A cordilheira do Annapurna nevada sobre o Lago Phewa e os morros verdes de Pokhara

Kathmandu · Patan · Pokhara · Sarangkot · Boudhanath · Bhaktapur · 12 min de leitura

Roteiro Nepal 7 dias: Kathmandu, Patan, Pokhara e Bhaktapur

7 dias · 2 cidades

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Este roteiro de 7 dias pelo Nepal é para quem quer ver o Himalaia sem fazer trekking longo: três dias no vale de Kathmandu e três em Pokhara, de frente para o Annapurna. A decisão que organiza a semana é ir e voltar de Pokhara de avião, em 25 minutos.

Em resumo: estupas e praças Durbar, o lago e o nascer do sol em Sarangkot, e por último Boudhanath e Bhaktapur. Visto e comida estão no fim.

Dia 1: chegada a Kathmandu, o Jardim dos Sonhos e Swayambhunath

Jardim dos Sonhos: o refúgio ao lado de Thamel

Pavilhão neoclássico branco refletido no espelho d'água do Jardim dos Sonhos, em Kathmandu
Foto: Jorge Láscar / Wikimedia Commons (CC BY 2.0)

Parada rápida, 45 minutos, ingresso barato, a 5 minutos a pé de Thamel, o bairro dos hotéis e mochileiros. Depois do voo longo e do check-in, é o lugar para desacelerar: um jardim neoclássico de 1920, com pavilhões, fontes e gramados, restaurado nos anos 2000 com apoio austríaco, onde o barulho da cidade some.

Swayambhunath: o templo dos macacos ao pôr do sol

A torre dourada de Swayambhunath com os olhos do Buda e bandeiras de oração ao vento
Foto: Nirmal Dulal / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

Cerca de 1h45, ingresso de 200 rúpias nepalesas, a 3 km de Thamel, 15 minutos de táxi. Suba pela escadaria leste, de 365 degraus, no fim da tarde, quando a luz bate na torre dourada e o vale de Kathmandu se acende lá embaixo.

A estupa tem mais de 2.000 anos e é um dos lugares mais sagrados para budistas e hindus do vale. Os olhos do Buda pintados na torre olham para os quatro pontos cardeais, e os macacos que dão o apelido ao templo roubam comida sem cerimônia: guarde lanches e óculos. Contorne a estupa em sentido horário, como os peregrinos, girando as rodas de oração.

Dia 2: Kathmandu, do palácio real à Praça Durbar

Museu do Palácio Narayanhiti: o fim da monarquia

Fachada rosa do Palácio Narayanhiti, com a torre em forma de pagode, atrás do portão
Foto: Nirajan pant / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

Cerca de 1h30, ingresso de 1.000 rúpias nepalesas, aberto de quinta a segunda e fechado às terças e quartas; celulares e câmeras ficam no guarda-volumes. Abre no meio da manhã e fecha no meio da tarde: confira o horário do dia no site do museu.

Foi o palácio do rei do Nepal até 2008, quando o país virou república. Os salões de recepção estão como a família real os deixou, com troféus de caça e presentes de chefes de Estado, e no jardim ficam as marcas do massacre de 2001, quando o príncipe herdeiro matou nove pessoas da família real, entre elas o rei e a rainha, num jantar no palácio.

Asan Tole: o bazar antigo de Kathmandu

Multidão e bancas no bazar de Asan Tole, em Kathmandu, com o templo de pagode ao fundo
Foto: Matt Zimmerman / Wikimedia Commons (CC BY 2.0)

Parada rápida, 30 minutos, grátis, no caminho a pé para a Praça Durbar. Seis ruas se cruzam em volta de um pequeno templo de pagode, num mercado que funciona há séculos: especiarias, arroz, lentilha, utensílios de cobre e flores para as oferendas. Siga pela rua Indra Chowk, que desce em diagonal até a praça.

Praça Durbar de Kathmandu: a deusa viva e os pagodes

O templo de Shiva e Parvati e os pagodes da Praça Durbar de Kathmandu, com gente sentada nos degraus
Foto: Vyacheslav Argenberg / Wikimedia Commons (CC BY 4.0)

Cerca de 2h30, ingresso de 1.000 rúpias nepalesas, cerca de 7 dólares, válido para a praça e o museu do palácio Hanuman Dhoka. É a antiga praça real e Patrimônio da Unesco; parte dos templos ainda está em reconstrução depois do terremoto de 2015.

