O vulcão Bromo fumegando ao nascer do sol dentro da caldeira de Tengger coberta de névoa, com o Semeru ao fundo

Java · Indonésia · Yogyakarta · Borobudur · Prambanan · Malang · Bromo · Ijen · 10 min de leitura

Roteiro Java 7 dias: Yogyakarta, Borobudur, Bromo e Ijen

7 dias · 6 cidades

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Este roteiro Java 7 dias atravessa a ilha de oeste para leste, de Yogyakarta a Banyuwangi, com trem até Malang e carro com motorista depois. A decisão que o organiza são os horários: Borobudur, Bromo e Ijen se fazem de madrugada, e cada um pede reserva.

Em resumo: Prambanan, Borobudur, o centro de Yogyakarta, o trem a Malang, o Bromo, Tumpak Sewu e o Ijen antes da balsa para Bali. Visto, custos e comida estão no fim.

Dia 1: Candi Sewu, Prambanan e o Ramayana Ballet

Candi Sewu: o templo budista dentro do parque

O templo central de Candi Sewu cercado de capelas de pedra em ruínas, visto do lado sul
Foto: Crisco 1492 / Wikimedia Commons (CC BY-SA 3.0)

Meia hora, incluída no ingresso de Prambanan, a 40 minutos do centro de Yogyakarta. Depois do check-in, comece pelo norte do parque: caminhe 800 metros ou pegue o trenzinho interno até o complexo budista mais antigo, com estátuas de guardiões de clava na entrada e quase sempre vazio.

Templo de Prambanan: ingresso, horário e o que ver

As torres pontiagudas de pedra do templo de Prambanan sobre os blocos de ruínas, sob o céu azul com nuvens
Foto: Jakub Hałun / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

Uma hora e quarenta e cinco, cerca de 415 mil rupias para estrangeiros, que valem também para Candi Sewu. Volte ao templo principal no fim da tarde, com luz mais baixa e menos calor. O templo de Shiva, de 47 metros, tem os relevos do Ramayana nas galerias; ao lado ficam os templos de Brahma e Vishnu.

Ramayana Ballet de Prambanan: como assistir

Bailarinos do Ramayana Ballet com arcos e trajes dourados em cena, no palco de Prambanan
Foto: Philip Nalangan / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

Duas horas, ingresso vendido à parte, com o espetáculo às 19h30. Na estação seca a apresentação é no palco ao ar livre com os templos iluminados atrás; nas noites de chuva ela passa para o teatro coberto. Confira o calendário, porque não há espetáculo todas as noites.

Dia 2: nascer do sol em Punthuk Setumbu e o templo de Borobudur

Punthuk Setumbu: o nascer do sol sobre Borobudur

Borobudur emergindo de um mar de névoa sobre a floresta ao amanhecer, visto do alto de Punthuk Setumbu
Foto: Focusfeel / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

Uma hora e quinze, ingresso barato pago na entrada. Saia de Yogyakarta às 3h30 para chegar antes das 5h; a subida pela escada leva 15 minutos. Com sorte, o templo aparece sobre a névoa com o Merapi e o Merbabu ao fundo.

Borobudur: como reservar a subida ao templo

Estupas de pedra perfurada no terraço superior de Borobudur, com a floresta e as montanhas ao fundo
Foto: CEphoto, Uwe Aranas / Wikimedia Commons (CC BY-SA 3.0)

Duas horas e meia, cerca de 455 mil rupias para estrangeiros (valor citado por guias de viagem em 2026; o site oficial só mostra o preço na hora da reserva), com reserva online obrigatória no site oficial. Desde julho de 2025 a subida funciona todos os dias, das 8h30 às 17h, em grupos com guia e com as sandálias upanat, que protegem a pedra e ficam de lembrança. Os nove terraços têm mais de 2.600 painéis de relevo, e as 72 estupas do topo guardam estátuas de Buda.

