Uluru iluminado pelo sol do fim da tarde, com capim dourado e uma árvore do deserto em primeiro plano

Austrália · Red Centre · Alice Springs · West MacDonnell · Kings Canyon · Uluru · Kata Tjuta · 11 min de leitura

Roteiro Uluru 6 dias: Alice Springs, Kings Canyon e o Red Centre

6 dias · 4 cidades

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Este roteiro Uluru 6 dias é de carro pelo Red Centre australiano: entra por Alice Springs e sai pelo aeroporto de Ayers Rock, sem voltar pela mesma estrada. A decisão que o organiza é o calor: as trilhas longas começam ao amanhecer e o fim da tarde fica para os mirantes.

Em resumo: Alice Springs e as West MacDonnell, Kings Canyon, e dois dias entre Uluru e Kata Tjuta. Visto, época e comida estão no fim.

Dia 1: Alice Springs, as galerias de arte e o Anzac Hill

Todd Mall: as galerias de arte aborígene de Alice Springs

O calçadão do Todd Mall em Alice Springs, com árvores, toldos e lojas dos dois lados
Foto: Roberto Arias / Wikimedia Commons (CC BY 2.0)

Cerca de duas horas, de graça. O aeroporto fica a 15 km do centro; retire o carro alugado ali, deixe a mala no hotel e comece pelo calçadão. É o motivo de a Lonely Planet ter posto o Red Centre na lista de 2027: Alice Springs, Mparntwe na língua arrernte, tem a maior concentração de centros de arte aborígene da Austrália.

No calçadão ficam galerias comerciais e centros de arte de propriedade dos próprios artistas. Compre de quem mostra o certificado de origem, com o nome do artista e da comunidade. Se chegar antes das 15h, o Araluen Arts Centre, a 2 km a oeste, tem as aquarelas de Albert Namatjira por 8 dólares australianos e fecha às 16h.

Anzac Hill: o pôr do sol sobre a cidade

Vista de Alice Springs do alto do Anzac Hill, com a cordilheira MacDonnell ao fundo
Foto: Frans-Banja Mulder / Wikimedia Commons (CC BY 3.0)

Parada de 45 minutos no fim da tarde, de graça, a 600 metros ao norte do calçadão. Dá para subir de carro até o topo ou a pé pela trilha Lions Walk, em dez minutos.

Do memorial se vê a cidade inteira encaixada no vão da cordilheira MacDonnell, que fica vermelha com o sol baixo. É a melhor forma de entender a geografia do dia seguinte.

Dia 2: West MacDonnell, os desfiladeiros a oeste de Alice Springs

Simpsons Gap: os wallabies das rochas logo cedo

Os paredões vermelhos de Simpsons Gap refletidos no poço de água entre eles
Foto: Teckez / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

Cerca de 45 minutos, a 18 km de Alice Springs pela Larapinta Drive. Todo o parque Tjoritja, as West MacDonnell, exige o passe de visitante dos parques do Território do Norte, comprado online antes, a partir de 10 dólares australianos por dia.

Chegue às 7h30: os wallabies-das-rochas de pés negros ficam nas pedras à direita do poço nas primeiras horas. Uma trilha curta leva ao vão entre os paredões. Não é permitido nadar.

Standley Chasm: a fenda de 80 metros

Caminhantes entre as paredes vermelhas e estreitas de Standley Chasm
Foto: scott1346 / Wikimedia Commons (CC BY 2.0)

Cerca de uma hora, com ingresso pago na entrada, porque a área é da comunidade aborígene local e não do parque. Abre às 8h e, aos domingos, fecha às 14h, por isso ela vem logo depois de Simpsons Gap.

São 1,2 km de trilha pedregosa pelo leito seco até a fenda, com paredes de 80 metros e poucos metros de largura. A luz que deixa as paredes cor de laranja bate perto do meio-dia; de manhã a fenda fica na sombra, mas mais vazia.

Ellery Creek Big Hole: o mergulho do meio do dia

O poço de Ellery Creek Big Hole entre paredões de rocha vermelha e eucaliptos
Foto: Iambexta / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

Cerca de uma hora, 40 km a oeste de Standley. É o poço mais fácil de nadar das West MacDonnell, com prainha de areia e mesa de piquenique à sombra.

