O vulcão Cotopaxi com o cone coberto de neve sobre o páramo, no Equador

Equador · Quito · Otavalo · Cotopaxi · Quilotoa · Baños · 10 min de leitura

Roteiro Equador 7 dias: Quito, Otavalo, Cotopaxi, Quilotoa e Baños

7 dias · 5 cidades

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Este roteiro Equador 7 dias desce pela Avenida dos Vulcões, de Quito a Baños, de carro. A decisão que o organiza é a altitude: dois dias em Quito para aclimatar antes de subir ao Cotopaxi e à Quilotoa, a quase 4 mil metros.

Em resumo: centro histórico de Quito, TelefériQo e Mitad del Mundo, Otavalo, Cotopaxi, Quilotoa, as cachoeiras de Baños e a volta a Quito. Visto, época e comida estão no fim.

Dia 1: o centro histórico de Quito, da Basílica a La Ronda

Basílica del Voto Nacional: as torres sobre Quito

A Basílica del Voto Nacional, neogótica e cinza, com as torres pontudas sobre os telhados de Quito
Foto: Maros Mraz / Wikimedia Commons (CC BY-SA 3.0)

Uma hora, US$ 2 a igreja e US$ 5 as torres, que fecham às 16h30. Depois do check-in, comece pela ponta norte do centro histórico para chegar às torres a tempo. A basílica neogótica tem gárgulas que não são monstros, mas tartarugas, iguanas e tatus do Equador. A subida final é por escadas de ferro e uma escada de mão: vá com calma, Quito fica a 2.850 metros.

Plaza Grande: o coração do centro histórico

A Plaza Grande de Quito vista do alto, com jardins, árvores floridas e os prédios coloniais brancos em volta
Foto: Diego Delso / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

Vinte e cinco minutos, de graça, a 800 metros descendo a rua Venezuela. A praça da independência tem o Palácio de Carondelet, sede do governo, a catedral e os engraxates sob as palmeiras. Foi o primeiro centro histórico declarado Patrimônio Mundial pela UNESCO, em 1978, junto com Cracóvia.

Iglesia de la Compañía: o barroco coberto de ouro

A nave da Igreja da Companhia de Jesus em Quito, com paredes, arcos e altar cobertos de ouro
Foto: Diego Delso / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

Quarenta e cinco minutos, US$ 4 para estrangeiros, a uma quadra da praça. Por fora é pedra; por dentro, paredes, colunas e altar são cobertos de folha de ouro. Fecha às 18h30 de segunda a quinta e mais cedo no fim de semana: no sábado às 16h, então troque a ordem com a Basílica se chegar num sábado. Não se pode fotografar lá dentro.

Calle La Ronda: o canelazo e o jantar

A Calle La Ronda ao anoitecer, com casas coloniais amarelas, varandas de ferro e lampiões acesos
Foto: Diego Delso / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

Uma hora e meia, com jantar, a 400 metros descendo a rua García Moreno. A rua colonial mais bonita de Quito ganha vida ao anoitecer, com os lampiões acesos, artesãos de chapéu e de brinquedos de madeira e bares que servem canelazo na porta. Volte de táxi pelo aplicativo à noite, em vez de caminhar pelas ruas vazias do centro.

Dia 2: o TelefériQo e a linha do Equador na Mitad del Mundo

TelefériQo: Quito vista a quase 4 mil metros

Duas cabines do TelefériQo subindo a encosta de capim do Pichincha, com o vale de Quito lá embaixo
Foto: AndrewDressel / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

Três horas, US$ 9 para estrangeiros. Vá cedo, às 9h: as nuvens costumam cobrir o vulcão Pichincha depois do almoço. A cabine sobe em 10 minutos até cerca de 3.950 metros, com Quito inteira lá embaixo e, em dia limpo, o Cotopaxi no horizonte. Do alto sai a trilha até o Rucu Pichincha, a 4.696 metros, de quatro a cinco horas ida e volta: deixe para outra viagem, porque é cedo para subir tanto.

