Hanauma Bay vista do alto, com o recife de coral na água azul-turquesa dentro da cratera e a praia em arco

Oahu · Havaí · Waikiki · Pearl Harbor · Kualoa · North Shore · 9 min de leitura

Roteiro Oahu 6 dias: Waikiki, Pearl Harbor e North Shore

6 dias · 6 cidades

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Este roteiro Oahu 6 dias fica num hotel só, em Waikiki, e aluga carro do Dia 2 ao Dia 5 para dar a volta na ilha. A decisão que o organiza são as reservas: Diamond Head, Hanauma Bay e Pearl Harbor têm horário marcado e esgotam.

Em resumo: Waikiki, o sudeste com Hanauma, Pearl Harbor e o centro, a costa leste com Kualoa, a North Shore e Mānoa no último dia. Visto, custos e comida estão no fim.

Dia 1: Waikiki e a estátua de Duke Kahanamoku

Estátua de Duke Kahanamoku: o pai do surfe em Waikiki

A estátua de bronze de Duke Kahanamoku com colares de flores, de braços abertos diante de uma prancha, na praia de Waikiki
Foto: DestinationFearFan / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

Vinte minutos, de graça. Depois do check-in, comece pela estátua do campeão olímpico de natação de 1912 que espalhou o surfe pelo mundo. Quase sempre está coberta de colares de flores deixados por moradores e surfistas.

Praia de Waikiki: aula de surfe e o pôr do sol

A areia de Waikiki com banhistas, a fila de hotéis na orla e o Diamond Head ao fundo sob o céu azul
Foto: Frank Schulenburg / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

Duas horas e meia. As ondas da praia de Kuhio, logo ao lado da estátua, são as mais suaves da ilha para a primeira aula de surfe, vendida nas barracas da areia. No fim da tarde, caminhe pela orla para o oeste e veja o sol se pôr atrás dos catamarãs.

Dia 2: Diamond Head, Hanauma Bay e a costa sudeste

Diamond Head: como reservar e a trilha até o topo

A cratera do Diamond Head vista do alto, com a borda vulcânica marrom e o mar azul-turquesa ao lado
Foto: ProveIt / Wikimedia Commons (CC BY-SA 3.0)

Uma hora e meia, 5 dólares por pessoa e 10 por carro, só com reserva no site dos parques estaduais, aberta até 30 dias antes. O parque abre às 6h e a última entrada é às 16h; vá no primeiro horário, antes do sol forte. A trilha sobe entre 60 e 90 minutos ida e volta, com escadas e um túnel, até o antigo posto de artilharia com vista de Waikiki.

Hanauma Bay: reserva, horário e onde fazer snorkel

Vista panorâmica da Hanauma Bay, com o recife escuro sob a água clara, a praia de areia e a encosta da cratera
Foto: Eric Frederich / Wikimedia Commons (CC BY 2.5)

Três horas, 25 dólares para não residentes, com reserva online liberada dois dias antes. A baía fecha às segundas e terças, e antes de descer todos assistem a um vídeo sobre o recife. Leve máscara própria ou alugue lá embaixo, e use protetor solar sem oxibenzona, o único permitido no Havaí. Confira no site da prefeitura de Honolulu se o ingresso está sendo vendido em pacote com transporte.

Halona Blowhole: o gêiser de água do mar

Um jato de água do mar subindo de um tubo de lava escura no Halona Blowhole, com as ondas ao redor
Foto: Thomas Tunsch / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

Vinte minutos, de graça, cinco minutos de carro depois de Hanauma. Quando o mar bate forte, a água entra num tubo de lava e explode em jatos de vários metros. Do mesmo mirante se vê a pequena enseada da cena da praia de A um passo da eternidade.

Trilha do farol de Makapuʻu: vista de baleias no inverno

O farol branco de topo vermelho de Makapuʻu na encosta de pedra, sobre o mar azul profundo
Foto: Pete Markham from Loretto, USA / Wikimedia Commons (CC BY-SA 2.0)

Uma hora e meia, de graça. A trilha asfaltada tem cerca de 3 km ida e volta, sem nenhuma sombra: leve água e chapéu. Do alto se vê o farol de 1909 lá embaixo e, de dezembro a abril, baleias-jubarte passando ao largo.