A água é gelada o ano inteiro, porque fica na sombra do paredão, e funda logo na margem. Entre devagar e só se souber nadar bem.

Ormiston Gorge: o desfiladeiro mais alto da cordilheira

O poço de Ormiston Gorge ao pé de um paredão de rocha vermelha
Foto: DaHuzyBru / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

Duas horas e meia, a 135 km de Alice Springs, a parada mais distante do dia. Faça a trilha Ghost Gum, de 2,5 km, que sobe ao mirante sobre o desfiladeiro e desce pelo leito até o poço.

Há um quiosque com café e sanduíche junto ao estacionamento. Saia até as 16h para voltar a Alice Springs antes de escurecer: cangurus atravessam a estrada ao entardecer, e bater em um é o acidente mais comum do Outback.

Dia 3: Desert Park e a estrada até Kings Canyon

Alice Springs Desert Park: a fauna do deserto antes da estrada

Trilha de terra vermelha do Alice Springs Desert Park, com placas e a cordilheira ao fundo
Foto: DaHuzyBru / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

Duas horas, 39,50 dólares australianos, das 7h30 às 18h, com última entrada às 16h30. Fica na Larapinta Drive, na saída da cidade, então dá para ir direto com a mala no carro.

Os viveiros mostram as aves, os répteis e os marsupiais que você dificilmente vê sozinho, e a casa noturna reúne bilbis e outros bichos que só saem no escuro. Confira na entrada o horário da demonstração de aves de rapina ao ar livre.

Kings Creek Walk: o fundo do cânion no fim da tarde

Os paredões de arenito de Kings Canyon vistos do fim da trilha Kings Creek Walk
Foto: Jorge Láscar / Wikimedia Commons (CC BY 2.0)

Uma hora, de graça com o passe dos parques do Território do Norte. São cerca de 470 km de Alice Springs até Kings Canyon pela Stuart Highway e pela Luritja Road, todas asfaltadas: umas cinco horas com paradas. Abasteça sempre que puder, porque os postos ficam a mais de 100 km uns dos outros.

A trilha tem 2,6 km ida e volta pelo leito do riacho, plana, até um mirante de onde os paredões aparecem de baixo. À noite, o resort de Kings Canyon tem as Light Towers, instalação de luz de Bruce Munro, o mesmo artista do Field of Light.

Dia 4: a borda de Kings Canyon e o pôr do sol em Uluru

Kings Canyon Rim Walk: a trilha pela borda do cânion

A borda de Kings Canyon, com o paredão de arenito vermelho caindo sobre o vale
Foto: Zoharby / Wikimedia Commons (CC BY-SA 3.0)

Três a quatro horas, 6 km em circuito, a trilha mais bonita do Red Centre. Comece às 6h30: nos dias com previsão de 36°C ou mais, ninguém entra depois das 9h.

O início é uma subida íngreme de uns 500 degraus de pedra, chamada de Heart Attack Hill pelos guias; depois disso a trilha é plana, pela borda, com os paredões de 100 metros caindo sobre o vale. Leve três litros de água por pessoa.

Garden of Eden: o poço verde no meio da trilha

O poço do Garden of Eden entre paredes de arenito e vegetação verde, em Kings Canyon
Foto: ogwen / Wikimedia Commons (CC BY-SA 3.0)

Parada de 20 minutos, na metade da Rim Walk, depois das escadas que descem ao fundo da fenda. É um poço permanente cercado de palmeiras e cicas que sobrevivem ali desde quando o centro da Austrália era úmido.

Não é permitido nadar: o lugar é sagrado para os Luritja e abriga plantas raras.

Mirante do pôr do sol de Uluru: a primeira vista da rocha

Uluru avermelhado no fim do pôr do sol, visto do mirante com o céu rosado
Foto: Dietmar Rabich / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

Uma hora, no fim da tarde. São cerca de 300 km de Kings Canyon a Yulara, a vila dos hotéis, pela Luritja Road e pela Lasseter Highway, umas três horas e meia; o check-in fica para as 14h. O passe do Parque Nacional Uluru-Kata Tjuta custa 38 dólares australianos por três dias, comprado online.