Mitad del Mundo: o monumento e o museu Intiñan

O monumento da Mitad del Mundo, de pedra com um globo no topo, e a linha amarela do Equador no chão
Foto: Kaldari / Wikimedia Commons (CC0)

Duas horas e meia, US$ 5 a entrada geral, a 26 km ao norte, cerca de uma hora de táxi. O monumento de 30 metros marca a linha traçada pela missão geodésica francesa no século XVIII; o GPS mostrou depois que o Equador de verdade passa a cerca de 240 metros dali. Ao lado fica o museu Intiñan, com os experimentos da água girando para um lado e para o outro e de equilibrar um ovo num prego: entre nos dois, a experiência completa leva a tarde.

Dia 3: Otavalo, a cascada de Peguche e a laguna Cuicocha

Cascada de Peguche: a cachoeira sagrada dos kichwa

A cascada de Peguche caindo entre a vegetação verde, com um mirante de madeira à esquerda
Foto: Arabsalam / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

Quarenta e cinco minutos, contribuição voluntária. Saia de Quito às 7h30: são cerca de duas horas pela Panamericana Norte até Otavalo, cruzando de novo a linha do Equador. A cachoeira fica 4 km antes do centro, num bosque de eucaliptos; é ali que os kichwa otavalo fazem o banho ritual do Inti Raymi, a festa do sol, em junho.

Plaza de Ponchos: o mercado de Otavalo

A Plaza de Ponchos de Otavalo vista do alto, coberta de toldos azuis e brancos das bancas, com montanhas ao fundo
Foto: Arabsalam / Wikimedia Commons (CC BY 4.0)

Duas horas e meia, com almoço. O mercado funciona todo dia, mas no sábado toma as ruas em volta da praça. Ponchos e tapeçarias de lã de alpaca, chapéus, redes e bijuteria de tagua, a semente que imita marfim, são feitos nas comunidades do vale. Pechinche com educação: o primeiro preço tem margem. Almoce hornado nas bancas do mercado de comida, a duas quadras.

Laguna Cuicocha: a cratera com duas ilhas

A laguna Cuicocha azul com suas duas ilhas verdes no meio da cratera, vista do centro de visitantes
Foto: Ymblanter / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

Uma hora e meia, de graça, a 30 minutos de Otavalo, passando por Cotacachi, a cidade do couro. A lagoa ocupa a cratera ao pé do vulcão Cotacachi, e as duas ilhas no meio são domos de lava. Faça o primeiro trecho da trilha da borda, até o mirante, ou o passeio de barco em volta das ilhas. Depois são cerca de duas horas e meia de volta a Quito.

Dia 4: o Parque Nacional Cotopaxi, do refúgio à laguna Limpiopungo

Refúgio José Rivas: a 4.864 metros no Cotopaxi

O refúgio José Rivas na encosta do Cotopaxi, entre rochas e neve, com o cume branco acima
Foto: Würdeichauchsosehen / Wikimedia Commons (CC BY-SA 3.0 de)

Duas horas, entrada gratuita no parque, que abre das 8h às 15h. Saia de Quito às 7h: são cerca de uma hora e meia até o controle de Caspi, ao sul. A estrada de terra leva ao estacionamento a 4.600 metros; dali, a trilha de areia vulcânica sobe em zigue-zague até o refúgio em 45 minutos a uma hora, devagar. Acima dele começa a geleira, só para quem escala com guia.

Leve casaco impermeável, luva e gorro: no alto venta e faz perto de zero grau mesmo com sol. Se sentir dor de cabeça forte ou tontura, desça.

Laguna de Limpiopungo: o páramo aos pés do vulcão

O Cotopaxi nevado visto da trilha da laguna de Limpiopungo, com o páramo dourado em primeiro plano
Foto: Ymblanter / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

Uma hora e quinze, de graça, a 20 minutos descendo do estacionamento. A trilha plana dá a volta na lagoa em cerca de uma hora e meia, com o Cotopaxi de um lado e o Rumiñahui do outro; com sorte você vê cavalos selvagens e o curiquingue, um falcão do páramo. Durma numa das haciendas da região: a maioria fica a menos de uma hora do parque.

