Fachada do Tesouro (Al-Khazneh) de Petra vista da saída do Siq, esculpida na rocha rosada

Jordânia · Amã · Jerash · Madaba · Mar Morto · Petra · Wadi Rum · Aqaba · 14 min de leitura

Roteiro Jordânia 7 Dias: Amã, Petra e Wadi Rum

7 dias · 8 cidades

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Este roteiro de 7 dias pela Jordânia usa três bases, Amã, o Mar Morto e Petra, para reduzir malas refeitas: de Amã saem os bate-voltas a Jerash e Ajlun, e do sul saem Wadi Rum e Aqaba sem trocar de hotel.

Em resumo: Amã e Jerash, Madaba e o Mar Morto, dois dias em Petra, uma noite no deserto e o Mar Vermelho em Aqaba. Visto, época e onde comer estão nos blocos práticos, no fim do artigo.

Dia 1: Amã, a Cidadela e o centro histórico

Cidadela de Amã e o Templo de Hércules

Colina fortificada no centro de Amã com o Templo de Hércules do século 2, o Palácio Omíada e um mirante de 360 graus sobre a cidade branca.
Foto: AliAbuRas / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

A Cidadela ocupa a colina mais alta do centro de Amã, ocupada desde a Idade do Bronze. As colunas do Templo de Hércules, erguido entre 162 e 166 d.C., são o cartão-postal, mas vale entrar no pequeno museu arqueológico ao lado, que guarda parte dos manuscritos do Mar Morto encontrados na Jordânia.

Reserve pelo menos uma hora e vá no fim da tarde: a luz baixa favorece as fotos e a temperatura cai depois das 16h. Entrada em torno de 3 JOD, incluída no Jordan Pass.

Teatro Romano de Amã

Anfiteatro romano do século 2 com 6 mil lugares, ainda usado para eventos, esculpido na encosta de Jabal al-Jofa no coração da cidade velha.
Foto: Bernard Gagnon / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

Aos pés da Cidadela, o Teatro Romano ainda recebe concertos e é o ponto de referência do centro histórico. Suba até o topo das arquibancadas para o melhor ângulo sobre a praça e o minarete ao lado.

Rainbow Street e o Souk Jara

Rua de cafés e galerias em Jabal Amman, com o mercado de artesanato Souk Jara às sextas-feiras entre maio e setembro.
Foto: miiika / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

De tarde, Rainbow Street concentra os cafés e livrarias mais movimentados de Amã, num trecho curto e plano fácil de caminhar antes do jantar. Às sextas-feiras entre maio e setembro, o Souk Jara toma a rua lateral com artesanato, comida de rua e música ao vivo até as 22h.

Dia 2: Jerash e o Castelo de Ajlun, bate-volta de Amã

Jerash: Arco de Adriano e a Praça Oval

Entrada monumental erguida em 129 d.C. para a visita do imperador Adriano, seguida da praça ovalada de colunas jônicas de Jerash.
Foto: لا روسا / Wikimedia Commons (CC BY-SA 3.0)

O Arco de Adriano foi erguido fora dos muros da cidade em 129 d.C. só para marcar a visita do imperador, e por isso é maior do que a própria entrada de Jerash. Logo depois dele começa a Praça Oval, pavimentada com pedra calcária e cercada por 56 colunas jônicas, um dos espaços públicos romanos mais bem preservados do Oriente Médio.

Jerash: Cardo Máximo e o Templo de Ártemis

Avenida de 800 metros com mais de 500 colunas originais e o templo dedicado à deusa padroeira da cidade, com colunas de 15 metros.
Foto: Bernard Gagnon / Wikimedia Commons (CC BY-SA 3.0)

Da Praça Oval parte o Cardo Máximo, avenida de 800 metros ainda com as marcas das rodas de carroças no chão. No meio do caminho, uma escadaria monumental sobe até o Templo de Ártemis, com seis colunas de 15 metros que restam do pórtico original.

Reserve de 2 a 3 horas para o sítio inteiro; entrada em torno de 10 JOD, incluída no Jordan Pass.