Na Kumari Ghar, a casa de madeira entalhada da esquina, mora a Kumari, uma menina venerada como deusa viva até a primeira menstruação; às vezes ela aparece na janela do pátio, e é proibido fotografá-la. No fim da tarde, suba aos degraus do templo Maju Deval para ver a praça do alto.

Dia 3: Patan, a cidade dos artesãos

Praça Durbar de Patan: a mais bonita do vale

O Krishna Mandir de pedra e os pagodes da Praça Durbar de Patan sob nuvens
Foto: Alexander Shafir / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

Cerca de 3 horas, ingresso de 1.000 rúpias que inclui o Museu de Patan, a 5 km de Thamel, 20 minutos de táxi. Patan, também chamada Lalitpur, é a cidade dos artesãos newar, e a praça é a mais harmoniosa das três do vale.

O Krishna Mandir, templo de pedra do século 17, domina a praça, e o palácio abriga o Museu de Patan, o melhor do país para entender a arte hindu e budista, com um café no pátio de trás. Reserve pelo menos uma hora para ele.

Templo Dourado: o mosteiro das tartarugas

A fachada de cobre dourado do Templo Dourado de Patan, com visitantes no pátio
Foto: Bidhan Rajkarnikar / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

Parada rápida, 30 minutos, ingresso barato, a duas quadras ao norte da praça. O mosteiro budista do século 12, Hiranya Varna Mahavihar, tem a fachada inteira coberta de cobre dourado. Tire os sapatos e objetos de couro antes de entrar, e procure as tartarugas que vivem no pátio como guardiãs do templo. Almoce num dos restaurantes newar de terraço da praça.

Dia 4: de avião para Pokhara, o Lago Phewa e Tal Barahi

Lago Phewa: o Annapurna refletido na água

O Lago Phewa, em Pokhara, com os picos nevados do Annapurna ao fundo
Foto: Sabina Bajracharya / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

Cerca de 2 horas, grátis para caminhar, barco a remo alugado por hora na orla. O voo de Kathmandu a Pokhara leva 25 minutos, contra 7 a 8 horas de ônibus por estrada ruim: vá pela manhã e sente do lado direito do avião para ver a cordilheira.

Pokhara fica à beira do Lago Phewa, com o maciço do Annapurna e o pico do Machhapuchhre a menos de 30 km em linha reta. Caminhe pela orla de Lakeside, o bairro dos hotéis e cafés, e alugue um dos barcos coloridos de madeira no fim da tarde, quando o vento para e a montanha aparece refletida.

Tal Barahi: o templo na ilhota do lago

A ilhota do templo Tal Barahi, com árvores e o pagode refletidos no Lago Phewa
Foto: Shadow Ayush / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

Parada rápida, 30 minutos, com o barco. O pequeno templo de pagode dedicado à deusa Barahi ocupa uma ilhota no meio do lago e recebe fiéis com oferendas de flores e, aos sábados, sacrifícios de animais. Ao anoitecer, por volta das 17h30, os sacerdotes fazem o aarti com fogo nos degraus da orla de Lakeside, bem em frente.

Dia 5: Pokhara, de Sarangkot a Pumdikot

Sarangkot: o nascer do sol sobre o Annapurna

Dezenas de parapentes coloridos no céu sobre o morro de Sarangkot, em Pokhara
Foto: Gerd Eichmann / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

Cerca de 2h30, taxa de entrada no mirante barata, a 30 minutos de táxi de Lakeside. Saia às 5h, antes do amanhecer, porque o espetáculo dura poucos minutos: o sol acende primeiro o topo do Dhaulagiri, depois o Annapurna e o Machhapuchhre, cor-de-rosa e depois dourados. De outubro a dezembro a chance de céu limpo é muito maior.

Sarangkot é também a rampa de voo livre de Pokhara, e a partir das 9h o céu se enche de parapentes. O voo duplo com instrutor dura de 20 a 30 minutos e custa em torno de 80 a 100 dólares.

