Vista aérea da cidade velha de Tbilisi com a Fortaleza de Narikala no alto da colina, capital da Geórgia

Tbilisi · Mtskheta · Kazbegi · Kakheti · Uplistsikhe · 16 min de leitura

Roteiro Geórgia 7 Dias: Tbilisi, Kazbegi e Kakheti

7 dias · 7 cidades

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Este roteiro de 7 dias pela Geórgia tem Tbilisi como base única e três bate-voltas de um dia: a Estrada Militar Georgiana até Kazbegi, as vinícolas de Kakheti e a cidade rupestre de Uplistsikhe, sem fazer e desfazer mala.

Em resumo: dois dias em Tbilisi, um dia até Kazbegi, um dia em Kakheti, um dia em Uplistsikhe e Gori, e a manhã final livre antes do voo. Visto, época e como chegar estão nas seções práticas, abaixo.

Dia 1: Tbilisi, chegada e a Ponte da Paz

Ponte da Paz

Ponte da Paz iluminada sobre o rio Mtkvari em Tbilisi, com estrutura de vidro e aço curva
Foto: Amir Hossein Eslami / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

A cerca de 20 minutos a pé do centro histórico, a Ponte da Paz é a primeira parada porque conecta o hotel à orla do rio Mtkvari sem pressa nenhuma no dia de chegada. Leva-se 15 minutos para atravessar, ida e volta, e o horário ideal é o fim de tarde, quando a estrutura de vidro e aço acende em tons que mudam devagar.

Inaugurada em 2010, com 156 metros de comprimento, a ponte pedonal liga a cidade velha ao Parque Rike e foi projetada pelo arquiteto italiano Michele De Lucchi. Não há ingresso nem fila: é só atravessar e ficar um tempo olhando o rio.

Parque Rike

Parque Rike às margens do rio Mtkvari em Tbilisi, com gramados e vista para a cidade velha
Foto: Kober / Wikimedia Commons (CC BY-SA 3.0)

Do outro lado da Ponte da Paz, o Parque Rike é a parada rápida antes de subir ao teleférico: 10 a 15 minutos de caminhada entre gramados e as esculturas modernas que decoram a orla, com o palácio da rainha Darejan avistado ao fundo.

Fortaleza de Narikala

Muralhas da Fortaleza de Narikala e a igreja de São Nicolau no alto da colina de Tbilisi
Foto: George Melashvili / Wikimedia Commons (CC BY-SA 3.0)

O teleférico que sai do Parque Rike leva quatro minutos até a Fortaleza de Narikala e é a forma mais rápida de subir, sem escadaria íngreme. Reserve pelo menos uma hora para o pôr do sol, quando a luz baixa ilumina a cidade velha e o rio Mtkvari lá embaixo.

A fortificação existe desde o século 4 e foi reconstruída várias vezes por persas e otomanos, até um terremoto derrubar parte das muralhas em 1827. Ao lado, a estátua Kartlis Deda (Mãe Geórgia), de 20 metros, segura uma espada para os inimigos e uma taça de vinho para os visitantes, resumindo bem o espírito do país.

Dia 2: A cidade velha de Tbilisi e os banhos de enxofre

Catedral da Santíssima Trindade (Sameba)

Catedral da Santíssima Trindade de Tbilisi (Sameba), a maior igreja ortodoxa georgiana
Foto: Vyacheslav Argenberg / Wikimedia Commons (CC BY 4.0)

Comece o dia em Avlabari, na margem esquerda do rio: a Sameba abre às 9h e vale reservar uma hora. É a maior igreja ortodoxa da Geórgia, concluída em 2004 depois de dez anos de obra, com 84 metros de altura e capacidade para 15 mil fiéis.

Lenços cobrindo a cabeça são obrigatórios para mulheres, disponíveis na entrada, e fotos são permitidas na nave principal, mas não durante os cultos.

Igreja de Metekhi

Igreja de Metekhi sobre o penhasco à margem do rio Mtkvari, com estátua equestre ao lado
Foto: Alexxx1979 / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

Descendo de Avlabari em uns 15 minutos a pé, ainda na margem esquerda, a Igreja de Metekhi fica sobre um penhasco que é o mirante mais fotografado da cidade velha, com a estátua equestre do rei Vakhtang Gorgasali na frente. Quinze minutos bastam para o giro e as fotos.

