Valletta vista do Grand Harbour, com as muralhas de pedra dourada, a cúpula da basílica e barcos no porto

Malta · Valletta · Três Cidades · Mdina · Gozo · Comino · 9 min de leitura

Roteiro Malta 6 dias: Valletta, Mdina, Gozo e Comino

6 dias · 14 cidades

← Voltar para o Roteiro

Este roteiro Malta 6 dias usa um único hotel em Valletta e circula de ônibus, ferry e barco, sem carro. A decisão que o organiza são as reservas: o Hipogeu de Ħal Saflieni esgota com semanas de antecedência e a Blue Lagoon exige passe gratuito com horário.

Em resumo: Valletta, Três Cidades e Hipogeu, Mdina e Dingli, Gozo, Comino e o sul com os templos. Visto, custos e comida estão no fim.

Dia 1: Valletta, do Upper Barrakka à Co-Catedral

Upper Barrakka Gardens: a vista do Grand Harbour

Fila de canhões da Saluting Battery abaixo do Upper Barrakka, com o Grand Harbour e o Fort St Angelo ao fundo no fim da tarde
Foto: Anton Zelenov / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

Quarenta minutos, de graça, ao lado do City Gate. Depois do check-in, comece pelo terraço sobre o Grand Harbour, com as Três Cidades do outro lado, que são o programa de amanhã. Logo abaixo fica a Saluting Battery, que dispara um canhão às 12h e às 16h. O elevador Barrakka, ao lado, desce até o cais do ferry.

Co-Catedral de São João: o Caravaggio de Valletta

Abóbada dourada e pintada da Co-Catedral de São João, em Valletta, sobre paredes entalhadas com a cruz de Malta
Foto: Simon Burchell / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

Uma hora, 15 euros com audioguia, fechada aos domingos. A cinco minutos a pé do jardim fica o interior mais rico da ilha: piso de lápides de mármore dos cavaleiros, abóbada pintada por Mattia Preti e, no oratório, A Decapitação de São João Batista, o único quadro assinado por Caravaggio. A última entrada é às 16h15: chegue até 15h45 e vá com ombros e joelhos cobertos.

Strait Street: onde jantar e beber em Valletta à noite

A Strait Street de Valletta, rua estreita de pedra clara com varandas fechadas de madeira e lampiões
Foto: Enrique Íñiguez Rodríguez (Qoan) / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

Uma quadra abaixo da catedral, esta rua estreita, paralela à Republic Street, que foi o reduto dos bares de marinheiros e hoje tem bares de vinho e mesas na calçada. Jante por aqui ou numa das escadarias vizinhas, que se enchem de mesas depois das 19h.

Dia 2: Três Cidades e o Hipogeu de Ħal Saflieni

Fort St Angelo: a fortaleza dos cavaleiros em Birgu

O Fort St Angelo na ponta de Birgu, com muralhas de pedra dourada sobre o mar azul e a cidade atrás
Foto: Felix König / Wikimedia Commons (CC BY 3.0)

Uma hora e meia, 10 euros. Desça pelo elevador Barrakka e pegue o ferry das Três Cidades, que cruza o porto em cerca de dez minutos até Birgu. O forte foi o quartel-general dos Cavaleiros de São João no Grande Cerco de 1565, e do alto se vê Valletta inteira a partir da água.

Ao meio-dia, o canhão da Saluting Battery dispara do outro lado do porto. Na saída, siga pelas ruelas de Birgu até o Palácio do Inquisidor e almoce na orla.

Gardjola Gardens: o mirante com olho e ouvido em Senglea

A guarita de pedra da Gardjola, em Senglea, com cúpula pequena e o porto ao fundo
Foto: MrPanyGoff / Wikimedia Commons (CC BY-SA 3.0)

Trinta minutos, de graça. Contorne a enseada até a ponta de Senglea, onde a guarita de pedra tem um olho e uma orelha esculpidos, símbolo da vigilância sobre o porto. É a foto clássica de Valletta vista do outro lado da água.

Hipogeu de Ħal Saflieni: como reservar e o que esperar

A câmara central do nível médio do Hipogeu de Ħal Saflieni, com portais esculpidos na rocha iluminados por luz quente
Foto: xiquinhosilva / Wikimedia Commons (CC BY 2.0)

Uma hora, 35 euros, só com reserva no site da Heritage Malta, de hora em hora e em grupos pequenos. Na alta temporada esgota com semanas de antecedência; se não conseguir, os ingressos de última hora custam 50 euros e são vendidos na véspera no Fort St Elmo, em Valletta. Crianças menores de 6 anos não entram e fotos são proibidas.

