Costa Rica · La Fortuna · Vulcão Arenal · Río Celeste · Manuel Antonio · Uvita · Nauyaca · San José · 11 min de leitura
7 dias · 6 cidades
Duração
7 dias
Orçamento estimado
US$ 1.000 a 1.650 por pessoa, sem voo
Melhor época
Dezembro a abril, na estação seca
Visto
Sem visto; leve o CIVP de febre amarela
Este roteiro de 7 dias pela Costa Rica é de carro alugado e faz um arco só, sem voltar atrás: da floresta do vulcão Arenal ao Pacífico sul, com volta a San José no último dia. Monteverde ficou de fora de propósito, porque não cabe em uma semana sem perder um dia inteiro na estrada.
Em resumo: Arenal e Río Celeste, Manuel Antonio, Nauyaca e a cauda de baleia de Uvita. Visto, época e comida estão no fim.

Cerca de duas horas, 20 dólares, aberta das 7h às 17h com última entrada às 16h. Do aeroporto de San José a La Fortuna são cerca de três horas de carro; chegando no começo da tarde, deixe a mala e siga os 5 km até a entrada.
São cerca de 500 degraus na descida até o poço onde a queda de uns 70 metros bate. Dá para nadar no braço de rio ao lado, onde a correnteza é mais fraca; a subida de volta é o exercício do dia.

A noite, com day pass de cerca de 100 dólares, que muda com a temporada; reserve no site. É o balneário mais conhecido do Arenal: um rio de água quente desce do vulcão em cascatas e piscinas no meio de um jardim.
Quem quer gastar menos tem as termas gratuitas do mesmo rio, logo abaixo na estrada, sem estrutura nenhuma. Leve lanterna e não deixe nada no carro.

Cerca de três horas, 15 dólares, das 8h às 16h, com ingresso comprado na bilheteria. As trilhas passam sobre a lava da erupção de 1968, que destruiu os povoados vizinhos, e terminam em mirantes de frente para o cone.
Vá de manhã: a nuvem costuma cobrir o topo depois das 10h. O vulcão ficou ativo até 2010 e hoje está em repouso; não se sobe até a cratera.

Cerca de duas horas, 32 dólares mais impostos na visita por conta própria, perto da represa do lago Arenal. A trilha tem cerca de 3 km e atravessa a floresta por pontes suspensas, algumas na altura da copa das árvores.
Vale a visita guiada se você quer ver bicho: os guias acham serpentes, preguiças e tucanos que passam despercebidos. De várias pontes se vê o vulcão.

Cerca de duas horas, 12 dólares, com entrada das 8h às 14h e reserva online no site do SINAC. São cerca de 1h30 de carro de La Fortuna, por Guatuso; saia cedo, porque o limite de visitantes enche.
A trilha é de terra e fica lamacenta com chuva, então use tênis que possa sujar. A cachoeira fica a cerca de 1,5 km da entrada, no fim de uma escadaria íngreme, e a água é de um azul-celeste que parece editado. Não é permitido nadar.

Cerca de uma hora e meia, no mesmo ingresso, seguindo a trilha depois da cachoeira. Passa-se pela Laguna Azul e pelos Borbollones, onde o gás vulcânico borbulha na água, até os Teñideros.
É ali que dois rios transparentes se juntam e a água fica azul, porque as partículas minerais que se formam no encontro espalham a luz. Volte pelo mesmo caminho e durma de novo em La Fortuna.

Parada rápida, 20 minutos, de graça. São cerca de três horas de La Fortuna até a ponte, na rodovia Costanera, e mais 1h15 até Manuel Antonio.
Da calçada da ponte se veem dezenas de crocodilos-americanos de vários metros tomando sol nas margens do rio. Estacione no posto do lado e não deixe nada à vista no carro: é um ponto conhecido de furtos.
O fim de tarde, de graça. É a praia pública ao lado da entrada do parque nacional, com aluguel de cadeiras e guarda-sóis e restaurantes na areia.
O mar tem correntes: nade só onde há salva-vidas e respeite as bandeiras. O sol se põe atrás dos morros de floresta do parque.

