvores na neblina
Foto: Dietmar Rabich / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

Quarenta e cinco minutos, de graça, 20 minutos ao norte do Rabaçal. O pasto com árvores retorcidas cobertas de musgo é o lugar mais fotografado da Madeira em dia de neblina, que aqui é a regra depois do meio-dia. Fique no gramado e não entre no cercado das vacas.

Piscinas naturais de Porto Moniz

As piscinas naturais de Porto Moniz, de água do mar entre rochas de lava escura, com o Atlântico ao fundo
Foto: Dietmar Rabich / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

Duas horas, € 1,50, das 9h às 19h no verão e até as 17h no inverno. A estrada desce do Fanal até a ponta noroeste da ilha, onde a lava formou piscinas que o mar enche a cada onda. O complexo pago tem salva-vidas e vestiário; ao lado do forte há poças gratuitas, de rocha cortante e sem vigilância.

A água fica entre 18 e 23 graus ao longo do ano. Almoce ali mesmo, num dos restaurantes de peixe da marginal.

Seixal: a praia de areia preta

A praia de areia preta do Seixal com banhistas, o paredão e as casas da vila na encosta
Foto: Vitor Oliveira / Wikimedia Commons (CC BY-SA 2.0)

Meia hora, de graça, 10 km a leste pela estrada da costa norte. A praia do porto do Seixal tem areia vulcânica preta e falésias verdes atrás. Na saída, pare no mirante do Véu da Noiva, a cascata que cai direto no mar. Volte ao Funchal pelo túnel de São Vicente, em 45 minutos.

Dia 4: o Monte de teleférico, os carros de cesto e o pôr do sol no Cabo Girão

Teleférico do Funchal até o Monte

A estação de baixo do teleférico do Funchal com uma cabine saindo sobre o gramado e as palmeiras
Foto: Dietmar Rabich / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

Quinze minutos, € 14,50 só a ida. A estação fica na Zona Velha, junto ao Jardim Almirante Reis, e a cabine sobe sobre os telhados até 550 metros. Compre só a ida: a descida é de carro de cesto. Deixe o carro no hotel até a tarde.

Monte Palace Tropical Garden

A cascata e o lago do Monte Palace Tropical Garden entre fetos arbóreos e uma arcada de pedra
Foto: Phil Webber / Wikimedia Commons (CC BY 2.0)

Duas horas, € 18, crianças até 14 anos não pagam. O jardim fica ao lado da estação do teleférico e desce em degraus: lagos com carpas, fetos arbóreos, cicas raras e uma sequência de painéis de azulejo portugueses de cinco séculos. Use o tênis do dia anterior: são muitas escadas.

Carros de cesto do Monte até o Livramento

Dois carreiros de branco e chapéu de palha empurram um carro de cesto com passageiros ladeira abaixo no Monte
Foto: muffinn / Wikimedia Commons (CC BY 2.0)

Dez minutos, € 27,50 para uma pessoa ou € 35 para duas, em dinheiro, de segunda a sábado. Os carros saem logo abaixo da Igreja de Nossa Senhora do Monte, guiados por dois carreiros de branco e chapéu de palha que freiam com a sola das botas. Descem 2 km até o Livramento, onde há táxis para voltar ao centro.

Câmara de Lobos: o mirante de Churchill e a poncha

A vila de Câmara de Lobos com casas brancas e socalcos na encosta sobre o porto de pesca
Foto: Dietmar Rabich / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

Uma hora e meia, de graça, 15 minutos de carro a oeste do Funchal. A vila de pescadores tem os barcos coloridos na baía e, na entrada, o mirante onde Winston Churchill pintou a paisagem em 1950. Desça até o porto e prove a poncha num dos bares do Largo do Poço: aguardente de cana, mel e limão, batida com um pau de madeira chamado caralhinho.

O lobo marinho de Bordalo II

O mural do lobo marinho de Bordalo II, feito de sucata pintada, num muro azul do porto de Câmara de Lobos
Foto: Asurnipal / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

Quinze minutos, de graça, no próprio porto. O artista português Bordalo II montou com lixo reciclado o lobo marinho, a foca monge que deu nome à vila e que ainda vive nas Desertas, ilhas em frente.

Cabo Girão: o skywalk a 580 metros

Vista vertical do mirante do Cabo Girão para as fajãs cultivadas e o mar azul 580 metros abaixo
Foto: H. Zell / Wikimedia Commons (CC BY-SA 3.0)

Uma hora, € 5 desde 2026, 10 minutos de carro a oeste de Câmara de Lobos. A plataforma de vidro fica sobre uma das falésias mais altas da Europa, e o que se vê lá embaixo são as fajãs, hortas cultivadas na faixa de terra entre o penhasco e o mar. Vá no fim da tarde, quando o sol se põe do lado do mar e os grupos de excursão já foram.

