Šibenik · Parque Nacional Krka · Primošten · Trogir · Split · Parque Nacional Kornati · Zadar · 12 min de leitura
7 dias · 11 cidades
Duração
7 dias
Orçamento estimado
900 a 1.400 euros por pessoa, sem voo
Melhor época
Maio, junho e setembro
Visto
Sem visto por até 90 dias (Schengen)
Este roteiro de 7 dias pela Dalmácia central usa uma base só, Šibenik, e um carro alugado. A cidade fica no meio da costa: Krka a 20 minutos, Split e Zadar a pouco mais de uma hora, e você não troca de hotel nenhuma vez.
Em resumo: dois dias em Šibenik, as cascatas do Krka, Primošten e Trogir, Split, as ilhas Kornati de barco e Zadar. Visto, direção e comida estão no fim.

Cerca de uma hora. Do aeroporto de Split até Šibenik são uns 50 minutos de carro; deixe o carro na garagem Poljana, na borda do centro antigo, porque as ruas de dentro são só para pedestres. A entrada da catedral é paga e o ingresso se compra na porta.
Ela levou mais de cem anos para ficar pronta, entre 1431 e o século 16, e foi erguida só com blocos de pedra encaixados, sem tijolo nem madeira no telhado. Dê a volta por fora antes de entrar: a abside tem um friso de 71 cabeças esculpidas por Juraj Dalmatinac, cada uma com uma cara diferente, e diz a tradição que os modelos eram moradores da cidade. É Patrimônio Mundial desde 2000.

Parada rápida, 15 minutos, de graça. Do outro lado da praça Trg Republike Hrvatske fica a loggia renascentista da antiga Câmara Municipal, com arcadas no térreo, hoje ocupadas por um café.
É o melhor ângulo para fotografar a fachada da catedral inteira, e a mesa na arcada é o lugar certo para um café antes de subir o morro.

Cerca de 1h30. O ingresso custa 11,50 euros, ou 15 euros no bilhete combinado que vale também para as fortalezas Barone e São João, de 26 de março a 31 de outubro; compre o combinado aqui e use o resto amanhã. A subida desde a catedral leva uns 10 minutos por escadarias.
É a fortaleza mais antiga da cidade, citada já em 1066, e é onde Šibenik nasceu. Do alto se vê o centro antigo inteiro, o canal e as ilhas. No verão o pátio vira palco de shows, com a plateia sentada em arquibancadas de frente para o mar.

Cerca de uma hora, com o bilhete combinado de ontem. Suba cedo, antes do calor, pelas escadas do bairro de Varoš. A fortaleza foi erguida às pressas em 1646 para defender a cidade dos otomanos, e hoje tem uma exposição sobre aquela guerra e um café com terraço.
A vista é mais larga que a de São Miguel, porque pega a fortaleza de São Miguel de frente, os telhados e o arquipélago. A de São João, a maior das quatro, fica mais acima e entra no mesmo bilhete, se ainda houver fôlego.

Parada rápida, 30 minutos. Desça de volta para o centro antigo; o jardim fica escondido atrás do mosteiro de São Lourenço, a poucos passos da Kalelarga, a rua principal.
Os canteiros foram refeitos no desenho de um horto de mosteiro medieval, com ervas aromáticas e medicinais em quadros de sebe baixa. Tem um café no meio, bom para a pausa antes do barco da tarde.

Cerca de duas horas, só com o passeio oficial: 27,50 euros de junho a setembro e 19,50 euros em abril, maio e outubro. O barco sai da orla de Šibenik, na Obala dr. Franje Tuđmana 4, e a visita é guiada, porque a fortaleza está em obras de conservação. Compre antes no site, porque são poucas saídas por dia.
A fortaleza foi construída pelos venezianos no século 16 na entrada do canal de Santo Antônio, o único acesso de Šibenik ao mar aberto, e é Patrimônio Mundial desde 2017. Na volta, se sobrar tempo, o calçadão ao longo do canal é o passeio de fim de tarde dos moradores.

Parada rápida, 30 minutos. Skradin fica a 20 minutos de carro de Šibenik, na foz do rio Krka. O estacionamento aqui é particular e pago; o do portão de Lozovac é gratuito e tem ônibus do parque até a cascata. De abril a outubro o barco de Skradin até Skradinski buk está incluído no ingresso.
Chegue na abertura, às 8h, e pegue um dos primeiros barcos: a cidadezinha de pedra à beira do rio ainda está vazia e a subida pelo Krka já mostra os paredões de calcário.

