Lago Sørvágsvatn entre penhascos verticais sobre o oceano Atlântico, na ilha de Vágar, nas Ilhas Faroé

Ilhas Faroé · Tórshavn · Vágar · Saksun · Gjógv · Kalsoy · Kirkjubøur · 9 min de leitura

Roteiro Ilhas Faroé 5 dias: Tórshavn, Vágar, Gjógv e Kalsoy

5 dias · 17 cidades

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Este roteiro Ilhas Faroé 5 dias usa uma base só, em Tórshavn, e um carro alugado: os túneis submarinos deixam Vágar, Eysturoy, Kalsoy e Sandoy a menos de 1h30 da capital, sem trocar de hotel. Troque a ordem dos dias conforme a previsão do tempo.

Em resumo: Tórshavn, Vágar, Saksun e Gjógv, Kalsoy com o farol de Kallur e, no último dia, Kirkjubøur e Sandoy. Visto, trilhas pagas e comida, no fim.

Dia 1: Tórshavn, Tinganes e a fortaleza de Skansin

Havnar Kirkja: a catedral de madeira sobre o porto

Catedral branca de Tórshavn com torre do relógio e telhado cinza, entre árvores e casas coloridas, sob céu azul
Foto: Henrik Dvergsdal / Wikimedia Commons (CC BY-SA 3.0)

Do aeroporto de Vágar a Tórshavn são 45 minutos de carro, passando pelo primeiro túnel submarino. Depois do check-in, comece pela catedral branca de 1788, no alto da ladeira que desce para o porto. Ela é a sede da igreja faroesa desde 1990. Meia hora basta.

Tinganes: o parlamento viking e as casas de telhado de grama

Casas de madeira vermelha com telhado de grama na ponta rochosa de Tinganes, cercadas pelo porto de Tórshavn
Foto: Erik Christensen / Wikimedia Commons (CC BY-SA 3.0)

Duzentos metros ladeira abaixo fica a península onde o parlamento viking se reunia ao ar livre já no século IX. Hoje as casas vermelhas de telhado de grama são o gabinete do primeiro-ministro, e mesmo assim se caminha livremente entre elas.

Perca-se nas vielas do bairro de Reyn, logo atrás, com casas pretas de madeira dos séculos XVIII e XIX. Uma hora.

Skansin: a fortaleza contra piratas na entrada do porto

Muralhas de grama da fortaleza de Skansin com farol vermelho e branco e mastro, de frente para o mar em Tórshavn
Foto: Erik Christensen / Wikimedia Commons (CC BY-SA 3.0)

Contorne o porto leste por uns 400 metros até a fortaleza erguida no século XVI contra piratas. Sobraram muralhas de grama, o farol e dois canhões britânicos da Segunda Guerra, quando as ilhas foram ocupadas pelo Reino Unido. É o melhor lugar para ver o porto no fim da tarde. Quarenta e cinco minutos.

Dia 2: Vágar, Trælanípa e a cachoeira Múlafossur

Trøllkonufingur: o Dedo da Bruxa em Sandavágur

Pilar de rocha fino do Trøllkonufingur saindo do mar ao lado de penhascos verdes, com neblina sobre a costa de Vágar
Foto: PanWoyteczek / Wikimedia Commons (CC BY 4.0)

Saia de Tórshavn às 8h45 e atravesse de novo o túnel de Vágar. Em Sandavágur, a primeira vila, uma estrada estreita leva a um estacionamento e a uma caminhada curta até o mirante do pilar de 313 metros que sai do mar. Quarenta e cinco minutos com a ida e a volta.

Trælanípa e Sørvágsvatn: o lago que parece flutuar sobre o oceano

Lago Sørvágsvatn sobre penhascos verticais que caem no mar azul, visto do alto de Trælanípa, com montanhas verdes ao fundo
Foto: Ekrem Canli / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

É a foto mais famosa das ilhas, e a trilha é terra de fazenda privada: pague na recepção dos donos, no início do caminho em Miðvágur. Sem guia, custa DKK 200; com guia, DKK 450, com saídas às 9h, 12h e 15h. São cerca de 3 km planos até a beira do penhasco.

