Vista aérea da península de Le Morne, com a montanha de basalto cercada pela lagoa azul-turquesa e nuvens ao fundo

Ilhas Maurício · Grand Baie · Port Louis · Chamarel · Le Morne · Mahébourg · 10 min de leitura

Roteiro Ilhas Maurício 7 dias: norte, Chamarel e Le Morne

7 dias · 14 cidades

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Este roteiro Ilhas Maurício 7 dias é feito de carro alugado e troca de hotel duas vezes: norte, costa oeste e sudeste, perto do aeroporto. A decisão que o organiza é dormir perto de cada passeio, porque a ilha é pequena, mas trânsito e serra tomam tempo.

Em resumo: Grand Baie e Pamplemousses, Port Louis, o planalto e Chamarel, Le Morne e a costa sul, as ilhotas e Blue Bay. Visto, custos e comida, no fim.

Dia 1: Grand Baie, Pereybere e Cap Malheureux

Praia de Pereybere: o primeiro mergulho na lagoa

Praia de Pereybere com água turquesa rasa, areia clara, barcos ancorados e ilhotas verdes no horizonte
Foto: Z thomas / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

Do aeroporto ao norte são cerca de 1h15 de carro. Depois do check-in em Grand Baie, a praia pública de Pereybere, a 5 minutos, é a melhor para a primeira tarde: lagoa calma protegida pelo recife, areia fina e barracas de comida na rua de trás. Reserve uma hora e meia.

Capela de Cap Malheureux: o pôr do sol no norte

Capela Notre-Dame Auxiliatrice com telhado vermelho e paredes brancas, sobre gramado verde à beira do mar
Foto: otterboris / Wikimedia Commons (CC BY 3.0)

Dez minutos ao norte, a capela de telhado vermelho de Cap Malheureux fica na beira da água, de frente para a ilhota de Coin de Mire. É a foto mais conhecida do norte; chegue antes do pôr do sol e conte 40 minutos.

Dia 2: Jardim Botânico de Pamplemousses e o templo de Triolet

Jardim Botânico de Pamplemousses: as vitórias-régias gigantes

Lago do Jardim Botânico de Pamplemousses coberto de folhas redondas gigantes de vitória-régia
Foto: Benoît Prieur / Wikimedia Commons (CC0)

Chegue às 9h, a 25 minutos de Grand Baie, antes do calor e dos ônibus. O jardim do século XVIII, um dos mais antigos do hemisfério sul, tem o lago das vitórias-régias, palmeiras talipot que florescem uma vez na vida, um viveiro de tartarugas gigantes e alamedas de árvores de especiarias. Duas horas bastam; há guias credenciados no portão, e o ingresso é pago na bilheteria.

Shivala de Triolet: o maior templo hindu de Maurício

Templo hindu Maheswarnath Mandir em Triolet, com cúpulas brancas e colunas vermelhas sob céu azul
Foto: Karsten Ratzke / Wikimedia Commons (CC0)

Quinze minutos ao norte, em Triolet, o Maheswarnath Mandir é o maior templo hindu da ilha, onde quase metade da população é hindu. Tire os sapatos na entrada, vista ombros e joelhos cobertos e conte 40 minutos. A tarde fica livre para a praia de Mont Choisy ou um passeio de catamarã saindo de Grand Baie.

Dia 3: Port Louis e a mudança para Flic en Flac

Mercado Central de Port Louis: dholl puri e temperos

Banca de ervas medicinais no Mercado Central de Port Louis, com plaquinhas escritas à mão e maços de folhas secas
Foto: Sushil Dawka / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

Saia de Grand Baie às 8h para fugir do trânsito e estacione no Caudan. O mercado coberto abre cedo: frutas, pimentas, ervas para chá vendidas como remédio e, na entrada, as barracas de dholl puri e de alouda, a bebida gelada de leite, sementes de manjericão e ágar. Uma hora; leve dinheiro.