Dia 5: a laguna Quilotoa e a chegada a Baños

Laguna Quilotoa: a cratera verde a 3.900 metros

A laguna Quilotoa dentro da cratera, cercada por paredes de rocha e encostas verdes, vista da trilha de descida
Foto: Ymblanter / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

Duas horas, US$ 2 para a comunidade. Saia às 7h da hacienda: são cerca de duas horas por Latacunga e Zumbahua até a borda da cratera. Do mirante você vê a lagoa verde-azulada 400 metros abaixo. A trilha até a água leva 30 minutos descendo e mais de uma hora subindo, na areia e na altitude; quem não quer voltar a pé sobe de mula, por cerca de US$ 10.

Saia até as 11h: são três horas até Baños, passando por Latacunga e Ambato.

Basílica de Baños: a Virgem de Água Santa

A fachada de pedra escura da basílica de Baños, com duas torres brancas pontudas
Foto: David C. S. / Wikimedia Commons (CC BY 3.0)

Meia hora, de graça. Depois do check-in, caminhe até a basílica de pedra escura no centro. Dentro, quadros pintados por devotos contam os milagres atribuídos à Virgem, de enchentes a acidentes de ônibus. Na saída, a rua Ambato tem as lojas de melcocha, o doce de cana puxado à mão na porta.

Termas de la Virgen: o banho quente à noite

As piscinas das Termas de la Virgen vistas do alto, com tanques azuis, escorregador e a cidade de Baños em volta
Foto: Ministerio de Turismo Ecuador / Wikimedia Commons (CC BY-SA 2.0)

Uma hora e meia, poucos dólares, ao pé da cachoeira que cai sobre a cidade. As piscinas municipais são de água vulcânica aquecida pelo Tungurahua, o vulcão ativo acima de Baños. Vá à noite, a partir das 18h, quando a água está mais quente e a fila é menor; leve touca de natação, que é obrigatória.

Dia 6: a Ruta de las Cascadas, do Manto de la Novia ao Pailón del Diablo

Manto de la Novia: a travessia de tarabita

A cascada Manto de la Novia caindo pela parede do cânion do Pastaza, com a cabine da tarabita cruzando o vão
Foto: Ymblanter / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

Uma hora e quinze, a tarabita custa poucos dólares. A Ruta de las Cascadas desce o cânion do rio Pastaza rumo à Amazônia, e dá para fazer de bicicleta alugada em Baños: são cerca de 18 km, quase todos em descida, até Río Verde. Na cachoeira dupla do Manto de la Novia, a tarabita é uma cabine aberta que cruza o cânion pendurada num cabo, por cima da queda.

Pailón del Diablo: a cachoeira mais forte de Baños

A base do Pailón del Diablo, com a água branca e o borrifo da cachoeira entre rochas e vegetação
Foto: Ronan.js / Wikimedia Commons (CC0)

Duas horas, cerca de US$ 3, em Río Verde. Uma trilha desce pela mata até as passarelas em frente à queda; o melhor é a escada estreita escavada na rocha, que leva para atrás do jato de água. Você vai se molhar: leve capa de chuva. Volte a Baños de caminhonete, que leva a bicicleta na caçamba, e à tarde faça rafting no Pastaza ou canyoning, que Baños vende em toda esquina.

Dia 7: a Casa del Árbol, o Panecillo e o voo de volta

Casa del Árbol: o balanço sobre o vale

Uma pessoa no balanço da Casa del Árbol, suspensa sobre o vale verde de Baños sob céu azul
Foto: Rinaldo Wurglitsch / Wikimedia Commons (CC BY 2.0)

Uma hora e quinze, US$ 2 de entrada, aberta das 7h às 19h. Vá logo na abertura: às 7h30 não há fila no balanço, que mais tarde chega a uma hora. A casa na árvore foi uma estação de observação do Tungurahua; hoje o balanço sem rede de proteção, sobre o vale, é a foto mais famosa do Equador. São 20 minutos de táxi subindo de Baños.

