Tailândia · Chiang Mai · Doi Suthep · Doi Inthanon · Elephant Nature Park · Chiang Rai · 9 min de leitura
6 dias · 4 cidades
Duração
6 dias
Orçamento estimado
THB 16.000 a 26.000 por pessoa, sem aéreo
Melhor época
Novembro a fevereiro, na estação fresca
Visto
Brasileiros não precisam de visto
Este roteiro Chiang Mai 6 dias usa duas bases: quatro noites em Chiang Mai, de onde saem os bate-voltas de montanha e de elefantes, e uma em Chiang Rai, para ver os templos branco e azul sem pressa. O voo de volta sai de Chiang Rai.
Em resumo: cidade velha, Doi Suthep, Doi Inthanon, santuário de elefantes e Chiang Rai. Visto, época e comida, no fim.

Depois do check-in, comece pelo templo mais venerado da cidade, de 1345, no oeste da cidade velha. Entre no Viharn Lai Kham, a capela de madeira dos fundos, pelos murais lanna do século XIX e pelo Buda Phra Singh. Ombros e joelhos cobertos; uma hora basta.

A dez minutos a pé fica o chedi de tijolo do século XV que chegou a 80 metros e perdeu o topo num terremoto em 1545. Ele guardou o Buda de Esmeralda, hoje em Bangkok. O ingresso custa cerca de 50 baht.
No fim da tarde, procure as mesas do monk chat, onde monges estudantes conversam em inglês com visitantes sobre budismo e a vida no templo.

Siga para o norte da cidade velha até o templo fundado em 1296 pelo rei Mengrai, quando ele criou Chiang Mai. O chedi apoiado em elefantes de tijolo e estuque é a foto; costuma estar quase vazio no fim da tarde.

Termine na porta leste da muralha. Se for domingo, a Sunday Walking Street começa aqui às 16h e ocupa a rua Ratchadamnoen até a noite, com artesanato e comida de rua. Nos outros dias, jante nos arredores.

Saia às 7h30, antes dos grupos. Os songthaews vermelhos partem da porta Chang Phueak e sobem os 15 km da montanha em 40 minutos. No alto, suba a escadaria de mais de 300 degraus entre duas nagas ou pegue o funicular. O ingresso é de 30 baht.
O templo, do século XIV, guarda uma relíquia de Buda sob o chedi dourado. Do terraço se vê Chiang Mai inteira quando o céu está limpo.

Na descida, peça para parar no Wat Pha Lat, a meio caminho da montanha. Templo de monges com estátuas cobertas de musgo e uma cachoeira que escorre por lajes de pedra, é a parada mais tranquila do dia. Quem tem fôlego desce dali a pé pela Trilha dos Monges, uns 40 minutos até a base. Grátis.

Ao pé da montanha, o Wat Umong esconde túneis de tijolo do século XIV com imagens de Buda, sob um chedi antigo, num parque com árvores que trazem placas de provérbios. Gratuito, uma hora.
Ao lado fica Baan Kang Wat, vila de ateliês e cafés de artistas locais; à noite, jante em Nimmanhaemin, o bairro jovem a 10 minutos de carro.

Contrate carro com motorista para o dia, por 2.500 a 3.500 baht, e saia às 6h30: são duas horas até o cume, a 2.565 metros, o ponto mais alto do país. Leve casaco, porque de dezembro a fevereiro a temperatura no alto fica perto de 5 graus.
A trilha suspensa de Ang Ka, de cerca de 400 metros, atravessa uma floresta de nuvens coberta de musgo e orquídeas. A entrada do parque custa 300 baht.
Oito quilômetros abaixo do cume ficam os dois chedis erguidos em 1987 e 1992 pelos 60 anos do rei Bhumibol e da rainha Sirikit. Os jardins floridos e a vista das montanhas valem tanto quanto os pagodes. Há uma taxa à parte de cerca de 100 baht.

Na descida, pare na cachoeira de cerca de 80 metros, a poucos passos da estrada. De novembro a janeiro ela ainda tem bastante água depois das chuvas. As barracas do estacionamento servem um bom almoço antes da volta a Chiang Mai.

O santuário de Mae Taeng, a 60 km de Chiang Mai, cuida de elefantes resgatados do turismo e da extração de madeira. Aqui não se monta nem há shows: você caminha com o grupo, alimenta os animais e acompanha a rotina deles.
O programa de dia inteiro custa 3.500 baht, com busca no hotel entre 7h30 e 8h e volta por volta das 17h. Reserve com semanas de antecedência no site oficial e desconfie de qualquer lugar que ofereça passeio no lombo.

Depois do banho, vá ao mercado noturno da rua Chang Klan, aberto todo dia. É mais turístico que as feiras de fim de semana, mas tem o maior número de barracas de artesanato e uma praça de comida com música ao vivo. Pechinche com calma.

Saia de Chiang Mai às 8h. De carro com motorista são três horas até o Templo Branco, 13 km antes de Chiang Rai; de ônibus, a Green Bus leva três horas até a cidade e um Grab faz o resto. O ingresso para estrangeiros subiu para 200 baht em 2026.
O artista Chalermchai Kositpipat começou a obra em 1997 e ela segue inacabada: atravesse a ponte sobre centenas de mãos estendidas e, lá dentro, procure os personagens de filmes nos murais.