Lá em cima, o ângulo certo faz o lago parecer acima do mar. Siga até a cachoeira Bøsdalafossur, que despenca no oceano. Reserve três horas e fique longe da beirada com vento.

Bøur: a vista de Tindhólmur

Casas de telhado de grama de Bøur na encosta verde, com a ilhota pontuda de Tindhólmur no mar ao fundo
Foto: Ulrich Latzenhofer / Wikimedia Commons (CC BY-SA 2.0)

Dez minutos depois do aeroporto, o vilarejo de Bøur olha de frente para Tindhólmur, a ilhota em forma de dente, e para os pilares de Drangarnir. Pare no acostamento antes da descida para a foto de cima. Meia hora.

Múlafossur: a cachoeira que cai direto no mar

Cachoeira Múlafossur caindo do penhasco verde direto no oceano, com o vilarejo de Gásadalur e a montanha Árnafjall ao fundo
Foto: Ekrem Canli / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

Um túnel curto leva a Gásadalur, vilarejo de poucas casas no alto do penhasco. Do estacionamento, cinco minutos a pé chegam ao mirante de onde a água cai no oceano, com a montanha atrás. Vá no fim da tarde, quando os ônibus de excursão já foram. Uma hora.

De maio a agosto, troque este dia por Mykines, a ilha dos papagaios-do-mar: barco de Sørvágur, guia obrigatório e taxa de DKK 500, reservados com semanas de antecedência. A trilha até o farol segue fechada por deslizamento.

Dia 3: Saksun, Tjørnuvík e Gjógv

Saksun: a igreja de telhado de grama e a laguna de maré

Casas de telhado de grama de Saksun no vale verde, com a laguna e as montanhas ao fundo
Foto: MiroRosa / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

Uma hora ao norte de Tórshavn, a estrada de pista única termina num vale fechado, com a igreja de 1858 e a laguna que esvazia na maré baixa. A terra é de fazenda: estacione onde indicado, respeite as cercas e leve cartão para a eventual cobrança na porteira. Confira a tábua de marés se quiser caminhar pela areia até o mar. Uma hora e meia.

Fossá: a cachoeira mais alta das Ilhas Faroé

Cachoeira Fossá descendo em dois saltos pela parede de rocha verde, vista de baixo
Foto: Ekrem Canli / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

Volte até a estrada da costa e siga para o norte. A cachoeira de cerca de 140 metros em dois saltos fica ao lado do asfalto, com acostamento. Vinte minutos.

Tjørnuvík: a praia de areia escura no fim da estrada

Vilarejo de Tjørnuvík na enseada, com casas coloridas, areia escura e os pilares de rocha no mar ao fundo
Foto: Absalon Hansen/Ehrenberg Kommunikation / Wikimedia Commons (CC BY 2.0)

A estrada termina na enseada mais ao norte de Streymoy, com praia de areia escura e surfistas no verão. Do fim do vilarejo se veem os pilares de Risin og Kellingin do outro lado do estreito. Almoce aqui; no verão há um café na praia. Uma hora e quinze.

Alternativa de manhã: o passeio de barco aos penhascos de aves de Vestmanna, de maio a setembro, a 30 minutos daqui.

Risin og Kellingin: o Gigante e a Bruxa vistos de Eiði

Dois pilares de rocha no mar ao pé de um penhasco alto, perto de Eiði, sob céu com nuvens
Foto: Erik Christensen / Wikimedia Commons (CC BY-SA 3.0)

Atravesse para Eysturoy pela ponte de Streymin, apelidada de ponte sobre o Atlântico, e siga até Eiði. Na estrada ao norte do vilarejo há um mirante para os dois pilares que, pela lenda, eram dois trolls transformados em pedra pelo sol. Meia hora.