Waimānalo: a praia longa e vazia da costa leste

A areia branca e larga de Waimānalo Beach com o mar turquesa e ilhotas no horizonte
Foto: Robert Linsdell from St. Andrews, Canada / Wikimedia Commons (CC BY 2.0)

Uma hora e meia. Dez minutos ao norte do farol, esta faixa de areia branca de quilômetros, com as montanhas Koʻolau atrás, é onde os moradores vão fugir de Waikiki. Volte para Honolulu pela Pali Highway, que corta a serra em 35 minutos.

Dia 3: Pearl Harbor e o centro histórico de Honolulu

Pearl Harbor e o USS Arizona Memorial: como reservar

O memorial branco do USS Arizona sobre a água de Pearl Harbor, com a bandeira americana no mastro
Foto: ZematThree / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

Três horas, de graça, com taxa de 1 dólar na reserva pelo Recreation.gov. Os ingressos do programa do USS Arizona são liberados oito semanas antes e de novo na véspera, às 15h do Havaí. Não é permitido entrar com bolsas e mochilas: deixe tudo no carro ou no guarda-volumes pago da entrada.

O barco da Marinha leva ao memorial construído sobre o casco do encouraçado, onde mais de 900 marinheiros continuam sepultados desde o ataque de 7 de dezembro de 1941.

Punchbowl: o cemitério dentro da cratera

O memorial do Tribunal dos Desaparecidos no cemitério de Punchbowl, com a estátua de mulher no alto da escadaria de pedra
Foto: MPSharwood / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

Quarenta e cinco minutos, de graça, a 20 minutos de carro de Pearl Harbor. O National Memorial Cemetery of the Pacific ocupa a cratera de Punchbowl, acima do centro, com a escadaria do Tribunal dos Desaparecidos e mapas em mosaico das batalhas do Pacífico. Suba até o mirante da borda para ver Honolulu inteira.

ʻIolani Palace: o único palácio real dos Estados Unidos

A fachada do ʻIolani Palace, com varandas em dois andares e torres, entre palmeiras e o gramado
Foto: Don Ramey Logan / Wikimedia Commons (CC BY-SA 3.0)

Uma hora e meia, 32,95 dólares na visita guiada, com ingressos vendidos só online e sem venda no balcão no mesmo dia; confira no site os dias de visita guiada e de audioguia. O palácio de 1882 do rei Kalākaua teve luz elétrica antes da Casa Branca, e foi ali que a rainha Liliʻuokalani ficou presa depois do golpe de 1893.

Estátua do rei Kamehameha: do outro lado da rua

A estátua dourada e negra do rei Kamehameha com a lança erguida, diante do prédio do tribunal, entre palmeiras
Foto: Balazs Barnucz / Wikimedia Commons (CC BY-SA 3.0)

Quinze minutos. Atravesse a King Street até a estátua dourada do rei que unificou as ilhas em 1810. No dia 11 de junho, feriado de Kamehameha, ela recebe colares de flores de vários metros.

Dia 4: Hoʻomaluhia, Byodo-In e Kualoa Ranch

Hoʻomaluhia: o jardim botânico grátis aos pés dos Koʻolau

As escarpas verdes e pregueadas dos Koʻolau sobre a mata tropical do jardim botânico de Hoʻomaluhia
Foto: Daniel Ramirez from Honolulu, USA / Wikimedia Commons (CC BY 2.0)

Uma hora, de graça. Atravesse a serra pela Pali Highway e chegue na abertura do jardim de Kāneʻohe, quando a névoa ainda cobre as escarpas pregueadas dos Koʻolau. Dá para rodar de carro pelas alamedas e parar no lago.

