Panorama da cratera de Pedra de Lume, na ilha do Sal, com as salinas e os montes vulcânicos em volta

Praia · Cidade Velha · Serra Malagueta · Tarrafal · Ilha do Sal · Santa Maria · 12 min de leitura

Roteiro Cabo Verde 7 dias: Santiago, Cidade Velha e ilha do Sal

7 dias · 4 cidades

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Este roteiro de 7 dias por Cabo Verde junta duas ilhas: três dias em Santiago, a ilha da história e da serra, e quatro no Sal, a ilha das praias. A decisão que organiza a viagem é chegar por Praia e sair pelo Sal.

Em resumo: a capital, a primeira cidade colonial dos trópicos, a serra até Tarrafal, e as salinas, a Buracona e o vento do Sal. Entrada e comida estão no fim.

Dia 1: chegada a Praia, o Plateau e a Praia de Quebra Canela

Plateau: o centro histórico da capital

Fachada branca e amarela do Palácio da Presidência no Plateau, em Praia
Foto: Ji-Elle / Wikimedia Commons (CC BY-SA 3.0)

Cerca de 1h30, grátis, a pé. Depois do check-in, suba ao Plateau, o planalto onde a cidade nasceu, e caminhe pela rua pedonal 5 de Julho até a praça Alexandre Albuquerque, com a igreja matriz e a câmara municipal.

No fim da avenida fica o Palácio da Presidência, do fim do século 19, com a guarda na porta, e da murada ao lado se vê o porto e o bairro da Gamboa. O mercado municipal, no meio do Plateau, é o lugar para comprar fruta, queijo de cabra e grogue.

Praia de Quebra Canela: o fim de tarde da cidade

A enseada da Praia de Quebra Canela, em Praia, vista do calçadão
Foto: Herbert wie / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

Grátis, 1h30, a 2 km do Plateau pelo bairro da Prainha. É a praia urbana mais frequentada da capital, com areia clara e mar geralmente calmo; no fim de semana enche de famílias e de rodas de futebol.

Fique para o pôr do sol e jante num dos restaurantes da Prainha, logo acima, onde à noite há música ao vivo, de morna a funaná.

Dia 2: Cidade Velha, a primeira cidade europeia dos trópicos

Fortaleza Real de São Filipe: a vista sobre a Cidade Velha

Canhão e muralhas de pedra da Fortaleza Real de São Filipe, com o mar e a Cidade Velha ao fundo
Foto: GualdimG / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

Cerca de 1h15, ingresso de poucos euros, a 15 km de Praia, 20 minutos de táxi ou de hiace, a van coletiva. Comece pela fortaleza, no alto do morro, com a luz da manhã e antes do calor, e desça a pé para a vila depois.

A Cidade Velha, antiga Ribeira Grande, foi fundada em 1462 e é considerada a primeira cidade construída por europeus nos trópicos; é Patrimônio Mundial da Unesco desde 2009. A fortaleza foi terminada em 1593, depois de ataques de corsários como Francis Drake, e das muralhas se vê o vale da ribeira, a vila e o mar.

Largo do Pelourinho: o mármore que lembra o tráfico

O pelourinho de mármore no Largo do Pelourinho, cercado de casas coloridas e palmeiras, na Cidade Velha
Foto: Cayambe / Wikimedia Commons (CC BY-SA 3.0)

Parada rápida, 30 minutos, grátis, no fim da descida. No caminho, passe pelas ruínas da Sé Catedral, a primeira da África ocidental. Na praça junto ao mar fica o pelourinho de mármore de 1520, onde africanos escravizados eram castigados e vendidos: a Ribeira Grande foi o primeiro grande entreposto do tráfico atlântico. Hoje a praça tem bancas de artesanato e bares à sombra das árvores.

Rua Banana: as casas de pedra do século 15

Casa térrea caiada de branco e azul na Rua Banana, na Cidade Velha
Foto: Cayambe / Wikimedia Commons (CC BY-SA 3.0)

Parada rápida, 30 minutos, a 100 metros do Pelourinho. A rua de casas térreas de pedra, algumas ainda com telhado de palha, está entre as primeiras ruas traçadas por europeus na África subsaariana. É também onde mora gente, então peça licença antes de fotografar portas e quintais.