Dia 5: a Ponta de São Lourenço, Machico e o voo de volta

Ponta de São Lourenço: a PR8 entre falésias vermelhas

As falésias vermelhas e os ilhéus da Ponta de São Lourenço sobre o mar azul turquesa
Foto: Diego Delso / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

Três horas, 8 km ida e volta, reserva de € 4,50. São 40 minutos de carro do Funchal até o estacionamento da Baía d’Abra, passando pelo aeroporto. A península é o oposto do resto da ilha: seca, sem árvore, de rocha vermelha e ocre, com ilhéus no mar dos dois lados. Comece cedo, porque não há sombra, e leve água.

Machico: a praia onde a Madeira começou

A praia de areia dourada de Machico com o quebra-mar e a encosta verde ao fundo
Foto: Bengt Nyman / Wikimedia Commons (CC BY 3.0)

Uma hora e quinze, com almoço, no caminho de volta. Foi na baía de Machico que os navegadores portugueses desembarcaram em 1419. A praia de areia dourada fica em frente à vila, e o aeroporto está a 10 minutos: devolva o carro com duas horas de folga antes do voo.

Precisa de visto para ir para a Madeira?

Brasileiros não precisam de visto para ficar até 90 dias em Portugal, que inclui a Madeira: basta o passaporte válido por pelo menos três meses depois da volta. Na fronteira podem pedir passagem de volta, reserva de hotel, seguro viagem com cobertura de € 30 mil e comprovante de recursos.

O ETIAS, a autorização eletrônica da União Europeia para quem não precisa de visto, tem início previsto para o último trimestre de 2026: confira o site oficial antes de embarcar. Na Madeira, a entrada costuma ser por Lisboa, onde passa o controle de fronteira.

Qual a melhor época para viajar para a Madeira?

A Madeira tem clima ameno o ano inteiro, de 17 a 25 graus no Funchal. Abril a junho e setembro a outubro são os melhores meses: trilhas secas, mar quente e menos gente que em agosto. No inverno o Funchal segue agradável, mas as montanhas pegam chuva e neblina, e a PR1 pode fechar por vento.

O tempo muda em minutos e varia de um lado da ilha ao outro: confira as webcams do Pico do Arieiro antes de subir. O Réveillon, com fogos sobre a baía do Funchal, e a Festa da Flor, em maio, lotam os hotéis.

Como chegar à Madeira e como circular pela ilha

Do Brasil, voe até Lisboa e faça a conexão para o Funchal, cerca de 1h45. O aeroporto fica em Santa Cruz, a 20 minutos do centro. Fique no Funchal, que tem a maior oferta de hotel e restaurante, e faça a ilha em bate-voltas: nada fica a mais de uma hora e meia de carro.

Alugue o carro a partir do Dia 2 e prefira automático, porque as ladeiras do Funchal são íngremes. As vias rápidas e os túneis cortam a ilha; as estradas antigas da costa norte são estreitas e lentas. Sem carro, há ônibus urbanos no Funchal e excursões de van para o Arieiro e Porto Moniz.

Precisa reservar as trilhas da Madeira? As taxas de 2026

Sim. Desde janeiro de 2026 todas as trilhas oficiais, as PR, exigem reserva no portal SIMplifica do governo regional, com janela de entrada de 30 minutos. A taxa é de € 4,50 por trilha e de € 10,50 pela PR1 completa até o Pico Ruivo; o passe do dia para duas trilhas ou mais custa € 9, e o de 3 dias, € 22,50. Crianças até 12 anos não pagam.

Neste roteiro são três reservas: PR1 no Dia 2, PR6 (25 Fontes) no Dia 3 e PR8 (São Lourenço) no Dia 5. Os Balcões, no Dia 2, ficam fora da lista de trilhas pagas. Há fiscalização com multa para quem entra sem reserva.

Onde comer na Madeira: pratos típicos e os melhores restaurantes

A cozinha madeirense é de montanha e de mar ao mesmo tempo. O prato que todo mundo pede é a espetada: cubos de carne de vaca temperados com alho e louro, assados num espeto de pau de louro e servidos pendurados na mesa.

Espetos de carne assando sobre brasa numa festa de rua da Madeira
A espetada madeirense na brasa. Foto: Dirk Klaassen / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

Ela chega com bolo do caco, pão achatado de batata-doce assado numa pedra e servido quente com manteiga de alho, que também se compra nas barracas de rua.

Bolos do caco redondos e achatados recheados com chouriço
O bolo do caco. Foto: Kostia / Wikimedia Commons (CC0)

De entrada, peça lapas grelhadas na frigideira com manteiga, alho e limão. De prato principal, o filete de espada com banana, o peixe-espada preto do mercado empanado e servido com banana frita, combinação que parece estranha e funciona.

