A Esfinge de Gizé com a Grande Pirâmide de Quéops ao fundo, sob céu azul

Egito · Cairo · Luxor · Edfu · Kom Ombo · Assuã · Abu Simbel · 13 min de leitura

Roteiro Egito 8 Dias: Cairo, Nilo, Luxor e Assuã

8 dias · 6 cidades

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Este roteiro de 8 dias pelo Egito usa duas bases, Cairo e o Nilo, para cobrir os dois eixos do país: quatro dias entre pirâmides no Cairo e quatro descendo o rio até Abu Simbel, com um voo curto entre as partes.

Em resumo: Gizé e Saqqara, o Cairo islâmico, Karnak e o Vale dos Reis, templos do Nilo a caminho de Assuã, e o bate-volta a Abu Simbel. Visto, época e onde comer, nos blocos práticos, no fim.

Dia 1: Cairo, chegada e as Pirâmides de Gizé

Grandes Pirâmides de Gizé

Três pirâmides erguidas há 4.500 anos para os faraós Quéops, Quéfren e Miquerinos, a única das Sete Maravilhas do Mundo Antigo ainda de pé.
Foto: kallerna / Wikimedia Commons (CC BY-SA 3.0)

Erguidas entre 2560 e 2500 a.C. para os faraós Quéops, Quéfren e Miquerinos, as pirâmides de Gizé são a única das Sete Maravilhas do Mundo Antigo que ainda existe. A de Quéops tinha originalmente 146 metros de altura, recorde mundial por quase 4 mil anos.

É possível entrar em uma das câmaras internas com ingresso à parte, mas o espaço é apertado e sem muito a ver além das paredes de pedra nua. Chegue nas primeiras horas da manhã para evitar o calor e as multidões.

A Esfinge

Estátua de leão com cabeça humana esculpida na rocha, com cerca de 20 metros de altura e 73 de comprimento, guardiã do complexo funerário de Gizé.
Foto: Petar Milošević / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

Esculpida num único bloco de calcário, a Esfinge tem o corpo de leão e o rosto que a tradição associa a Quéfren. O nariz quebrado, alvo de lendas sobre Napoleão, na verdade já estava danificado séculos antes, provavelmente por vandalismo religioso no século 14.

Dia 2: o Cairo faraônico e islâmico

Museu Egípcio, na Praça Tahrir

Museu com mais de 120 mil peças do Egito Antigo, incluindo o tesouro completo de Tutancâmon, no centro do Cairo.
Foto: Diego Delso / Wikimedia Commons (CC BY-SA 3.0)

Antes de o Grande Museu Egípcio abrir de vez em Gizé, o museu histórico da Praça Tahrir continua com o acervo mais completo do país, incluindo a máscara de ouro e os tesouros da tumba de Tutancâmon, descoberta intacta em 1922.

Reserve pelo menos 2 horas e contrate um guia local: as placas são escassas e datadas.

Cidadela de Saladino

Fortaleza medieval erguida por Saladino no século 12, com a Mesquita de Muhammad Ali e vista panorâmica sobre o Cairo.
Foto: Ahmed Al.Badawy / Wikimedia Commons (CC BY-SA 2.0)

Construída no século 12 por Saladino para defender o Cairo dos cruzados, a Cidadela abriga a Mesquita de Muhammad Ali, erguida no século 19 em estilo otomano com cúpulas e dois minaretes esguios.

Do pátio da mesquita, a vista alcança o Cairo islâmico inteiro e, em dias claros, as pirâmides de Gizé no horizonte.

Khan el-Khalili

Bazar fundado no século 14, com ruas estreitas de ourivesarias, especiarias e artesanato no coração do Cairo islâmico.
Foto: LBM1948 / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

Fundado em 1382, o Khan el-Khalili é um labirinto de vielas cobertas com ourivesarias, especiarias empilhadas em pirâmides coloridas e vendedores de essências. O regateio é esperado e faz parte da experiência.

O melhor horário é o fim da tarde, quando as luminárias de metal trabalhado se acendem e as ruas ficam mais animadas.

Dia 3: Saqqara e Mênfis, rumo a Luxor

Saqqara: a Pirâmide de Degraus

Complexo funerário do faraó Djoser com a primeira pirâmide de pedra do Egito, construída em degraus por volta de 2650 a.C.
Foto: Vyacheslav Argenberg / Wikimedia Commons (CC BY 4.0)

A cerca de 30 km do Cairo, Saqqara guarda a Pirâmide de Degraus, projetada pelo arquiteto Imhotep por volta de 2650 a.C. como seis mastabas empilhadas, a estrutura de pedra mais antiga em grande escala do mundo.

Mênfis, a antiga capital

Capital do Antigo Egito por quase três mil anos, hoje um museu a céu aberto com estátuas e esfinges entre palmeiras.
Foto: Wknight94 / Wikimedia Commons (CC BY-SA 3.0)

Capital do Egito Antigo durante quase três milênios, Mênfis hoje é um museu a céu aberto com uma estátua colossal deitada de Ramessés II e uma esfinge de alabastro, cercadas por palmeiras.

Dia 4: Luxor, margem leste: Karnak e o Templo de Luxor

Templo de Karnak

O maior complexo religioso já construído, com a Sala Hipostila de 134 colunas gigantes e a avenida de esfinges com cabeça de carneiro.
Foto: Diego Delso / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

Construído ao longo de 2 mil anos por sucessivos faraós, Karnak é o maior complexo religioso já erguido. A Sala Hipostila reúne 134 colunas de até 21 metros de altura, tão largas que cinco pessoas de mãos dadas não as circundam.