De duas a três horas. O ingresso de todas as áreas do parque custa 40 euros de junho a setembro, 30 euros depois das 15h nesses meses, 20 euros em abril, maio e outubro e 7 euros no inverno. Compre online: a bilheteria do parque diz que isso reduz bastante a espera. O mesmo bilhete vale para todas as áreas terrestres no mesmo dia.
Nadar em Skradinski buk é proibido; foto antiga de gente na água é de antes da proibição. O que se faz é a trilha circular de 1,9 km, em mão única, sobre passarelas de madeira que passam por cima dos degraus de água, com moinhos antigos restaurados no caminho.
Do cais saem barcos extras: até a ilha de Visovac e o mosteiro franciscano, 15 euros e duas horas, ou até Visovac e Roški slap, 20 euros e quatro horas.

Cerca de duas horas, com o mesmo ingresso. De carro são uns 40 minutos até o portão de Laškovica, ou vá de barco pela excursão de quatro horas. O parque só permite banho em áreas marcadas de Roški slap, Stinice e Pisak, de 1º de junho a 30 de setembro, por sua conta.
É um trecho mais calmo do rio, com a queda principal e uma sequência de cascatas pequenas antes dela. Os moinhos d’água restaurados mostram como se moía o trigo aqui. Volte para Šibenik no fim da tarde, a cerca de uma hora.

Cerca de duas horas, de graça. São 25 minutos de carro ao sul de Šibenik. Estacione antes do istmo e entre a pé: a cidade velha ocupa uma península arredondada e as ruelas sobem até a igreja de São Jorge, no alto, com o cemitério de frente para o mar.
Na chegada, repare nos morros atrás da cidade: os vinhedos de Bucavac, em terraços de pedra seca levantados à mão para plantar a uva babić, estão na lista indicativa da UNESCO. Circula há décadas a história de que uma foto deles fica na sede da ONU em Nova York, mas o próprio museu de Šibenik nunca conseguiu confirmar. Prove o tinto babić na vila.

Parada rápida, 30 minutos, de graça, 15 minutos de carro ao sul de Primošten. O Zmajevo oko é um lago de água salgada cercado de paredões de calcário, ligado ao mar por passagens subterrâneas.
De tempos em tempos os peixes e as águas-vivas deixam o lago pelas passagens e só voltam quando a água se renova, e os cientistas o tratam como um biorreator natural. Dá para dar a volta pela borda e, nos dias quentes, os moradores nadam ali.

De duas a três horas. São 30 minutos de carro de Rogoznica; estacione do lado do continente e atravesse a ponte a pé. A cidade inteira cabe numa ilhota entre o continente e a ilha de Čiovo, e é Patrimônio Mundial.
A catedral de São Lourenço cobra ingresso na porta, e a torre é paga à parte. O que não se pode perder é o portal esculpido pelo mestre Radovan em 1240, com Adão e Eva sobre leões de pedra. Depois ande sem rumo pelas ruelas até a orla sul.

Parada rápida, 45 minutos. A fortaleza veneziana do século 15 fecha a ponta oeste da ilhota; suba nas muralhas para ver a orla e a ilha de Čiovo. No verão o pátio vira palco de shows.
Fique para o pôr do sol na orla e jante em Trogir. A volta para Šibenik leva uns 50 minutos pela autoestrada A1, que tem pedágio.

Cerca de 1h30, 12 euros, aberta todo dia das 8h30 às 20h30. São uns 70 minutos de carro de Šibenik; venha primeiro aqui, antes de descer para Split, porque o passo fica no caminho.
A fortaleza se estende por uma crista de rocha e guardou por séculos a passagem entre a costa e o interior, fronteira contra os otomanos. Os fãs de Game of Thrones reconhecem Meereen. Do alto se vê Split inteira e as ilhas, o melhor mapa possível do que você vai andar depois.

A tarde inteira. Deixe o carro num estacionamento fora do centro e entre pelo Portão de Bronze, do lado do mar. Os subterrâneos do palácio custam 10 euros e abrem das 8h30 às 20h; a catedral e o campanário têm ingresso próprio, vendido na praça.
O imperador Diocleciano mandou erguer o palácio por volta do ano 300 para viver a aposentadoria, e a cidade medieval cresceu dentro das muralhas: hoje há casas, lojas e bares entre as colunas. O Peristilo é o pátio central, e a catedral de São Dômnio ocupa o que foi o mausoléu do próprio imperador. É Patrimônio Mundial desde 1979.

Parada rápida, 20 minutos, de graça. Saindo pelo Portão de Bronze você está na Riva, o calçadão do porto que corre ao longo da fachada sul do palácio.
É o ponto de encontro de Split: palmeiras, cafés com mesas para o mar e os barcos que saem para as ilhas. Ande até a ponta oeste, de onde começa a subida para o Marjan.

Parada rápida, uma hora, de graça. Do fim da Riva, suba pelas escadas do bairro de Varoš; em uns 15 minutos você chega ao primeiro mirante do morro Marjan, com um café de terraço.
Dali se vê o centro de Split, o palácio, o porto e as ilhas de Brač e Šolta. Fique para o pôr do sol e volte para Šibenik depois, a pouco mais de uma hora.

