Icebergs na lagoa glacial de Jökulsárlón, no sul da Islândia

Islândia · Reykjavík · Círculo Dourado · Costa sul · Vík · Jökulsárlón · Skaftafell · Península de Reykjanes · 12 min de leitura

Roteiro Islândia 7 dias: Círculo Dourado, costa sul e Jökulsárlón

7 dias · 12 cidades

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Este roteiro de 7 dias pela Islândia é de carro alugado e vai e volta pela costa sul, de Reykjavík até a lagoa glacial de Jökulsárlón, com uma noite em cada etapa para não passar o dia no volante.

Em resumo: Reykjavík, Círculo Dourado, as cachoeiras e a praia preta de Vík, Skaftafell e Jökulsárlón, um banho de rio quente e Reykjanes. Visto, época e comida estão no fim.

Dia 1: chegada a Reykjavík, da Hallgrímskirkja ao mar

Hallgrímskirkja: a vista do alto da torre

A fachada da Hallgrímskirkja, em Reykjavík, com a torre em degraus de concreto e a estátua de Leif Erikson em frente
Foto: Jakub Hałun / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

Cerca de uma hora; a igreja é gratuita e a torre custa 1.500 coroas, com elevador. No inverno a torre abre das 10h às 16h45, e no verão até as 19h45. O aeroporto de Keflavík fica a 45 minutos de carro do centro.

A torre de concreto de 74,5 metros imita as colunas de basalto da ilha, e de cima se veem os telhados coloridos de Reykjavík, o porto e o monte Esja. Na frente está a estátua de Leif Erikson, o viking que chegou à América cinco séculos antes de Colombo.

Sólfarið: o barco de aço e a primeira chance de aurora

A escultura Sólfarið, o barco de aço na orla de Reykjavík, com aurora boreal verde no céu
Foto: john.purvis / Wikimedia Commons (CC BY 2.0)

Parada rápida, 30 minutos, de graça. Desça a rua Skólavörðustígur, a das faixas coloridas, até a orla: são 15 minutos a pé.

A escultura em forma de barco viking é de 1990 e fica de frente para o monte Esja. De setembro a abril, em noite limpa, é um dos lugares do centro onde dá para ver a aurora boreal; confira a previsão de nuvens e de atividade no site do instituto de meteorologia antes de sair.

Dia 2: o Círculo Dourado, de Þingvellir a Kerið

Þingvellir: a fenda entre dois continentes

A trilha no fundo da fenda de Almannagjá, entre paredões de rocha vulcânica, no Parque Nacional Þingvellir
Foto: Diego Delso / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

Cerca de 1h30; o estacionamento custa 1.000 coroas e vale o dia inteiro em todos os bolsões do parque. Fica a 45 minutos de Reykjavík.

A trilha de Almannagjá passa pelo fundo da fenda entre as placas tectônicas da América do Norte e da Eurásia, que se afastam cerca de 2 centímetros por ano. Foi aqui que o parlamento islandês se reuniu a partir de 930, e o parque é Patrimônio Mundial. Quem mergulha pode fazer o snorkel na fenda de Silfra, com agência e roupa seca.

Geysir e Strokkur: a erupção a cada poucos minutos

A coluna de água e vapor da erupção do gêiser Strokkur contra o céu azul
Foto: Diego Delso / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

Cerca de uma hora, de graça, a 50 minutos de Þingvellir. O Geysir, que deu nome a todos os gêiseres do mundo, está quase sempre parado; quem faz o espetáculo é o vizinho, o Strokkur.

Ele lança água fervente a 15 ou 20 metros a cada poucos minutos. Fique do lado de onde o vento vem, para não tomar o banho de vapor, e respeite as cordas: a água das poças em volta ferve.

Gullfoss: a cachoeira dourada em dois degraus

A cachoeira Gullfoss caindo em dois degraus dentro do cânion do rio Hvítá, com névoa subindo
Foto: Diego Delso / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

Cerca de uma hora, de graça, a 10 minutos do Geysir. O rio Hvítá cai 32 metros em dois degraus e some numa garganta estreita.

Há dois mirantes: o de cima, perto da lanchonete, e o de baixo, que chega quase à beira da queda e onde você se molha. No inverno parte da trilha de baixo fecha por gelo.