Templo Byodo-In: a réplica japonesa no Valley of the Temples

O templo vermelho do Byodo-In refletido no lago, com jardim japonês e montanhas verdes atrás
Foto: Puneet Abbott / Wikimedia Commons (CC BY 2.0)

Quarenta e cinco minutos, com ingresso de poucos dólares na entrada. A dez minutos do jardim, a réplica de 1968 do templo de Uji, no Japão, tem lago com carpas e um sino de bronze que os visitantes podem tocar.

Kualoa Ranch: o vale de Jurassic Park

O vale de Kaʻaʻawa no Kualoa Ranch, com pasto verde e as escarpas recortadas da montanha sob nuvens
Foto: opapaty / Wikimedia Commons (CC0)

Duas horas, cerca de 60 dólares no passeio dos filmes, com reserva no site oficial; o preço na porta é maior. O vale de Kaʻaʻawa foi cenário de Jurassic Park, Jumanji e Lost, e o ônibus para nos pontos de filmagem. Quem prefere aventura troca pelo passeio de quadriciclo.

Kualoa Regional Park: a vista do Chapéu Chinês

A ilhota cônica de Mokoliʻi no mar calmo, vista da praia do Kualoa Regional Park sob nuvens
Foto: Famartin / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

Quarenta e cinco minutos, de graça, ao lado do rancho. O gramado à beira-mar fica de frente para Mokoliʻi, a ilhota em cone apelidada de Chapéu Chinês. Volte para Waikiki pela Kahekili Highway, em cerca de 50 minutos.

Dia 5: North Shore, de Haleʻiwa ao Banzai Pipeline

Haleʻiwa e o shave ice do Matsumoto

Calda vermelha e amarela sendo despejada sobre um shave ice no balcão do Matsumoto, em Haleʻiwa
Foto: Anthony Quintano from Honolulu, HI, United States / Wikimedia Commons (CC BY 2.0)

Quarenta e cinco minutos. A vila de surfistas fica a uma hora de Waikiki pela H2, no meio dos antigos campos de abacaxi. A fila do Matsumoto, aberto em 1951, anda rápido: peça o gelo raspado com três caldas e sorvete de baunilha no fundo. Ande pela rua principal, cheia de lojas de prancha e galerias.

Laniakea: onde ver tartarugas na North Shore

Tartarugas-verdes descansando na areia da praia de Laniakea, com pedras e o mar ao fundo
Foto: BjL1504 / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

Quarenta e cinco minutos, de graça, cinco minutos ao norte de Haleʻiwa. As tartarugas-verdes sobem para a areia no fim da manhã. Fique a pelo menos 3 metros, sem tocar, e siga as cordas dos voluntários. O estacionamento fica do outro lado da rodovia: atravesse com cuidado e não deixe nada no carro.

Waimea Bay: banho no verão, ondas gigantes no inverno

A baía de Waimea com a areia clara em arco, a pedra de salto e o mar azul
Foto: Travisthurston / Wikimedia Commons (CC BY-SA 3.0)

Duas horas. No verão a baía é uma piscina calma, e a pedra de salto da ponta esquerda junta a turma local. De novembro a fevereiro chegam as ondas gigantes que dão nome ao campeonato em memória de Eddie Aikau, e aí o mar é só para olhar. O estacionamento lota cedo; almoce num dos food trucks da rodovia.

Banzai Pipeline: a onda mais famosa do surfe

Um surfista saindo de dentro do tubo de uma onda enorme no Banzai Pipeline
Foto: Fosterand sons / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

Uma hora e quinze, de graça, em frente ao Ehukai Beach Park. No inverno, a onda quebra em tubo sobre um recife raso a poucos metros da areia, e os melhores surfistas do mundo disputam o Pipe Masters. No verão o mar fica liso; caminhe até Sunset Beach para o pôr do sol e volte pela H2.

