A enseada de Lama Monachile em Polignano a Mare, entre falésias com casas brancas sobre o mar

Itália · Puglia · Bari · Alberobello · Matera · Lecce · 10 min de leitura

Roteiro Puglia 7 dias: Bari, Alberobello, Matera, Lecce e Salento

7 dias · 12 cidades

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Este roteiro Puglia 7 dias desce de carro pelo salto da bota italiana, de Bari a Lecce, com Matera no caminho. A decisão que o organiza é dormir em quatro bases, Bari, Alberobello, Matera e Lecce, para nunca passar mais de uma hora e meia no carro.

Em resumo: Bari Vecchia, Polignano e os trulli, Matera, Ostuni e Lecce, Otranto e o Salento, Gallipoli e o voo por Brindisi. Visto, época e comida estão no fim.

Dia 1: Bari Vecchia, a Basílica de San Nicola e a rua das orecchiette

Basilica di San Nicola: as relíquias de São Nicolau

O portal lateral românico da Basílica de San Nicola, em pedra clara entalhada
Foto: Bernard Gagnon / Wikimedia Commons (CC0)

Quarenta e cinco minutos, de graça. Depois do check-in, entre em Bari Vecchia, o bairro medieval na península. A basílica românica foi erguida no fim do século XI para guardar os ossos de São Nicolau, trazidos de Mira, na atual Turquia, por marinheiros de Bari em 1087. Desça à cripta: é lugar de peregrinação católica e ortodoxa, e você vai ver fiéis russos e gregos rezando lado a lado.

Arco Basso: a rua das orecchiette

Mesas de madeira com orecchiette e outras massas frescas secando numa ruela de Bari Vecchia
Foto: Maddy16869 / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

Quarenta e cinco minutos, a 400 metros da basílica. Na Strada Arco Basso, as senhoras do bairro fazem orecchiette à mão em mesas na porta de casa e vendem o quilo por € 5 a € 7. O movimento é maior de manhã até o começo da tarde, e menor no domingo; se encontrar as mesas vazias, volte no Dia 2 antes de pegar a estrada.

Termine o dia no Castello Normanno-Svevo, a cinco minutos dali, e jante em Bari Vecchia, onde estão as padarias de focaccia e as trattorias de peixe cru.

Dia 2: Polignano a Mare, Monopoli e os trulli de Alberobello

Lama Monachile: a enseada de Polignano a Mare

A praia de seixos de Lama Monachile ao anoitecer, com as casas de Polignano iluminadas na falésia
Foto: Calogero77 / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

Uma hora e meia, de graça. São 35 km de Bari pela costa. A enseada de seixos entre as falésias, cortada por uma ponte romana da Via Traiana, é a imagem mais famosa da Puglia. Desça até a água, depois suba ao centro histórico pelos mirantes do Lungomare, onde fica a estátua de Domenico Modugno, que nasceu aqui e cantou Volare.

Monopoli: o porto velho dos barcos azuis

Barcos de pesca no porto velho de Monopoli diante de um palácio com arcadas e a cúpula da catedral
Foto: Abbrey82 / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

Uma hora e quinze, de graça, a 10 km. O centro histórico de Monopoli é menos lotado que o de Polignano e tem o porto dos barcos de pesca azuis, os gozzi, ao pé dos palácios. Caminhe pela muralha até o castelo de Carlos V, na ponta, e almoce ali antes de subir para o interior.

Rione Monti: o bairro dos trulli

Trulli brancos do Rione Monti com tetos cônicos de pedra pintados com símbolos brancos
Foto: Benjamin Smith / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

Uma hora e meia, de graça, depois do check-in em Alberobello, a 30 minutos de Monopoli. O Rione Monti tem mais de mil trulli, casas de pedra empilhada sem argamassa com teto cônico, muitos pintados com símbolos brancos. A maioria virou loja: entre nas que mostram o interior e suba ao terraço de alguma para ver os cones de cima. No fim da tarde, quando saem as excursões, o bairro fica outro.