Lapas grelhadas na concha servidas num prato com limão
Lapas grelhadas. Foto: Thomas Schoch / Wikimedia Commons (CC BY-SA 3.0)
Filete de peixe-espada preto empanado com banana frita e salada
Espada com banana. Foto: AngMoKio / Wikimedia Commons (CC BY-SA 3.0)

No Funchal, o Armazém do Sal, num antigo armazém de sal de paredes de pedra na Rua da Alfândega, é recomendado pelo Guia Michelin e faz a cozinha da ilha com peixe do dia. Reserve para o jantar do Dia 1; fecha aos domingos.

Pratos de peixe do dia empratados com ervas, servidos no Armazém do Sal
Peixe do dia no Armazém do Sal, no Funchal. Foto: Bex Walton / Wikimedia Commons (CC BY 2.0)

Para beber, a poncha, de aguardente de cana, mel e limão, que se toma nos bares do Largo do Poço em Câmara de Lobos, e o vinho Madeira, fortificado, nas adegas do centro do Funchal. O que evitar: os restaurantes com garçom chamando na porta da Rua de Santa Maria e cardápio em seis línguas, e pizza congelada servida como comida local.

Um copo de poncha de cor laranja sobre uma mesa
A poncha. Foto: Mitsjol / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

5 dias são suficientes para conhecer a Madeira?

São suficientes para o essencial da ilha principal: as duas trilhas mais famosas, as piscinas de lava, o Monte e as falésias do sul e do leste, sem pressa e dormindo sempre no mesmo hotel. O que fica de fora pede mais dois ou três dias: a Levada do Caldeirão Verde, o teleférico da Fajã dos Padres e o farol da Ponta do Pargo, e Porto Santo, a ilha vizinha de praia de areia dourada, a 2h15 de ferry.

Se quer outro arquipélago no Atlântico, temos o roteiro de Cabo Verde em 7 dias. E para seguir por terra a partir de Lisboa, o roteiro da Andaluzia de trem.

Orçamento estimado por pessoa (BRL)

Voo internacionalR$ 5.000 a R$ 8.000 (ida e volta do Brasil ao Funchal via Lisboa)
Hospedagem/noite€ 90 a € 170 (quarto duplo no Funchal, categoria média)
Alimentação/dia€ 35 a € 60 por pessoa
Ingressos e transporte local€ 80 a € 95 (trilhas, teleférico, Monte Palace, carro de cesto e Cabo Girão)
Total estimado€ 550 a 900 por pessoa, sem voo

Preços conferidos em 06 de outubro de 2026. Confira o valor atual em SIMplifica, reserva das trilhas oficiais · Monte Palace Tropical Garden · Teleférico do Funchal · Visit Madeira, Cabo Girão.

Perguntas frequentes

Quanto custa uma viagem de 5 dias para a Madeira?+

Entre € 550 e € 900 por pessoa, sem a passagem, dividindo quarto duplo de categoria média no Funchal: hotel, comida, carro alugado por quatro dias e os ingressos das trilhas, do teleférico, do Monte Palace, do carro de cesto e do Cabo Girão. A passagem do Brasil ao Funchal, com conexão em Lisboa, fica entre R$ 5.000 e R$ 8.000 ida e volta.

Precisa reservar as trilhas da Madeira em 2026?+

Sim. Desde 1º de janeiro de 2026 toda trilha oficial (PR) exige reserva com horário de entrada de 30 minutos no portal SIMplifica, do governo regional. A taxa é de € 4,50 por trilha, € 10,50 para a PR1 completa até o Pico Ruivo, e há passes de 3 e 7 dias. Crianças até 12 anos não pagam.

Precisa de carro para conhecer a Madeira?+

Para este roteiro, sim. O Funchal se faz a pé, mas o Pico do Arieiro, o Rabaçal, o Fanal e a Ponta de São Lourenço não têm ônibus em horário útil. As estradas são boas, com muitos túneis, mas as ruas do Funchal são íngremes: prefira câmbio automático. A alternativa sem carro são as excursões de van que saem do Funchal.

Vale a pena descer de carro de cesto no Monte?+

Vale como experiência única, e não como transporte: são 10 minutos e cerca de 2 km até o Livramento, por € 27,50 para uma pessoa ou € 35 para duas, pagos em dinheiro. Funciona de segunda a sábado. No fim, é preciso pegar táxi ou ônibus de volta ao centro.

Sé do FunchalMercado dos LavradoresRua de Santa MariaPico do AreeiroBalcõesCasas típicas de Santana25 FontesFanalPiscinas Naturais do Porto MonizPraia do Porto do SeixalTeleférico do FunchalMonte Palace Tropical GardenCarreiros do MonteBaía de Câmara de LobosLobo MarinhoCabo GirãoPonta de São LourençoPraia de Machico

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