As colinas de Biei em retalhos de plantação, com uma faixa de girassóis em primeiro plano, em Hokkaido

Japão · Hokkaido · Sapporo · Otaru · Biei · Furano · Noboribetsu · 10 min de leitura

Roteiro Hokkaido 7 dias: Sapporo, Otaru, Biei, Furano e Noboribetsu

7 dias · 8 cidades

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Este roteiro Hokkaido 7 dias percorre a ilha do norte do Japão de trem e ônibus, de Sapporo às colinas de Biei e Furano e às fontes termais de Noboribetsu. A decisão que o organiza é não depender de carro, porque a permissão internacional brasileira não vale no Japão.

Em resumo: Sapporo, Otaru, Asahikawa e Biei, Furano, Noboribetsu, o lago Toya e o voo por New Chitose. Visto, época e comida estão no fim.

Dia 1: Sapporo, o Parque Odori e o beco do lámen

Sapporo TV Tower e o Parque Odori

A Sapporo TV Tower, de treliça laranja, vista do Parque Odori com canteiros e árvores
Foto: ノボホショコロトソ / Wikimedia Commons (CC BY 4.0)

Uma hora e quinze, o mirante da torre é pago. Do aeroporto de New Chitose são 40 minutos de trem até a estação de Sapporo. Depois do check-in, caminhe até o Parque Odori, a avenida-parque de 1,5 km que corta o centro e recebe o Festival da Neve em fevereiro e a festa da cerveja em julho. Suba a TV Tower, na ponta leste, para ver o parque inteiro de cima.

Ganso Ramen Yokocho: o beco do lámen de missô

A entrada iluminada do Ganso Ramen Yokocho em Susukino, com o letreiro vermelho e verde sobre o beco
Foto: zezebono from Sapporo / Wikimedia Commons (CC BY-SA 2.0)

Uma hora, com jantar, 15 minutos a pé ao sul, no bairro de Susukino. O beco tem cerca de quinze casas de balcão com oito ou dez lugares cada, e foi daqui que o lámen de missô de Sapporo ganhou fama. Escolha a que tiver fila de japoneses, não de turistas, e pague na máquina de tíquetes da porta quando houver.

Dia 2: o Mercado Nijo, a Colina do Buda e a noite no Monte Moiwa

Mercado Nijo: kaisendon no café da manhã

O prédio baixo de telhado azul do Mercado Nijo numa esquina do centro de Sapporo
Foto: Wing1990hk / Wikimedia Commons (CC BY 3.0)

Uma hora, a 10 minutos a pé de Odori. As bancas de caranguejo, ouriço e salmão abrem cedo, e os balcões de dentro servem kaisendon desde as 7h. Chegue às 8h, antes dos grupos.

Colina do Buda: o Buda sob a colina de Tadao Ando

A entrada de concreto da Colina do Buda atrás de um espelho d’água, com a colina coberta de plantas em cima
Foto: MIKI Yoshihito / Wikimedia Commons (CC BY 2.0)

Uma hora e meia, contribuição na entrada. São cerca de 40 minutos de metrô até Makomanai e ônibus até o cemitério Makomanai Takino. O arquiteto Tadao Ando cobriu um Buda de pedra de 13,5 metros com uma colina plantada de lavanda: você entra por um túnel de concreto e só vê a cabeça, emoldurada pelo céu, no fim. A lavanda floresce em julho; no inverno, o Buda fica coberto de neve.

Monte Moiwa: Sapporo iluminada

As luzes de Sapporo à noite vistas do alto do Monte Moiwa, espalhadas até o horizonte
Foto: 掬茶 / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

Duas horas, ¥ 2.100 ida e volta no teleférico e no minibondinho. Volte ao centro, descanse e pegue o bonde até a estação do teleférico ao fim da tarde. Do mirante, a 531 metros, a cidade se espalha até o mar; fique do pôr do sol até o escuro, quando a vista é considerada uma das mais bonitas do Japão.

Dia 3: o canal de Otaru e a rua Sakaimachi

Canal de Otaru: os armazéns do porto antigo

O canal de Otaru ao anoitecer, com os armazéns de pedra iluminados refletidos na água e os lampiões acesos
Foto: Tan Wei Liang Byorn / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

Uma hora, de graça. Otaru fica a 40 minutos de trem de Sapporo, pela costa. Desça a ladeira da estação até o canal de 1923, ladeado pelos armazéns de pedra do porto do arenque, que viraram restaurantes e cervejarias. Antes, almoce no Mercado Sankaku, colado à estação.