Trullo Sovrano: o único trullo de dois andares

O Trullo Sovrano, branco, com dois andares e vários cones de pedra no telhado
Foto: Istvánka / Wikimedia Commons (CC BY-SA 3.0)

Meia hora, € 2,50, do outro lado do centro, no bairro Aia Piccola. Construído no século XVIII por uma família de padres, é o único trullo com dois andares e hoje é museu, com a cozinha, os quartos e a escada interna como eram.

Dia 3: Matera, a Casa Grotta e o pôr do sol na Murgia

Casa Grotta di Vico Solitario: como se vivia nos Sassi

O interior da Casa Grotta de Matera, com paredes de rocha caiadas, cama alta, panelas e barris
Foto: Superchilum / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

Uma hora, € 5. Saia de Alberobello às 8h: é 1h15 até Matera, já na Basilicata. Estacione fora do centro e desça a pé ao Sasso Caveoso. A Casa Grotta é uma casa escavada na rocha mobiliada como até 1952, quando o governo removeu os moradores dos Sassi por causa da miséria: a família, a mula e as galinhas dormiam no mesmo cômodo.

Madonna de Idris: a igreja no rochedo

O rochedo do Monterrone com a igreja da Madonna de Idris no topo, acima das casas do Sasso Caveoso
Foto: Bernard Gagnon / Wikimedia Commons (CC BY 4.0)

Meia hora, entrada com o ingresso das igrejas rupestres, a 30 metros dali. A igrejinha fica no alto do Monterrone, o rochedo no meio do Sasso Caveoso, e a cripta de San Giovanni guarda afrescos medievais. Do pátio em frente, a vista abrange os dois Sassi. Faça o check-in e almoce; à tarde, entre no Palombaro Lungo, a cisterna subterrânea gigante sob a praça principal.

Belvedere di Murgia Timone: os Sassi do outro lado da ravina

Matera vista do Belvedere de Murgia Timone, com os Sassi e a catedral no alto da colina do outro lado da ravina
Foto: Benjamin Smith / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

Uma hora e meia, de graça. O mirante fica no planalto da Murgia, de frente para a cidade: são 15 minutos de carro, ou uma trilha que desce a ravina e cruza a ponte tibetana sobre o rio Gravina, de cerca de uma hora, só com tênis firme. Chegue antes do pôr do sol, quando a pedra dos Sassi fica dourada e as luzes acendem.

Dia 4: Locorotondo, a cidade branca de Ostuni e o barroco de Lecce

Locorotondo: a vila redonda do Vale de Itria

Locorotondo vista do alto, com o centro histórico branco em círculo e o campo do Vale de Itria em volta
Foto: ParisTaras / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

Quarenta e cinco minutos, de graça. Saia de Matera às 8h15: é 1h15 até Locorotondo. O centro histórico é um círculo de ruelas brancas com varandas de flores e as cummerse, casas de telhado pontudo. Do mirante da Villa Comunale, os trulli se espalham pelo vale entre vinhedos e oliveiras.

Ostuni: a cidade branca e sua catedral

Ostuni vista do alto, com as casas brancas subindo a colina até a catedral e o mar ao fundo
Foto: ParisTaras / Wikimedia Commons (CC BY 4.0)

Uma hora e meia, a 35 minutos de Locorotondo. Ostuni é toda caiada, sobre uma colina com vista para o mar e os olivais centenários. Suba pelas ruelas até a catedral gótica do século XV, no topo, com a rosácea de 24 raios. Almoce aqui: é uma hora até Lecce.

Basilica di Santa Croce: o barroco de Lecce

A fachada barroca da Basílica de Santa Croce, em pedra clara, com a grande rosácea e o balcão esculpido
Foto: Bernard Gagnon / Wikimedia Commons (CC0)

Uma hora, € 9 com o ingresso que inclui o Duomo e o Seminário. Depois do check-in, comece pela basílica que resume Lecce: a pedra leccese, macia de esculpir e dourada ao sol, virou na fachada um desfile de animais, frutas, anjos e atlantes. Siga depois até a Piazza del Duomo, a 300 metros, fechada como um pátio.