Kerið: a cratera do lago azul

A cratera de Kerið com encostas vermelhas e o lago azul-escuro no fundo
Foto: Alexander Grebenkov / Wikimedia Commons (CC BY 3.0)

Parada rápida, 30 minutos, 700 coroas. Fica no caminho para o sul, a cerca de uma hora de Gullfoss.

A cratera tem encostas de rocha vulcânica vermelha e um lago azul-escuro no fundo. Dá a volta pela borda em 15 minutos e desce até a água por uma escada. Siga para dormir em Hella, a 40 minutos.

Dia 3: a costa sul, das cachoeiras à praia preta de Vík

Seljalandsfoss: por trás da cachoeira

A cachoeira Seljalandsfoss caindo de um paredão verde, com a trilha que passa por trás da queda
Foto: Jakub Hałun / Wikimedia Commons (CC BY 4.0)

Cerca de uma hora; o estacionamento custa 1.000 coroas. Fica a 30 minutos de Hella, na beira da estrada 1.

A queda de cerca de 60 metros tem uma trilha que passa por trás da cortina de água. Leve capa de chuva e calçado que aguente pedra molhada; no inverno a trilha de trás costuma fechar por gelo.

Gljúfrabúi: a cachoeira escondida na fenda

A cachoeira Gljúfrabúi caindo dentro de um cânion estreito de paredes cobertas de musgo
Foto: Pjt56 / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

Parada rápida, 30 minutos, de graça, a 600 metros ao norte de Seljalandsfoss pela mesma trilha.

A cachoeira fica dentro de um cânion estreito e só aparece para quem entra pela fenda, pisando nas pedras do riacho. Vá de bota impermeável: o pé molha.

Skógafoss: a cortina de 60 metros

A cachoeira Skógafoss, larga cortina de água caindo de um paredão verde sobre a planície
Foto: Jakub Hałun / Wikimedia Commons (CC BY 4.0)

Cerca de uma hora, de graça, a 30 minutos de Seljalandsfoss. A queda tem 60 metros de altura e 25 de largura, e em dia de sol aparece um arco-íris na névoa.

Suba a escada de mais de 500 degraus até o mirante do topo, de onde começa a trilha de Fimmvörðuháls, que segue o rio por uma série de cachoeiras menores.

Reynisfjara: a praia preta e as ondas que matam

A praia de areia preta de Reynisfjara com as colunas de pedra de Reynisdrangar no mar
Foto: Martin Falbisoner / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

Cerca de uma hora e meia, de graça, a 40 minutos de Skógafoss. É a praia de areia preta de Vík, com as colunas de basalto no morro e as pedras de Reynisdrangar no mar.

Leve a sério o aviso: as ondas traiçoeiras chegam sem aviso muito além da linha da água e já arrastaram turistas. Fique a pelo menos 30 metros do mar, nunca de costas para ele, e obedeça o semáforo da entrada, que fecha a praia em dias de mar forte. A caverna de basalto está proibida desde a erosão de 2026. Durma em Vík.

Dia 4: de Vík a Jökulsárlón, pelo cânion e por Skaftafell

Fjaðrárgljúfur: o cânion de musgo

O cânion Fjaðrárgljúfur com paredes cobertas de musgo e o rio correndo no fundo
Foto: Syrio / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

Cerca de uma hora, com estacionamento pago, a uma hora de Vík e pouco antes de Kirkjubæjarklaustur. O cânion tem cerca de 100 metros de profundidade e 2 km de extensão.

A trilha vai pela borda até um mirante sobre as curvas do rio. Fique na trilha marcada: o musgo leva décadas para se recuperar do pisoteio, e a trilha fecha em algumas épocas para proteger a vegetação.

Svartifoss: a cachoeira das colunas de basalto

A cachoeira Svartifoss caindo entre colunas de basalto negro, com mata verde em volta
Foto: Martin Falbisoner / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

Cerca de duas horas, com estacionamento de 1.110 coroas no Parque Nacional Vatnajökull, a 1h15 do cânion. A trilha tem 1,5 km de subida desde o centro de visitantes de Skaftafell, cerca de 45 minutos.

A queda é pequena, mas a moldura é única: colunas hexagonais de basalto negro penduradas como tubos de órgão. No caminho há duas cachoeiras menores.

