Vista panorâmica dos telhados vermelhos da Cidade Velha de Tallinn a partir do mirante de Kohtuotsa

Países Bálticos · Vilnius · Trakai · Riga · Sigulda · Tallinn · 14 min de leitura

Roteiro Países Bálticos 8 Dias: Vilnius, Riga e Tallinn

8 dias · 5 cidades

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Este roteiro de 8 dias pelos Países Bálticos organiza a viagem em três capitais e dois bate-voltas de um dia: Vilnius com Trakai, Riga com Sigulda e Tallinn, sempre ligadas por ônibus internacional, sem voo doméstico.

Em resumo: Vilnius e Trakai abrem a viagem, Riga e Sigulda ficam no meio, Tallinn fecha. Visto, voo e onde comer estão no fim do artigo.

Dia 1: Chegada em Vilnius, Portão da Aurora e Catedral

Portão da Aurora

Portão da Aurora visto de dentro da Cidade Velha de Vilnius
Foto: Diliff / Wikimedia Commons (CC BY-SA 3.0)

Reserve 30 minutos e chegue de manhã: é o único dos dez portões originais de Vilnius que sobrou, e a capela sobre o arco guarda um ícone de Nossa Senhora que peregrinos católicos e ortodoxos ainda sobem de joelhos para ver de perto. A entrada é gratuita e fica a poucos passos da estação de trem.

Do lado de fora, pare na calçada e olhe para cima: é dali que se tira a foto mais citada da rua principal da Cidade Velha, com o arco emoldurando o resto de Vilnius.

Catedral e Torre do Sino de Vilnius

Fachada neoclássica da Catedral de Vilnius na Praça da Catedral
Foto: Diliff / Wikimedia Commons (CC BY-SA 3.0)

Suba a torre sineira, não só a catedral: são 57 metros e 270 degraus por uma escada estreita, mas o mirante no topo mostra a praça e os telhados da Cidade Velha em ângulo que nenhuma foto de rua reproduz. Ingresso da torre custa cerca de 6 euros à parte da catedral, que é gratuita.

Dentro, a Capela de São Casimiro guarda a prata barroca que sobreviveu a três incêndios e à ocupação soviética, quando o prédio virou galeria de arte por quatro décadas.

Dia 2: Vilnius, do castelo à República de Užupis

Universidade de Vilnius

Pátio interno da Universidade de Vilnius com arcadas renascentistas
Foto: Diliff / Wikimedia Commons (CC BY-SA 3.0)

Entre pelo pátio Sarbievijaus, o mais fotogênico dos treze pátios internos, e ande até a Igreja de São João para ver o afresco do teto sem pagar ingresso de museu algum. É uma parada de 20 a 30 minutos a caminho da Colina de Gediminas, sem fila e sem horário marcado.

Colina e Torre de Gediminas

Torre de tijolos de Gediminas no topo da colina do castelo de Vilnius
Foto: BigHead / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

Suba a pé em 10 minutos ou pegue o funicular por cerca de 2 euros; qualquer um dos dois entrega a mesma vista dos três rios que cercam Vilnius. O museu dentro da torre custa cerca de 5 euros e cobre a fundação da cidade pelo Grão-Duque Gediminas no século 14.

Reserve pelo menos uma hora: a subida, a volta na torre e a descida por outro caminho, passando pelo Arsenal Velho, tomam mais tempo do que parece de longe.

Igreja de Santa Ana

Fachada gótica de tijolos vermelhos da Igreja de Santa Ana em Vilnius
Foto: Diliff / Wikimedia Commons (CC BY-SA 3.0)

Uma parada de 15 minutos, só de fora: a fachada gótica de tijolos vermelhos é o motivo da visita, não o interior, pequeno e simples. Fica bem no caminho entre a Colina de Gediminas e Užupis, então não exige desvio.

República de Užupis

Ruelas coloridas do bairro boêmio de Užupis em Vilnius
Foto: Bryan Ledgard / Wikimedia Commons (CC BY 2.0)

Atravesse a ponte sobre o rio Vilnia e procure a placa com a constituição de 41 artigos, traduzida em painéis espelhados espalhados pela Rua Paupio; o artigo 12 diz que todo cão tem direito a ser cão. Reserve 1h30 a 2 horas para andar sem pressa pelas galerias de arte e ateliês que ocupam antigos prédios industriais.

É um bairro real, com gente morando ali, não uma atração fechada: melhor visitar de tarde, quando as galerias abrem, e evitar domingo de manhã, quando a maioria está fechada.