Dia 6: Mānoa Falls, o mirante de Honolulu e o voo de volta

Mānoa Falls: a trilha curta da floresta tropical

A cachoeira fina de Mānoa Falls caindo pela parede de pedra coberta de vegetação
Foto: Danieljaycho / Wikimedia Commons (CC BY-SA 3.0)

Uma hora e meia, a 15 minutos de Waikiki. A trilha de cerca de 2,5 km ida e volta cruza bambuzais e figueiras até a queda de uns 45 metros. Vai estar enlameada: use tênis que possa sujar e repelente.

Puʻu ʻUalakaʻa: a última vista de Honolulu

Honolulu vista do mirante de Puʻu ʻUalakaʻa, com Waikiki, o Diamond Head e o mar ao fundo
Foto: Daniel Ramirez from Honolulu, USA / Wikimedia Commons (CC BY 2.0)

Trinta minutos, de graça. A estrada de Tantalus sobe a montanha até o mirante, de onde se vê de Diamond Head a Pearl Harbor. Do alto até o aeroporto são uns 25 minutos.

Qual a melhor época para viajar para Oahu?

Oahu faz entre 24 e 31 graus o ano inteiro. Abril a junho e setembro a outubro juntam tempo seco, mar calmo e preços abaixo das férias de julho e do fim de ano. De novembro a março chove mais na costa leste e a North Shore recebe as ondas gigantes, ótimas para ver, ruins para nadar, e é também a temporada das baleias-jubarte.

Precisa de visto para ir ao Havaí?

Sim. O Havaí é um estado americano, e brasileiros precisam do visto de turista dos Estados Unidos (B1/B2), com formulário DS-160, taxa e entrevista no consulado. A espera pela entrevista pode levar meses: veja o prazo no site oficial antes de comprar a passagem. Quem tem passaporte de um país do programa de isenção, como Portugal, entra com a autorização eletrônica ESTA.

Como chegar a Oahu e como circular pela ilha

Não há voo direto do Brasil: a conexão mais comum é por Los Angeles, São Francisco ou Houston, e o trecho até Honolulu leva de cinco a seis horas. O aeroporto fica a 25 minutos de Waikiki. Nos dias em Waikiki e Pearl Harbor dá para usar o TheBus ou táxi por aplicativo; para a volta na ilha, alugue carro só do Dia 2 ao Dia 5, porque o estacionamento dos hotéis de Waikiki é caro.

Desde julho de 2026 é proibido estacionar na Mokulua Drive, em Lanikai: se quiser a praia ou a trilha dos pillboxes, pare em Kailua e caminhe.

Onde comer em Oahu: pratos típicos e endereços

O café da manhã havaiano tem nome: as malasadas, bolinhos fritos de origem portuguesa passados no açúcar, que a Leonard’s Bakery vende desde 1952 na Kapahulu Avenue, a dez minutos de Waikiki. Peça quentes, com ou sem recheio de creme.

Malasadas douradas e passadas no açúcar numa caixa da Leonard’s Bakery, em Honolulu
Malasadas da Leonard’s Bakery. Foto: _e.t from Saratoga, USA / Wikimedia Commons (CC BY-SA 2.0)

No almoço, o prato do dia a dia é o plate lunch: duas bolas de arroz branco, salada de macarrão e uma carne, como frango teriyaki ou porco kalua. O Rainbow Drive-In, aberto desde 1961 também na Kapahulu, é o endereço clássico, e lá vale pedir o loco moco, arroz com hambúrguer, ovo frito e molho gravy.

A fachada colorida do Rainbow Drive-In, na Kapahulu Avenue, em Honolulu
O Rainbow Drive-In, em Honolulu. Foto: Eugene Kim from San Francisco, USA / Wikimedia Commons (CC BY 2.0)
Loco moco com arroz, hambúrguer, ovo frito e molho gravy numa marmita, em Honolulu
Loco moco em Honolulu. Foto: Zheng Zhou / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

O poke, cubos de atum cru temperados com shoyu, óleo de gergelim e cebola, é vendido a peso nos balcões de peixe dos supermercados, e o spam musubi, arroz com spam grelhado enrolado em alga, está em toda loja de conveniência. Na North Shore, o lanche é o camarão no alho e na manteiga dos food trucks de Kahuku e Haleʻiwa, como o Giovanni’s.