Aapravasi Ghat: onde chegaram os trabalhadores da Índia

Muros de pedra basáltica e restos dos alojamentos do Aapravasi Ghat, em Port Louis
Foto: Suyash Dwivedi / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

A três minutos a pé, o Aapravasi Ghat é Patrimônio Mundial da Unesco: por este depósito passou, a partir de 1849, a maior parte dos cerca de meio milhão de trabalhadores contratados trazidos, sobretudo da Índia, para os canaviais depois do fim da escravidão. Entrada gratuita, uma hora, com centro de interpretação ao lado.

Caudan Waterfront: almoço na orla do porto

Passagem do Caudan Waterfront coberta por guarda-chuvas coloridos suspensos sobre lojas e pedestres
Foto: Martin Falbisoner / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

Do outro lado da avenida, a orla do Caudan tem a passagem dos guarda-chuvas coloridos, lojas de artesanato e restaurantes para o almoço. Depois, Flic en Flac fica a 35 minutos pela estrada da costa oeste.

Praia de Flic en Flac: o pôr do sol da costa oeste

Praia de Flic en Flac vista do alto, faixa de areia branca entre a lagoa turquesa e uma fileira de palmeiras
Foto: Gavish Barosee / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

Depois do check-in, a praia pública de Flic en Flac, longa e com casuarinas, é a do fim de tarde: a costa oeste é a mais seca da ilha e tem o pôr do sol sobre o mar. Nos fins de semana, as famílias mauricianas fazem piquenique na sombra.

Dia 4: o planalto central e Chamarel

Trou aux Cerfs: a cratera de vulcão de Curepipe

Vista aérea da cratera de Trou aux Cerfs coberta de mata, com estrada em volta e montanhas pontiagudas ao fundo
Foto: Arne Müseler / Wikimedia Commons (CC BY-SA 3.0 de)

Comece pelo ponto mais alto do roteiro: a 40 minutos de Flic en Flac, em Curepipe, a cratera de um vulcão adormecido tem uma calçada em volta da borda, com vista do planalto e dos picos. Gratuito; 40 minutos, levando casaco, porque aqui em cima chove e venta mais.

Grand Bassin: o lago sagrado hindu

Estátua azul de Shiva sentado na margem do lago de Grand Bassin, com peregrinas de sári ao lado
Foto: Martin Falbisoner / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

Vinte minutos ao sul, o Ganga Talao, numa cratera, é o lugar mais sagrado do hinduísmo mauriciano, com templos na margem e as estátuas gigantes de Shiva e Durga na entrada. Gratuito; vista roupa que cubra ombros e joelhos e cuidado com os macacos. Em fevereiro ou março, na festa de Maha Shivaratri, peregrinos chegam a pé de toda a ilha.

Mirante das Gargantas do Rio Negro

Vale profundo coberto de mata nativa no Parque Nacional das Gargantas do Rio Negro, sob nuvens
Foto: Lukas von Daeniken / Wikimedia Commons (CC BY-SA 2.0)

Pela estrada de Plaine Champagne, o Gorges Viewpoint mostra o vale do parque nacional, de mata nativa, descendo até o mar. Vinte minutos, gratuito, com estacionamento à beira da estrada.

Rhumerie de Chamarel: almoço e degustação de rum

Entrada da Rhumerie de Chamarel com portal de madeira, jardim tropical e montanhas ao fundo
Foto: dronepicr / Wikimedia Commons (CC BY 2.0)

Dez minutos adiante, entre canaviais, a destilaria faz rum agrícola de caldo de cana fresco e tem visita guiada com degustação, de cerca de 40 minutos, além do restaurante que é a melhor parada de almoço do dia. Reserve uma hora e meia; quem dirige prova pouco.

Cachoeira de Chamarel: a maior queda da ilha

Cachoeira de Chamarel caindo em dois fios de uma parede de rocha escura para um vale de mata verde
Foto: dronepicr / Wikimedia Commons (CC BY 2.0)

Já dentro do geoparque, o primeiro mirante mostra a cachoeira de Chamarel, de cerca de 100 metros, caindo de uma parede de basalto. Vinte minutos; a luz é melhor no começo da tarde.