Sakaimachi Dori: vidro, doces e caixas de música

Um prédio histórico de tijolos vermelhos com janelas em arco na rua Sakaimachi, com neve na calçada
Foto: 663highland / Wikimedia Commons (CC BY 2.5)

Duas horas e meia, de graça para passear. A rua guarda casas comerciais do início do século XX, hoje lojas de vidro soprado, como as do grupo Kitaichi Glass, e de doces, como a LeTAO, do cheesecake duplo. No fim, no cruzamento com o relógio a vapor, fica o Museu da Caixa de Música, com milhares de caixinhas à venda. Volte a Sapporo à noite e jante jingisukan.

Dia 4: o Zoológico de Asahiyama, a Blue Pond e a cachoeira Shirahige

Zoológico de Asahiyama: os pinguins e os ursos-polares

O portão de madeira do Zoológico de Asahiyama com a bandeira do zoo e táxis na frente
Foto: 欅 (Keyaki) / Wikimedia Commons (CC BY-SA 3.0)

Duas horas e meia, ¥ 1.000. Pegue às 7h30 o trem expresso de Sapporo a Asahikawa, 1h25, e o ônibus de 40 minutos até o zoológico. Ele ficou famoso por mostrar os bichos de ângulos novos: um túnel de vidro sob os pinguins, um domo no meio do recinto dos ursos-polares. No inverno, de dezembro a março, os pinguins-rei fazem a caminhada diária na neve.

Blue Pond: a lagoa azul de Biei

A Blue Pond iluminada à noite, com a água azul brilhante e os troncos brancos de árvores mortas de pé
Foto: Calistemon / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

Quarenta e cinco minutos, de graça a pé. De Asahikawa são 35 minutos de trem até Biei; faça o check-in e pegue o ônibus para Shirogane Onsen, que para na lagoa. A cor azul-leitosa vem do alumínio dissolvido na água, e os troncos de lariço mortos de pé completam a imagem que virou papel de parede de computador. Os dias de céu limpo dão o azul mais forte; no inverno, a lagoa é iluminada do pôr do sol às 21h.

Cachoeira Shirahige: o rio turquesa

A cachoeira Shirahige escorrendo em fios brancos pela rocha até o rio azul-turquesa entre a mata verde
Foto: LR0725 / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

Vinte minutos, de graça, 3 km adiante no mesmo ônibus, em Shirogane Onsen. A água subterrânea brota da rocha em fios brancos, a barba branca do nome, e cai no rio Biei, que tem o mesmo azul da lagoa. A melhor vista é da ponte da estrada. Volte a Biei no último ônibus da tarde.

Dia 5: as colinas de flores de Biei, a lavanda da Farm Tomita e a Ningle Terrace

Shikisai-no-oka: as faixas de flores de Biei

Faixas de flores vermelhas, amarelas e roxas na colina de Shikisai-no-oka com montanhas ao fundo
Foto: lumoplank / Wikimedia Commons (CC0)

Uma hora e meia, entrada com contribuição. São 10 minutos de táxi do centro de Biei, ou uma pedalada pelas colinas de bicicleta elétrica alugada perto da estação. O jardim planta faixas de flores de cores diferentes que se sucedem de abril a outubro, com a cordilheira de Tokachi ao fundo; um trator puxa carrinhos pelo alto da colina.

Farm Tomita: a lavanda de Furano

Um campo de lavanda roxa em flor na encosta da Farm Tomita, com faixas de flores coloridas ao fundo
Foto: t-konno / Wikimedia Commons (CC BY-SA 3.0)

Uma hora e meia, de graça. Pegue o trem da linha Furano até Nakafurano; no verão, desça na estação temporária de Lavender Batake, a sete minutos a pé. A fazenda plantou lavanda nos anos 1950 para perfume e virou o símbolo de Furano. Os campos roxos florescem em julho, mas os de outras flores, a loja e o sorvete de lavanda funcionam o ano todo. Siga para Furano, a 15 minutos de trem.

Ningle Terrace: as cabanas dos artesãos

Cabanas de madeira da Ningle Terrace iluminadas ao anoitecer entre as árvores, com passarelas e neve
Foto: 663highland / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

Uma hora, de graça, ao fim da tarde. É uma vila de cabanas de madeira num bosque ao lado do Furano Prince Hotel, a 15 minutos de táxi do centro, com artesãos de vidro, couro e velas. Ao anoitecer as lanternas acendem e o bosque fica um cenário de conto, com neve ou sem.

Dia 6: de Furano a Noboribetsu, o Vale do Inferno e o lago Oyunuma

Jigokudani: o Vale do Inferno de Noboribetsu

O Jigokudani de Noboribetsu, com encostas ocres e cinzentas soltando vapor das fumarolas
Foto: Calistemon / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

Uma hora, de graça. É o dia mais longo de trem: saia de Furano às 8h, troque em Takikawa e em Sapporo e desça em Noboribetsu, cerca de quatro horas; um ônibus de 15 minutos sobe até a vila termal. Depois do check-in no ryokan, caminhe pelas passarelas sobre a cratera de 11 hectares que fumega, borbulha e cheira a enxofre: é dela que sai a água das fontes termais.