De Senglea são uns 15 minutos de ônibus até Paola. Lá embaixo há três níveis escavados na rocha há mais de 5 mil anos, com a Sala do Oráculo e tetos pintados com ocre vermelho.

Templos de Tarxien: a dez minutos a pé do Hipogeu

Ruínas dos Templos de Tarxien, com blocos de pedra megalíticos em círculo ao ar livre
Foto: Diego Delso / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

Quarenta e cinco minutos, 6 euros. Caminhe uns 500 metros até o complexo de quatro templos erguidos entre 3150 e 2500 a.C., hoje sob uma cobertura de proteção. Repare nos relevos de espirais e animais nos blocos e na base da estátua gigante da deusa da fertilidade. Da porta, o ônibus volta a Valletta em uns 20 minutos.

Dia 3: Mdina, Rabat e o pôr do sol em Dingli

Portão de Mdina: a entrada da cidade silenciosa

O portão principal de Mdina, de pedra clara, com a ponte sobre o fosso e árvores ao lado
Foto: Nenea hartia / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

Quinze minutos. O ônibus de Valletta leva cerca de 30 minutos até Rabat, ao lado da muralha. O portão barroco de 1724, sobre o fosso, foi o portão de Porto Real na primeira temporada de Game of Thrones. Chegue antes das 10h, com as ruas ainda vazias.

Catedral de São Paulo: o centro de Mdina

A fachada barroca da Catedral de São Paulo em Mdina, com duas torres de relógio sob o céu azul
Foto: Diego Delso / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

Uma hora, com ingresso combinado com o museu da catedral, comprado na bilheteria em frente. Reconstruída por Lorenzo Gafà depois do terremoto de 1693, a catedral fica onde, segundo a tradição, o governador romano Públio recebeu São Paulo depois do naufrágio. Depois, ande sem pressa pelas ruas de palácios fechados que deram a Mdina o apelido de cidade silenciosa.

Fontanella Tea Garden: o bolo de chocolate sobre as muralhas

Mesas com guarda-sóis vermelhos no terraço do Fontanella Tea Garden, sobre as muralhas de Mdina, com o campo ao fundo
Foto: Benreis / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

Quarenta e cinco minutos. O terraço sobre os bastiões do norte tem a vista mais aberta de Malta, até o mar, e é famoso pelo bolo de chocolate. Depois, desça para Rabat, que começa do lado de fora das muralhas, e almoce pastizzi no Crystal Palace.

Catacumbas de São Paulo: túneis romanos em Rabat

Galeria iluminada das Catacumbas de São Paulo, em Rabat, com túmulos escavados na rocha
Foto: Diego Delso / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

Uma hora e quinze, 6 euros. A dez minutos a pé do portão de Mdina, a rede de catacumbas dos séculos III e IV tem dezenas de túmulos e mesas de ágape escavadas na rocha, onde as famílias faziam refeições em memória dos mortos.

Dingli Cliffs: onde ver o pôr do sol em Malta

As falésias de Dingli caindo no Mediterrâneo, com vegetação baixa e uma estação de radar no alto
Foto: Felix König / Wikimedia Commons (CC BY 3.0)

Uma hora, de graça. De Rabat, o ônibus leva uns 15 minutos até as falésias de cerca de 250 metros, as mais altas de Malta, com a capela de Santa Maria Madalena na beira do penhasco e a ilhota de Filfla no mar. Fique para o pôr do sol e volte de ônibus a Valletta.

Dia 4: Gozo, de Ġgantija à Cidadela e Dwejra

Templos de Ġgantija: mais antigos que as pirâmides

As paredes de grandes blocos de pedra dos Templos de Ġgantija, em Gozo, sob o céu azul
Foto: Diego Delso / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

Uma hora e quinze, 10 euros com o moinho Ta' Kola. Pegue cedo o catamarã da Gozo Highspeed no cais abaixo do Upper Barrakka: 45 minutos até Mġarr, por 7,50 euros cada trecho. Do porto, ônibus ou táxi até Xagħra. Os dois templos foram erguidos por volta de 3600 a.C. com blocos de várias toneladas e são anteriores a Stonehenge e às pirâmides do Egito.