Banhos de Enxofre de Abanotubani

Cúpulas de tijolo dos banhos de enxofre de Abanotubani, no bairro histórico de Tbilisi
Foto: Marcin Konsek / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

Atravesse a Ponte de Metekhi e em cinco minutos você está em Abanotubani: reserve uma hora e meia para o banho. As cúpulas de tijolo cobrem piscinas de água sulfurosa que nascem naturalmente a 40 graus, com opção de sala privativa ou seção pública, bem mais barata.

O nome Tbilisi vem daqui: tbili significa quente em georgiano antigo, referência às nascentes termais que atraíram o rei Vakhtang Gorgasali no século 5. A esfoliação com luva kese, oferecida pelos banhos mais tradicionais, dói um pouco e vale a pena.

Torre do Relógio de Gabriadze

Torre do relógio inclinada do Teatro de Marionetes Gabriadze, na Rua Shavteli em Tbilisi
Foto: Benreis / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

Dez minutos a pé dos banhos, subindo pela cidade velha, a torre inclinada do Teatro de Marionetes Gabriadze é parada de 10 minutos: a cada hora cheia, uma pequena porta se abre e um anjo de bronze bate um sino, sob os olhares de quem passa pela Rua Shavteli.

Mercado da Ponte Seca (Dry Bridge Market)

Bancas de antiguidades e objetos soviéticos no Mercado da Ponte Seca, em Tbilisi
Foto: Alexkom000 / Wikimedia Commons (CC BY 4.0)

No meio da tarde, a uns 15 minutos a pé da torre pela margem do rio, o Mercado da Ponte Seca é o programa de uma a duas horas: medalhas soviéticas, samovares, pinturas e porcelana espalhados sobre lonas ao longo do rio, vendidos por quem ainda lembra do preço em rublos.

Regatear é esperado e educado, e vale ir com dinheiro em lari, porque poucos vendedores aceitam cartão.

Dia 3: O Parque Mtatsminda, a Avenida Rustaveli e a Fabrika

Parque Mtatsminda

Roda-gigante panorâmica do Parque Mtatsminda, no alto do monte que domina Tbilisi
Foto: Andrew Milligan sumo / Wikimedia Commons (CC BY 2.0)

Comece o Dia 3 subindo o Monte Mtatsminda: o funicular funciona desde 1905 e leva uns cinco minutos até o parque no topo, a 770 metros de altitude. Suba logo na abertura, às 9h, quando o ar ainda está limpo sobre a cidade e a fila é curta, e reserve de duas a duas horas e meia para a roda-gigante panorâmica e o mirante.

O bilhete de ida custa cerca de 5 lari, e o mesmo cartão recarregável vale para os brinquedos do parque de diversões, um misto de nostalgia soviética e atrações mais novas.

Avenida Rustaveli e o Museu Nacional da Geórgia

Fachada do Museu Nacional da Geórgia na Avenida Rustaveli, em Tbilisi
Foto: Davit Butulashvili / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

O funicular desce a poucos minutos da Avenida Rustaveli, e o Museu Nacional, dentro dela, merece pelo menos duas horas: reúne o tesouro de ouro da Cólquida, com peças de até 3 mil anos, e uma ala inteira sobre a ocupação soviética, com fotos e objetos que faltam nos livros escolares.

O ingresso para adultos custa 10 lari, e o prédio neoclássico de 1929 já foi sede do Parlamento georgiano.

Fabrika

Pátio do complexo cultural Fabrika, antiga fábrica têxtil soviética reconvertida em Tbilisi
Foto: Alf Altendorf / Wikimedia Commons (CC BY-SA 2.0)

Para fechar o dia, a Fabrika é a escolha certa para jantar: uma antiga fábrica têxtil soviética reconvertida em pátio com bares, restaurantes, um hostel e lojas de design georgiano, a uns 20 minutos a pé de Rustaveli, já no bairro de Chughureti.

Não há ingresso, e o movimento esquenta depois das 19h, com música ao vivo em várias noites da semana.