Anfiteatro romano na Piazza Sant’Oronzo

As arquibancadas do anfiteatro romano na Piazza Sant’Oronzo, com prédios e a torre da praça em volta
Foto: Carlotoma16 / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

Meia hora, de graça para ver de cima. No meio da praça principal, o anfiteatro do século II foi descoberto nos anos 1930 durante uma obra; só um terço está à mostra, o resto segue debaixo dos prédios. À noite a praça enche: é o lugar do primeiro caffè leccese.

Dia 5: o mosaico de Otranto e a Grotta della Poesia

Catedral de Otranto: o mosaico da árvore da vida

A nave da Catedral de Otranto com o piso inteiro coberto pelo mosaico medieval e o teto de madeira dourada
Foto: MatthiasKabel / Wikimedia Commons (CC BY 2.5)

Duas horas e meia, de graça na catedral, a 45 minutos de Lecce. O piso inteiro da catedral normanda é um mosaico de 1163 a 1165 feito pelo monge Pantaleone: uma árvore da vida com Adão e Eva, o rei Artur, Alexandre, o Grande, elefantes e os meses do ano. Na capela lateral, os crânios dos 813 mártires mortos pelos otomanos em 1480. Depois, contorne as muralhas até o Castello Aragonese e o porto.

Grotta della Poesia: a piscina natural vista da borda

A Grotta della Poesia vista da borda, com a água turquesa no fundo da caverna aberta entre rochas claras
Foto: Psymark / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

Uma hora e quinze, a 25 minutos ao norte de Otranto, em Roca Vecchia. A caverna desabada forma uma piscina de água turquesa ligada ao mar por um túnel. O banho está proibido para proteger a rocha e a borda é cercada; de 19 de julho ao fim de setembro de 2026 a entrada é controlada, com ingresso de € 5. Ao lado fica o sítio arqueológico messápico de Roca Vecchia. Para nadar, siga 5 km até as enseadas de Torre dell’Orso.

Dia 6: os afrescos de Galatina e o pôr do sol em Gallipoli

Santa Caterina d’Alessandria: os afrescos de Galatina

Afresco do Apocalipse em Santa Caterina, em Galatina, com o Cordeiro no monte cercado por anjos e uma multidão
Foto: Fabrizio Garrisi / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

Uma hora, de graça, aberta das 9h às 12h e das 15h30 às 18h30. São 25 minutos de Lecce. Por fora, uma igreja gótica sóbria; por dentro, todas as paredes e abóbadas pintadas no fim do século XIV por mestres das escolas de Giotto e de Siena, com o Gênesis, a vida de Cristo e um Apocalipse cheio de monstros. Na saída, prove o pasticciotto na cidade que diz tê-lo inventado.

Gallipoli: o centro histórico numa ilha e a praia da Purità

A praia da Purità em Gallipoli, com a areia ao pé das muralhas e das casas claras do centro histórico
Foto: Carlo Pelagalli / Wikimedia Commons (CC BY-SA 3.0)

Quatro horas, de graça, a 40 minutos de Galatina. O centro histórico de Gallipoli fica numa ilha ligada à terra por uma ponte, cercado de muralhas sobre o mar Jônico. Caminhe pela muralha, entre na catedral barroca de Sant’Agata e desça à praia da Purità, colada aos muros, para nadar. Fique para o pôr do sol, que aqui cai no mar, e jante peixe antes de voltar a Lecce.