Castelo de Ajlun

Fortaleza aiúbida de 1184 erguida para vigiar os cruzados vindos do vale do Jordão, com vista para o Mar da Galileia em dias claros.
Foto: Bashar Tabbah / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

A 40 minutos de carro de Jerash, o Castelo de Ajlun foi erguido em 1184 pelo general aiúbido Izz al-Din Usama, sobrinho de Saladino, para cortar a rota dos cruzados entre Damasco e o Egito. Das ameias avista-se o Vale do Jordão e, em dias sem neblina, o Mar da Galileia.

Dia 3: Madaba, Monte Nebo e o Mar Morto

Mapa de Mosaico de Madaba

Mosaico bizantino do século 6 na Igreja Ortodoxa de São Jorge, o mapa cartográfico mais antigo da Terra Santa que se conhece.
Foto: Carole Raddato / Wikimedia Commons (CC BY-SA 2.0)

No piso da Igreja Ortodoxa de São Jorge está o mapa mais antigo que se conhece da Terra Santa, um mosaico bizantino do século 6 com cerca de dois milhões de pedrinhas, mostrando Jerusalém, o Mar Morto e o delta do Nilo. Cerca de um terço do mapa original sobreviveu.

Monte Nebo

Elevação de 817 metros onde a tradição situa a morte de Moisés, com a escultura da serpente de bronze e vista para o Vale do Jordão.
Foto: Osama Shukir Muhammed Amin FRCP(Glasg) / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

No topo do Monte Nebo, a tradição bíblica situa o momento em que Moisés avistou a Terra Prometida sem chegar a entrar nela. Do mirante, em dias claros, dá para ver o Mar Morto, o Vale do Jordão e até as luzes de Jericó à noite. A escultura da serpente de bronze, do artista italiano Giovanni Fantoni, remete ao bastão de Moisés no deserto.

Sítio do Batismo (Al-Maghtas)

Sítio às margens do Rio Jordão reconhecido pela Unesco como local tradicional do batismo de Jesus, com igrejas bizantinas escavadas.
Foto: Berthold Werner / Wikimedia Commons (CC BY 3.0)

Reconhecido pela Unesco em 2015, o Sítio do Batismo fica às margens do antigo curso do Rio Jordão e reúne igrejas bizantinas escavadas desde os anos 1990. A visita é guiada, com traslado de van até o ponto onde a tradição cristã situa o batismo de Jesus por João Batista, hoje uma faixa estreita de rio que divide Jordânia e Cisjordânia.

Mar Morto: flutuação e lama mineral

Ponto mais baixo da superfície terrestre, com água nove vezes mais salgada que o mar, ideal para flutuar e aplicar lama mineral.
Foto: Jorge Láscar / Wikimedia Commons (CC BY 2.0)

A 430 metros abaixo do nível do mar, o Mar Morto é o ponto mais baixo da superfície da Terra e tem quase dez vezes a salinidade média dos oceanos, o suficiente para flutuar sem esforço. A lama mineral do fundo é vendida em toda a orla e vale passar no corpo por 10 a 15 minutos antes de enxaguar.

Evite barbear-se no dia anterior e não deixe a água entrar nos olhos, o sal arde bastante. A entrada em praias públicas como a Amman Beach fica em torno de 20 a 25 JOD, com direito a ducha e piscina de água doce.

Dia 4: do Mar Morto a Petra, com parada na Pequena Petra

Museu de Petra

Museu inaugurado em 2019 perto do centro de visitantes, com peças originais escavadas em Petra e o histórico da cidade nabateia.
Foto: Dosseman / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

Inaugurado em 2019 ao lado do centro de visitantes, o Museu de Petra reúne peças originais escavadas no sítio, de moedas nabateias a fragmentos de estátuas, com painéis que explicam como uma cidade no meio do deserto controlou as rotas de incenso e especiarias por quase 500 anos.

Pequena Petra (Siq al-Barid)

Desfiladeiro estreito com fachadas nabateias esculpidas na rocha, incluindo a Casa Pintada com afrescos de 2 mil anos.
Foto: Michael Gunther / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

Nove quilômetros ao norte de Wadi Musa, a Pequena Petra é um desfiladeiro em miniatura com fachadas nabateias e cisternas talhadas na rocha, sem fila e sem ingresso. Vale a visita no fim da tarde: a luz dourada bate direto na Casa Pintada, que guarda afrescos de videiras e pássaros de dois mil anos, um dos raros exemplos de pintura nabateia preservada.