Jökulsárlón: a lagoa dos icebergs

Icebergs azuis e brancos flutuando na lagoa glacial de Jökulsárlón
Foto: Jakub Hałun / Wikimedia Commons (CC BY 4.0)

Cerca de uma hora e meia; o estacionamento custa 1.110 coroas, com metade do preço se você já pagou em Skaftafell no mesmo dia. Fica a 50 minutos de Skaftafell.

Os icebergs se soltam da geleira Breiðamerkurjökull e flutuam pela lagoa até o mar, e é comum ver focas entre eles. Os passeios de barco anfíbio ou de bote chegam perto do gelo e funcionam de primavera ao outono. Durma perto, na região de Hali.

Diamond Beach: o gelo na areia preta

Blocos de gelo transparente encalhados na areia preta da Diamond Beach, com as ondas ao fundo
Foto: Giuseppe Milo / Wikimedia Commons (CC BY 3.0)

Parada rápida, 30 minutos, de graça, do outro lado da ponte da estrada 1. Os blocos de gelo que saem da lagoa encalham na areia preta e brilham como vidro.

A melhor luz é no nascer ou no pôr do sol. Aqui também vale a regra das ondas: não suba nos blocos perto da água.

Dia 5: Fjallsárlón e a volta para oeste até a geleira

Fjallsárlón: a lagoa glacial tranquila

A lagoa Fjallsárlón com icebergs flutuando e a geleira descendo das montanhas ao fundo
Foto: Jakub Hałun / Wikimedia Commons (CC BY 4.0)

Cerca de uma hora, a 10 minutos de Jökulsárlón. É menor e bem mais vazia que a vizinha, e a geleira Fjallsjökull desce até a água logo à frente.

Vá cedo, antes da longa volta para oeste. Há passeio de bote pela lagoa no verão.

Sólheimajökull: caminhar até a língua da geleira

A língua da geleira Sólheimajökull, de gelo branco e cinza vulcânica, entre montanhas escuras
Foto: Hyppolyte de Saint-Rambert / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

Cerca de uma hora, de graça, a cerca de três horas de Fjallsárlón, depois de Vík. Do estacionamento são 20 minutos a pé até o mirante da língua da geleira, com o gelo riscado de cinza vulcânica.

Não suba no gelo por conta própria: as fendas matam. Para caminhar na geleira, com grampões e piqueta, contrate uma caminhada guiada que sai do próprio estacionamento. Siga para dormir em Hveragerði, a 1h30.

Dia 6: o rio quente de Reykjadalur e o Sky Lagoon

Reykjadalur: o banho no rio de água quente

O vale de Reykjadalur com fumarolas de vapor subindo entre encostas verdes e o rio correndo no fundo
Foto: Jakub Fryš / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

A manhã inteira, de graça, com estacionamento pago na entrada do vale, acima de Hveragerði. A trilha tem cerca de 3 km de subida, uma hora, entre fumarolas e poças de lama fervente.

No fim, o rio corre morno entre passarelas de madeira e dá para tomar banho como numa banheira natural. Vá de roupa de banho por baixo, porque só há divisórias simples para trocar de roupa.

Sky Lagoon: a piscina de borda infinita sobre o mar

A piscina fria de pedra do Sky Lagoon, com a parede de rocha e a lagoa quente ao fundo
Foto: Laurenmcl / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

Cerca de duas horas, de cerca de 10 mil a 13 mil coroas conforme o horário, a 45 minutos de Hveragerði e 15 do centro de Reykjavík. Reserve o horário no site.

A piscina geotérmica tem borda infinita virada para o mar, e o ritual de sete etapas passa por piscina fria, sauna com janela para o oceano e esfoliação. É mais perto e costuma sair mais barata que a Blue Lagoon.

Dia 7: Reykjanes a caminho do aeroporto

Seltún: a lama que ferve em Krýsuvík

Fumarolas e poças de lama fervente entre encostas amarelas e vermelhas na área geotérmica de Seltún
Foto: Alexander Grebenkov / Wikimedia Commons (CC BY 3.0)

Cerca de uma hora, de graça, a 40 minutos de Reykjavík pela estrada do lago Kleifarvatn. As passarelas de madeira atravessam poças de lama fervente e encostas amarelas, vermelhas e verdes de enxofre.