Parada rápida, 30 minutos antes do embarque. São 35 minutos de carro de Šibenik até a ilha de Murter, ligada ao continente por uma ponte em Tisno. As excursões de dia inteiro saem da baía de Hramina às 9h e voltam por volta das 18h.
Uma excursão típica custa 65 euros e já inclui o barco, o ingresso do parque nacional, o guia e o almoço. Reserve na véspera numa das agências do porto e confira o roteiro de cada barco, porque as paradas variam.

O dia inteiro no mar. O Parque Nacional Kornati reúne cerca de 90 ilhas e ilhotas quase sem árvores, de calcário branco, e só se visita de barco. Quem vai de barco próprio paga o ingresso por barco: 25 euros por dia fora de temporada e 45 euros na temporada, para barcos de até 7 metros.
A parada mais bonita costuma ser Levrnaka: uma trilha curta sobe até um mirante sobre as ilhas e desce até a praia de Lojena, de areia e água turquesa. Leve chapéu, protetor e sapato fechado para a trilha, porque não há sombra. O barco passa pelos paredões que caem direto no mar antes de voltar.

Cerca de 1h30, com reserva. São uns 60 minutos de carro de Šibenik; o Foša fica junto ao Portão da Terra, a entrada principal da cidade velha, de frente para o pequeno porto que dá nome ao restaurante.
É recomendado pelo Guia Michelin e trabalha com peixe e frutos do mar do Adriático, de lagosta a polvo, com carta de vinhos croatas. O terraço sobre a água é o lugar disputado.

Cerca de uma hora, de graça por fora. Do Foša, atravesse a cidade velha a pé em 10 minutos. O Fórum romano está a céu aberto, com colunas e blocos de pedra espalhados onde era a praça principal da cidade.
A igreja redonda de São Donato, do século 9, foi erguida em cima dele e usa pedras romanas nas fundações. Ao lado, o campanário da catedral de Santa Anastácia pode ser escalado para ver a península de cima.
Cerca de uma hora, de graça, a cinco minutos a pé do Fórum, na ponta da península. Sob os degraus de mármore do calçadão há tubos que o movimento do mar faz soar, sem parar, cada onda uma nota diferente.
A obra é do arquiteto Nikola Bašić e foi inaugurada em 2005. Sente nos degraus no fim da tarde: o pôr do sol de Zadar é famoso, e a frase de que ele é o mais bonito do mundo é atribuída a Alfred Hitchcock.

Parada rápida, 30 minutos, de graça, ao lado do Órgão do Mar. É um círculo de placas de vidro no chão, com células solares que guardam a luz do dia e acendem em cores depois que o sol se põe.
Também é do Nikola Bašić. Espere escurecer para ver as luzes e volte para Šibenik, a uma hora de carro, ou durma em Zadar se o voo de volta sair do aeroporto daqui.
Não. A Croácia faz parte do Espaço Schengen desde 2023, e o brasileiro entra como turista sem visto por até 90 dias num período de 180 dias, contados junto com os outros países do Schengen. Leve passaporte válido por pelo menos três meses depois da data de saída, passagem de volta, reserva de hotel e seguro-viagem.
Desde 10 de abril de 2026 o Sistema de Entrada e Saída da União Europeia substitui o carimbo no passaporte: na primeira entrada você registra digitais e foto na fronteira. O ETIAS, a autorização eletrônica que o brasileiro vai precisar tirar antes de embarcar, ainda não tem data de início; a União Europeia diz que vai anunciar com meses de antecedência.
Pode, com a Permissão Internacional para Dirigir. A Croácia está na lista de países em que a PID emitida no Brasil vale, e a PID só vale junto com a CNH original, então leve as duas. Tire a PID no Detran do seu estado antes da viagem.
Na estrada: a autoestrada A1, que liga Zadar, Šibenik e Split, tem pedágio. Nos centros antigos não entra carro; use os estacionamentos da borda, como a garagem Poljana em Šibenik.
Maio, junho e setembro. O mar já está quente para nadar, os barcos para São Nicolau e para as Kornati estão funcionando e há menos gente que em julho e agosto, quando a costa lota e o calor passa de 30 graus.
O preço também pesa: o ingresso do Krka custa 40 euros de junho a setembro e 20 euros em maio e outubro. Os barcos do Krka, as excursões às Kornati e o passeio a São Nicolau funcionam de abril a outubro. No inverno quase tudo fica aberto nas cidades, mas as ilhas e os parques esvaziam.
Não há voo direto. O caminho é voar para uma capital europeia ou para Istambul e seguir até Split, o aeroporto mais perto de Šibenik, a uns 50 minutos de carro, ou até Zadar, a pouco mais de uma hora. Alugue o carro no aeroporto.
Sem carro também dá, mas com mais tempo perdido: há ônibus de Šibenik para Split, Zadar, Trogir e Primošten, e ônibus até o portão de Lozovac, no Krka. As ilhas de Zlarin e Prvić, em frente a Šibenik, se visitam com as balsas da Jadrolinija, e as Kornati só de barco.
A cozinha dálmata é de azeite, peixe grelhado, verduras e carne cozida devagar. O que evitar: os restaurantes com cardápio de foto em cinco línguas nas ruas principais de Split e Trogir; entre numa konoba, a taverna de família, uma rua para dentro.