El Panecillo: a última vista de Quito

Duas mulheres sentadas na grama do Panecillo olhando Quito, que se espalha pelo vale lá embaixo
Foto: Diego Delso / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

Quarenta e cinco minutos, de graça na colina. Depois das três horas e meia de estrada até Quito, suba de táxi ao Panecillo, a colina no sul do centro histórico, coroada pela Virgem de Quito, uma estátua de alumínio de 41 metros com asas. Daqui você vê todo o caminho do Dia 1, da Basílica a La Ronda. O aeroporto fica em Tababela, a cerca de uma hora: chegue com três horas de antecedência para o voo internacional.

Precisa de visto para ir para o Equador?

Não. Brasileiros entram no Equador sem visto e podem viajar só com o RG, desde que em bom estado e emitido há menos de dez anos, ou com o passaporte. A permanência como turista é de até 90 dias.

Se for seguir para Galápagos, há uma taxa de entrada no parque e um cartão de controle de trânsito comprados à parte, explicados no nosso roteiro das ilhas.

Qual a melhor época para viajar para o Equador?

Na serra, de junho a setembro, a estação seca, com mais dias de céu limpo para ver o Cotopaxi e a Quilotoa. Dezembro e janeiro têm uma janela seca curta. De fevereiro a maio chove quase toda tarde, mas as manhãs costumam abrir: comece cedo e o roteiro funciona do mesmo jeito.

Quito tem 10 a 22 graus o ano inteiro; no Cotopaxi e na Quilotoa faz frio de montanha, e Baños, a 1.800 metros, é a parte mais quente da viagem.

Como chegar ao Equador e como circular pela serra

Do Brasil, voe até Quito com uma conexão, em geral em Lima, Bogotá ou Panamá. O aeroporto fica em Tababela, a cerca de uma hora do centro histórico. A moeda é o dólar americano: leve notas pequenas, porque troco de nota de US$ 100 é difícil fora das cidades.

Para este roteiro, alugue carro a partir do Dia 3 ou contrate motorista por dia. As estradas da Panamericana são boas; as do Cotopaxi e da Quilotoa têm trechos de terra e curva. A alternativa barata são os ônibus de linha, frequentes entre Quito, Otavalo, Latacunga e Baños.

Onde comer no Equador: pratos típicos e o que provar

A comida da serra equatoriana é de batata, milho e porco, servida em porção generosa. O prato para provar no primeiro dia em Quito é o locro de papa: sopa cremosa de batata com queijo fresco, abacate e pimenta ají à parte.

Uma tigela de locro de papa, sopa cremosa de batata com queijo e folhas verdes
O locro de papa. Foto: J. Miers / Wikimedia Commons (CC BY-SA 3.0)

No sábado de Otavalo e nas estradas da serra, procure as bancas de hornado, o porco inteiro assado no forno a lenha, servido com mote, o milho cozido, tortilhas de batata e salada de cebola. A fritada é o mesmo porco, mas frito no próprio tacho.

Um prato de hornado com porco assado, mote, tortilhas de batata, abacate e salada de cebola e tomate
O hornado da serra. Foto: amalavida.tv from Ecuador / Wikimedia Commons (CC BY-SA 2.0)

Os llapingachos são tortilhas de batata recheadas de queijo e douradas na chapa, com molho de amendoim, chouriço e ovo frito. Em Baños, prove a melcocha, puxa-puxa de cana que os vendedores esticam pendurado na porta das lojas da rua Ambato.