Candi Pawon: o templo pequeno do caminho

O pequeno templo de pedra de Candi Pawon com seu telhado em degraus, entre árvores e o céu azul
Foto: Jakub Hałun / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

Vinte minutos, ingresso simbólico. A dois quilômetros a leste de Borobudur, o templo fica na mesma linha que liga o grande santuário a Mendut, e as paredes têm relevos de árvores celestiais.

Candi Mendut: o Buda sentado de três metros

O templo de pedra de Candi Mendut sobre a base larga, com uma grande árvore ao lado e nuvens no céu
Foto: CEphoto, Uwe Aranas / Wikimedia Commons (CC BY-SA 3.0)

Meia hora, ingresso simbólico, a um quilômetro de Pawon. Dentro da câmara estão três estátuas de pedra, com um Buda de três metros sentado à maneira ocidental, de pernas para baixo. Ao lado, o mosteiro budista tem um jardim tranquilo para fechar a manhã.

Dia 3: Taman Sari, Kraton e a rua Malioboro

Taman Sari: o castelo de água dos sultões

A piscina de banho do Taman Sari com água azul, fonte e a torre de onde o sultão observava, em Yogyakarta
Foto: Jakub Hałun / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

Uma hora e quinze, aberto das 9h às 15h: comece por aqui, na abertura, antes do calor. O jardim do século 18 tem as piscinas de banho das mulheres da corte e a torre de onde o sultão observava. Peça a um morador para mostrar o caminho por dentro do bairro até a Sumur Gumuling, a mesquita subterrânea com escadas que se cruzam no centro.

Alun-Alun Kidul: o desafio das duas figueiras

A praça Alun-Alun Kidul em Yogyakarta com o gramado amplo e uma grande figueira-de-bengala sob o céu azul
Foto: Sam Hidayat / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

Vinte minutos, de graça, a 500 metros do Taman Sari, ao sul do palácio. A tradição masangin manda atravessar de olhos vendados entre as duas figueiras-de-bengala do centro da praça: quem consegue terá o desejo realizado. Volte à noite, se quiser, quando a praça se enche de carrinhos de pedal iluminados.

Kraton de Yogyakarta: o palácio do sultão

Um pavilhão aberto do Kraton de Yogyakarta, com telhado vermelho e colunas verdes, cercado de árvores
Foto: CEphoto, Uwe Aranas / Wikimedia Commons (CC BY-SA 3.0)

Uma hora e meia, ingresso barato, a 500 metros da praça. O palácio é a casa do sultão, que ainda governa a região especial de Yogyakarta, e abre de manhã até o começo da tarde: chegue até as 11h. Nos pavilhões há música de gamelão ou dança na maior parte das manhãs, e os museus guardam presentes de cortes europeias.

Malioboro: batique, becak e o jantar de rua

A rua Malioboro em Yogyakarta com a placa verde da rua, um becak passando e lojas nas calçadas
Foto: Gunawan Kartapranata / Wikimedia Commons (CC BY-SA 3.0)

Duas horas, no fim do dia, a 15 minutos de becak do palácio. A rua mais famosa da cidade tem lojas de batique, o mercado Beringharjo no meio e, ao escurecer, as barracas de lesehan, onde se come sentado em esteiras. Combine o preço do becak antes de subir e desconfie de quem oferece levar a uma exposição de batique que fecha hoje.

Dia 4: trem para Malang, Jodipan e Kampung Tridi

Kampung Warna Warni Jodipan: o bairro colorido de Malang

As casas pintadas de verde, rosa, azul e amarelo de Jodipan na encosta do rio, em Malang
Foto: Dominic Nelson / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

Quarenta e cinco minutos, com uma taxa pequena na entrada. O trem de Yogyakarta a Malang leva de sete a oito horas pelo interior de Java, e as passagens saem no site e no aplicativo da KAI. Depois do check-in, o bairro na encosta do rio Brantas, pintado de cores vivas desde 2016, fica a dez minutos da estação.