O food truck Giovanni’s, todo rabiscado de assinaturas, estacionado na North Shore de Oahu
O food truck Giovanni’s, na North Shore. Foto: Don Ramey Logan / Wikimedia Commons (CC BY-SA 3.0)

O que evitar: os restaurantes de rede de frente para o mar em Waikiki, que cobram caro por comida comum, e a fila do meio-dia nos food trucks de camarão; chegue antes das 11h.

6 dias são suficientes para conhecer Oahu?

São suficientes para dar a volta na ilha sem pressa: Waikiki, Diamond Head, Hanauma, Pearl Harbor, a costa leste e a North Shore. Com mais dias, pegue um voo de 40 minutos para Maui ou para a Big Island, ou siga para outra ilha do Pacífico com o roteiro da Polinésia Francesa em 7 dias.

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Orçamento estimado por pessoa (BRL)

Voo internacionalR$ 6.000 a R$ 10.000 (ida e volta do Brasil, com conexão em Los Angeles, São Francisco ou Houston)
Hospedagem/noite200 a 400 dólares (quarto duplo em hotel de três ou quatro estrelas em Waikiki, com os impostos de hospedagem de 2026)
Alimentação/dia50 a 90 dólares por pessoa; um plate lunch sai por menos de 20 dólares
Ingressos e transporte localCerca de 130 dólares por pessoa: ʻIolani Palace 32,95 dólares na visita guiada, Kualoa Ranch cerca de 60 dólares no passeio dos filmes, Hanauma Bay 25 dólares, Diamond Head 5 dólares mais 10 de estacionamento por carro, Byodo-In alguns dólares e Pearl Harbor grátis, com 1 dólar de reserva
Total estimado1.400 a 2.400 dólares por pessoa, sem aéreo

Preços conferidos em 12 de outubro de 2026. Confira o valor atual em Diamond Head State Monument, DLNR · Reserva do Diamond Head, Hawaiʻi State Parks · Pearl Harbor National Memorial, NPS · ʻIolani Palace, site oficial · Kualoa Ranch, site oficial.

Perguntas frequentes

Quanto custa uma viagem de 6 dias para Oahu?+

Entre 1.400 e 2.400 dólares por pessoa, sem a passagem, dividindo quarto duplo e carro: cinco noites em Waikiki, comida, quatro dias de carro com estacionamento e cerca de 130 dólares em ingressos, com o ʻIolani Palace e o Kualoa Ranch como os mais caros. A passagem do Brasil fica entre R$ 6.000 e R$ 10.000 ida e volta, com conexão nos Estados Unidos.

Onde ficar em Oahu: Waikiki ou North Shore?+

Para este roteiro, Waikiki. Fica perto do aeroporto, de Diamond Head, de Hanauma e de Pearl Harbor, e tem a maior oferta de hotéis. A North Shore tem poucas hospedagens e fica a uma hora de tudo o mais; vale como passeio de um dia ou uma noite extra.

Precisa alugar carro em Oahu?+

Para a volta na ilha, sim. O TheBus chega a quase tudo, mas leva horas até Kualoa e a North Shore. Alugue só do Dia 2 ao Dia 5, porque o estacionamento dos hotéis de Waikiki costuma passar de 40 dólares por noite.

Precisa reservar o Diamond Head e a Hanauma Bay?+

Sim, os dois. O Diamond Head exige reserva para não residentes, com até 30 dias de antecedência, por 5 dólares por pessoa e 10 por carro. A Hanauma Bay libera as reservas dois dias antes, custa 25 dólares e fecha às segundas e terças.

Como conseguir ingresso para o USS Arizona Memorial?+

Pelo Recreation.gov, com taxa de 1 dólar. Os ingressos são liberados oito semanas antes e de novo na véspera, às 15h do Havaí, e acabam rápido. Sem reserva, resta a fila de espera no local, sem garantia.

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