Do mirante de carros, a noroeste de Uluru, a rocha passa do laranja ao vermelho e ao violeta em meia hora. Chegue 40 minutos antes do pôr do sol para pegar lugar na primeira fila.

Field of Light: 50 mil luzes no deserto

Milhares de luzes coloridas do Field of Light acesas no deserto ao anoitecer
Foto: DaHuzyBru / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

Uma hora e meia, 50 dólares australianos na entrada comum, com transfer do hotel. O ônibus sai 30 minutos depois do pôr do sol; reserve no site do resort de Yulara.

A instalação de Bruce Munro espalha mais de 50 mil hastes de luz num terreno do tamanho de sete campos de futebol, com Uluru ao fundo. O passeio é a pé, por trilhas de areia, no seu ritmo. Leve casaco: no inverno a noite chega perto de zero grau.

Dia 5: Uluru do nascer do sol à volta pela base

Talinguru Nyakunytjaku: o nascer do sol com Uluru e Kata Tjuta

Uluru alaranjado sob o céu azul do começo da manhã, visto do mirante do nascer do sol
Foto: Chris Abbott / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

Uma hora ao amanhecer. O parque abre antes do sol nascer, com horário que muda a cada mês; confira no site oficial e saia de Yulara 40 minutos antes.

As plataformas ficam a sudeste da rocha, e dali se veem Uluru e as cúpulas de Kata Tjuta no mesmo horizonte. É o mirante mais amplo do parque, e o café da manhã levado de casa combina com ele.

Mala Walk: as pinturas rupestres da face oeste

A trilha de terra vermelha da Mala Walk ao longo da parede de Uluru
Foto: Cemendtaur / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

Duas horas, 2 km ida e volta, de graça com o passe. Os rangers do parque fazem uma caminhada guiada gratuita saindo do estacionamento do Mala de manhã, com horário que muda na estação; vale acertar o dia por ela.

A trilha passa por abrigos com pinturas rupestres e cavernas usadas pelos Anangu e termina no desfiladeiro de Kantju, onde a água escorre pela rocha quando chove. Alguns trechos da base têm placas pedindo para não fotografar: são lugares sagrados, respeite.

Mutitjulu Waterhole: o poço da face sul

Trilha de terra vermelha entre arbustos verdes até a parede de Uluru, no caminho do poço de Mutitjulu
Foto: Coen Hird / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

Uma hora e meia, de carro até o estacionamento Kuniya, na face sul. A trilha até o poço tem 1 km ida e volta e é plana.

O poço guarda a história de Kuniya, a mulher píton, e Liru, a cobra venenosa, que os Anangu contam nas marcas da rocha. No caminho de volta a Yulara fica o Centro Cultural Uluru-Kata Tjuta, de graça, que explica essas histórias e vende arte das comunidades. Subir Uluru é proibido desde 2019.

Dia 6: Kata Tjuta e o voo de volta

Valley of the Winds: a trilha entre as cúpulas de Kata Tjuta

As cúpulas vermelhas de Kata Tjuta dos dois lados da trilha do Valley of the Winds
Foto: Toby Hudson / Wikimedia Commons (CC BY-SA 3.0)

Três horas, 7,4 km no circuito completo, a 50 km de Yulara. Saia às 6h30: nos dias com previsão de 36°C ou mais, o trecho depois do mirante Karu fecha às 11h.

Kata Tjuta são 36 cúpulas de rocha, algumas mais altas que Uluru. A trilha sobe entre elas até o mirante Karingana, de onde se vê o vale do outro lado. Quem tem pouco tempo vai só até o Karu, 2,2 km ida e volta.

Walpa Gorge: a garganta entre as duas maiores cúpulas

A garganta de Walpa entre duas cúpulas de rocha vermelha de Kata Tjuta
Foto: Christophe95 / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

Uma hora, 2,6 km ida e volta, a 6 km do estacionamento do Valley of the Winds. A trilha segue o fundo da garganta entre duas paredes de rocha até um bosque no fim do vale.