Kampung Tridi: os murais do outro lado do rio

Casas coloridas de Kampung Tridi empilhadas na encosta, com uma escadaria pintada, em Malang
Foto: Hugo van den Bos / Wikimedia Commons (CC BY 2.0)

Vinte minutos, com outra taxa pequena na entrada. Atravesse pela ponte suspensa até o bairro vizinho, decorado com murais em três dimensões que pedem foto. Volte cedo ao hotel: o jipe do Bromo sai antes da 1h.

Dia 5: nascer do sol no Bromo, Pura Luhur Poten e a cratera

Penanjakan: o mirante do nascer do sol no Bromo

O sol nascendo atrás da crista de uma montanha sobre o mar de nuvens, visto do mirante de Penanjakan
Foto: Dare2Leap / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

Uma hora e quinze, com o ingresso do parque de 220 mil a 235 mil rupias nos dias úteis e de 320 mil a 335 mil no fim de semana. Os jipes saem de Malang por volta da 0h30 e sobem até o mirante a 2.770 metros antes das 4h. A reserva online é obrigatória para quem entra de madrugada; com passeio contratado, a agência cuida disso. Leve casaco, gorro e luvas: lá em cima faz perto de zero grau.

Pura Luhur Poten: o templo no Mar de Areia

O templo hindu Pura Luhur Poten com seus portões de pedra escura no Mar de Areia, com a encosta da caldeira atrás
Foto: Christophe95 / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

Vinte minutos, de graça. O jipe desce ao Mar de Areia e estaciona perto do templo do povo tengger, hindus que todo ano sobem ao Bromo na festa de Yadnya Kasada para lançar oferendas na cratera.

Cratera do Bromo: a subida até a borda

A cratera cinzenta do vulcão Bromo soltando uma coluna de fumaça branca, vista da borda
Foto: Jakub Hałun / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

Uma hora e meia. Do templo, caminhe ou vá a cavalo pela areia até a escadaria de cerca de 250 degraus que sobe à borda da cratera, de onde se olha direto para a fumaça. Use máscara se o vento estiver na sua direção. Os jipes voltam a Malang perto do meio-dia, e a tarde é para dormir.

Dia 6: Tumpak Sewu e a floresta de Djawatan

Tumpak Sewu: a cachoeira em cortina de Java

A cachoeira de Tumpak Sewu caindo em dezenas de fios por um paredão semicircular coberto de floresta
Foto: HarfiBimantara / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

Duas horas e meia, com ingresso e guia pagos na entrada. A cachoeira fica a duas horas e meia de Malang: saia às 5h com o carro e motorista que vai até Banyuwangi. Do mirante de cima já vale a viagem; descer ao fundo leva uma hora por trilha íngreme com escadas e trechos de rio, e você vai se molhar. Na entrada alugam sapatilhas de água.

Floresta de Djawatan: o bosque das árvores gigantes

Árvores trembesi enormes de galhos retorcidos cobertos de plantas formando um túnel sobre a trilha, em Djawatan
Foto: Jeremyyohanes2 / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

Quarenta e cinco minutos, ingresso barato. De Tumpak Sewu até Benculuk são umas cinco horas de estrada, e o bosque de árvores trembesi centenárias, cobertas de samambaias, é a parada do fim da tarde antes do hotel em Banyuwangi. Durma cedo: a trilha do Ijen começa à 1h.

Dia 7: o Kawah Ijen de madrugada e a balsa para Bali

Paltuding: o começo da trilha do Ijen

A placa verde do Taman Wisata Alam Kawah Ijen no começo da trilha, entre árvores, em Paltuding
Foto: Francesco Veronesi / Wikimedia Commons (CC BY-SA 2.0)

Quinze minutos para comprar o ingresso, de 150 mil a 250 mil rupias, e alugar máscara de gás e lanterna. O posto fica a uma hora de carro do hotel. O parque fecha toda primeira sexta-feira do mês e às vezes por mais tempo: em setembro de 2026 ficou fechado de 4 a 28 por causa de incêndios, e há um fechamento de conservação programado para 6 de novembro de 2026. Confira os canais oficiais do parque (BBKSDA Jawa Timur) antes de ir.