Pagode da Paz Mundial: a estupa branca sobre o lago

A estupa branca do Pagode da Paz Mundial, em Pokhara, com canteiro de flores laranja na frente
Foto: Wolkenkratzer / Wikimedia Commons (CC BY-SA 3.0)

Cerca de 1h30, grátis, no morro ao sul do lago. O jeito mais bonito de chegar é atravessar o Phewa de barco até a outra margem e subir a trilha pela mata, de 45 minutos, mas também dá para ir de táxi até perto do topo.

A estupa branca foi construída por monges budistas japoneses da ordem Nipponzan Myohoji, que ergueram pagodes da paz pelo mundo. Da plataforma se vê o lago inteiro, Lakeside e a cordilheira atrás. Tire os sapatos e fale baixo.

Estátua de Shiva de Pumdikot: o gigante do morro

A estátua gigante de Shiva sentado sobre o templo de Pumdikot, com visitantes no terraço
Foto: Rajesh Dhungana / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

Cerca de 1h30, ingresso barato, a 20 minutos de táxi do Pagode da Paz. É a atração mais nova de Pokhara: uma estátua de Shiva sentado de cerca de 33 metros sobre um templo circular, cercada de 108 lingams, no alto do morro de Pumdikot, a 1.500 metros.

Os nepaleses sobem em família no fim de semana, e o terraço tem vista para o lago e para o Annapurna do lado oposto ao de Sarangkot. Ombros e joelhos cobertos.

Caverna Gupteshwor Mahadev: atrás da cachoeira

Escada em espiral decorada na entrada da caverna Gupteshwor Mahadev, em Pokhara
Foto: Nabin845 / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

Parada rápida, 45 minutos, ingresso barato, no caminho de volta para Lakeside. Uma escada em espiral desce até a caverna, com um santuário de Shiva onde não se pode fotografar, e a galeria continua até uma abertura atrás da queda d'água da Davis Falls, do outro lado da rua. A cachoeira em si é pequena e cercada de lojas; a caverna vale mais.

Dia 6: de volta a Kathmandu, Boudhanath e o aarti de Pashupatinath

Boudhanath: a grande estupa dos tibetanos

A grande estupa branca de Boudhanath, com a torre dourada e bandeiras de oração até o chão
Foto: Nabin K. Sapkota / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

Cerca de 1h30, ingresso de 400 rúpias nepalesas, a 10 minutos de táxi do aeroporto. Volte de Pokhara no voo da manhã, deixe as malas no hotel e vá direto para cá no meio da tarde.

É uma das maiores estupas do mundo e o centro do budismo tibetano no Nepal, cercada de mosteiros e de lojas de tangkas e incenso. No fim da tarde, os peregrinos contornam a estupa em sentido horário, girando as rodas de oração: junte-se a eles e depois suba a um dos cafés de terraço para ver a cúpula iluminada.

Pashupatinath: o aarti à beira do Bagmati

O complexo de Pashupatinath visto do alto, com os templos de telhado dourado e os santuários de pedra
Foto: Nabin K. Sapkota / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

Cerca de 2 horas, ingresso de 1.000 rúpias nepalesas, a 2 km de Boudhanath. O templo principal, dedicado a Shiva, é só para hindus; os estrangeiros veem tudo da margem oposta do rio Bagmati.

Nos ghats de pedra acontecem as cremações a céu aberto, todos os dias, o que pede silêncio e nenhuma foto de perto das famílias. Às 18h, mais cedo no inverno, começa o aarti, a cerimônia de fogo com sinos e cânticos nos degraus da margem. Os sadhus pintados pedem dinheiro em troca de fotos.

Dia 7: Bhaktapur a caminho do aeroporto

Praça Durbar de Bhaktapur: a cidade medieval do vale

A Praça Durbar de Bhaktapur, com o palácio de tijolo, templos de pedra e céu azul
Foto: Bikram Pratap Singh / Wikimedia Commons (CC BY-SA 3.0)

Cerca de 2h30, ingresso de 1.800 rúpias nepalesas, cerca de 13 dólares, o mais caro do vale, válido para a cidade inteira. Fica a 13 km do centro de Kathmandu e a 20 minutos do aeroporto, o que a torna perfeita para a última manhã se o voo sair à tarde.