O aeroporto de Ayers Rock fica a 10 km de Yulara; os voos para Sydney e Melbourne saem à tarde. Devolva o carro com uma hora e meia de folga.

Brasileiro precisa de visto para a Austrália?

Sim. O brasileiro precisa do visto de visitante, subclasse 600, pedido online pelo ImmiAccount do governo australiano, com taxa paga no cartão. Peça com pelo menos um mês de antecedência: a análise pode pedir extrato bancário e comprovante de vínculo com o Brasil.

O visto é eletrônico, ligado ao passaporte, e não há carimbo. Na chegada, declare comida, madeira e produtos de origem animal: a quarentena australiana multa quem esconde.

Qual a melhor época para viajar para Uluru e o Red Centre?

De maio a setembro, no inverno austral. Os dias ficam entre 20 e 25°C, bons para as trilhas longas, e as noites chegam perto de zero grau. É a alta temporada: reserve hotel em Yulara com meses de antecedência.

De novembro a março faz mais de 35°C, as trilhas de Kings Canyon e Kata Tjuta fecham cedo nos dias quentes e as moscas são um incômodo real; uma rede de rosto custa pouco e resolve. Abril e outubro são meio-termo.

Como chegar ao Red Centre e como circular

Não há voo direto do Brasil para a Austrália. O caminho mais comum é pelo Chile, com conexão em Santiago até Sydney ou Melbourne, ou pelo Oriente Médio. De lá, voos domésticos vão a Alice Springs e ao aeroporto de Ayers Rock, em Yulara.

Este roteiro entra por Alice Springs e sai por Ayers Rock, com carro alugado só de ida: as locadoras cobram uma taxa de devolução em outro lugar, que vale pelo dia de estrada economizado. Um carro comum basta, porque todo o trajeto é asfaltado; a Mereenie Loop, de terra, exige 4x4 e fica de fora. A CNH vale junto com a Permissão Internacional para Dirigir. Dirija do lado esquerdo e nunca ao anoitecer.

Onde comer no Red Centre: pratos típicos e o que pedir

O Red Centre não é destino gastronômico: fora de Alice Springs, quase toda a comida está nos hotéis de Kings Canyon e de Yulara, cara e de cardápio parecido. O que evitar é depender só deles: o supermercado do centro comercial de Yulara e os de Alice Springs vendem o lanche das trilhas e o café da manhã do mirante. O que vale provar são os ingredientes nativos, a bush tucker.

Bife de canguru servido sobre purê com molho e ervas
O bife de canguru, carne magra que se pede mal passada. Foto: cogdogblog / Wikimedia Commons (CC0)

O canguru aparece em quase todo cardápio, como bife ou hambúrguer. É uma carne escura, magra e de gosto parecido com o da carne de caça; peça mal passada, porque bem passada fica dura.

Filé de barramundi grelhado com pele tostada
O barramundi, peixe do norte da Austrália, grelhado com a pele. Foto: Oraola / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

O barramundi é o peixe do Território do Norte, de carne branca e firme, servido grelhado com a pele crocante. Vem de fazendas e rios do norte, e é a opção mais leve depois de um dia de trilha.

Pão damper com sementes de acácia, cortado em fatias
O damper, pão de fogueira dos colonos, aqui com semente de acácia. Foto: Finbar.concaig / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

O damper é o pão de farinha e água assado nas cinzas da fogueira, herança dos tropeiros. Nos jantares ao ar livre de Uluru ele vem com semente de acácia torrada, a wattleseed, que tem gosto de café e avelã.

Frutos vermelhos de quandong na palma da mão, com o caroço
O quandong, o pêssego do deserto, com o caroço ao lado. Foto: JennyKS / Wikimedia Commons (CC BY-SA 3.0)

O quandong é o pêssego do deserto, uma fruta vermelha e azeda que vira torta, geleia e molho para carne. Procure nos cafés de Alice Springs e nas lojas de produtos nativos.

6 dias são suficientes para conhecer Uluru e o Red Centre?