Igreja de Nossa Senhora do Rosário: a igreja colonial mais antiga

Fachada branca da Igreja de Nossa Senhora do Rosário entre palmeiras, na Cidade Velha
Foto: Cayambe / Wikimedia Commons (CC BY-SA 3.0)

Cerca de 30 minutos, grátis, no fim da Rua Banana. Construída a partir de 1495, é considerada a igreja colonial mais antiga ainda de pé na África subsaariana, com uma capela lateral de arco manuelino e lápides de pedra no chão.

Almoce peixe grelhado num dos restaurantes da orla da vila antes de voltar para Praia, e prove o grogue das pequenas destilarias de cana do vale.

Dia 3: pela serra até Tarrafal

Jardim Botânico de São Jorge dos Órgãos: o verde do interior

Canteiros floridos e árvores do Jardim Botânico de São Jorge dos Órgãos, em Santiago
Foto: Ji-Elle / Wikimedia Commons (CC BY-SA 3.0)

Parada rápida, 45 minutos, a 25 km de Praia na estrada do interior. Alugue carro para este dia, ou contrate um motorista: a estrada de Praia a Tarrafal atravessa a ilha pela serra, em cerca de 2 horas sem paradas. O jardim, no vale verde de São Jorge dos Órgãos, reúne as plantas nativas de Cabo Verde e mostra o outro lado da ilha, longe da secura da costa.

Parque Natural da Serra Malagueta: trilha entre os vales

Vales e encostas em socalcos da Serra Malagueta, com picos escarpados ao fundo
Foto: David Stanley / Wikimedia Commons (CC BY 2.0)

Cerca de 2 horas, com trilha curta a partir do centro de visitantes, na beira da estrada para Tarrafal. A serra passa dos 1.000 metros e, com a umidade que sobe do mar, é verde e muitas vezes coberta de neblina.

A trilha mais feita desce pelos vales em socalcos, com vista para as montanhas escarpadas do norte. Pergunte no centro de visitantes pelas condições e leve casaco: faz frio lá em cima mesmo quando a praia está quente. Perto dali, na zona de Espinho Branco, vive a comunidade dos Rabelados, que recusou por décadas a Igreja oficial e hoje é conhecida pelas suas pinturas.

Campo de Concentração do Tarrafal: o Museu da Resistência

Pátio de terra entre os pavilhões amarelos do antigo Campo de Concentração do Tarrafal
Foto: Gagum / Wikimedia Commons (CC BY 2.0)

Cerca de 1h30, ingresso barato, 3 km antes da vila de Tarrafal. Faça o check-in e volte para a visita no meio da tarde.

O regime de Salazar abriu o campo em 1936 para presos políticos portugueses, que o chamavam de Campo da Morte Lenta, e o reabriu em 1961 para militantes das independências de Angola, Guiné-Bissau e Cabo Verde. As celas, a frigideira, cela de castigo exposta ao sol, e os painéis com os nomes dos mortos fazem desta a visita mais dura da viagem.

Praia do Tarrafal: a baía dos coqueiros

A baía da Praia do Tarrafal, com água azul, barcos e o monte ao fundo
Foto: Ji-Elle / Wikimedia Commons (CC BY-SA 3.0)

Grátis, 1h30, no fim da tarde. A baía de areia clara e água calma, protegida do vento, é a melhor praia de banho de Santiago, com coqueiros, barcos de pesca coloridos e o Monte Graciosa ao fundo.

Os pescadores chegam com o peixe no fim do dia, e as barracas da areia grelham o que veio no barco. Fique para o pôr do sol, que cai direto no mar.

Dia 4: de Santiago para o Sal, a Praia de Santa Maria

Praia de Santa Maria: 8 km de areia branca

Faixa de areia branca e mar azul-turquesa da Praia de Santa Maria, na ilha do Sal, com kites ao fundo
Foto: brunobarbato / Wikimedia Commons (CC BY 3.0)

Cerca de 2 horas, grátis. Saia cedo de Tarrafal para o aeroporto de Praia, 2 horas de estrada, e pegue o voo interno para o Sal, de cerca de 50 minutos. Os horários dos voos internos mudam com frequência: compre com antecedência e deixe folga para atraso.

A praia de Santa Maria, no sul da ilha, é a mais bonita do Sal: areia branca, mar azul-turquesa e água mais calma do que na costa leste, porque a ponta da ilha corta o vento. Os hotéis ficam de um lado e a vila do outro, com a areia pública na frente de todos.