Um prato de llapingachos, tortilhas de batata com molho de amendoim, chouriço, beterraba e ovo
Llapingachos com chouriço. Foto: young shanahan from Bratislava, Slovakia / Wikimedia Commons (CC BY 2.0)

À noite, em La Ronda, peça um canelazo, bebida quente de água de canela, naranjilla e aguardente de cana, com uma empanada de viento, pastel frito enorme e oco polvilhado de açúcar. O Equador também planta um dos melhores cacaus do mundo: as lojas de chocolate do centro histórico oferecem degustação. Evite comer cuy, a cobaia assada, em barraca de beira de estrada sem movimento; nos restaurantes especializados ele sai bem passado.

Uma caneca de barro com canelazo quente e borda de açúcar e canela
O canelazo quente. Foto: momentcaptured1 from NYC, USA / Wikimedia Commons (CC BY 2.0)

7 dias são suficientes para conhecer o Equador?

São suficientes para a serra central: Quito, o norte de Otavalo e a Avenida dos Vulcões até Baños, com tempo para aclimatar. O que fica de fora pede mais dias: Cuenca e as ruínas de Ingapirca, o trem do Nariz do Diabo em Alausí, a floresta nublada de Mindo e a Amazônia, a poucas horas de Baños.

E se for estender a viagem, o nosso roteiro de Galápagos em 7 dias sai de Quito. Para outro roteiro andino com vulcão e altitude, veja o do Peru em 8 dias.

Orçamento estimado por pessoa (BRL)

Voo internacionalR$ 3.500 a R$ 6.000 (ida e volta do Brasil a Quito, com uma conexão)
Hospedagem/noiteUS$ 50 a US$ 110 (quarto duplo em Quito, hacienda e Baños)
Alimentação/diaUS$ 20 a US$ 40 por pessoa
Ingressos e transporte localUS$ 35 a US$ 50 no total: torres da Basílica US$ 5, La Compañía US$ 4, TelefériQo US$ 9, Mitad del Mundo US$ 5, Quilotoa US$ 2, Casa del Árbol US$ 2, mais as termas e o Pailón
Total estimadoUS$ 650 a 1.100 por pessoa, sem voo

Preços conferidos em 07 de outubro de 2026. Confira o valor atual em TelefériQo de Quito · Quito Turismo, atrações do centro histórico · Ciudad Mitad del Mundo.

Perguntas frequentes

Quanto custa uma viagem de 7 dias para o Equador?+

Entre US$ 650 e US$ 1.100 por pessoa, sem a passagem, dividindo quarto duplo e carro alugado: hotéis em Quito e Baños, uma noite de hacienda perto do Cotopaxi, comida e ingressos, que somam de US$ 35 a US$ 50. Com motorista, some de US$ 70 a US$ 80 por dia ao custo do carro. A passagem do Brasil a Quito, com conexão em Lima, Bogotá ou Panamá, fica entre R$ 3.500 e R$ 6.000 ida e volta. A moeda do Equador é o dólar.

Brasileiro precisa de passaporte para ir ao Equador?+

Não. Brasileiros entram no Equador sem visto e podem usar o RG em bom estado, emitido há menos de dez anos, ou o passaporte, para ficar até 90 dias como turista.

Como evitar o mal de altitude no Equador?+

Quito fica a 2.850 metros, e este roteiro passa dos 4.800 no refúgio do Cotopaxi. Por isso os dois primeiros dias ficam em Quito, sem esforço grande, e a subida ao refúgio é só no Dia 4. Beba muita água, evite álcool na primeira noite e caminhe devagar acima dos 4 mil metros. O chá de folha de coca não é vendido no Equador como no Peru.

Dá para fazer o roteiro do Equador de ônibus?+

Dá para boa parte: há ônibus frequentes de Quito para Otavalo, Latacunga e Baños, baratos e confortáveis. O que complica é o Cotopaxi e a Quilotoa, que pedem táxi ou excursão desde Latacunga. Com carro alugado ou motorista você ganha um dia inteiro de folga.

Vale a pena juntar Galápagos com este roteiro?+

Vale, se tiver de 12 a 14 dias. Os voos para Galápagos saem de Quito e Guayaquil, e o arquipélago pede pelo menos cinco dias. Faça a serra primeiro, para aclimatar, e termine com as ilhas.

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