Terra das Sete Cores: as dunas coloridas de Chamarel

Dunas onduladas de terra em tons de vermelho, marrom e violeta no geoparque de Chamarel, com árvores ao redor
Foto: CEphoto, Uwe Aranas / Wikimedia Commons (CC BY-SA 3.0)

Mais adiante na mesma estrada interna, as dunas de terra vulcânica em faixas de vermelho, marrom, violeta e amarelo são cercadas e vistas de uma passarela. O mesmo ingresso inclui a cachoeira, o jardim e as tartarugas gigantes de Aldabra. Uma hora; o geoparque fecha por volta das 17h.

Dia 5: Le Morne, a costa sul e a mudança para Mahébourg

Le Morne Brabant: a trilha da montanha Patrimônio da Unesco

Montanha Le Morne Brabant vista do alto da mata de Chamarel, sobre a lagoa azul e a península verde
Foto: S Molteno / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

Comece às 7h, a 35 minutos de Flic en Flac. A montanha de 556 metros foi refúgio de escravizados fugidos e é Patrimônio Mundial da Unesco. A subida leva de três a quatro horas, ida e volta; a parte baixa é livre, mas o trecho final, com escalada em rocha, é feito com guia credenciado. Contrate com antecedência e não comece depois das 9h, por causa do calor.

Gris Gris: as falésias da costa sul

Praia selvagem de Gris Gris com ondas fortes quebrando na areia e falésias verdes no fundo
Foto: Simisa / Wikimedia Commons (CC BY-SA 3.0)

Uma hora pela estrada do sul, em Souillac, Gris Gris mostra o outro lado da ilha: sem recife, as ondas do Índico batem direto nas falésias. Não é praia de banho. Caminhe 45 minutos pelo gramado do alto e pela trilha até La Roche qui Pleure; depois, Mahébourg fica a 40 minutos.

Orla de Mahébourg: o fim de tarde na lagoa

Lagoa de Mahébourg com veleiros coloridos de regata, barcos e a montanha do Lion ao fundo
Foto: Gavish Barosee / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

Depois do check-in, o calçadão da antiga capital, de frente para a baía de Grand Port, é o passeio do fim do dia, com barcos de pescadores e vendedores de gateaux piments. Às segundas, a feira toma as ruas do centro.

Dia 6: Île aux Aigrettes e Île aux Cerfs

Île aux Aigrettes: a reserva com tartarugas gigantes

Ilhota de Île aux Aigrettes, baixa e coberta de mata, vista de um barco sobre a lagoa verde
Foto: Abu Shawka / Wikimedia Commons (CC0)

A ilhota só recebe visitas guiadas da Mauritian Wildlife Foundation, que saem de Pointe Jérôme, a 10 minutos de Mahébourg, e duram de uma hora e meia a duas horas. Lá vivem tartarugas gigantes de Aldabra, o pombo-rosa e lagartixas que só existem em Maurício, numa mata recuperada. Reserve pelo site da fundação.

Île aux Cerfs: a ilha da lagoa leste

Vista aérea da Île aux Cerfs com praias brancas, bancos de areia e água turquesa rasa em volta
Foto: Arne Müseler / Wikimedia Commons (CC BY-SA 3.0 de)

Uma hora de carro ao norte, em Trou d’Eau Douce, barcos levam em 15 minutos até a Île aux Cerfs, de praias brancas e água rasa. Combine o horário da volta com o barqueiro antes de embarcar e ande para longe do cais, onde a areia fica vazia. Nos fins de semana enche; dias úteis são melhores.

Dia 7: Blue Bay e Mahébourg antes do voo

Parque Marinho de Blue Bay: barco de fundo de vidro e snorkel

Praia de Blue Bay com areia branca curva, água azul-clara e casuarinas na margem
Foto: GrandEscogriffe / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

Comece às 8h30 na praia de Blue Bay, a 10 minutos de Mahébourg. Os barcos de fundo de vidro saem da areia e param sobre os corais do parque marinho para snorkel; combine o preço antes de sair. Duas horas.