Dia 5: Petra, do Siq às Tumbas Reais

Petra: o Siq e o Tesouro (Al-Khazneh)

Corredor de 1,2 quilômetro entre paredões de arenito que termina na fachada de 40 metros do Tesouro, esculpida no século 1 a.C.
Foto: Ywpark2003 Prof. Yong Woo Park / Wikimedia Commons (CC BY 4.0)

Depois do centro de visitantes, o Siq é um corredor natural de 1,2 quilômetro entre paredões de arenito de até 80 metros, aberto por um antigo leito de rio. A caminhada de 30 a 40 minutos termina de repente, com a fachada de 40 metros do Tesouro surgindo na abertura da rocha.

Esculpido no século 1 a.C. como túmulo do rei nabateu Aretas IV, o Tesouro deve o nome à lenda de um tesouro escondido na urna de pedra no topo, que os beduínos chegaram a atirar tiros para tentar abrir. Chegue antes das 7h para fotografar sem multidão.

Petra: Rua das Fachadas e as Tumbas Reais

Sequência de túmulos reais esculpidos na rocha rosada, incluindo a Tumba da Urna e a Tumba do Palácio, vistos da rua abaixo.
Foto: Ankur P / Wikimedia Commons (CC BY 2.0)

Passando o Tesouro, o vale se abre na Rua das Fachadas, com dezenas de túmulos nabateus esculpidos lado a lado na rocha. Mais adiante ficam as Tumbas Reais, entre elas a Tumba da Urna, com uma ampla varanda natural, e a Tumba do Palácio, a maior fachada de Petra depois do Tesouro, com quatro andares talhados na pedra.

Petra: o Teatro Nabateu

Teatro esculpido na própria rocha da montanha para cerca de 8.500 espectadores, ampliado pelos romanos sobre a estrutura nabateia.
Foto: Dosseman / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

Ampliado pelos romanos sobre uma estrutura nabateia original, o teatro de Petra foi esculpido diretamente na rocha da montanha e chegou a ter capacidade para 8.500 espectadores, cortando ao meio algumas das tumbas mais antigas do vale no processo.

Dia 6: o Mosteiro de Petra e a noite no deserto de Wadi Rum

Ad-Deir: o Mosteiro de Petra

Fachada de 45 metros de largura no topo de uma escadaria de cerca de 800 degraus, com o melhor ângulo de luz no fim da tarde.
Foto: Diego Delso / Wikimedia Commons (CC BY-SA 3.0)

Chegar ao Ad-Deir exige subir cerca de 800 degraus talhados na rocha, uma caminhada de 45 minutos a 1 hora a partir do vale central de Petra. A recompensa é uma fachada de 45 metros de largura, maior que a do Tesouro, ainda usada como mosteiro bizantino na Antiguidade Tardia, o que deu origem ao nome atual.

Leve pelo menos 2 litros de água e vá pela manhã, antes do calor do meio-dia. Do café em frente à fachada, com bancos e sombra, dá para descansar antes da descida.

Wadi Rum: passeio de jipe pelo deserto

Deserto de arenito e granito onde Lawrence da Arábia operou, hoje percorrido de jipe 4x4 entre dunas, cânions e formações rochosas.
Foto: Steffen 962 / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

Wadi Rum é reserva protegida desde 1998 e foi cenário de filmes como O Regresso e Duna pela paisagem de dunas avermelhadas, cânions estreitos e formações de arenito que parecem esculpidas a propósito. O passeio clássico de jipe 4x4 dura de 2 a 3 horas e passa por gravuras rupestres no Cânion de Khazali, dunas para escalar descalço e mirantes ao pôr do sol.

A noite é em acampamento beduíno, em tendas simples ou tenda bolha com teto de vidro para ver as estrelas, com jantar tradicional de zarb, carne e legumes cozidos por horas num forno enterrado na areia.

Wadi Rum: a Nascente de Lawrence

Nascente que dá nome ao ponto onde T. E. Lawrence acampava durante a Revolta Árabe, com vista para o vale de dunas vermelhas.
Foto: Daniel Case / Wikimedia Commons (CC BY-SA 3.0)

A nascente que os beduínos apontam como o acampamento de T. E. Lawrence durante a Revolta Árabe de 1916 a 1918 é hoje uma parada rápida dentro do passeio de jipe, com uma trilha curta até um poço de água na rocha e vista aberta para o vale de dunas vermelhas.