A manhã inteira, 16 dólares, com ingresso comprado antes no site do SINAC; abre às 7h e fecha às 16h, e na temporada de chuvas, de julho a novembro, fecha às segundas. Chegue na abertura, quando os bichos estão ativos e o calor é menor.
Contrate um guia na entrada: com a luneta, eles acham bichos-preguiça, macacos-prego, macacos-esquilo e iguanas que você não veria sozinho. A trilha principal termina na Playa Manuel Antonio, uma enseada de água calma cercada de floresta. A entrada de comida é restrita; confira a lista antes.

O começo da tarde, no mesmo ingresso. Do outro lado do tômbolo de Punta Catedral fica a Espadilla Sur, uma praia longa, mais vazia e de mar mais aberto.
Se tiver fôlego, faça antes a trilha de Punta Catedral, que dá a volta no morro com mirantes sobre o mar. Saia antes das 16h, quando o parque fecha.

A manhã, cerca de 1h de carro ao sul de Manuel Antonio, perto de Dominical. Há duas entradas: a original, com caminhada de cerca de uma hora por trilha por 10 dólares mais estacionamento, e o parque natural mais novo, a 30 dólares com transporte até a queda.
São duas quedas, uma de uns 45 metros e outra menor, e o poço de baixo é grande e fundo para nadar. Leve roupa de banho e sapato que molhe.
Cerca de duas horas, 6 dólares, das 7h às 16h. Confira a tábua de marés antes: a faixa de areia de Punta Uvita só aparece inteira na maré baixa, e é ela que tem o formato de cauda de baleia vista do alto.
Caminhe até a ponta da cauda e volte antes de a maré subir. De julho a outubro e de dezembro a abril as baleias-jubarte passam pela baía, e os barcos saem da própria praia. Durma em Uvita.

Parada rápida, uma hora, com visita guiada paga. São cerca de três horas de carro de Uvita até San José pela costa e pela rodovia 27; saia cedo.
O teatro foi inaugurado em 1897 e pago com um imposto sobre a exportação de café, e o salão principal é todo em mármore, ouro e afrescos. O café do saguão é um bom lugar para um último café costarriquenho.

Cerca de uma hora e meia, com o almoço, de graça, a cinco quadras a oeste do teatro. O mercado coberto tem corredores de especiarias, café em grão, artesanato e sodas, os balcões de comida caseira.
Almoce um casado num dos balcões e compre café para levar. O aeroporto fica a cerca de 40 minutos; devolva o carro com folga.
Não. O brasileiro entra como turista sem visto, com passaporte válido, passagem de saída do país e, se pedido, prova de dinheiro para a estadia. O tempo de permanência é dado pela imigração na chegada.
Leve o Certificado Internacional de Vacinação contra a febre amarela, emitido pela Anvisa, com a vacina tomada pelo menos 10 dias antes: a Costa Rica inclui o Brasil na lista de países de risco e passou a pedir o comprovante. A exigência já foi adiada mais de uma vez, então confira a situação antes do embarque, mas viaje vacinado.
De dezembro a abril, na estação seca. É quando o Pacífico tem mais sol, as trilhas estão secas e o vulcão Arenal aparece com mais frequência; também é a época mais cara.
De maio a novembro é a estação verde: manhãs de sol e chuva forte à tarde, com setembro e outubro como os meses mais chuvosos. Os preços caem e a floresta fica mais verde, mas algumas estradas de terra ficam difíceis.
Não há voo direto regular. O caminho mais comum é a conexão na Cidade do Panamá pela Copa, ou por Lima e Bogotá, até o aeroporto de San José. Este roteiro começa e termina ali.
Alugue um carro: é a única forma de fazer este arco sem depender de horários de transfer. A CNH brasileira vale enquanto durar a sua estadia de turista, junto com o passaporte. Um SUV compacto basta para as estradas deste roteiro; use o Waze e não dirija de noite nas estradas de montanha. O seguro obrigatório é cobrado no balcão e costuma dobrar o preço anunciado.
A comida costarriquenha é simples e farta, de arroz, feijão, banana-da-terra e carne. O melhor lugar para comer são as sodas, os restaurantes caseiros de beira de estrada e de mercado, onde o prato feito custa uma fração dos restaurantes turísticos. O que evitar: os restaurantes de frente para a praia em Manuel Antonio, caros e com comida genérica.