Dia 3: Bate-volta a Trakai e o castelo sobre o lago

Rua Karaimų e as casas caraítas

Casas de madeira de três janelas na Rua Karaimų em Trakai
Foto: Андрей Романенко / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

Pegue o trem de Vilnius até Trakai, 30 minutos e menos de 2 euros, e comece pela rua, não pelo castelo: as casas de madeira de três janelas pertencem à comunidade caraíta, trazida da Crimeia no século 14 pelo Grão-Duque Vytautas para servir de guarda pessoal. Pare para almoçar um kibinas, o pastel de massa fina recheado com cordeiro que é a marca registrada local, em qualquer uma das casas com placa de restaurante.

A janela do meio de cada casa é voltada para a rua por tradição, reservada para Deus observar quem passa; as outras duas dão para o pátio da família.

Castelo da Ilha de Trakai

Castelo gótico de tijolos vermelhos sobre uma ilha do Lago Galvė
Foto: Julo / Wikimedia Commons (CC BY-SA 3.0)

Compre o ingresso na hora (12 euros de abril a setembro, 10 euros no resto do ano) e reserve 1h30 a 2 horas: a fortaleza fica numa ilha ligada por duas pontes de madeira, e o museu dentro cobre armas medievais e moedas do Grão-Ducado da Lituânia. Chegue cedo ou no fim da tarde para evitar os grupos de excursão que lotam as pontes ao meio-dia.

No último domingo do mês a entrada é gratuita, tanto para o parque quanto para o museu, mas a fila fica proporcionalmente maior.

Dia 4: De Vilnius a Riga, Cidade Velha e Catedral

Casa das Cabeças Negras

Fachada renascentista reconstruída da Casa das Cabeças Negras em Riga
Foto: Diliff / Wikimedia Commons (CC BY-SA 3.0)

O prédio que você vê é uma reconstrução de 1999, feita a partir de fotos: o original de 1334 foi bombardeado em 1941 e o que sobrou foi demolido pelos soviéticos em 1948. Vale parar na praça para ver o relógio astronômico na fachada e os brasões das cidades hanseáticas, mesmo sem entrar no pequeno museu interno (6 euros).

Catedral de Riga

Fachada da Catedral de Riga vista da Praça da Catedral (Doma laukums)
Foto: Diliff / Wikimedia Commons (CC BY-SA 3.0)

Entre pela Doma laukums e ouça se houver ensaio de órgão: o instrumento de mais de seis mil tubos, instalado em 1884, já foi o maior do mundo e ainda recebe recitais semanais, geralmente às quintas ao meio-dia, gratuitos. A entrada da catedral custa cerca de 5 euros fora dos horários de recital.

A praça ao redor é o ponto de encontro mais citado de Riga, cercada por prédios que vão do gótico ao Art Nouveau em menos de 200 metros.

Dia 5: Riga, do mercado ao bairro Art Nouveau

Mercado Central de Riga

Pavilhão do Mercado Central de Riga construído em antigo hangar de zepelim
Foto: David Holt, obra derivada de MrPanyGoff / Wikimedia Commons (CC BY-SA 2.0)

Vá com fome e sem pressa: os cinco pavilhões, construídos com estrutura de antigos hangares de zepelim alemães da Primeira Guerra, reúnem peixe defumado do Báltico, queijos e o quiosque LIDO, que serve pratos letões a preço fixo por volta de 8 euros. Patrimônio da Unesco desde 1998, é o maior mercado da Europa em número de bancas.

Museu da Ocupação da Letônia

Fachada do Museu da Ocupação da Letônia em Riga
Foto: Edgars Košovojs / Wikimedia Commons (CC BY-SA 3.0)

Entrada gratuita (doações são bem-vindas) e cerca de 45 minutos são suficientes para ver o essencial: uma réplica de barraco de gulag, cartas de deportados e a linha do tempo das ocupações soviética, nazista e soviética novamente entre 1940 e 1991. As legendas estão em inglês e letão.

É denso, mas ajuda a entender por que o Monumento à Liberdade e a bandeira içada nele têm o peso simbólico que têm para quem mora em Riga hoje.

Monumento à Liberdade

Coluna do Monumento à Liberdade com a estátua Milda em Riga
Foto: Scotch Mist / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

Uma parada de 15 minutos: pare do lado da Cidade Velha, de onde a estátua Milda aparece erguendo as três estrelas que representam Curlândia, Vidzeme e Latgale. A troca da guarda de honra acontece a cada hora, das 9h às 18h.