Dia 4: Mtskheta e a Estrada Militar Georgiana até Kazbegi

Mosteiro de Jvari

Mosteiro de Jvari no topo do monte, com vista para a confluência dos rios em Mtskheta
Foto: Bernard Gagnon / Wikimedia Commons (CC BY 4.0)

Saindo de Tbilisi cedo, a primeira parada do bate-volta é o Mosteiro de Jvari, no alto de um penhasco com a melhor vista da confluência dos rios Mtkvari e Aragvi: reserve 45 minutos, sem ingresso, e vá cedo para evitar os ônibus de turismo do meio da manhã.

Construído no século 6, é um dos exemplos mais antigos e mais bem preservados da arquitetura de igreja em cruz da Geórgia, e inspirou o poema Mtsyri, do russo Mikhail Lermontov.

Catedral de Svetitskhoveli

Fachada da Catedral de Svetitskhoveli em Mtskheta, cercada pelas muralhas do recinto real
Foto: Bernard Gagnon / Wikimedia Commons (CC BY 4.0)

Descendo para Mtskheta, a 20 minutos de carro de Jvari, a Catedral de Svetitskhoveli pede uma hora: é o segundo maior templo religioso da Geórgia e, segundo a tradição ortodoxa, guarda o manto de Cristo enterrado sob o altar.

Patrimônio da Unesco desde 1994, suas paredes de pedra guardam afrescos do século 17 e o túmulo dos últimos reis da dinastia Bagrationi.

Fortaleza de Ananuri

Torres e igreja da Fortaleza de Ananuri à beira do reservatório de Zhinvali
Foto: Bernard Gagnon / Wikimedia Commons (CC BY 4.0)

Já na Estrada Militar Georgiana, cerca de uma hora e meia depois de Mtskheta, a Fortaleza de Ananuri é parada rápida de 30 a 45 minutos, à beira do reservatório turquesa de Zhinvali: dá para subir na torre principal e ver a água lá embaixo sem fila.

Igreja da Trindade de Gergeti

Igreja da Trindade de Gergeti isolada num planalto, com o Monte Kazbek nevado ao fundo
Foto: Andrzej Wójtowicz / Wikimedia Commons (CC BY-SA 2.0)

A última hora de estrada, já subindo a serra, termina em Stepantsminda, de onde um veículo 4x4 (contratado no vilarejo, sem reserva prévia) leva 15 minutos até o platô da Igreja da Trindade de Gergeti, a 2.170 metros de altitude. Quem preferir caminhar leva cerca de duas horas de subida.

Erguida no século 14, a igreja fica isolada, sem vilarejo ao redor, com o Monte Kazbek de 5.047 metros ao fundo quando o céu está limpo. Reserve ao menos uma hora ali, e leve agasalho mesmo no verão: a 2.170 metros venta.

Dia 5: Kakheti, a região vinícola da Geórgia

Sighnaghi

Muralhas e torres de Sighnaghi com o vale de Alazani e as montanhas do Cáucaso ao fundo
Foto: Vladimir Pankratov / Wikimedia Commons (CC BY-SA 2.0)

A cerca de duas horas de Tbilisi, Sighnaghi é a primeira parada do dia em Kakheti: reserve uma hora e meia para caminhar pelas muralhas do século 18, construídas contra invasões do Daguestão, com nove torres e vista para o vale de Alazani e as montanhas do Cáucaso ao longe.

A cidade é pequena o bastante para rodear a pé em uma manhã, com ruas de pedra e varandas de madeira que lembram mais uma vila italiana do que o resto da Geórgia.

Mosteiro de Bodbe

Igreja principal do Mosteiro de Bodbe, onde está o túmulo de Santa Nino, perto de Sighnaghi
Foto: Bernard Gagnon / Wikimedia Commons (CC BY 4.0)

A cinco minutos de carro de Sighnaghi, o Mosteiro de Bodbe guarda o túmulo de Santa Nino, que trouxe o cristianismo à Geórgia no século 4: reserve 45 minutos para a igreja e para descer até a fonte sagrada no bosque, uns 15 minutos a pé morro abaixo.

Telavi e uma degustação de vinho qvevri

Torres do Palácio do Rei Erekle II, dentro da fortaleza Batonis Tsikhe em Telavi
Foto: Andrzej Wójtowicz / Wikimedia Commons (CC BY-SA 2.0)

Telavi, capital histórica de Kakheti, fica a 30 minutos de Sighnaghi e reserva duas horas e meia: a fortaleza Batonis Tsikhe, do rei Erekle II, mais uma degustação numa vinícola tradicional que ainda fermenta o vinho em qvevri, ânforas de barro enterradas no chão, método que a Unesco reconheceu como patrimônio imaterial em 2013.