Depois do check-in, vá 13 km ao norte da cidade. O artista Thawan Duchanee juntou aqui cerca de 40 construções escuras com peles, chifres e ossos, num contraponto sombrio ao Templo Branco. Ingresso de 80 baht, fecha às 17h.

Às 19h, 20h e 21h a torre dourada do centro, também desenhada por Chalermchai, muda de cor ao som de música. Fica a cinco minutos do mercado noturno de Chiang Rai, bom para o jantar.

Chegue cedo, por volta das 8h, quando a luz entra no salão azul e dourado e ainda não há grupos. O templo, concluído em 2016 por um discípulo de Chalermchai, tem entrada gratuita e um Buda branco no interior. Uma hora.

Dez minutos a oeste, a estátua branca da deusa da misericórdia domina a colina, ao lado de um pagode de nove andares com dragões. A visita é gratuita. Daqui ao aeroporto de Chiang Rai são 20 minutos, a tempo do voo de 13h para Bangkok.
Não. Por um acordo bilateral, brasileiros entram na Tailândia sem visto para turismo, por até 90 dias. Em setembro de 2026 o país mudou a regra geral de isenção, que caiu para 30 dias em várias nacionalidades; os acordos bilaterais seguem à parte, mas confirme o prazo no consulado antes de embarcar.
Preencha o TDAC, o cartão digital de chegada, gratuito, nos três dias antes do voo, só no site oficial da imigração. Leve o Certificado Internacional de Vacinação contra a febre amarela, exigido de quem sai do Brasil, a passagem de volta e seguro-viagem.
De novembro a fevereiro, a estação fresca: dias secos, por volta de 28 graus, e noites frias nas montanhas. Em 2026 o Yi Peng, festival das lanternas, cai em 24 e 25 de novembro, junto com o Loy Krathong. Soltar lanternas dentro da cidade é proibido, e os eventos de lanternas em massa são pagos e esgotam cedo.
Evite março e abril, a temporada de queimadas, quando a fumaça deixa o ar entre os piores do mundo. De junho a outubro chove quase todo dia, e as trilhas ficam enlameadas.
Não há voo direto do Brasil. O caminho mais comum é chegar a Bangkok com escala no Oriente Médio ou na Europa e seguir num voo doméstico de 1h15 até Chiang Mai. O voo de volta sai de Chiang Rai para Bangkok em 1h20. Quem prefere trem tem o noturno de Bangkok a Chiang Mai, de 11 a 13 horas.
Em Chiang Mai, use Grab e os songthaews vermelhos, que fazem lotação por 30 a 50 baht. Para o Doi Inthanon e para a viagem até Chiang Rai, um carro com motorista é o mais prático; o ônibus da Green Bus sai do terminal Arcade várias vezes por dia. Não alugue moto sem habilitação internacional: a polícia faz blitz.
O prato do norte é o khao soi: macarrão de ovo num caldo de curry com leite de coco, frango ou carne e macarrão frito por cima, servido com picles de mostarda, cebola roxa e limão. As casas mais famosas ficam na rua do Wat Fa Ham, à beira do rio Ping, e servem só até o meio da tarde.

Prove também o sai oua, linguiça de porco com capim-limão e ervas, o nam prik noom, pasta de pimenta verde comida com torresmo, e o gaeng hang lay, curry de porco de origem birmanesa. O melhor lugar para comprar tudo isso é o mercado Warorot, ao lado do rio, aberto de dia.

Evite os jantares khantoke com show feitos para grupos: a comida chega morna e genérica. Em Nimmanhaemin estão os cafés de grão do norte, plantado nas próprias montanhas da região.
Para o essencial, sim: a cidade velha, as duas montanhas, os elefantes e os templos de Chiang Rai cabem em seis dias. Com mais tempo, some Pai, a 3 horas de curvas de Chiang Mai, ou siga de Chiang Rai para o Laos pela fronteira de Chiang Khong e o barco lento pelo Mekong, como no roteiro de 7 dias pelo Laos.
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Preços conferidos em 20 de outubro de 2026. Confira o valor atual em Elephant Nature Park, reservas · Wat Rong Khun, site oficial · Departamento de Parques Nacionais da Tailândia · TDAC, imigração da Tailândia.
Cerca de THB 16.000 a 26.000 por pessoa, sem o aéreo, dividindo quarto e carro: cinco noites de hotel, comida, motorista para o Doi Inthanon e para Chiang Rai, o santuário de elefantes e os ingressos dos templos e do parque nacional.
Dá, mas são seis horas de estrada no dia. Dormir uma noite em Chiang Rai permite ver o Templo Branco, a Casa Negra e o Templo Azul sem correria e voar de volta a Bangkok de lá, como neste roteiro.
Em 24 e 25 de novembro de 2026, junto com o Loy Krathong. Os eventos de soltura de lanternas em massa são pagos, ficam fora da cidade e esgotam com meses de antecedência; dentro de Chiang Mai, soltar lanternas é proibido.
Prefira os que não permitem montaria nem shows e limitam o contato, como o Elephant Nature Park, em Mae Taeng. Desconfie de lugares que oferecem passeio no lombo, banho forçado ou pintura feita pelos elefantes.
Não. Um acordo bilateral garante entrada sem visto para turismo por até 90 dias. É preciso preencher o TDAC antes do voo e levar o certificado internacional de vacinação contra a febre amarela.
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