Bairro Art Nouveau da Rua Alberta

Fachada Art Nouveau ornamentada na Rua Alberta em Riga
Foto: Hans A. Rosbach / Wikimedia Commons (CC BY-SA 3.0)

Concentre-se na Rua Alberta, números 2, 4, 6, 8 e 13: são as fachadas mais elaboradas, projetadas majoritariamente por Mikhail Eisenstein (pai do cineasta Sergei Eisenstein) entre 1901 e 1908, com máscaras, esfinges e cores restauradas depois de décadas apagadas pela poluição soviética. Reserve 1h30 andando devagar e olhando para cima.

É uma caminhada de 20 minutos desde o Monumento à Liberdade, sem transporte necessário, mas fora do circuito mais óbvio da Cidade Velha.

Dia 6: Bate-volta a Sigulda e ao Castelo de Turaida

Ruínas do Castelo Medieval de Sigulda

Ruínas de pedra do Castelo Medieval de Sigulda sobre o vale do rio Gauja
Foto: Voll / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

Pegue o trem de Riga até Sigulda, cerca de 1 hora e menos de 3 euros, e comece pelas ruínas do castelo medieval, entrada gratuita e aberta o dia todo: foi erguido em 1207 pela Ordem da Livônia e hoje é só pedra exposta, sem teto, no topo do vale do rio Gauja. É o ponto de onde se avista o Castelo de Turaida do outro lado do vale, o que ajuda a planejar o resto do dia.

Caverna de Gūtmaņa

Entrada de arenito da Caverna de Gūtmaņa no Parque Nacional de Gauja
Foto: AgrisR / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

Uma caminhada de 20 minutos pela trilha do parque, entrada gratuita: é a maior caverna do Báltico, com sete metros de altura, e as paredes têm inscrições desde o século 17, incluindo iniciais de visitantes de mais de 300 anos atrás. É também o cenário da lenda da Rosa de Turaida, contada de novo no castelo do outro lado do vale.

Castelo de Turaida

Torre de tijolos vermelhos do Castelo de Turaida reconstruído
Foto: Pudelek (Marcin Szala) / Wikimedia Commons (CC BY-SA 3.0)

Ingresso de 9 euros cobre o castelo reconstruído de tijolos vermelhos, a torre de 38 metros (vista sobre todo o vale do Gauja) e o parque ao redor, com esculturas de contos populares letões. Reserve 1h30: o cemitério da igreja, onde está enterrada a lendária Rosa de Turaida, morta em 1620, fica no caminho de volta ao estacionamento.

Dia 7: De Riga a Tallinn e a Cidade Velha alta

Praça da Prefeitura de Tallinn

Praça da Prefeitura de Tallinn cercada por fachadas medievais
Foto: Pudelek (Marcin Szala) / Wikimedia Commons (CC BY-SA 3.0)

O centro da Cidade Velha desde o século 11: a prefeitura gótica de 1404 é a mais antiga do norte da Europa ainda de pé no local original, hoje museu por dentro (5 euros). No verão a praça vira terraços de restaurante; no inverno, mercado de Natal. Comece o passeio por aqui, é o ponto de referência para todas as ruas ao redor.

Colina e Castelo de Toompea

Castelo de Toompea com a bandeira da Estônia, sede do parlamento
Foto: Abrget47j / Wikimedia Commons (CC BY-SA 3.0)

Suba pela Rua Longa (Pikk jalg) até a colina de Toompea: o castelo abriga o parlamento estoniano desde 1922 e não se visita por dentro, mas o pátio externo, com a torre rosa-cor-de-pastel Pikk Hermann hasteando as bandeiras da Estônia e da União Europeia, é gratuito e aberto o dia todo.

Catedral de Alexandre Nevsky

Cúpulas bulbosas da Catedral de Alexandre Nevsky em Tallinn
Foto: kallerna / Wikimedia Commons (CC BY-SA 3.0)

Uma parada de 20 minutos: a catedral ortodoxa de cúpulas bulbosas, concluída em 1900 pelo Império Russo bem em frente ao parlamento estoniano, é vista por muitos estonianos como símbolo da russificação e já foi cogitada para demolição nos anos 1920. Entrada gratuita, mas fotos internas são proibidas.