Kawah Ijen: o fogo azul e o lago ácido

O lago ácido azul-turquesa no fundo da cratera do Ijen, com fumaça de enxofre subindo das rochas claras
Foto: CEphoto, Uwe Aranas / Wikimedia Commons (CC BY-SA 3.0)

Quatro horas e meia. A trilha de cerca de 3 km sobe 500 metros em duas horas até a borda. O fogo azul, gás de enxofre que queima antes do amanhecer, só é visto descendo à cratera com guia, e o acesso perto da fonte de gás vem sendo limitado: trate como bônus. O que é garantido é o nascer do sol sobre o lago ácido azul-turquesa e os mineiros carregando cestos de enxofre.

Porto de Ketapang: a balsa para Bali

O porto de Ketapang em Banyuwangi com uma balsa atracada, o mar calmo e as montanhas de Bali no horizonte
Foto: Jakub Hałun / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

Uma hora. Do Ijen ao porto são 90 minutos, e as balsas para Gilimanuk, em Bali, saem a toda hora, dia e noite, numa travessia de cerca de uma hora. Quem volta para casa pega o voo no aeroporto de Banyuwangi, que tem ligação com Jacarta.

Precisa de visto para ir à Indonésia?

Brasileiros e portugueses usam o visto na chegada, de 500 mil rupias, válido por 30 dias e renovável uma vez. Dá para comprar antes, online, como e-VOA, e passar mais rápido na imigração; em agosto de 2026 o governo propôs reajustar a taxa, então confira o valor no site oficial da imigração. Desde outubro de 2025 todo viajante também precisa preencher o All Indonesia, a declaração digital de chegada, gratuita, nos três dias antes do voo.

Qual a melhor época para viajar a Java?

De maio a setembro, na estação seca. É quando o céu do Bromo e de Borobudur costuma abrir ao amanhecer, as trilhas do Ijen e de Tumpak Sewu ficam menos escorregadias e o Ramayana Ballet acontece ao ar livre. De novembro a março as chuvas da tarde são diárias, e o nascer do sol fica mais vezes encoberto. Evite os feriados do fim do Ramadã, quando trens e hotéis lotam.

Como chegar a Java e como circular

Não há voo direto do Brasil: as conexões mais comuns passam por Doha, Dubai ou Istambul até Jacarta ou Bali, e de lá um voo doméstico de uma hora até o aeroporto de Yogyakarta, a uma hora do centro. Em Yogyakarta, use carro com motorista ou aplicativos de transporte para os templos. O trem leva a Malang, e de Malang em diante é melhor contratar carro com motorista até Banyuwangi.

Leve dinheiro vivo: nos templos menores, nas trilhas e nas barracas de comida o cartão raramente é aceito.

Onde comer em Java: pratos típicos e endereços

Yogyakarta tem prato próprio: o gudeg, jaca verde cozida por horas em leite de coco e açúcar de palmeira, servida com frango, ovo e krecek, a pele de boi apimentada. É doce, e é para comer no café da manhã.

Um prato de gudeg com jaca verde cozida em leite de coco, frango, ovo e arroz sobre folha de bananeira
Gudeg, o prato de Yogyakarta. Foto: Indonesiagood / Wikimedia Commons (CC BY 4.0)

O endereço clássico é o Gudeg Yu Djum, na rua Wijilan, perto do Kraton, onde as casas de gudeg se enfileiram desde os anos 1950.

A fachada do Gudeg Yu Djum em Yogyakarta, com o retrato da fundadora na placa ao lado da porta
Gudeg Yu Djum, em Yogyakarta. Foto: Okkisafire / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

À noite, o House of Raminten, perto de Malioboro, serve comida javanesa barata num salão cheio de incenso, com garçons em trajes tradicionais. As filas costumam ser longas no fim de semana.

A entrada do House of Raminten em Yogyakarta, com cartazes coloridos e motos estacionadas na calçada
House of Raminten, em Yogyakarta. Foto: Okkisafire / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

Em Java Oriental, prove o rawon, sopa de carne escura por causa do keluak, uma semente fermentada, e o bakso de Malang, almôndegas com macarrão e tofu frito, vendido em carrinhos por toda a cidade.