Museu de História de Mahébourg: a batalha de Grand Port

Casarão colonial branco de dois andares com telhado escuro que abriga o museu de história de Mahébourg
Foto: Les3corbiers / Wikimedia Commons (CC BY-SA 3.0)

No caminho de volta, o casarão colonial francês guarda peças da batalha naval de Grand Port, de 1810, vencida pela França diante desta baía, e da época colonial. Uma hora, entrada gratuita. O aeroporto fica a 15 minutos.

Precisa de visto para ir para as Ilhas Maurício?

Brasileiros não precisam de visto para ficar até 90 dias em Maurício como turistas. Leve passaporte válido por pelo menos seis meses, a passagem de volta e a reserva de hotel. Como o Brasil é área de risco de febre amarela para a Organização Mundial da Saúde, Maurício pode exigir o Certificado Internacional de Vacinação contra febre amarela de quem chega do país: tome a vacina com pelo menos 10 dias de antecedência e leve o certificado.

Qual a melhor época para viajar para as Ilhas Maurício?

De maio a dezembro, fora da temporada de ciclones, que vai de janeiro a março. De junho a agosto é o inverno local, com 22 a 26 graus, mar mais agitado no sul e boa época para trilhas. Setembro a dezembro junta tempo seco, mar calmo e calor. A costa oeste é a mais seca o ano inteiro.

Como chegar às Ilhas Maurício e como circular

Não há voo direto do Brasil. As conexões mais curtas passam por Joanesburgo; também há rotas por Adis Abeba, que ganhou voo para Maurício em julho de 2026, por Dubai e por Paris. O aeroporto fica no sudeste, perto de Mahébourg.

O carro alugado é o jeito mais prático: a mão é inglesa, as distâncias são curtas e a ilha se cruza de norte a sul em cerca de 1h15. Leve a carteira de motorista e, de preferência, a Permissão Internacional para Dirigir. Há ônibus entre as cidades, lentos, e táxis caros, sem taxímetro: combine o preço antes.

Onde comer nas Ilhas Maurício: pratos típicos e o que provar

A comida mauriciana mistura Índia, África, China e França. O prato de rua é o dholl puri, pão fino recheado de ervilha partida moída, servido com curry de feijão e rougaille, vendido em barracas por menos de 1 dólar.

Pilha de dholl puri, pães finos e amarelados, num prato sobre toalha de renda
Dholl puri, a comida de rua de Maurício. Foto: Yoann74 / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

Peça também os gateaux piments, bolinhos fritos de ervilha com pimenta, o rougaille de peixe ou linguiça com tomate, o vindaye de polvo e o briani. Para beber, alouda gelada no Mercado Central e o rum agrícola de Chamarel.

Bolinhos fritos de gateau piment, dourados e com ervas verdes, sobre papel-toalha
Gateaux piments. Foto: Alan Myers / Wikimedia Commons (CC BY 2.0)

De sobremesa, a napolitaine, biscoito recheado de geleia e coberto de glacê rosa, vendida nas padarias.

Dois doces napolitaine redondos cobertos de glacê rosa num prato de porcelana
Napolitaines, doce típico mauriciano. Foto: Rishi Luchun / Wikimedia Commons (CC BY 2.0)

Onde comer: o almoço do Dia 4 no restaurante da Rhumerie de Chamarel e as barracas de dholl puri do Mercado Central de Port Louis são as duas paradas certas deste roteiro. O que evitar: os restaurantes dos resorts cobram três vezes o preço da rua pelo mesmo curry. Coma onde os mauricianos comem, nas barracas das praias públicas e nos pequenos restaurantes de Grand Baie, Flic en Flac e Mahébourg.

7 dias são suficientes para conhecer as Ilhas Maurício?