Oyunuma: o lago de água fervente

O lago Oyunuma, de água cinzenta, na cratera com o vulcão Hiyoriyama soltando vapor ao fundo
Foto: Calistemon / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

Meia hora, de graça, 15 minutos de trilha acima do Jigokudani. O lago cinzento solta vapor na superfície, a cerca de 50 graus, com o vulcão Hiyoriyama fumegando atrás. Desça a tempo do jantar do ryokan e entre no banho termal: em Noboribetsu há nove tipos de água diferentes.

Dia 7: o Showa-shinzan, o lago Toya e o voo de volta

Showa-shinzan e o teleférico do Usuzan

O domo de lava avermelhado do Showa-shinzan sob céu azul, com a mata verde ao pé
Foto: 663highland / Wikimedia Commons (CC BY 2.5)

Uma hora e meia, o teleférico é pago. De Noboribetsu Onsen, o ônibus leva cerca de uma hora e quinze até Toyako Onsen, e outro, 15 minutos, até o pé do Showa-shinzan. O domo de lava avermelhado nasceu de repente num campo de trigo entre 1943 e 1945, e um carteiro local mediu o crescimento dele em segredo durante a guerra. O teleférico ao lado sobe o vulcão Usu até um mirante sobre a cratera e o lago Toya.

Lago Toya: a caldeira e a ilha Nakajima

O lago Toya visto do alto, azul, com a ilha Nakajima no meio e as montanhas em volta
Foto: 663highland / Wikimedia Commons (CC BY 2.5)

Uma hora e meia, de graça na orla. O lago de caldeira, quase redondo, tem a ilha Nakajima no meio e a cidade termal de Toyako Onsen na margem sul. Caminhe pela orla e almoce. Depois, o ônibus até a estação de Toya e o trem expresso até Minami-Chitose levam cerca de duas horas até o aeroporto de New Chitose.

Precisa de visto para ir para o Japão?

Não. Desde 30 de setembro de 2023 brasileiros entram no Japão sem visto para turismo de até 90 dias, com passaporte válido. Na imigração, em geral em Tóquio, onde fica a conexão para Sapporo, você registra digitais e foto e pode preencher antes o formulário digital Visit Japan Web.

Qual a melhor época para viajar para Hokkaido?

Depende do que você quer ver. Julho é o mês da lavanda de Furano e das colinas floridas de Biei, com 20 a 28 graus. Fevereiro é o mês do Festival da Neve de Sapporo, da neve farinhenta das estações de esqui e da caminhada dos pinguins em Asahiyama, com temperaturas abaixo de zero o dia inteiro.

Junho, agosto e setembro funcionam bem e são mais vazios; outubro tem as cores de outono nas montanhas. Em julho e em fevereiro, reserve hotel com meses de antecedência.

Como chegar a Hokkaido e como circular sem carro

Do Brasil, voe até Tóquio com uma conexão, em geral no Oriente Médio, na Europa ou nos Estados Unidos, e pegue o voo doméstico de 1h30 até New Chitose, o aeroporto de Sapporo. Do aeroporto, o trem leva 40 minutos até o centro.

Brasileiros não podem dirigir no Japão: a permissão internacional brasileira segue a Convenção de Viena e o Japão só aceita a de Genebra. A rede da JR Hokkaido liga Sapporo, Otaru, Asahikawa, Biei, Furano, Noboribetsu e Toya, e os ônibus fazem o resto. Compare o preço dos trechos com o Hokkaido Rail Pass antes de comprar.

Onde comer em Hokkaido: pratos típicos e os mercados

Hokkaido é a despensa do Japão: frutos do mar do mar gelado, leite, batata, milho e trigo. O prato de Sapporo é o lámen de missô, de caldo grosso de pasta de soja, servido com milho e manteiga; no Ganso Ramen Yokocho, o beco do Dia 1, há quinze balcões lado a lado.

Uma tigela de lámen de missô de Sapporo com cebolinha, chashu de porco, broto de bambu e algas
O lámen de missô de Sapporo. Foto: 毒島みるく / Wikimedia Commons (CC0)

A outra especialidade é o jingisukan, carneiro grelhado numa chapa abaulada em cima da mesa, com legumes que cozinham no caldo que escorre. A sopa de curry, um curry ralo com legumes inteiros e coxa de frango, nasceu em Sapporo nos anos 1970: escolha o nível de pimenta de 1 a 10 ou mais.