A região de Kakheti produz cerca de 70% do vinho georgiano, e uma degustação de três a cinco taças com um prato de queijo e nozes costuma custar entre 40 e 80 lari por pessoa.

Dia 6: Uplistsikhe e a fortaleza de Gori

Uplistsikhe

Câmaras e passagens esculpidas na rocha da cidade rupestre de Uplistsikhe, perto de Gori
Foto: Mygeorgianguide / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

A cerca de uma hora e meia de Tbilisi, Uplistsikhe é a cidade rupestre mais antiga da Geórgia, habitada desde a Idade do Bronze: reserve de uma hora e meia a duas horas para subir pelas câmaras esculpidas na rocha, incluindo um antigo salão do trono e uma prensa de vinho a céu aberto.

O ingresso custa 15 lari, e vale calçado fechado: a pedra é lisa e escorrega depois de chuva.

Fortaleza de Gori

Muralhas em ruínas da Fortaleza de Gori (Goris Tsikhe), no alto de uma colina
Foto: Gilad Rom / Wikimedia Commons (CC BY 2.0)

A 15 minutos de carro de Uplistsikhe, a Fortaleza de Gori (Goris Tsikhe) é parada rápida de 30 minutos: a subida até as muralhas em ruínas rende a melhor vista da cidade de Gori e do vale do rio Mtkvari.

Dia 7: Última manhã em Tbilisi e partida

Mercado Dezerter

Doces tradicionais georgianos (tklapi) à venda no Mercado Dezerter, em Tbilisi
Foto: Xuthoria / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

Na última manhã, o Mercado Dezerter, perto da estação ferroviária, é parada de 45 minutos a uma hora para comprar churchkhela e especiarias de despedida: é o maior mercado de produtores de Tbilisi, bem mais popular do que turístico, com preços sem inflação de souvenir.

Igreja de Kashveti

Fachada esculpida em pedra da Igreja de Kashveti, na Avenida Rustaveli em Tbilisi
Foto: Vyacheslav Argenberg / Wikimedia Commons (CC BY 4.0)

De volta ao centro, a Igreja de Kashveti, na Avenida Rustaveli, é parada de 20 minutos antes de seguir para o aeroporto: a fachada esculpida em pedra, dos anos 1910, reproduz o estilo das igrejas georgianas do século 11, e o interior guarda afrescos modernos do pintor Lado Gudiashvili.

Precisa de visto para viajar para a Geórgia?

Não. Brasileiros têm isenção de visto para a Geórgia por até 365 dias corridos, um dos prazos mais longos do mundo para turismo. Basta passaporte válido, e não há exigência de vacina específica para entrar no país.

Na imigração, é comum pedirem comprovante de hospedagem e de recursos financeiros para a estadia, então vale ter isso pronto no celular ou impresso.

Qual a melhor época para viajar para a Geórgia?

Abril a junho e setembro a outubro são os melhores meses: temperaturas amenas em Tbilisi, sem o calor de 35 graus do meio do verão nem o frio que fecha trechos da Estrada Militar Georgiana no inverno, entre dezembro e março.

Setembro tem um bônus: é o mês do rtveli, a colheita da uva em Kakheti, quando várias vinícolas abrem para visitantes participarem da pisa tradicional.

Como chegar à Geórgia e como circular entre as cidades

Não existe voo direto do Brasil. A conexão mais comum é via Istambul, com a Turkish Airlines, ou via Doha, com a Qatar Airways, com o trajeto total passando de 20 horas somando a escala.

Dentro do roteiro, os três passeios (Kazbegi, Kakheti e Uplistsikhe) saem de Tbilisi e voltam no mesmo dia, de carro ou em tours compartilhados que partem do centro pela manhã. Marshrutkas (vans compartilhadas) para Mtskheta, Kazbegi e Sighnaghi saem da estação rodoviária Didube, mas um motorista particular por dia, dividido entre três ou quatro pessoas, sai por preço parecido e sem trocar de van no caminho.