O gallo pinto é o café da manhã nacional: arroz e feijão preto refogados juntos com cebola, pimentão e coentro, servidos com ovo, banana-da-terra frita e natilla, uma espécie de creme azedo. Tempere com a salsa Lizano, o molho que está em toda mesa.
O casado é o prato feito do almoço: arroz, feijão, salada, banana-da-terra frita e uma proteína à escolha, carne, frango ou peixe. O brasileiro se sente em casa.

A olla de carne é a sopa de fim de semana: carne cozida com mandioca, milho, chuchu, banana verde e cenoura. Para beber, peça um refresco natural de fruta, feito com água ou leite, e prove o café, que é um dos melhores da América Central.
São suficientes para o circuito que combina vulcão, floresta e Pacífico sem correr: Arenal e Río Celeste, Manuel Antonio e Uvita, com um carro e um trajeto em arco. O que não cabe é tentar ver o país inteiro: a Costa Rica é pequena no mapa, mas as estradas de montanha são lentas.
O que ficou de fora e merece mais dias: a floresta nublada de Monteverde, que pede duas noites; Tortuguero e as tartarugas do Caribe, com acesso só por barco; a costa caribenha de Puerto Viejo e Cahuita; e a península de Osa, com o Parque Nacional Corcovado.
Se você quer juntar outro país da América Central, temos roteiros do Panamá, onde muitos voos fazem conexão, e da Guatemala. Salve este roteiro no Galmund para ajustar os dias ao seu calendário.
Preços conferidos em 25 de setembro de 2026. Confira o valor atual em Instituto Costarricense de Turismo, tarifas e horários dos parques nacionais · Catarata La Fortuna, perguntas frequentes e ingressos · Místico Arenal Hanging Bridges Park · Instituto Costarricense de Turismo, requisitos de entrada.
Entre 1.000 e 1.650 dólares por pessoa, sem a passagem internacional, contando hotel de categoria média em quarto duplo, comida, carro alugado com seguro dividido por dois e as entradas. Os parques nacionais cobram de estrangeiros 16 dólares em Manuel Antonio, 15 no Arenal, 12 no Tenorio e 6 no Marino Ballena; a Catarata La Fortuna custa 20, as pontes do Místico 32 e o day pass de Tabacón a partir de cerca de 100. A passagem do Brasil fica entre 3.500 e 6.500 reais ida e volta.
Para este roteiro, sim: é a única forma de ligar Arenal, Río Celeste, Manuel Antonio e Uvita sem depender de transfers. A CNH brasileira vale enquanto durar a estadia de turista. Conte com o seguro obrigatório cobrado no balcão, que costuma dobrar o preço anunciado.
Com uma semana, La Fortuna, que tem o vulcão, as termas, as cachoeiras e o Río Celeste a um dia de distância. Monteverde, a floresta nublada, pede duas noites e um dia a mais de estrada de montanha; ele entra melhor num roteiro de 10 dias.
A Costa Rica inclui o Brasil na lista de países de risco e passou a pedir o Certificado Internacional de Vacinação contra a febre amarela, com a vacina tomada pelo menos 10 dias antes. A exigência já foi adiada mais de uma vez; confira antes do embarque e viaje vacinado.
Abre às 7h e fecha às 16h. Na temporada de chuvas, de julho a novembro, fecha às segundas; de dezembro a abril abre todos os dias. O ingresso de 16 dólares é comprado antes, no site do SINAC.
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