Dia 8: Tallinn, de Kadriorg ao bairro de Telliskivi

Mirante de Kohtuotsa

Telhados vermelhos da Cidade Velha de Tallinn vistos do mirante de Kohtuotsa
Foto: Suicasmo / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

A plataforma fica a 5 minutos a pé do Castelo de Toompea e é gratuita: vá no fim da tarde, quando o sol baixo acende os telhados vermelhos da Cidade Velha e o mar aparece ao fundo. É a foto mais repetida de Tallinn, e por bom motivo.

Palácio e Parque de Kadriorg

Fachada barroca do Palácio de Kadriorg cercado por jardins
Foto: Holger Vaga / Wikimedia Commons (CC BY 2.0)

Pedro, o Grande, encomendou o palácio barroco em 1718 como presente para a esposa Catarina I; hoje é sede do museu de arte estrangeira (ingresso cerca de 8 euros), mas o parque ao redor, com jardim formal, lago com cisnes e o Museu Kumu de arte contemporânea nas proximidades, é gratuito. Reserve 1h30 se quiser incluir só o parque, mais se entrar no palácio.

Bairro Criativo de Telliskivi

Galpões industriais reformados no bairro criativo de Telliskivi em Tallinn
Foto: Relkmsaiia / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

Dez minutos a pé da estação central, o antigo complexo ferroviário e fabril soviético hoje reúne cervejarias artesanais, lojas de design local e food trucks; não há ingresso, é um bairro aberto. Reserve 1h a 1h15 para andar entre os galpões e parar num café, ideal para uma pausa depois de dois dias inteiros de museus e igrejas.

Porto de Hidroaviões (Lennusadam)

Hangar de concreto de 1917 do Museu Marítimo de Lennusadam em Tallinn
Foto: Pk2000 / Wikimedia Commons (CC BY-SA 3.0)

Ingresso de cerca de 16 euros e reserve 1h30 a 2 horas: o hangar de concreto de 1917, sem colunas internas apoiando o teto abobadado, abriga o submarino Lembit de 1936, ainda flutuando dentro do prédio, e uma réplica em tamanho real do hidroavião Short 184 usado na Primeira Guerra Mundial. Fica a 20 minutos a pé de Telliskivi, à beira-mar.

Precisa de visto para visitar os Países Bálticos?

Não. Estônia, Letônia e Lituânia fazem parte do Espaço Schengen, então brasileiros entram como turistas por até 90 dias a cada período de 180 dias, sem visto e sem custo. Basta passaporte válido por mais de três meses após a data de saída; seguro viagem e comprovante de hospedagem raramente são pedidos, mas vale levar impressos.

A entrada costuma ser pela Lituânia ou pela Estônia, dependendo da conexão aérea escolhida, e o carimbo Schengen vale para os três países ao mesmo tempo.

Qual a melhor época para viajar aos Países Bálticos?

Entre maio e setembro, quando as temperaturas ficam entre 15°C e 22°C e os dias chegam a ter até 18 horas de luz em junho. Julho e agosto concentram festivais e preços mais altos; maio, junho e setembro têm clima parecido, menos turistas e diárias mais baratas.

De novembro a março os três países ficam abaixo de zero grau, com neve e poucas horas de sol, adequado só para quem busca especificamente a atmosfera de inverno nórdico e os mercados de Natal.

Como chegar aos Países Bálticos e como circular entre as três capitais

Não há voo direto do Brasil: a conexão mais comum é via Istambul, Frankfurt, Paris ou Helsinque, pousando em Vilnius, Riga ou Tallinn (a maioria das companhias permite voltar de uma cidade diferente da chegada, sem custo extra). O trajeto todo costuma levar de 16 a 22 horas.

Entre as três capitais, ônibus como Lux Express e Ecolines ligam Vilnius a Riga em cerca de 4 horas e Riga a Tallinn em cerca de 4h30, com wi-fi e poltronas reclináveis, mais baratos que o trem e igualmente confortáveis. Os bate-voltas a Trakai (trem, 30 minutos) e a Sigulda (trem, 1 hora) partem das estações centrais de Vilnius e Riga.

Onde comer nos Países Bálticos: pratos típicos e os melhores restaurantes

Em Vilnius, experimente o cepelinai, bolinho de batata ralada recheado com carne moída e coberto de bacon frito, numa casa tradicional da Cidade Velha. Em Trakai, o prato obrigatório é o kibinas, o pastel de massa fina recheado com cordeiro criado pela comunidade caraíta e vendido nas casas de família da Rua Karaimų.