Dia 7: o subsolo de Lecce no Museo Faggiano, a Porta Napoli e o voo

Museo Faggiano: 2 mil anos debaixo de uma casa

Uma passagem de pedra escavada no subsolo do Museo Faggiano, em Lecce, iluminada por luz quente
Foto: Tommasopaiano / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

Uma hora, € 5, aberto das 9h30 às 20h. Em 2001, o dono da casa quis consertar o encanamento e encontrou, camada por camada, túmulos messápicos, cisternas romanas, uma cripta medieval e um convento de freiras. Hoje a casa é museu, com piso de vidro sobre as escavações e uma torre com vista para os telhados de Lecce.

Porta Napoli: o arco de Carlos V

A Porta Napoli de Lecce, um arco triunfal de pedra clara com colunas e frontão triangular
Foto: Bernard Gagnon / Wikimedia Commons (CC0)

Vinte minutos, de graça, a 800 metros. O arco triunfal de 1548 homenageia o imperador Carlos V e marcava a saída da cidade para Nápoles. Daqui são 40 minutos até o aeroporto de Brindisi: devolva o carro com duas horas de folga antes do voo.

Precisa de visto para ir para a Itália?

Brasileiros não precisam de visto para ficar até 90 dias na Itália e no restante do Espaço Schengen: basta o passaporte válido por pelo menos três meses depois da volta. Na fronteira podem pedir passagem de volta, reserva de hotel, seguro viagem com cobertura de € 30 mil e comprovante de recursos.

O ETIAS, a autorização eletrônica da União Europeia para quem não precisa de visto, tem início previsto para o último trimestre de 2026: confira o site oficial antes de embarcar.

Qual a melhor época para viajar para a Puglia?

Maio, junho e setembro: mar já bom para nadar, dias longos e menos gente que em julho e agosto, quando as praias do Salento lotam e os preços dobram. Abril e outubro funcionam bem para cidades e interior, com o mar mais frio.

No inverno muitos hotéis e restaurantes de praia fecham, mas Bari, Matera e Lecce seguem abertas e vazias.

Como chegar à Puglia e como circular de carro

Do Brasil, voe até Bari com uma conexão, em Roma, Milão ou outra cidade europeia, e volte pelo aeroporto de Brindisi, para não refazer a estrada. Alugue o carro no aeroporto de Bari a partir do Dia 2 e devolva em Brindisi.

Cuidado com as ZTL, as zonas de tráfego limitado dos centros históricos de Bari, Polignano, Ostuni e Lecce: as câmeras multam quem entra sem autorização. Estacione fora e caminhe. Sem carro, os trens da Trenitalia e da Ferrovie del Sud Est ligam Bari a Polignano, Monopoli, Alberobello e Lecce.

Onde comer na Puglia: pratos típicos e o que provar

A Puglia come pão, massa e verdura como poucos lugares da Itália. O prato da região são as orecchiette con cime di rapa, a massa em forma de orelhinha com folhas de nabo, alho, pimenta e anchova; em Bari Vecchia você vê as senhoras fazendo a massa na rua no Dia 1.

Um prato de orecchiette com cime di rapa, folhas de nabo e farinha de rosca torrada
Orecchiette con cime di rapa. Foto: Romainbehar / Wikimedia Commons (CC0)

Para comer andando, a focaccia barese é alta, de massa com batata, coberta de tomate e azeitona, vendida por fatia nas padarias de Bari Vecchia perto da Basílica de San Nicola. À noite, o lanche é o panzerotto, pastel frito de tomate e mozzarella.

Uma focaccia barese redonda coberta de tomate e azeitonas
A focaccia barese. Foto: Elfmir / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)
Uma bandeja de panzerotti fritos e dourados numa vitrine
Panzerotti fritos. Foto: Saggittarius A / Wikimedia Commons (CC BY 4.0)

Prove a burrata de Andria, mozzarella recheada de creme e fios de massa, de preferência no dia em que foi feita, e no Vale de Itria as bombette, rolinhos de porco com queijo assados nos açougues com grelha, os fornelli pronti de Cisternino e Locorotondo.