Fatias de carneiro sobre brotos de feijão na chapa abaulada do jingisukan
O jingisukan na chapa. Foto: mdid / Wikimedia Commons (CC BY 2.0)
Um prato fundo de sopa de curry com frango, cenoura, pimentão e ovo cozido
A sopa de curry. Foto: pelican from Tokyo, Japan / Wikimedia Commons (CC BY-SA 2.0)

No café da manhã do Mercado Nijo, em Sapporo, e no almoço do Mercado Sankaku, ao lado da estação de Otaru, peça o kaisendon, tigela de arroz coberta de ouriço, ikura, a ova de salmão, caranguejo e vieira. Pergunte o preço antes: algumas bancas cobram por peso o caranguejo inteiro, e a conta assusta.

Uma tigela de kaisendon, arroz coberto de sashimi de atum, salmão e peixe branco
O kaisendon. Foto: pxfuel / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)
A entrada do Mercado Sankaku de Otaru no inverno, com a placa vermelha e neve na calçada
O Mercado Sankaku, em Otaru. Foto: bryan... / Wikimedia Commons (CC BY-SA 2.0)

Em Furano e Biei, prove o sorvete de lavanda e o melão de Yubari na temporada, e leve de lembrança os biscoitos Shiroi Koibito, de chocolate branco, feitos em Sapporo.

7 dias são suficientes para conhecer Hokkaido?

São suficientes para o centro e o sul da ilha, de trem, sem correria: Sapporo, Otaru, Biei, Furano, Noboribetsu e o lago Toya. O que fica de fora pede mais dias, e em geral carro: o Parque Nacional de Shiretoko e o leste selvagem, Hakodate e a vista do Monte Hakodate, e as estações de esqui de Niseko no inverno.

Para o resto do país, veja o nosso roteiro do Japão em 8 dias. E para o extremo oposto, de praia, o roteiro de Okinawa em 6 dias.

Orçamento estimado por pessoa (BRL)

Voo internacionalR$ 7.000 a R$ 12.000 (ida e volta do Brasil a Sapporo, com conexão em Tóquio)
Hospedagem/noite¥ 15.000 a ¥ 30.000 (quarto duplo); ryokan em Noboribetsu com jantar, ¥ 25.000 a ¥ 45.000 por pessoa
Alimentação/dia¥ 5.000 a ¥ 9.000 por pessoa
Ingressos e transporte localCerca de ¥ 5.000: Zoológico de Asahiyama ¥ 1.000, teleférico do Moiwa ¥ 2.100 ida e volta, mirante da TV Tower, contribuição na Colina do Buda e teleférico do Usuzan
Total estimado¥ 160 mil a 260 mil por pessoa, sem voo

Preços conferidos em 07 de outubro de 2026. Confira o valor atual em Zoológico de Asahiyama, ingressos e horários · Teleférico do Monte Moiwa · JR Hokkaido, Hokkaido Rail Pass · Noboribetsu Onsen, turismo oficial.

Perguntas frequentes

Quanto custa uma viagem de 7 dias para Hokkaido?+

Entre ¥ 160 mil e ¥ 260 mil por pessoa, sem a passagem, dividindo quarto duplo: hotéis em Sapporo, Biei e Furano, uma noite de ryokan com jantar em Noboribetsu, trens e ônibus, comida e ingressos, que são baratos. A passagem do Brasil a Sapporo, com conexão em Tóquio, fica entre R$ 7.000 e R$ 12.000 ida e volta.

Brasileiro pode dirigir em Hokkaido?+

Não. O Japão só aceita a Permissão Internacional para Dirigir emitida pela Convenção de Genebra de 1949, e a PID brasileira segue a Convenção de Viena: ela não vale no Japão, nem a CNH. Por isso este roteiro é todo de trem e ônibus; para Biei e Furano há também excursões de um dia saindo de Sapporo e Asahikawa.

Qual a melhor época para ver a lavanda de Furano?+

Julho, com o pico entre a segunda e a terceira semana. Em junho e agosto ainda há outras flores em Shikisai-no-oka e na Farm Tomita, que fica aberta o ano todo. No inverno os campos ficam cobertos de neve, e a Blue Pond ganha iluminação noturna de novembro a abril.

Precisa de visto para o Japão?+

Brasileiros não precisam de visto para o Japão desde 30 de setembro de 2023, para turismo de até 90 dias, com passaporte válido. Na imigração do aeroporto de chegada, em geral Tóquio, há registro de digitais e foto.

Vale juntar Hokkaido com Tóquio e Kyoto?+

Vale, se tiver duas semanas: Sapporo fica a 1h30 de voo de Tóquio. Faça Tóquio, Hakone, Kyoto e Osaka em uma semana, como no nosso roteiro do Japão, e voe para Hokkaido na segunda.

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