Gjógv: o porto dentro de uma garganta

Garganta estreita de rocha cheia de mar verde em Gjógv, com encostas de grama dos dois lados e rampa de barcos
Foto: Erik Christensen / Wikimedia Commons (CC BY-SA 3.0)

Volte por Eiði e suba a estrada da montanha: no passo de Eiðisskarð começa a trilha do Slættaratindur, o ponto mais alto do país, com 880 metros. Do outro lado fica Gjógv, que leva o nome da garganta de uns 200 metros onde o mar entra e os barcos são puxados por uma rampa.

Caminhe pela borda da garganta e pelas casas coloridas e tome um café no Gjáargarður, a pousada de telhado de grama. Uma hora e meia. Volte a Tórshavn pelo túnel de Eysturoy, que tem uma rotunda iluminada embaixo do mar.

Dia 4: Kalsoy, o farol de Kallur e Viðareiði

Kallur: a trilha do farol na ponta norte de Kalsoy

Farol branco de Kallur numa crista de grama verde, com um penhasco de rocha alto ao lado e o mar ao fundo
Foto: Maxdifra74 / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

Saia de Tórshavn às 7h para pegar a balsa da manhã em Klaksvík até Syðradalur, uns 20 minutos. Reserve no site da SSL e chegue cedo, porque a balsa leva poucos carros. De lá são 25 minutos de estrada e túneis até Trøllanes.

A trilha é paga, DKK 200 por adulto, e leva umas duas horas e meia ida e volta pela crista até o farol. No alto há uma lápide de James Bond, porque a ilha é cenário do fim de 007 Sem Tempo para Morrer. Com neblina ou vento forte, não suba: a crista não tem proteção.

Kópakonan: a Mulher Foca de Mikladalur

Estátua de bronze da Mulher Foca de pé nas pedras à beira do mar em Mikladalur, com montanhas ao fundo
Foto: lamblukas / Wikimedia Commons (CC BY 2.0)

No caminho de volta à balsa, desça até o porto de Mikladalur. A estátua de 2014 conta a lenda da foca que tirava a pele para dançar como mulher e foi presa por um pescador que a escondeu. Meia hora.

Christianskirkjan: a igreja com um barco no teto, em Klaksvík

Igreja de pedra cinza Christianskirkjan com janela redonda e telhado escuro em Klaksvík, com montanhas atrás
Foto: Erik Christensen / Wikimedia Commons (CC BY-SA 3.0)

De volta a Klaksvík, a igreja de pedra de 1963 tem um barco de remo pendurado no meio da nave, uma homenagem aos pescadores perdidos no mar. Trinta minutos.

Viðareiði: o vilarejo mais ao norte das ilhas

Igreja branca de Viðareiði com telhado de grama na casa ao lado, montanhas verdes e o mar ao fundo, sob céu azul
Foto: Erik Christensen / Wikimedia Commons (CC BY-SA 3.0)

Trinta minutos a nordeste, o último vilarejo das ilhas fica entre duas montanhas e o mar. A igreja de 1892 guarda uma prataria dada pelo governo britânico depois que os moradores salvaram a tripulação de um navio inglês em 1847. Quem tiver fôlego pode subir o Villingadalsfjall, trilha paga de DKK 200. Uma hora e quinze no vilarejo.

Dia 5: Kirkjubøur, o túnel de Sandoy e o voo de volta

Kirkjubøur: a catedral inacabada e a fazenda medieval

Paredes de pedra cinza com janelas góticas da catedral de São Magno em Kirkjubøur, sobre gramado, sob céu azul
Foto: Pjt56 / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

Faça o check-out cedo e dirija 20 minutos para o sul até Kirkjubøur, o centro religioso das ilhas na Idade Média. A catedral de São Magno, de cerca de 1300, nunca ganhou telhado. Ao lado ficam a igreja de Santo Olavo, a mais antiga ainda em uso no país, e Kirkjubøargarður, casa de fazenda de madeira habitada pela mesma família há 17 gerações. Uma hora e quinze.