Casa caraíta de madeira na Rua Karaimų em Trakai, onde se vende o kibinas tradicional
Rua Karaimų, Trakai. Foto: Андрей Романенко / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

Em Riga, o Mercado Central reúne bancas de peixe defumado do Báltico, e o quiosque LIDO serve pratos caseiros letões a preço fixo, como ervilha cinza com bacon e sour cream. Evite os restaurantes com cardápio em oito idiomas ao redor da Casa das Cabeças Negras, feitos para turista de passagem e com preço até 40% acima da mesma comida duas ruas adiante.

Fachada do restaurante LIDO em Riga
O quiosque LIDO, rede letã de pratos caseiros a preço fixo. Foto: Stryn / Wikimedia Commons (CC BY 3.0).

Em Tallinn, o bairro de Telliskivi concentra cervejarias artesanais e food trucks; para comida tradicional estoniana, como sopa de repolho e presunto defumado, o restaurante Rataskaevu 16, na Cidade Velha, é a referência mais citada por quem mora na cidade.

Fachada histórica do restaurante Rataskaevu 16 na Cidade Velha de Tallinn
Rataskaevu 16, num prédio histórico da Cidade Velha de Tallinn. Foto: Tony Bowden / Wikimedia Commons (CC BY-SA 2.0).

8 dias são suficientes para conhecer os Países Bálticos?

Sim, para uma primeira visita que cobre as três capitais e dois arredores históricos, mas é um ritmo de viagem, não de descanso: cada cidade recebe dois dias cheios e os deslocamentos por ônibus ocupam parte da manhã em três dos oito dias. Quem tiver 10 a 12 dias pode esticar Riga e Tallinn em mais um dia cada e incluir Pärnu, na costa entre as duas.

Para quem só tem uma semana, dá para cortar Sigulda ou Trakai e ainda assim sair com as três capitais conhecidas, já que nenhum bate-volta é indispensável para entender o país que representa.

Orçamento estimado por pessoa (BRL)

Voo internacionalR$ 5.800 a R$ 7.500 (GRU, 1 a 2 conexões)
Hospedagem/noite€ 55 a € 110 (3 estrelas, centro histórico)
Alimentação/dia€ 30 a € 50 por pessoa
Total estimadoR$ 13.000 a R$ 17.000 por pessoa

Preços conferidos em 13 de setembro de 2026. Confira o valor atual em Trakų Istorijos Muziejus, preços oficiais · Turaidas muzejrezervāts, ticket info.

Perguntas frequentes

Quanto custa uma viagem de 8 dias para os Países Bálticos?+

Contando voo internacional, hospedagem, ônibus entre cidades, ingressos e alimentação, uma viagem de 8 dias para os Países Bálticos fica entre R$ 13.000 e R$ 17.000 por pessoa, com preços conferidos em setembro de 2026.

Preciso de visto para visitar Estônia, Letônia e Lituânia?+

Não. Os três países fazem parte do Espaço Schengen e brasileiros entram como turistas por até 90 dias sem visto.

Qual a melhor época para visitar os Países Bálticos?+

Entre maio e setembro, com dias mais longos e temperaturas entre 15°C e 22°C; julho e agosto são os meses mais cheios e mais caros.

Dá para visitar Vilnius, Riga e Tallinn em uma semana?+

Dá, cortando um dos dois bate-voltas, Trakai ou Sigulda; com 8 dias cabem os dois sem apertar o roteiro.

Por qual cidade começar o roteiro pelos Países Bálticos: Vilnius, Riga ou Tallinn?+

Pela conexão aérea mais barata na data da viagem: as três capitais têm aeroportos internacionais e o ônibus entre elas leva de 4 a 4h30, então o ponto de entrada não muda o roteiro.

Portão da AuroraCatedral e Torre do Sino de VilniusUniversidade de VilniusColina e Torre de GediminasIgreja de Santa AnaRepública de UžupisRua Karaimų e as casas caraítasCastelo da Ilha de TrakaiCasa das Cabeças NegrasCatedral de RigaMercado Central de RigaMuseu da Ocupação da LetôniaMonumento à LiberdadeBairro Art Nouveau da Rua AlbertaRuínas do Castelo Medieval de SiguldaCaverna de GūtmaņaCastelo de TuraidaPraça da Prefeitura de TallinnColina e Castelo de ToompeaCatedral de Alexandre NevskyMirante de KohtuotsaPalácio e Parque de KadriorgBairro Criativo de TelliskiviPorto de Hidroaviões (Lennusadam)

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