O cheiro de ovo podre é do enxofre. As erupções de 2021 a 2025 na península de Reykjanes aconteceram mais a oeste; as áreas das erupções estão fechadas, e vale conferir o site de segurança antes de sair.

A ponte entre continentes: o último passeio antes do voo

A passarela da Ponte entre Continentes sobre a fenda de lava de Reykjanes, sob céu de fim de tarde
Foto: Giuseppe Milo / Wikimedia Commons (CC BY 3.0)

Parada rápida, 30 minutos, de graça, a 20 minutos do aeroporto de Keflavík. A passarela de 15 metros cruza uma fenda de lava entre as placas da América do Norte e da Eurásia.

É simbólica, mas a paisagem de lava negra em volta é a despedida certa. Devolva o carro com folga: as locadoras ficam ao lado do aeroporto.

Brasileiro precisa de visto para a Islândia?

Não. A Islândia faz parte do Espaço Schengen, e o brasileiro entra sem visto por até 90 dias a cada 180, com passaporte válido por pelo menos três meses depois da saída. Leve seguro-viagem com cobertura mínima de 30 mil euros, reserva de hotel e passagem de volta.

O ETIAS, a autorização online que vai passar a ser exigida de quem viaja sem visto para a Europa, ainda não tem data de início confirmada pela União Europeia. Confira antes de embarcar.

Qual a melhor época para ir à Islândia e ver a aurora boreal?

Para a aurora boreal, de setembro a abril, com noites escuras e céu limpo; 2026 está no auge do ciclo solar, com auroras mais frequentes. Setembro, outubro e março dão o melhor equilíbrio: há aurora e ainda há horas de luz e estradas abertas.

De junho a agosto é o sol da meia-noite, com todas as estradas abertas e os preços mais altos, mas sem aurora. De novembro a fevereiro o dia tem de quatro a seis horas de luz, e neve e vento fecham estradas; dirija só com a previsão em dia.

Como chegar à Islândia saindo do Brasil e como circular

Não há voo direto. O caminho é voar para a Europa, com conexão em Lisboa, Londres, Paris ou Amsterdã, e seguir até o aeroporto de Keflavík, a 45 minutos de Reykjavík.

Alugue um carro: fora de Reykjavík o transporte público é raro. A CNH brasileira vale por ser escrita em alfabeto latino, e é preciso cartão de crédito no nome do motorista. Consulte todo dia o site das estradas e o de segurança da Islândia, respeite as estradas F, fechadas para carros comuns, e abasteça sempre que puder no leste, onde os postos rareiam.

Onde comer na Islândia: pratos típicos e o que pedir

Comer na Islândia é caro, e a estratégia é misturar restaurante com mercado. A água da torneira é das melhores do mundo: não compre água engarrafada. O que evitar: o tubarão fermentado servido como desafio para turista, que quase nenhum islandês come fora das festas de inverno.

Copo de sopa de carne de cordeiro com legumes servido numa mesa de madeira
A kjötsúpa, sopa de cordeiro com raízes, o prato que esquenta a estrada. Foto: Ypsilon from Finland / Wikimedia Commons (CC0)

A kjötsúpa é a sopa de cordeiro com batata, nabo e cenoura, servida em quase todo posto de estrada da costa sul. O cordeiro islandês é criado solto nas montanhas e é a carne mais comum do país.

A barraca vermelha e branca do Bæjarins Beztu Pylsur no centro de Reykjavík, com fila na frente
O Bæjarins Beztu Pylsur, a barraca de cachorro-quente de Reykjavík aberta desde 1937. Foto: Jóhann Heiðar Árnason / Wikimedia Commons (CC BY-SA 3.0)

O Bæjarins Beztu Pylsur, perto do porto de Reykjavík, vende desde 1937 o cachorro-quente islandês, de salsicha de cordeiro com porco. Peça eina með öllu, um com tudo: cebola crua e frita, ketchup, mostarda doce e remolada. É a refeição mais barata do centro.