São suficientes para o essencial sem correr: um dia nas West MacDonnell, uma manhã na borda de Kings Canyon e dois dias entre Uluru e Kata Tjuta, com o nascer e o pôr do sol dos dois. O que não cabe é fazer tudo isso em menos tempo: as distâncias são de centenas de quilômetros, e as trilhas só funcionam de manhã cedo.

O que ficou de fora e merece mais dias: a Mereenie Loop de 4x4 entre as West MacDonnell e Kings Canyon, os desfiladeiros de Redbank e Glen Helen, o Palm Valley e a trilha Larapinta, de 231 km. À noite, o espetáculo de drones Wintjiri Wiru conta a história dos Mala sobre o deserto, a partir de cerca de 200 dólares australianos.

Se a sua viagem à Oceania continua, temos o roteiro da Ilha Sul da Nova Zelândia. Salve este roteiro no Galmund para ajustar os dias ao seu calendário.

Orçamento estimado por pessoa (BRL)

Voo internacionalR$ 6.500 a R$ 11.000 (ida e volta do Brasil a Sydney)
Hospedagem/noiteA$ 220 a 450 (quarto duplo; Yulara é o mais caro)
Alimentação/diaA$ 70 a 120 por pessoa
Ingressos e transporte localA$ 180 a 250 (passes de parques, Desert Park, Field of Light)
Total estimadoA$ 1.900 a 3.300 por pessoa, sem voo

Preços conferidos em 26 de setembro de 2026. Confira o valor atual em Parks Australia, passe do Parque Nacional Uluru-Kata Tjuta · Tourism NT, Kings Canyon Rim Walk e NT Parks Visitor Pass · Alice Springs Desert Park, planeje sua visita · Ayers Rock Resort, Field of Light · Araluen Arts Centre, horários e ingressos.

Perguntas frequentes

Quanto custa uma viagem de 6 dias para Uluru e o Red Centre?+

Entre 1.900 e 3.300 dólares australianos por pessoa, sem o voo internacional, contando hotel em quarto duplo, comida, voos internos, carro alugado só de ida dividido por dois e as entradas. O passe do Parque Nacional Uluru-Kata Tjuta custa 38 dólares australianos por três dias, o passe dos parques do Território do Norte sai a partir de 10 por dia, o Desert Park 39,50 e o Field of Light 50. A passagem do Brasil a Sydney fica entre 6.500 e 11.000 reais ida e volta.

Quantos dias ficar em Uluru?+

Dois dias inteiros bastam: um pôr do sol e um nascer do sol em Uluru, a volta pela base com a Mala Walk e o poço de Mutitjulu, e uma manhã em Kata Tjuta. O passe do parque vale três dias seguidos.

Dá para fazer o Red Centre sem carro 4x4?+

Sim. Alice Springs, as West MacDonnell até Ormiston, Kings Canyon e Uluru são ligados por estrada asfaltada. O 4x4 só é necessário na Mereenie Loop, o atalho de terra entre as West MacDonnell e Kings Canyon, que também exige uma licença.

Ainda é permitido subir Uluru?+

Não. A subida foi fechada em outubro de 2019, a pedido dos Anangu, donos tradicionais da rocha, para quem ela é sagrada. Hoje se visita Uluru pela trilha da base, de 10,6 km, ou por trechos dela, como a Mala Walk e a Kuniya Walk.

Qual é melhor, voar para Alice Springs ou direto para Uluru?+

Para 6 dias, entrar por Alice Springs e sair pelo aeroporto de Ayers Rock, com carro só de ida. Assim cabem as West MacDonnell e Kings Canyon sem repetir estrada. Quem tem só dois ou três dias voa direto para Ayers Rock e fica em Uluru e Kata Tjuta.

Todd MallAnzac HillSimpsons GapStandley ChasmEllery Creek Big HoleOrmiston GorgeAlice Springs Desert ParkKings Creek WalkKings Canyon Rim WalkGarden of EdenUluru Sunset Viewing AreaField of LightTalinguru NyakunytjakuMala WalkMutitjulu WaterholeValley of the WindsWalpa Gorge

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