Pontão de Santa Maria: os pescadores e o atum

Pescador cortando atum no Pontão de Santa Maria, cercado de curiosos
Foto: Adrião / Wikimedia Commons (CC BY 3.0)

Parada rápida, 45 minutos, grátis, no centro da vila. O píer de madeira é onde os pescadores desembarcam atum, garoupa e wahoo e limpam o peixe ali mesmo, na frente de quem passa. No fim da tarde as crianças mergulham da ponta, e o pôr do sol visto do píer é o encontro diário da vila.

Dia 5: Pedra de Lume e a Buracona

Salinas de Pedra de Lume: boiar na cratera de um vulcão

Tanques de sal e a antiga estrutura do teleférico nas Salinas de Pedra de Lume, dentro da cratera
Foto: Manuel de Sousa / Wikimedia Commons (CC BY-SA 3.0)

Cerca de 2 horas, ingresso de poucos euros, a 25 km de Santa Maria. Alugue carro ou quadriciclo, ou faça o passeio de meio dia que as agências vendem na vila, que junta Pedra de Lume, Buracona e a Shark Bay.

As salinas ficam dentro da cratera de um vulcão extinto, a que se chega por um túnel escavado na rocha. O sal foi explorado desde o século 18 e exportado até o Brasil. Nos tanques de banho, a água é tão salgada que o corpo boia sem esforço: tire relógio e anéis e não molhe os olhos. Há duchas na saída.

Buracona: a piscina natural e o Olho Azul

Banhistas na piscina natural da Buracona, entre rochas vulcânicas escuras, na ilha do Sal
Foto: Adrião / Wikimedia Commons (CC BY 3.0)

Cerca de 1h30, ingresso barato, a 20 minutos de Pedra de Lume, na costa noroeste. Chegue entre 11h e 13h, quando o sol a pino entra na fenda do Olho Azul e acende a água de um azul que parece iluminado por baixo.

Ao lado, a piscina natural entre as rochas vulcânicas é boa para nadar quando o mar está calmo. Com mar forte as ondas passam por cima das pedras: obedeça ao aviso do salva-vidas.

Dia 6: as salinas da vila, Kite Beach e a Ponta Preta

Salinas de Santa Maria: onde a vila começou

Planície branca das antigas Salinas de Santa Maria, com montes de sal ao fundo
Foto: Cayambe / Wikimedia Commons (CC BY-SA 3.0)

Parada rápida, 30 minutos, grátis, na saída norte da vila. Santa Maria nasceu no século 19 em torno destas salinas, que exportavam sal para o Brasil e para a Europa pelo pontão. Hoje a planície branca é um passeio curto, bom de manhã cedo, antes do sol forte.

Kite Beach: o vento da costa leste

Praticante de kitesurf preparando a pipa na areia da Kite Beach, com outras velas no céu
Foto: Franzfoto / Wikimedia Commons (CC BY-SA 3.0)

Cerca de 2h30, grátis, a 4 km de Santa Maria. A costa leste recebe o alísio de frente e é um dos melhores lugares do mundo para kitesurf de novembro a maio: as escolas da praia alugam equipamento e dão aula para iniciantes.

Não é praia de banho tranquila, por causa do vento e das correntes. Um pouco ao norte, na Baía da Parda, fica a Shark Bay, onde tubarões-limão jovens nadam em água rasa e se veem da areia, com guia obrigatório.

Ponta Preta: as ondas do circuito mundial e o pôr do sol

Ondas quebrando em água verde-turquesa na Ponta Preta, na ilha do Sal
Foto: brunobarbato / Wikimedia Commons (CC BY 3.0)

Grátis, 1h30, a 3 km de Santa Maria pela costa oeste. A praia recebe as ondas longas que trazem etapas do circuito mundial de windsurf e kitesurf de ondas, e ver os profissionais de perto é o programa.

O banho é para quem sabe nadar em mar com onda. Fique para o pôr do sol, o melhor da ilha, e volte para jantar na vila.

Dia 7: Murdeira e Palmeira a caminho do aeroporto

Baía da Murdeira: snorkel na reserva marinha

Poças de maré entre rochas avermelhadas na Baía da Murdeira, na ilha do Sal
Foto: Jasmine Halki / Wikimedia Commons (CC BY 2.0)

Cerca de 2 horas, grátis, a 15 minutos do aeroporto. A baía da costa oeste é área marinha protegida, com poças de maré entre as rochas avermelhadas e água calma para snorkel, e o Monte Leão, que parece um leão deitado, ao lado.