Cachorro-quente islandês com cebola frita, mostarda e remolada
O cachorro-quente com tudo, com cebola crua e frita, mostarda doce e remolada. Foto: Jschildk / Wikimedia Commons (CC BY-SA 3.0)
Pote de skyr com baunilha aberto, com a colher
O skyr, laticínio islandês espesso e rico em proteína. Foto: Schnee / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

O skyr é o laticínio espesso que os islandeses comem há mais de mil anos, parecido com um iogurte grego mais firme. Do mercado para o carro, é o café da manhã e o lanche da estrada. Nos restaurantes, peça o peixe do dia, bacalhau ou cantarilho, e o plokkfiskur, um ensopado de peixe com batata.

7 dias são suficientes para conhecer a Islândia?

São suficientes para o sul da Islândia sem correr: Reykjavík, o Círculo Dourado, as cachoeiras da costa sul, Skaftafell e Jökulsárlón, dormindo em quatro pontos do caminho. A volta completa pela Ring Road, com os fiordes do leste e o norte, pede de dez a catorze dias.

O que ficou de fora e merece mais dias: a península de Snæfellsnes e o monte Kirkjufell; o norte, com o lago Mývatn, Akureyri e as baleias de Húsavík; as cavernas de gelo de Vatnajökull, só de novembro a março com guia; e a Blue Lagoon, perto do aeroporto, para quem prefere trocar o Sky Lagoon por ela.

Se a aurora boreal é o objetivo principal, temos também o roteiro de 6 dias por Tromsø, na Noruega. Salve este roteiro no Galmund para ajustar os dias ao seu calendário.

Orçamento estimado por pessoa (BRL)

Voo internacionalR$ 6.000 a R$ 10.000 (ida e volta do Brasil)
Hospedagem/noite25 mil a 45 mil coroas (quarto duplo, categoria média)
Alimentação/dia8 mil a 14 mil coroas por pessoa
Ingressos e transporte local18 mil a 25 mil coroas (estacionamentos, torre, Kerið e Sky Lagoon)
Total estimado200 mil a 340 mil coroas por pessoa, sem voo

Preços conferidos em 25 de setembro de 2026. Confira o valor atual em Hallgrímskirkja, horários e ingresso da torre · Parque Nacional Þingvellir, estacionamento · Kerið, taxa de entrada · Parque Nacional Vatnajökull, tarifas (Skaftafell e Jökulsárlón).

Perguntas frequentes

Quanto custa uma viagem de 7 dias para a Islândia?+

Entre 200 mil e 340 mil coroas islandesas por pessoa, sem a passagem internacional, contando hotel de categoria média em quarto duplo, comida, carro alugado dividido por dois e as entradas. A maior parte das atrações é gratuita, e o que se paga é estacionamento: 1.000 coroas em Þingvellir e em Seljalandsfoss e 1.110 em Skaftafell e Jökulsárlón. A torre da Hallgrímskirkja custa 1.500, Kerið 700 e o Sky Lagoon de cerca de 10 mil a 13 mil. A passagem do Brasil fica entre 6.000 e 10.000 reais ida e volta.

Qual a melhor época para ver a aurora boreal na Islândia?+

De setembro a abril, em noite escura e sem nuvens. Setembro, outubro e março combinam aurora com mais horas de luz e estradas abertas. Em 2026 o Sol está no auge do ciclo de atividade, o que deixa as auroras mais frequentes.

Brasileiro pode dirigir na Islândia com a CNH?+

Pode. A Islândia aceita carteira estrangeira escrita em alfabeto latino, caso da CNH, sem precisar da permissão internacional. As locadoras pedem habilitação há pelo menos um ano e cartão de crédito no nome do motorista.

É perigoso visitar a praia de Reynisfjara?+

Pode ser, por causa das ondas traiçoeiras, que avançam muito além da linha da água sem aviso. Fique a pelo menos 30 metros do mar, nunca de costas para ele, e obedeça o semáforo da entrada, que fecha a praia nos dias de mar forte.

Blue Lagoon ou Sky Lagoon?+

Para este roteiro, o Sky Lagoon: fica a 15 minutos do centro de Reykjavík, tem borda infinita sobre o mar e costuma sair mais barato. A Blue Lagoon, perto do aeroporto, é mais famosa e mais cara, e o acesso já foi fechado algumas vezes pelas erupções de Reykjanes.

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