Bhaktapur é a cidade newar mais bem conservada, com ruas sem carros, casas de tijolo e janelas de madeira entalhadas. Na praça real ficam o Portão Dourado, que dá acesso ao palácio das 55 janelas, e templos de pedra reconstruídos depois do terremoto de 2015.

Templo Nyatapola: o pagode mais alto do Nepal

O pagode de cinco andares do templo Nyatapola sobre sua escadaria, na praça Taumadhi, em Bhaktapur
Foto: Göran Höglund / Wikimedia Commons (CC BY 2.0)

Parada rápida, 30 minutos, a 200 metros da praça real, na praça Taumadhi. O pagode de cinco andares, de 1702, é o mais alto do país e resistiu aos terremotos de 1934 e 2015. A escadaria é guardada por pares de lutadores, elefantes, leões, grifos e deusas, cada par dez vezes mais forte que o de baixo. Antes de ir, prove o juju dhau, o iogurte da cidade.

Brasileiro precisa de visto para o Nepal?

Precisa, mas ele sai na chegada. No aeroporto de Kathmandu, o visto de turista custa 30 dólares para 15 dias e 50 dólares para 30 dias, pagos em espécie, de preferência com notas novas. Para ganhar tempo na fila, preencha antes o formulário online do Departamento de Imigração do Nepal, até 15 dias antes do voo, e imprima o comprovante.

O passaporte precisa valer seis meses e ter uma página em branco. Leve uma foto 3x4, pedida em alguns guichês. Para este roteiro não é preciso autorização de trekking; para trilhas nas áreas de conservação, como o Annapurna, o guia licenciado é obrigatório desde 2023.

Qual a melhor época para viajar para o Nepal?

De outubro a novembro, logo depois das monções: céu limpo, montanhas visíveis quase todos os dias e temperaturas agradáveis, com os festivais de Dashain e Tihar. É a alta temporada, com voos internos e hotéis de Pokhara disputados.

Março e abril são a segunda melhor janela, com os rododendros em flor e mais névoa. Dezembro a fevereiro é frio de manhã e à noite, mas com céu claro. De junho a setembro chove quase todo dia, as montanhas ficam escondidas e os voos atrasam.

Como chegar ao Nepal e como circular entre Kathmandu e Pokhara

Não há voo direto do Brasil. As conexões mais usadas são por Doha, Dubai e Istambul, num total de 25 a 30 horas a partir de São Paulo. O aeroporto internacional de Kathmandu fica a 6 km de Thamel.

Entre Kathmandu e Pokhara, o voo de 25 minutos das companhias domésticas é a melhor opção, com atrasos comuns por neblina de manhã cedo. O ônibus turístico leva de 7 a 8 horas por uma estrada sinuosa e em obras. Nas cidades, circule de táxi, combinando o preço antes, ou por aplicativos locais de transporte. A moeda é a rúpia nepalesa; caixas eletrônicos de Thamel e Lakeside cobram taxa por saque.

Onde comer no Nepal: pratos típicos e onde comer

O prato de todo dia é o dal bhat: arroz, sopa de lentilha, curry de legumes, picles e às vezes carne, servido numa bandeja de metal. Nos restaurantes locais o refil é à vontade, daí o ditado dal bhat power, 24 hour.

Bandeja de dal bhat com arroz, sopa de lentilha, curry de legumes, verduras e papad
Dal bhat, o prato nacional do Nepal. Foto: Subhashish Panigrahi / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

O momo, pastel cozido no vapor recheado de carne de búfalo, frango ou legumes, vem com molho de tomate apimentado e é o lanche mais popular do país. A cozinha newar, do vale de Kathmandu, é a mais rica: o samay baji reúne arroz batido, carne picante, soja torrada, ovo e gengibre num mesmo prato.

Prato de momos cozidos no vapor com molho de tomate apimentado
Momos com molho de tomate. Foto: Gaurav Dhwaj Khadka / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)
Prato de khaja newar com arroz batido, batatas, carne e soja
Khaja set newar. Foto: Gaurav Dhwaj Khadka / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

Em Bhaktapur, prove o juju dhau, o iogurte cremoso e adocicado servido em pote de barro, que dá nome à cidade entre os nepaleses.