São suficientes para dar a volta na ilha com calma: o norte, a capital, o planalto, Chamarel, Le Morne, a costa sul e as ilhotas do sudeste e do leste. Ficam de fora o mergulho de cilindro, um dia inteiro de catamarã e a ilha de Rodrigues, a uma hora e meia de voo. Com 9 ou 10 dias, some dias de praia sem programa, que é o que a maioria dos viajantes sente falta.

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Orçamento estimado por pessoa (BRL)

Voo internacionalR$ 6.500 a R$ 11.000 (ida e volta do Brasil, com conexão em Joanesburgo, Adis Abeba, Dubai ou Paris)
Hospedagem/noite80 a 200 dólares (quarto duplo em hotel três ou quatro estrelas ou guesthouse à beira-mar; resorts passam de 300)
Alimentação/dia30 a 60 dólares por pessoa; um dholl puri de rua custa menos de 1 dólar
Ingressos e transporte localCerca de 100 a 150 dólares por pessoa: visita guiada à Île aux Aigrettes, geoparque de Chamarel, degustação na Rhumerie, guia do Le Morne e barcos; Aapravasi Ghat, Trou aux Cerfs e Grand Bassin são gratuitos
Total estimado1.000 a 1.800 dólares por pessoa, sem aéreo

Preços conferidos em 14 de outubro de 2026. Confira o valor atual em Geoparque Terra das Sete Cores, ingressos · Île aux Aigrettes, Mauritian Wildlife Foundation · Rhumerie de Chamarel, visitas · Aapravasi Ghat, site oficial · Le Morne Heritage Trust Fund.

Perguntas frequentes

Quanto custa uma viagem de 7 dias para as Ilhas Maurício?+

Entre 1.000 e 1.800 dólares por pessoa, sem a passagem, dividindo quarto duplo em hotel três ou quatro estrelas: seis noites, comida, carro alugado e de 100 a 150 dólares em passeios, como a Île aux Aigrettes, o geoparque de Chamarel e os barcos. A passagem do Brasil fica entre R$ 6.500 e R$ 11.000 ida e volta, com conexão. Em resort de luxo, o total passa fácil do dobro.

Precisa de carro para conhecer as Ilhas Maurício?+

Não é obrigatório, mas facilita muito. Os ônibus ligam as cidades, só que são lentos e não chegam bem a Chamarel, a Le Morne e aos mirantes. A alternativa é contratar motorista por dia ou tours. Com carro, a mão é inglesa e a ilha se cruza em cerca de 1h15.

Onde ficar nas Ilhas Maurício?+

Em três bases, como neste roteiro: Grand Baie no norte, pela vida noturna e restaurantes; Flic en Flac na costa oeste, pelo pôr do sol e pela proximidade de Chamarel e Le Morne; e Mahébourg ou Blue Bay no sudeste, perto do aeroporto e das ilhotas. Quem quer uma base só deve escolher a costa oeste.

Qual a melhor praia das Ilhas Maurício?+

Depende do que você quer. Para nadar em lagoa calma, Pereybere e Blue Bay; para o pôr do sol, Flic en Flac; para areia branca e água rasa, a Île aux Cerfs. Gris Gris, no sul, é linda, mas não é de banho, porque não tem recife.

Qual moeda usar nas Ilhas Maurício?+

A rupia mauriciana (MUR). Cartões são aceitos em hotéis, restaurantes e supermercados, e há caixas eletrônicos nas cidades. Leve dinheiro para as barracas de comida, o Mercado Central, os barcos de Blue Bay e da Île aux Cerfs e os estacionamentos.

Notre-Dame AuxiliatricePereybere Public BeachSir Seewoosagur Ramgoolam Botanical GardenMaheswarnath MandirPort Louis Central MarketAapravasi GhatCaudan WaterfrontFlic en Flac BeachTrou aux CerfsGanga TalaoGorges ViewpointRhumerie de ChamarelChamarel Waterfall ViewpointSeven Coloured EarthLe Morne BrabantGris GrisMahébourg WaterfrontÎle aux AigrettesÎle aux CerfsBlue Bay Marine ParkNational History Museum

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