Uma tigela de rawon, sopa escura de carne com keluak, ao lado de um prato de arroz com acompanhamentos
Rawon, a sopa preta de Java Oriental. Foto: christian r / Wikimedia Commons (CC BY-SA 2.0)
Tigelas de bakso de Malang com almôndegas, macarrão e espetinhos de bakso grelhado, com molhos na mesa
Bakso em Malang. Foto: Shinta amalia / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

O que evitar: a água da torneira, mesmo para escovar os dentes, e o gelo de barracas de rua; nos restaurantes, o gelo industrial em cubos com furo no meio é seguro.

7 dias são suficientes para conhecer Java?

São suficientes para atravessar a ilha pelo que ela tem de mais forte: os templos de Yogyakarta, o Bromo e o Ijen. O ritmo é puxado, com três madrugadas; quem tem mais tempo acrescenta um dia livre em Yogyakarta ou em Malang. De Banyuwangi, a balsa leva a Bali, onde a viagem pode continuar.

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Orçamento estimado por pessoa (BRL)

Voo internacionalR$ 8.000 a R$ 13.000 (ida e volta do Brasil até Yogyakarta, com conexão no Oriente Médio e em Jacarta)
Hospedagem/noite30 a 80 dólares (quarto duplo em hotel de três estrelas em Yogyakarta, Malang e Banyuwangi)
Alimentação/dia10 a 25 dólares por pessoa; um prato de gudeg ou de bakso sai por menos de 3 dólares
Ingressos e transporte localCerca de 110 dólares por pessoa: subida a Borobudur cerca de 455 mil rupias, Prambanan cerca de 415 mil, Bromo de 220 mil a 335 mil, Ijen de 150 mil a 250 mil, mais o Ramayana Ballet e os guias locais
Total estimado700 a 1.300 dólares por pessoa, sem aéreo

Preços conferidos em 12 de outubro de 2026. Confira o valor atual em Borobudur, ingresso oficial InJourney · Prambanan, ingresso oficial InJourney · Bromo Tengger Semeru, reserva oficial do parque · Trens entre Yogyakarta e Malang, KAI.

Perguntas frequentes

Quanto custa uma viagem de 7 dias para Java?+

Entre 700 e 1.300 dólares por pessoa, sem a passagem, dividindo quarto e carro: seis noites em hotel de três estrelas, comida, trem, o jipe do Bromo, o carro até Banyuwangi e cerca de 110 dólares em ingressos, com Borobudur e Prambanan como os mais caros. A passagem do Brasil fica entre R$ 8.000 e R$ 13.000 ida e volta.

Precisa reservar Borobudur com antecedência?+

Sim, para subir ao templo. A reserva é online no site oficial, em horários com grupo e guia, e os ingressos podem esgotar em julho e agosto. O nascer do sol no próprio templo tem só 100 vagas por dia; a alternativa sem reserva é o mirante de Punthuk Setumbu.

Ainda dá para ver o fogo azul do Ijen?+

Às vezes. O fogo azul só aparece antes do amanhecer, perto da fonte de gás no fundo da cratera, e o acesso a esse trecho tem sido limitado por manutenção e segurança. Sem ele, a subida ainda vale pelo lago ácido azul-turquesa ao nascer do sol.

É melhor fazer o Bromo saindo de Malang ou de Cemoro Lawang?+

De Malang, se você quer manter o mesmo hotel por duas noites: o jipe sai por volta da 0h30 e volta perto do meio-dia. Dormir em Cemoro Lawang, na borda da caldeira, poupa duas horas de estrada de madrugada, mas os hotéis são simples e frios.

Como ir de Java para Bali?+

Pela balsa do porto de Ketapang, em Banyuwangi, até Gilimanuk, em Bali, que sai a toda hora e leva cerca de uma hora. De Gilimanuk até Ubud ou Seminyak são mais três a quatro horas de carro; quem prefere economizar tempo voa de Banyuwangi ou de Yogyakarta para Denpasar.

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