Sandur: a praia de areia clara de Sandoy

Praia de areia clara em curva e água transparente em Sandur, com o vilarejo e as encostas verdes de Sandoy ao fundo
Foto: EileenSanda / Wikimedia Commons (CC BY-SA 3.0)

A entrada do túnel de Sandoy fica a cinco minutos de Kirkjubøur. Aberto em dezembro de 2023, ele tem 10,8 km e desce a 155 metros abaixo do mar, com desenhos do artista Edward Fuglø nas paredes. Do outro lado, Sandur tem praia de areia clara, dunas protegidas e um lago atrás. Uma hora e quinze.

Skopun: o porto colorido no caminho de volta

Porto de Skopun com barcos de pesca e casas coloridas na encosta verde de Sandoy
Foto: Erik Christensen / Wikimedia Commons (CC BY-SA 3.0)

Antes de voltar ao túnel, desvie cinco minutos até Skopun, o antigo porto da balsa, com casas coloridas e barcos de pesca. Saia daqui até 13h30: do túnel de Sandoy ao aeroporto são cerca de 1h10 de estrada. Trinta minutos.

Precisa de visto para ir às Ilhas Faroé?

Não. As Ilhas Faroé ficam fora do espaço Schengen, mas seguem a regra da Dinamarca: quem entra na Dinamarca sem visto, como os brasileiros, também entra nas Faroé. A estada conta no limite de 90 dias a cada 180 somado com Schengen. Leve passaporte válido, seguro-viagem e a passagem de volta.

A moeda é a coroa faroesa, atrelada 1 por 1 à coroa dinamarquesa, que também é aceita. O cartão funciona em quase tudo, inclusive nas taxas das trilhas.

Qual a melhor época para viajar às Ilhas Faroé?

De maio a setembro. Em junho e julho o dia tem quase 20 horas de luz, as trilhas pagas funcionam todos os dias e os papagaios-do-mar ficam em Mykines até agosto. Maio e setembro têm menos gente e preço menor.

O clima é oceânico: uns 11 graus no verão e perto de 3 graus no inverno, com chuva, vento e neblina em qualquer mês. Por isso a ordem dos dias deste roteiro é flexível: guarde Trælanípa e Kallur para o dia mais aberto da previsão.

Como chegar às Ilhas Faroé e como circular: voos, carro e túneis

Não há voo direto do Brasil. O caminho mais comum é chegar a Copenhague e seguir pela Atlantic Airways ou pela SAS, cerca de 2 horas até o aeroporto de Vágar. A Icelandair liga Reykjavík a Vágar, o que permite combinar com o roteiro de 7 dias pela Islândia; de Bergen também há voo, a porta de entrada do roteiro dos fiordes da Noruega.

Alugue o carro no aeroporto. As estradas são boas, a mão é a da direita, e há ovelhas soltas em quase todas. Os quatro túneis submarinos são pagos e a cobrança vem pela locadora: DKK 100 ida e volta nos de Vágar e Klaksvík e DKK 175 por trecho nos de Eysturoy e Sandoy. Neste roteiro, conte cerca de DKK 1.200 por carro.

A balsa de Klaksvík a Kalsoy custa DKK 160 por carro ida e volta e precisa de reserva no site da SSL.

Quanto custam as trilhas pagas nas Ilhas Faroé?

Boa parte das trilhas famosas passa por terra de fazenda, e os donos cobram pelo acesso. Os valores atuais no site oficial de turismo: Trælanípa, DKK 200 sem guia ou DKK 450 com guia; Kallur, DKK 200; Villingadalsfjall, DKK 200; Drangarnir, DKK 600 com guia obrigatório; Mykines, DKK 500 com guia, mais a balsa.

Uma lei de turismo sustentável aprovada em 2024 criou, desde fevereiro de 2026, uma taxa de DKK 20 por noite em hospedagem paga e deve mudar as cobranças das trilhas. Confira o valor na véspera.

Onde comer nas Ilhas Faroé: pratos típicos e os melhores restaurantes

A cozinha faroesa gira em torno do cordeiro, do peixe e da fermentação ao vento. O skerpikjøt é perna de carneiro seca por meses num galpão de ripas, o hjallur, e servida em fatias finas. O ræst é o mesmo processo levado ao ponto de fermentação, em carne ou peixe, de sabor forte. Prove ao menos uma vez.