Uma burrata inteira, branca e brilhante, sobre um prato
A burrata. Foto: Popo le Chien / Wikimedia Commons (CC0)

Em Lecce, o café da manhã é o pasticciotto, tortinha de massa amanteigada recheada de creme, quente, com um caffè leccese, espresso com gelo e leite de amêndoa. Evite os restaurantes com cardápio plastificado em cinco línguas na frente da Lama Monachile, em Polignano: coma duas ruas para dentro.

Pasticciotti dourados, um deles aberto mostrando o creme amarelo
O pasticciotto. Foto: Calcagnile Floriano / Wikimedia Commons (CC BY-SA 3.0)

7 dias são suficientes para conhecer a Puglia?

São suficientes para o centro e o sul da região, com Matera de bônus, sem trocar de hotel a cada noite. O que fica de fora pede mais dias: o Gargano e a Foresta Umbra, no norte; o Castel del Monte, o castelo octogonal de Frederico II; as Grotte di Castellana; e Santa Maria di Leuca, a ponta do salto da bota.

Para seguir pelo sul da Itália, veja o roteiro da Sicília em 6 dias. E para o norte, o roteiro do Vêneto em 7 dias.

Orçamento estimado por pessoa (BRL)

Voo internacionalR$ 5.000 a R$ 8.000 (ida e volta do Brasil, chegando a Bari e saindo de Brindisi)
Hospedagem/noite€ 90 a € 170 (quarto duplo, incluindo um trullo em Alberobello)
Alimentação/dia€ 35 a € 60 por pessoa
Ingressos e transporte local€ 25 a € 35 no total: Trullo Sovrano € 2,50, Casa Grotta € 5, igrejas de Lecce € 9, Museo Faggiano € 5, Grotta della Poesia € 5 no alto verão
Total estimado€ 700 a 1.100 por pessoa, sem voo

Preços conferidos em 07 de outubro de 2026. Confira o valor atual em Trullo Sovrano, Alberobello · Casa Grotta di Vico Solitario, Matera · Chiese di Lecce, ingresso a Santa Croce e ao Duomo · Museo Faggiano, Lecce.

Perguntas frequentes

Quanto custa uma viagem de 7 dias para a Puglia?+

Entre € 700 e € 1.100 por pessoa, sem a passagem, dividindo quarto duplo e carro alugado: hotéis em Bari, Alberobello, Matera e Lecce, comida e ingressos, que somam de € 25 a € 35. A passagem do Brasil, chegando a Bari e voltando por Brindisi com conexão em Roma ou Milão, fica entre R$ 5.000 e R$ 8.000 ida e volta.

Precisa de carro para fazer a Puglia?+

Para este roteiro, sim. Há trem de Bari a Polignano, Monopoli, Alberobello e Lecce, mas Matera, Locorotondo, Ostuni, Otranto e a Grotta della Poesia ficam mais fáceis de carro. Cuidado com as ZTL, zonas de tráfego limitado nos centros históricos: entrar sem autorização gera multa automática por câmera, enviada meses depois pela locadora.

Dá para nadar na Grotta della Poesia?+

Não mais. O banho está proibido para proteger a caverna, e a área é cercada; a visita é de cima, da borda. Do fim de julho ao fim de setembro de 2026 a entrada é controlada, com ingresso de € 5. Para nadar, siga até as enseadas de Torre dell’Orso, a poucos quilômetros.

Vale dormir num trullo em Alberobello?+

Vale uma noite. Muitos trulli do Rione Monti e do Aia Piccola viraram pousada, com o quarto debaixo do cone de pedra. Ficar lá deixa você ver o bairro antes e depois dos ônibus de excursão, que lotam as ruas do meio da manhã ao fim da tarde.

Matera fica na Puglia?+

Não, fica na Basilicata, a região vizinha, mas a 1h15 de Alberobello e a uma hora de Bari: por isso entra em quase todo roteiro da Puglia. Os Sassi, as casas escavadas na rocha, são Patrimônio Mundial da UNESCO desde 1993.

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