Onde comer na Geórgia: pratos típicos e o que evitar

Khinkali, os pastéis fechados em pregas no topo (a ponta não se come, serve de pegador), e khachapuri, o pão recheado de queijo (a versão adjaruli vem em formato de barco, com ovo e manteiga por cima), são os dois pratos que definem a mesa georgiana, ao lado do mtsvadi (espetinho grelhado) e do pkhali (pasta de vegetais com nozes moídas e especiarias).

Khachapuri, pão georgiano recheado de queijo, servido em Tbilisi
Foto: Vyacheslav Argenberg / Wikimedia Commons (CC BY 4.0)

Vinho merece atenção à parte: a Geórgia é considerada o berço da viticultura, com achados arqueológicos de 8 mil anos, e o método qvevri, fermentação em ânforas de barro enterradas, segue vivo nas vinícolas de Kakheti, descritas no Dia 5.

Khinkali, pastéis georgianos fechados em pregas, servidos com pimenta do reino
Foto: Chemipanda / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

O que evitar: restaurantes na Rua Shardeni, no centro da cidade velha, com cardápio ilustrado exposto na porta e garçom convidando quem passa para entrar. É o epicentro turístico de Tbilisi, com preço mais alto e comida mais fraca do que em qualquer lugar dos bairros de Vera ou Sololaki, poucos minutos a pé dali.

Qual é a moeda da Geórgia e dá para pagar com cartão?

A moeda é o lari georgiano (GEL). Cartões internacionais são aceitos em hotéis, restaurantes e supermercados nas cidades, mas mercados como o da Ponte Seca ou o Dezerter, motoristas de bate-volta e entradas de sítios menores costumam só aceitar dinheiro.

Caixas eletrônicos são fáceis de achar em Tbilisi, Sighnaghi e Telavi, mas rareiam depois de Kazbegi, então vale sacar lari suficiente antes de sair da capital.

7 dias são suficientes para conhecer a Geórgia?

Sete dias dão para cobrir Tbilisi com folga, mais os três bate-voltas que definem o país: montanha em Kazbegi, vinho em Kakheti e história antiga em Uplistsikhe. É o tempo mínimo para sair de Tbilisi sem virar uma viagem só de cidade.

Com cinco dias, dá para cortar Uplistsikhe e Gori e ainda levar a essência do roteiro. Com dez dias ou mais, soma-se Batumi, na costa do Mar Negro, ou a região montanhosa de Svaneti, mais distante e exigente em termos de estrada.

Orçamento estimado por pessoa (BRL)

Voo internacionalR$ 5.000 a R$ 8.000 (com conexão)
Hospedagem/noiteR$ 350 a R$ 650 (categoria 3 a 4 estrelas)
Alimentação/diaR$ 120 a R$ 220 por pessoa
Ingressos e transporte localR$ 150 a R$ 300 (museu, funicular, Uplistsikhe, vinícola)
Total estimadoR$ 9.000 a R$ 14.000 por pessoa, 7 dias

Preços conferidos em 15 de setembro de 2026. Confira o valor atual em Museu Nacional da Geórgia, ingressos · Cidade rupestre de Uplistsikhe, ingressos oficiais · Parque Mtatsminda e funicular, ingressos.

Perguntas frequentes

Brasileiro precisa de visto para visitar a Geórgia?+

Não. A isenção de visto para brasileiros vale por até 365 dias corridos, entre as mais longas do mundo. Basta passaporte válido, e não há vacina obrigatória para entrar no país.

Quanto custa uma viagem de 7 dias para a Geórgia?+

Um roteiro de 7 dias custa entre R$ 9.000 e R$ 14.000 por pessoa, somando voo com conexão, hospedagem, alimentação, os três passeios de um dia e ingressos, com preços conferidos em setembro de 2026.

Quantos dias são necessários para conhecer a Geórgia?+

Sete dias cobrem Tbilisi, Kazbegi, Kakheti e Uplistsikhe sem pressa. Com cinco dias dá para focar em Tbilisi e um bate-volta só, e com dez dias ou mais dá para somar Batumi ou a região montanhosa de Svaneti.

Dá para visitar a Geórgia sem falar russo ou georgiano?+

Dá, principalmente em Tbilisi e nos pontos turísticos, onde inglês básico é comum entre os mais jovens e nos hotéis. Fora das cidades grandes, aplicativos de tradução ajudam bastante, porque o alfabeto georgiano não tem relação com o latino.

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