Dia 7: Wadi Rum e o Mar Vermelho em Aqaba

Castelo de Aqaba

Fortaleza mameluca do século 16 na orla de Áqaba, palco da tomada pelas forças árabes durante a Revolta Árabe de 1917.
Foto: Freedom's Falcon / Wikimedia Commons (CC BY-SA 3.0)

Erguida no início do século 16 pelo sultanato mameluco para proteger a rota de peregrinos a Meca, a fortaleza de Áqaba foi tomada em 1917 pelas forças árabes lideradas por Auda abu Tayi e T. E. Lawrence, um dos episódios mais lembrados da Revolta Árabe. O brasão otomano ainda visível no portão principal foi acrescentado depois da conquista turca, no século seguinte.

Aqaba: o Mar Vermelho

Único acesso litorâneo da Jordânia, no golfo de Áqaba, com recifes de coral a poucos metros da praia e mergulho o ano todo.
Foto: Gerda Arendt / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

Único trecho de litoral da Jordânia, Áqaba fica no golfo que leva seu nome, extremidade norte do Mar Vermelho. Os recifes de coral começam a poucos metros da areia, o que torna o mergulho livre acessível mesmo para quem nunca praticou, e a temperatura da água raramente cai abaixo de 22°C.

Para mergulho com cilindro, o Parque Marinho de Áqaba tem operadoras que levam a naufrágios como o Cedar Pride, um cargueiro afundado de propósito em 1985 a poucos minutos de barco da costa.

Precisa de visto para ir para a Jordânia?

Brasileiro precisa de visto, mas ele sai na chegada ao aeroporto de Amã ou na fronteira, sem burocracia prévia: custa 40 JOD (dinares jordanianos, cerca de R$ 300) e vale por até 30 dias de estadia única.

Quem compra o Jordan Pass online antes da viagem tem a taxa de visto dispensada automaticamente, desde que fique pelo menos três noites no país.

O Jordan Pass vale a pena?

O Jordan Pass é vendido em três versões (Wanderer, Explorer e Expert, de 70 a 80 JOD), com a diferença só no número de dias de acesso a Petra. Além de dispensar os 40 JOD do visto, ele inclui entrada em cerca de 40 atrações, entre elas Jerash, o Castelo de Ajlun, a Cidadela de Amã e o passeio de jipe em Wadi Rum.

Para um roteiro como este, com dois dias em Petra e visita a quase todos os sítios cobertos pelo passe, o Jordan Pass compensa: é preciso comprar no site oficial antes de embarcar, e não pode ser adquirido depois de já ter tirado o visto separadamente.

Qual a melhor época para viajar para a Jordânia?

Março a maio e setembro a novembro têm temperaturas amenas em todo o país e são a janela mais confortável para caminhar em Petra e passar a noite no deserto. No verão, de junho a agosto, Wadi Rum, o Mar Morto e Áqaba passam dos 40°C durante o dia, embora Amã, mais alta, fique mais suportável.

No inverno, de dezembro a fevereiro, as noites no deserto ficam bem frias, às vezes perto de 0°C, e Amã ocasionalmente recebe neve.

Como chegar à Jordânia e como circular pelo país

Não existe voo direto do Brasil: as conexões mais comuns são via Istambul (Turkish Airlines), Doha (Qatar Airways) ou Dubai (Emirates), com 16 a 22 horas de viagem no total.

Dentro do país, motorista particular ou carro alugado é o mais prático para seguir o roteiro Amã, Mar Morto, Petra, Wadi Rum e Aqaba, cerca de 700 km ao todo. Os ônibus da JETT cobrem as mesmas cidades com menos flexibilidade de horário e valem para quem viaja sozinho e quer economizar.

Onde comer na Jordânia: pratos típicos e os melhores restaurantes

O mansaf é o prato nacional: cordeiro cozido em um molho de iogurte fermentado seco chamado jameed, servido sobre arroz e pão árabe, tradicionalmente comido com as mãos em ocasiões especiais.

Mansaf, o prato nacional da Jordânia, com cordeiro sobre arroz e molho de iogurte jameed
Foto: Ema445 / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

Em Amã, o point mais lendário é o Hashem, na King Faisal Street, no centro histórico: sem placa chamativa, sem cardápio e aberto 24 horas desde os anos 1950, serve só falafel, húmus, foul e chá, por menos de 3 JOD por pessoa. Já recebeu até a família real jordaniana nas mesas de plástico da calçada.