De julho a outubro as tartarugas-cabeçudas desovam nas praias da ilha; se viajar nessa época, as organizações locais fazem saídas noturnas guiadas para ver a desova.

Palmeira: o porto dos pescadores

Barcos de pesca coloridos no pequeno porto de Palmeira, na ilha do Sal
Foto: Cayambe / Wikimedia Commons (CC BY-SA 3.0)

Parada rápida, 45 minutos, a 10 minutos do aeroporto. A vila de pescadores é o porto principal do Sal, com casas coloridas, murais e barcos de madeira no cais. Almoce peixe do dia num dos restaurantes do porto antes de seguir para o voo.

Brasileiro precisa de visto para Cabo Verde?

Não precisa de visto para turismo de até 30 dias, mas a entrada tem duas exigências. A primeira é o pré-registo no portal oficial EASE, ease.gov.cv, com dados do voo e da hospedagem, feito com pelo menos cinco dias de antecedência. A segunda é a Taxa de Segurança Aeroportuária, de 3.400 escudos, cerca de 31 euros, paga online no próprio portal no momento do pré-registo. O voo interno entre Praia e Sal tem uma taxa própria, de 150 escudos.

Desde 1º de janeiro de 2026, cidadãos de 91 países, entre eles México, Chile, Colômbia, Peru e Paraguai, precisam de visto prévio tirado na embaixada. O Brasil não está na lista. O passaporte precisa valer seis meses.

Qual a melhor época para viajar para Cabo Verde?

De novembro a junho, a estação seca, com 24 a 28 graus e quase nenhuma chuva. De dezembro a março o alísio sopra forte, ótimo para kitesurf no Sal e fresco à noite, e às vezes chega a bruma seca, uma névoa de poeira do Saara que deixa o céu branco por alguns dias.

De agosto a outubro vêm as chuvas curtas, a serra de Santiago fica verde e o mar mais quente, e é a época de desova das tartarugas. Setembro costuma ser o mês mais úmido.

Como chegar a Cabo Verde e como circular entre as ilhas

Desde maio de 2026 a Cabo Verde Airlines voa direto de Recife para Praia, uma vez por semana, e a partir de 12 de dezembro de 2026 também de Recife para o Sal, aos sábados, em cerca de 4 horas. De outras cidades do Brasil, a conexão mais comum é por Lisboa. O ideal é chegar por Praia e sair pelo Sal, ou o contrário, ajustando os dias do roteiro aos voos da semana.

Entre as ilhas, o caminho é o voo interno, de cerca de 50 minutos entre Praia e Sal; os barcos entre essas duas ilhas são raros e longos. Em Santiago, alugue carro ou use as hiaces, vans coletivas baratas que ligam as vilas. No Sal, táxi, quadriciclo ou carro alugado. A moeda é o escudo cabo-verdiano, com câmbio fixo ao euro, e o euro é aceito em quase todo o Sal.

Onde comer em Cabo Verde: pratos típicos e onde comer

O prato nacional é a cachupa, um ensopado lento de milho, feijão, mandioca, batata-doce e carne ou peixe. A versão rica, com várias carnes, é a de festa; no café da manhã come-se a cachupa refogada, frita na frigideira com ovo e linguiça, que é a melhor forma de começar um dia de estrada.

Prato de cachupa guisada com peixe, o ensopado de milho e feijão de Cabo Verde
Cachupa guisada com peixe. Foto: Adriao / Wikimedia Commons (CC BY 3.0)
Cachupa refogada com ovo frito e linguiça num prato branco
Cachupa refogada, o café da manhã cabo-verdiano. Foto: Adriao / Wikimedia Commons (CC BY 3.0)

O mar dá o resto: atum, wahoo e garoupa grelhados, lagosta e búzio, um caracol do mar servido em ensopado. Nas ruas de Praia vende-se o pastel com diabo dentro, recheado de peixe com pimenta. Para beber, o grogue, aguardente de cana destilada nos vales de Santiago, e o ponche, o grogue adoçado com mel de cana.

Garrafas de grogue de várias marcas numa prateleira de loja em Cabo Verde
Grogue, a aguardente de cana cabo-verdiana. Foto: Ji-Elle / Wikimedia Commons (CC BY-SA 3.0)

Onde comer: em Praia, os restaurantes da Prainha e do Plateau, muitos com música ao vivo à noite, e o mercado municipal para frutas e queijo de cabra; na Cidade Velha e em Tarrafal, as barracas de peixe grelhado da orla; no Sal, as casas da vila de Santa Maria, longe da primeira fila de frente para o mar, onde o peixe do dia é mais barato e mais fresco, e o porto de Palmeira.