Cidadela de Victoria: muralhas e almoço na capital de Gozo

Muralhas restauradas da Cidadela de Victoria, em Gozo, com um canhão no bastião e a cidade abaixo
Foto: Diego Delso / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

Uma hora e meia. Almoce antes na praça It-Tokk, ao pé da Cidadela, onde o coelho ensopado é a especialidade. O acesso às muralhas é gratuito e dá a volta completa sobre a ilha; a catedral e os museus internos têm ingresso combinado.

Inland Sea de Dwejra: o que ver depois da queda da Azure Window

O túnel na falésia do Inland Sea de Dwejra, com caiaques na água verde-azulada
Foto: Bellina 09 / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

Uma hora e quinze. A Azure Window desabou em 2017, mas a baía de Dwejra continua valendo a viagem: o Inland Sea é uma lagoa ligada ao mar por um túnel na falésia, atravessado por barquinhos de pescadores quando o mar está calmo. Volte de ônibus a Mġarr e confira o horário do último catamarã para Valletta.

Dia 5: Comino, a Blue Lagoon e a Torre de Santa Maria

Blue Lagoon: como reservar o passe e chegar a Comino

A água turquesa e transparente da Blue Lagoon de Comino, com barcos ancorados e a costa rochosa
Foto: Frank Vincentz / Wikimedia Commons (CC BY-SA 3.0)

Três horas. Desde 2025 é obrigatório um passe gratuito com horário, reservado no sistema oficial indicado pela Malta Tourism Authority: de manhã (8h às 13h), à tarde (13h30 às 17h30) ou à noite. O limite é de 4 mil pessoas ao mesmo tempo, e em julho e agosto os horários da manhã acabam semanas antes.

Do terminal de Ċirkewwa, a pouco mais de uma hora de ônibus de Valletta, os barcos cruzam em 15 minutos, por cerca de 15 euros ida e volta. Leve água e chapéu: espreguiçadeiras e quiosques são caros.

Torre de Santa Maria: a caminhada até a torre de 1618

A Torre de Santa Maria, fortaleza quadrada de pedra clara sobre o platô rochoso de Comino
Foto: Dreizung / Wikimedia Commons (CC BY 3.0)

Uma hora, a pé. Uma trilha de 20 minutos pelo platô sem árvores leva da lagoa até a torre construída pelos cavaleiros em 1618, cenário do filme O Conde de Monte Cristo, de 2002. Lá de cima se veem Gozo, Malta e o mar aberto, longe da multidão da lagoa.

Dia 6: Gruta Azul, Ħaġar Qim, Marsaxlokk e o voo de volta

Gruta Azul: o passeio de barco que vale fazer cedo

O arco de pedra calcária da Gruta Azul sobre o mar azul escuro, na costa sul de Malta
Foto: Berthold Werner / Wikimedia Commons (CC BY-SA 3.0)

Uma hora. Faça o checkout cedo e use táxi por aplicativo hoje, com a mala no carro. Os barcos saem do pequeno porto de Wied iż-Żurrieq, pagos no cais, num passeio curto pelas grutas; é a luz da manhã que deixa a água azul elétrica. Com mar agitado não há saída, mas o mirante da estrada mostra o arco do alto.

Ħaġar Qim e Mnajdra: os templos sobre o mar

Interior do templo de Ħaġar Qim, com paredes de grandes lajes de pedra sob a tenda de proteção
Foto: Diego Delso / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

Uma hora e meia, 10 euros pelos dois. A cerca de 1,5 km da Gruta Azul, o centro de visitantes dá acesso a Ħaġar Qim, no alto, e a Mnajdra, 500 metros abaixo, na direção do mar. Os dois ficam sob tendas de proteção; em Mnajdra, o sol nasce alinhado com a porta principal nos equinócios.

Marsaxlokk: almoço de peixe entre os barcos luzzu

Barcos luzzu coloridos ancorados no porto de Marsaxlokk, com a vila ao fundo
Foto: Kritzolina / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

Uma hora e quinze. Uns 20 minutos de carro levam à vila de pescadores dos luzzu, barcos pintados de azul, amarelo e vermelho com o olho de Osíris na proa. Aos domingos de manhã a orla vira mercado de peixe. Almoce o peixe do dia grelhado num dos restaurantes do cais.