Pernas de carneiro penduradas para secar numa parede de madeira escura, o processo do skerpikjøt
Carneiro secando ao vento em Akrar, Suðuroy. Foto: Erik Christensen / Wikimedia Commons (CC BY-SA 3.0)

Em Tórshavn, a Áarstova ocupa casas de telhado de grama no alto de Tinganes e é a casa do cordeiro faroês, com menu degustação. Reserve.

Restaurante Áarstova em casas pretas de madeira com telhado de grama no centro de Tórshavn
Áarstova, em Tórshavn. Foto: Raf24 / Wikimedia Commons (CC BY 4.0)

A Katrina Christiansen serve pratos faroeses em porções para dividir numa casa do começo do século XVIII onde nasceu o escritor William Heinesen. Abre às 17h e, no domingo, tem almoço de cordeiro.

Fachada azul de madeira da casa histórica do restaurante Katrina Christiansen em Tórshavn
Katrina Christiansen, em Tórshavn. Foto: Laurel Lodged / Wikimedia Commons (CC BY 4.0)

Para comer na casa de um faroês, procure o heimablídni: famílias de agricultores e pescadores recebem visitantes para jantar, com reserva pelo site de turismo. Evite deixar as refeições para os vilarejos sem conferir: fora de Tórshavn e Klaksvík muita coisa só abre no verão, então leve lanche nos dias de estrada.

5 dias são suficientes para conhecer as Ilhas Faroé?

Para as cinco ilhas principais ligadas por estrada, sim: Streymoy, Vágar, Eysturoy, Kalsoy e Sandoy cabem em cinco dias com uma base em Tórshavn. Com sete, dá para somar Mykines no verão e um dia de folga para o tempo ruim. Suðuroy, a ilha do sul, pede mais dois dias por causa da balsa de duas horas.

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Orçamento estimado por pessoa (BRL)

Voo internacionalR$ 5.000 a R$ 8.000 do Brasil até Copenhague, mais cerca de DKK 1.500 a 3.000 ida e volta até Vágar
Hospedagem/noiteDKK 1.200 a 2.000 por quarto duplo em Tórshavn
Alimentação/diaDKK 450 a 800 por pessoa, com um jantar em restaurante
Ingressos e transporte localDKK 400 por pessoa nas trilhas pagas (Trælanípa sem guia e Kallur, DKK 200 cada); com guia em Trælanípa, DKK 650
Total estimadoDKK 9.000 a 12.000 por pessoa, sem aéreo

Preços conferidos em 19 de outubro de 2026. Confira o valor atual em Taxas das trilhas, Visit Faroe Islands · Pedágio dos túneis submarinos, Tunnil · Preços das balsas, Strandfaraskip Landsins · Entrada nas Ilhas Faroé, Serviço de Imigração da Dinamarca.

Perguntas frequentes

Quanto custa uma viagem de 5 dias para as Ilhas Faroé?+

Cerca de DKK 9.000 a 12.000 por pessoa, sem o aéreo, dividindo carro e quarto: hotel em Tórshavn, carro alugado, túneis, balsa de Kalsoy, comida e as trilhas pagas de Trælanípa e Kallur.

Brasileiro precisa de visto para as Ilhas Faroé?+

Não. Quem entra na Dinamarca sem visto também entra nas Ilhas Faroé, com estada contada no limite de 90 dias a cada 180 junto com Schengen.

Precisa alugar carro nas Ilhas Faroé?+

É o jeito mais prático. Os ônibus existem, mas têm poucos horários para os vilarejos do roteiro, como Gásadalur, Saksun e Trøllanes.

Qual o melhor mês para ver papagaios-do-mar nas Ilhas Faroé?+

De meados de maio a agosto, em Mykines, com barco de Sørvágur, guia obrigatório e reserva com antecedência.

Havnar KirkjaTinganesSkansinTrøllkonufingurTrælanípaBøurMúlafossurSaksunar KirkjaFossá waterfallTjørnuvíkRisin og KellinginGjógvKallurKópakonanChristianskirkjanViðareiðis KirkjaMagnus CathedralSandurSkopun

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