Pote de barro com juju dhau, o iogurte cremoso de Bhaktapur
Juju dhau, o iogurte de Bhaktapur. Foto: Gaurav Dhwaj Khadka / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

Onde comer: nas praças Durbar de Patan e Bhaktapur, os restaurantes newar de terraço servem samay baji com vista para os templos; em Kathmandu, as casas de momo das ruas de Asan e Indra Chowk, mais baratas e melhores que as de Thamel; em Pokhara, os cafés de Lakeside, com peixe do lago e comida de montanhista.

O que evitar: a água da torneira e o gelo, inclusive para escovar os dentes em hotéis simples; saladas cruas em lugares de pouco movimento; e os cardápios internacionais de Thamel, que cobram mais pela comida mais sem graça do país.

7 dias são suficientes para conhecer o Nepal?

Para o vale de Kathmandu e Pokhara, sim: sete dias dão tempo para as três cidades reais, as grandes estupas e o nascer do sol sobre o Annapurna sem correr. O que fica de fora é o trekking, que é o motivo de muita gente ir ao Nepal: a trilha curta de Poon Hill pede mais quatro dias a partir de Pokhara, e o acampamento base do Everest, cerca de duas semanas. Também ficam de fora o Parque Nacional de Chitwan, com rinocerontes e elefantes, e Lumbini, onde nasceu o Buda.

O Nepal combina com a Índia, a uma hora de voo de Kathmandu: veja o nosso roteiro pelo Triângulo Dourado. Para ajustar datas e voos internos, salve este roteiro no Galmund.

Orçamento estimado por pessoa (BRL)

Voo internacionalR$ 7.000 a R$ 11.000 (ida e volta do Brasil)
Hospedagem/noite40 a 110 dólares (quarto duplo)
Alimentação/dia15 a 30 dólares por pessoa
Ingressos e transporte local70 a 110 dólares (ingressos, sem o voo de parapente)
Total estimado650 a 1.100 dólares por pessoa, sem voo

Preços conferidos em 22 de setembro de 2026. Confira o valor atual em Departamento de Imigração do Nepal, visto de turista e formulário online · Nepal Tourism Board, ingressos dos patrimônios do vale.

Perguntas frequentes

Brasileiro precisa de visto para o Nepal?+

Precisa, mas é tirado na chegada ao aeroporto de Kathmandu: 30 dólares para 15 dias ou 50 dólares para 30 dias, pagos em espécie. Preencher antes o formulário online do Departamento de Imigração encurta a fila. O passaporte precisa valer seis meses.

Quanto custa uma viagem de 7 dias para o Nepal?+

Entre 650 e 1.100 dólares por pessoa, sem a passagem internacional, contando hotel de categoria média em quarto duplo, comida, os dois voos internos entre Kathmandu e Pokhara, táxis, os ingressos das praças Durbar e das estupas e os 30 dólares do visto. O voo de parapente em Sarangkot, de 80 a 100 dólares, é o maior gasto opcional. A passagem do Brasil fica entre 7.000 e 11.000 reais ida e volta.

Dá para ver o Everest sem fazer trekking?+

Dá, de avião. Os voos panorâmicos de uma hora saem de Kathmandu ao amanhecer e passam ao longo da cordilheira, com o Everest visível pela janela em dia claro. Em terra, sem trilha longa, o Himalaia mais acessível é o do Annapurna, visto de Pokhara e de Sarangkot, como neste roteiro.

Vale mais ir de avião ou de ônibus para Pokhara?+

De avião, se o tempo for curto. O voo leva 25 minutos contra 7 a 8 horas de ônibus por uma estrada sinuosa e em obras, e o ganho de quase um dia inteiro compensa a diferença de preço. O ônibus turístico só faz sentido para quem tem tempo sobrando ou quer parar em Bandipur no caminho.

Qual a melhor época para ver o Himalaia no Nepal?+

Outubro e novembro, logo depois das monções, quando o céu fica limpo e as montanhas aparecem quase todos os dias. Dezembro a fevereiro também tem céu claro, mas faz frio de manhã. De junho a setembro, as nuvens da monção escondem a cordilheira na maior parte do tempo.

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