A peka é o prato para encomendar com antecedência: cordeiro, vitela ou polvo com batatas, cozidos por horas sob um sino de ferro coberto de brasas. Quase toda konoba pede a encomenda na véspera.

A pašticada é a carne de festa: lagarto marinado em vinagre, cozido por horas em vinho tinto com ameixa seca, servido com nhoque.

O crni rižot, o risoto preto, leva lula e a tinta dela, e deixa a boca escura por uma hora. É o prato do litoral inteiro.

Para começar, o paški sir, queijo de ovelha da ilha de Pag, duro e salgado por causa do pasto batido pelo vento do mar, servido com pršut, o presunto cru dálmata. Para beber, o tinto babić de Primošten, e o endereço para reservar em Zadar é o Foša, do Dia 7.
São suficientes para a Dalmácia central sem correr e sem trocar de hotel: Šibenik com as fortalezas, as cascatas do Krka, Primošten e Trogir, Split, um dia no mar das Kornati e Zadar. É a vantagem da base única no meio da costa.
O que ficou de fora: o Parque Nacional dos Lagos de Plitvice, a mais de duas horas de Šibenik, que pede um dia só para ele; o Parque Natural de Telašćica, na ilha de Dugi Otok, que se visita de barco saindo de Zadar; as ilhas de Hvar e Brač, saindo de Split; e Dubrovnik, no extremo sul.
Para quem quer seguir para o norte, temos o roteiro de 6 dias pela Ístria e o roteiro de 7 dias pela Eslovênia. Salve este roteiro no Galmund para ajustar os dias ao seu calendário.
Preços conferidos em 24 de setembro de 2026. Confira o valor atual em Parque Nacional Krka, tabela de preços 2026 · Parque Nacional Krka, horários e regras de banho · Fortalezas de Šibenik (São Miguel, Barone, São João), ingressos · Fortaleza de São Nicolau, passeio de barco · Fortaleza de Klis, ingressos e horário · Museu da Cidade de Split, subterrâneos do Palácio de Diocleciano · Parque Nacional Kornati, ingressos · Comissão Europeia, Sistema de Entrada e Saída (EES) · Detran PR, Permissão Internacional para Dirigir e países onde vale.
Entre 900 e 1.400 euros por pessoa, sem a passagem internacional, com hotel de categoria média em quarto duplo, comida, carro dividido por dois e ingressos. Os ingressos e barcos somam de 150 a 190 euros: o Parque Nacional Krka custa 40 euros de junho a setembro, a excursão às Kornati cerca de 65, o barco até a Fortaleza de São Nicolau 27,50, o bilhete combinado das fortalezas de Šibenik 15, a Fortaleza de Klis 12 e os subterrâneos do Palácio de Diocleciano 10. A passagem do Brasil fica entre 5.500 e 9.000 reais ida e volta.
Pode, levando a Permissão Internacional para Dirigir junto com a CNH original. A Croácia está na lista de países em que a PID emitida no Brasil é válida, e a PID sozinha não vale sem a carteira. Tire a PID no Detran antes da viagem. A autoestrada A1 entre Zadar, Šibenik e Split tem pedágio, e nos centros antigos não se entra de carro.
Não em Skradinski buk, a cascata principal: ali o banho é proibido. O parque só permite nadar em áreas marcadas de Roški slap, Stinice e Pisak, de 1º de junho a 30 de setembro, por conta do visitante. Em Skradinski buk a visita é pela trilha circular de 1,9 km em passarelas de madeira.
O bilhete de todas as áreas terrestres custa 40 euros de junho a setembro, ou 30 euros depois das 15h nesses meses; 20 euros em abril, maio e outubro; e 7 euros de novembro a março. De 7 a 18 anos paga 15 euros na alta temporada, e crianças até 7 anos não pagam. O ingresso inclui o barco de Skradin e o ônibus de Lozovac até Skradinski buk, de abril a outubro.
Para conhecer a Dalmácia central, Šibenik. Ela fica no meio da costa, a 20 minutos do Krka e a pouco mais de uma hora de Split e de Zadar, e é mais barata e mais calma que Split. Split faz mais sentido para quem quer ir às ilhas de Hvar e Brač ou seguir para Dubrovnik.

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