Fachada simples do tradicional restaurante Hashem, na King Faisal Street, centro de Amã
Foto: Freedom's Falcon / Wikimedia Commons (CC BY-SA 3.0)

De sobremesa, o knafeh, massa fina e crocante recheada de queijo derretido e calda de açúcar com água de flor de laranjeira, é encontrado em qualquer doceria de rua por 1 a 2 JOD a fatia.

Fatia de knafeh, doce árabe de queijo derretido coberto por massa crocante e calda de açúcar
Foto: Mervat Salman / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

Evite os restaurantes logo na entrada de Petra (Bab al-Siq): a fila de bufês para turistas cobra o dobro do preço por comida sem graça. Vale caminhar 5 minutos até o centro de Wadi Musa, onde os restaurantes locais servem o mesmo mezze por metade do preço.

7 dias são suficientes para conhecer a Jordânia?

Sete dias cobrem o essencial sem correria: Amã e Jerash, o Mar Morto, dois dias inteiros em Petra, uma noite no deserto de Wadi Rum e o Mar Vermelho em Aqaba. É o tempo mínimo recomendado para não sentir que passou correndo por Petra, que sozinha já justificaria dois dias.

Com mais tempo, dá para somar a Reserva da Biosfera de Dana, entre Petra e o Mar Morto, ou esticar Áqaba em um ou dois dias de mergulho. Com menos de 5 dias, o corte mais comum é abrir mão da noite em Wadi Rum e visitar o deserto só de dia, a caminho de Áqaba.

Orçamento estimado por pessoa (BRL)

Voo internacionalR$ 4.800 a R$ 6.900 (ida e volta de São Paulo, com conexão)
Hospedagem/noiteR$ 290 a R$ 480 (categoria 3-4 estrelas e uma noite de acampamento no deserto)
Alimentação/diaR$ 130 a R$ 210 por pessoa
Ingressos e transporte localR$ 680 a R$ 950 (Petra, Jerash, Ajlun, Wadi Rum e Mar Morto), ou incluso no Jordan Pass
Total estimadoR$ 8.500 a R$ 12.500, 7 dias

Preços conferidos em 14 de setembro de 2026. Confira o valor atual em Ingresso oficial de Petra (visitpetra.jo) · Jordan Pass oficial (jordanpass.jo).

Perguntas frequentes

Quanto custa uma viagem de 7 dias para a Jordânia?+

Uma viagem de 7 dias para a Jordânia sai entre R$ 8.500 e R$ 12.500 por pessoa, incluindo passagem aérea com conexão, hospedagem, transporte interno, alimentação e as principais atrações (Petra, Jerash, Wadi Rum e o Mar Morto), com preços conferidos em setembro de 2026.

Precisa de visto para brasileiro ir para a Jordânia?+

Sim, mas o visto sai na chegada por 40 JOD (cerca de R$ 300) e vale por 30 dias. Quem compra o Jordan Pass antes da viagem tem essa taxa dispensada automaticamente, desde que fique ao menos três noites no país.

Quantos dias são necessários para conhecer a Jordânia?+

Sete dias cobrem Amã, Jerash, o Mar Morto, dois dias em Petra, uma noite em Wadi Rum e Áqaba sem pressa. Com 5 dias dá para cortar a noite no deserto, e com 10 ou mais dá para somar a Reserva de Dana e mais dias de mergulho em Áqaba.

Vale a pena visitar Petra à noite (Petra by Night)?+

Vale como complemento, não como substituto da visita de dia. O passeio acontece às segundas, quartas e quintas à noite, com o caminho do Siq até o Tesouro iluminado só por velas, ingresso à parte (cerca de 17 JOD, não incluído no ticket diário nem no Jordan Pass) e sem entrada nas outras áreas do sítio.

É seguro viajar para a Jordânia atualmente?+

Sim, a Jordânia é considerada um dos países mais estáveis e seguros do Oriente Médio para turismo, com Amã, Petra, Wadi Rum e Áqaba recebendo visitantes normalmente. As áreas de fronteira com Síria e Iraque, distantes da rota turística, pedem cautela extra, como em qualquer viagem internacional.

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