St Peter's Pool: o último mergulho antes do aeroporto

A piscina natural de St Peter's Pool, com água turquesa entre plataformas de rocha calcária
Foto: Imhotep tep / Wikimedia Commons (CC0)

Uma hora. A piscina natural de rocha fica a 2 km de Marsaxlokk e a uns 15 minutos de carro do aeroporto. Não há areia, sombra nem quiosque: leve água e entre no mar pelas pedras planas. Daqui, siga direto para o voo.

Qual a melhor época para viajar para Malta?

De abril a junho e de setembro a outubro: entre 20 e 28 graus, mar bom para nadar a partir de maio e menos gente que em julho e agosto, quando o calor passa de 30 graus e a Blue Lagoon lota. No inverno, de dezembro a fevereiro, faz entre 10 e 17 graus e o roteiro funciona bem nas cidades, mas os barcos para Comino e para a Gruta Azul podem não sair por causa do vento.

Precisa de visto para ir a Malta?

Brasileiros não precisam de visto para ficar até 90 dias em Malta, que faz parte do Espaço Schengen. Leve passaporte válido por pelo menos três meses depois da saída, passagem de volta, reserva de hotel e comprovante de dinheiro; o seguro-viagem com cobertura mínima de 30 mil euros pode ser pedido na imigração. Desde outubro de 2025, a primeira entrada registra impressões digitais e foto no sistema europeu EES. Acompanhe também o ETIAS, a autorização eletrônica que a União Europeia prevê para os próximos anos.

Como chegar a Malta e como circular sem carro

Não há voo direto do Brasil: as conexões mais comuns são por Lisboa, Roma, Istambul ou Frankfurt. O aeroporto fica a 8 km de Valletta, a uns 20 minutos de táxi ou de ônibus expresso. Na ilha, o cartão Explore de 7 dias, por 25 euros, dá ônibus ilimitado; compre no próprio aeroporto. O ferry das Três Cidades e o catamarã da Gozo Highspeed saem do cais abaixo do Upper Barrakka.

O inglês é língua oficial ao lado do maltês, a moeda é o euro, a tomada é a britânica, de três pinos, e o trânsito anda pela esquerda, mais um motivo para não alugar carro.

Onde comer em Malta: pratos típicos e endereços

A comida de rua de Malta é o pastizz, folhado em forma de losango recheado de ricota ou de purê de ervilha, que custa menos de 1 euro e se come quente, de manhã cedo ou no fim da noite. O endereço mais famoso é o Crystal Palace, também chamado Is-Serkin, em Rabat, a poucos passos do portão de Mdina.

Dois pastizzi folhados e dourados sobre papel, recém-saídos do forno em Rabat
Pastizzi em Rabat. Foto: Kritzolina / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)
O balcão do Crystal Palace, em Rabat, com clientes esperando os pastizzi
O balcão do Crystal Palace, em Rabat. Foto: Rhododendrites / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

O prato nacional é o stuffat tal-fenek, coelho ensopado no vinho tinto com alho e louro, servido em restaurantes de família e no almoço de domingo; em Gozo, peça na praça It-Tokk, em Victoria. No dia a dia, a ftira, pão de fermentação natural recheado de atum, tomate, alcaparras e azeitonas, é o almoço barato da praia. Para beber, o refrigerante amargo de laranja Kinnie e a cerveja Cisk.

Prato de coelho ensopado com cenoura e batata num restaurante de Victoria, em Gozo
Coelho ensopado em Victoria, Gozo. Foto: Benreis / Wikimedia Commons (CC BY 3.0)
Ftira recheada de atum servida com salada num restaurante de Marsaxlokk
Ftira de atum em Marsaxlokk. Foto: Kritzolina / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

Em Valletta, o Caffe Cordina, fundado em 1837 e instalado na Republic Street, é o café histórico para um doce e um expresso sob o teto pintado. O que evitar: restaurantes com cardápio de fotos e vendedor na porta em St Julian's e Paceville, e os quiosques de drinques servidos no abacaxi da Blue Lagoon, que cobram caro.

O salão do Caffe Cordina, em Valletta, com teto pintado em arco e lustre de cristal
O salão do Caffe Cordina, em Valletta. Foto: Andrzej Otrębski / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

6 dias são suficientes para conhecer Malta?