O que evitar: a comida de bufê dos resorts de pulseira do Sal, se quiser conhecer a cozinha local, e a água da torneira, que é dessalinizada mas não é recomendada para beber: use água mineral.

7 dias são suficientes para conhecer Cabo Verde?

Para duas ilhas, sim: sete dias dão tempo para a história e a serra de Santiago e para as praias do Sal sem correria. Cabo Verde, porém, tem dez ilhas, e cada uma é uma viagem diferente. Ficam de fora São Vicente, com Mindelo e a música de Cesária Évora, Santo Antão, com as melhores trilhas do arquipélago, o vulcão do Fogo e as dunas da Boa Vista, que pedem mais uma semana.

Quem gostar da mistura de praia e história africana encontra outra parecida no nosso roteiro por Zanzibar. Para ajustar as datas aos voos da semana, salve este roteiro no Galmund.

Orçamento estimado por pessoa (BRL)

Voo internacionalR$ 4.000 a R$ 7.000 (ida e volta do Recife)
Hospedagem/noite60 a 150 euros (quarto duplo)
Alimentação/dia25 a 45 euros por pessoa
Ingressos e transporte local60 a 100 euros (ingressos, passeio no Sal e taxa de entrada)
Total estimado650 a 1.150 euros por pessoa, sem voo

Preços conferidos em 22 de setembro de 2026. Confira o valor atual em EASE, pré-registo oficial de entrada e taxa de segurança aeroportuária · EASE, lista oficial de países que precisam de visto desde 2026.

Perguntas frequentes

Brasileiro precisa de visto para Cabo Verde?+

Não para turismo de até 30 dias. É obrigatório fazer o pré-registo no portal oficial ease.gov.cv pelo menos cinco dias antes da viagem e pagar online a Taxa de Segurança Aeroportuária, de 3.400 escudos, cerca de 31 euros. O Brasil não está na lista de 91 países que passaram a precisar de visto prévio em 2026.

Quanto custa uma viagem de 7 dias para Cabo Verde?+

Entre 650 e 1.150 euros por pessoa, sem a passagem internacional, contando hotel de categoria média em quarto duplo, comida, o voo interno entre Santiago e Sal, carro e táxis, ingressos e a taxa de entrada de 31 euros. A passagem do Recife, com o voo direto da Cabo Verde Airlines, fica entre 4.000 e 7.000 reais ida e volta, conforme a data.

Tem voo direto do Brasil para Cabo Verde?+

Tem, saindo do Recife. A Cabo Verde Airlines retomou em maio de 2026 o voo semanal Recife a Praia, às quintas-feiras, e começa em 12 de dezembro de 2026 o voo Recife a Sal, aos sábados. O voo leva cerca de 4 horas. De outras cidades brasileiras, a conexão mais comum é por Lisboa.

Qual a melhor ilha de Cabo Verde para ir pela primeira vez?+

Depende do que você busca. O Sal é a ilha das praias de areia branca, do kitesurf e dos hotéis, e a mais fácil de chegar. Santiago é a ilha da história, da música e da serra, com a Cidade Velha, patrimônio da Unesco. Por isso este roteiro junta as duas. Para trilhas, a melhor é Santo Antão; para música e noite, São Vicente.

Cabo Verde é seguro para turistas?+

É um dos países mais estáveis e tranquilos da África ocidental. Os cuidados são os de qualquer cidade: em Praia, evite andar sozinho à noite fora do Plateau e da Prainha e não exiba celular e joias no mercado de Sucupira; no Sal, os problemas mais comuns são pequenos furtos na praia. O mar forte da costa leste e da Ponta Preta pede mais atenção do que a cidade.

Plateau e Palácio da PresidênciaPraia de Quebra CanelaFortaleza Real de São FilipeLargo do PelourinhoRua BananaIgreja de Nossa Senhora do RosárioJardim Botânico de São Jorge dos ÓrgãosParque Natural da Serra MalaguetaCampo de Concentração do TarrafalPraia do TarrafalPraia de Santa MariaPontão de Santa MariaSalinas de Pedra de LumeBuraconaSalinas de Santa MariaKite BeachPonta PretaBaía da MurdeiraPalmeira

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