São suficientes para o essencial das três ilhas sem trocar de hotel: Valletta, as Três Cidades, Mdina, Gozo, Comino e os templos pré-históricos. Com um sétimo dia, durma uma noite em Gozo para ver Xlendi e Ramla Bay, ou pegue o ferry de Valletta para Pozzallo, de cerca de 1h45, e emende com o roteiro da Sicília oriental em 6 dias.

Salve este roteiro no Galmund para ter o cronograma e o mapa de cada dia no celular.

Orçamento estimado por pessoa (BRL)

Voo internacionalR$ 4.500 a R$ 8.000 (ida e volta do Brasil, com conexão em Lisboa, Roma, Istambul ou Frankfurt)
Hospedagem/noite100 a 200 euros (quarto duplo em hotel de três ou quatro estrelas em Valletta)
Alimentação/dia35 a 60 euros por pessoa; um pastizz custa menos de 1 euro
Ingressos e transporte localCerca de 100 euros por pessoa: Hipogeu 35 euros, Co-Catedral de São João 15 euros, Ħaġar Qim e Mnajdra 10 euros, Fort St Angelo 10 euros, Ġgantija 10 euros, Catacumbas de São Paulo 6 euros, Templos de Tarxien 6 euros e o barco da Gruta Azul, pago no cais
Total estimado800 a 1.300 euros por pessoa, sem aéreo

Preços conferidos em 12 de outubro de 2026. Confira o valor atual em Hipogeu de Ħal Saflieni, Heritage Malta · Ħaġar Qim e Mnajdra, Heritage Malta · Fort St Angelo, Heritage Malta · Co-Catedral de São João, site oficial · Tarifas da Gozo Highspeed · Tarifas de ônibus, Malta Public Transport · Passe da Blue Lagoon, Malta Tourism Authority.

Perguntas frequentes

Quanto custa uma viagem de 6 dias para Malta?+

Entre 800 e 1.300 euros por pessoa, sem a passagem, dividindo quarto duplo: cinco noites em Valletta, comida, cartão de ônibus, ferries e cerca de 100 euros em ingressos, com o Hipogeu (35 euros) e a Co-Catedral de São João (15 euros) como os mais caros. A passagem do Brasil fica entre R$ 4.500 e R$ 8.000 ida e volta, com conexão na Europa.

Onde ficar em Malta: Valletta ou Sliema?+

Para este roteiro, Valletta. É dali que saem o ferry das Três Cidades, o catamarã para Gozo e os ônibus para Mdina e para o sul, e à noite a cidade é tranquila. Sliema e St Julian's têm mais hotéis de praia e vida noturna, mas pedem ferry ou ônibus a cada saída.

Precisa alugar carro em Malta?+

Não. Os ônibus cobrem as duas ilhas, os ferries ligam Valletta às Três Cidades e a Gozo, e no último dia um táxi por aplicativo resolve o sul. Além disso, o trânsito é pela esquerda e as ruas de Valletta são estreitas e cheias de escadas.

Vale a pena visitar a Blue Lagoon?+

Vale, se você reservar o passe gratuito e chegar cedo. Depois das 11h a lagoa se enche de barcos de passeio. Em julho e agosto, considere o horário da noite ou um passeio de barco que só para na lagoa para nadar, sem desembarcar.

Como reservar o Hipogeu de Ħal Saflieni?+

Pelo site da Heritage Malta, com a maior antecedência possível: o ingresso custa 35 euros e esgota semanas antes na alta temporada. Se não houver vaga, os ingressos de última hora, a 50 euros, são vendidos na véspera, por ordem de chegada, no Fort St Elmo, em Valletta.

St John's Co-CathedralUpper Barrakka GardensStrait StreetFort St AngeloGardjola GardensĦal Saflieni HypogeumTarxien TemplesMdina GateSt Paul's CathedralFontanella Tea GardenSt Paul's CatacombsDingli CliffsĠgantijaCittadellaInland SeaBlue LagoonSanta Marija TowerBlue GrottoĦaġar QimMarsaxlokkSt Peter's Pool

Pronto para viajar?

Salve este roteiro no seu Galmund e leve o cronograma, o mapa e o orçamento com você. Edite, compartilhe e acompanhe tudo no globo.

Salvar este roteiro no meu Galmund

Já esteve lá?

Marque esta viagem no seu globo e guarde as fotos no lugar onde foram tiradas.

Marcar no meu globo