Reserve pelo menos 3 horas; o show de som e luz à noite é uma forma diferente de ver o templo, com narração da mitologia egípcia.

Templo de Luxor

Templo dedicado ao culto real, ligado a Karnak por uma avenida de esfinges de quase 3 quilômetros, com uma mesquita construída sobre ele.
Foto: Diego Delso / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

Ligado a Karnak por uma avenida de esfinges com cabeça de carneiro de quase 3 km, o Templo de Luxor foi dedicado ao culto do poder real. Uma mesquita do século 13 foi construída sobre parte das ruínas e continua em uso.

Visite ao entardecer: a iluminação noturna realça os relevos e o calor cai bastante depois do pôr do sol.

Dia 5: Luxor, margem oeste: o Vale dos Reis

Vale dos Reis

Necrópole escavada na rocha onde 63 tumbas reais foram encontradas, incluindo a de Tutancâmon, intacta até 1922.
Foto: Vyacheslav Argenberg / Wikimedia Commons (CC BY 4.0)

Na margem oeste de Luxor, o Vale dos Reis abriga 63 tumbas escavadas na rocha entre 1550 e 1070 a.C., a maioria já saqueada na Antiguidade. A exceção foi a de Tutancâmon, encontrada intacta por Howard Carter em 1922.

O ingresso padrão dá acesso a três tumbas à escolha; a de Tutancâmon e algumas outras cobram taxa extra.

Templo de Hatshepsut

Templo funerário da única mulher a governar o Egito como faraó, com três terraços esculpidos na falésia de Deir el-Bahari.
Foto: Vyacheslav Argenberg / Wikimedia Commons (CC BY 4.0)

Único templo funerário egípcio erguido em homenagem a uma mulher, Hatshepsut governou como faraó por cerca de 20 anos. O templo, com três terraços em colunata esculpidos direto na falésia, inspirou arquitetos modernos por sua simetria.

Balão de ar quente sobre o Vale dos Reis

Passeio de balão ao amanhecer sobre a necrópole de Tebas, com vista aérea do Vale dos Reis e do Vale das Rainhas.
Foto: Garyow77 / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

Dezenas de balões decolam antes do amanhecer da margem oeste de Luxor, sobrevoando o Vale dos Reis, o Vale das Rainhas e os campos verdes às margens do Nilo por cerca de 45 minutos.

A reserva precisa ser feita com antecedência e a decolagem depende do vento; leve um casaco, o ar antes do sol nascer é frio mesmo no verão.

Colossos de Memnon

Duas estátuas de 18 metros do faraó Amenófis III, tudo que resta de seu templo funerário, às margens do Nilo.
Foto: Diego Delso / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

Tudo que restou do templo funerário de Amenófis III, destruído por um terremoto, são estas duas estátuas sentadas de 18 metros. Na Antiguidade, rachaduras faziam uma delas emitir um som ao amanhecer, atraindo turistas romanos que acreditavam ouvir a voz do herói grego Memnon.

Dia 6: de Luxor a Assuã pelos templos de Edfu e Kom Ombo

Templo de Edfu

Um dos templos mais bem preservados do Egito, dedicado ao deus falcão Hórus, construído entre 237 e 57 a.C.
Foto: Vyacheslav Argenberg / Wikimedia Commons (CC BY 4.0)

Preservado sob areia por séculos até ser escavado no século 19, o Templo de Edfu é um dos mais completos do Egito, com um pilono de 36 metros e uma estátua de granito do deus falcão Hórus na entrada.

Templo de Kom Ombo

Templo duplo dedicado a Sobek, o deus crocodilo, e Hórus, com um pequeno museu de múmias de crocodilo no local.
Foto: Olaf Tausch / Wikimedia Commons (CC BY 3.0)

Erguido numa curva do Nilo onde crocodilos costumavam tomar sol, o templo duplo de Kom Ombo tem dois eixos simétricos, um para Sobek, o deus crocodilo, e outro para Hórus. Um pequeno museu ao lado expõe múmias de crocodilo encontradas no local.

Dia 7: Assuã, a Represa e o Templo de Philae

Alta Represa de Assuã

Barragem concluída em 1970 que criou o Lago Nasser, controlando as cheias do Nilo e gerando energia para o Egito.
Foto: Silar / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

Concluída em 1970 com apoio soviético, a Alta Represa de Assuã controla as cheias anuais do Nilo e criou o Lago Nasser, um dos maiores reservatórios artificiais do mundo. A vista do topo alcança o lago de um lado e o vale verde do outro.

Templo de Philae

Templo da deusa Ísis remontado pedra por pedra numa ilha depois de salvo da inundação causada pela Alta Represa.
Foto: Marc Ryckaert / Wikimedia Commons (CC BY 3.0)

Dedicado à deusa Ísis, o templo de Philae foi desmontado pedra por pedra e remontado na Ilha de Agilkia entre 1972 e 1980, numa operação internacional para salvá-lo da inundação causada pela Alta Represa.

Dia 8: Abu Simbel e a Vila Núbia

Abu Simbel

Dois templos escavados na rocha por Ramessés II, com quatro estátuas de 20 metros na fachada, realinhados em 1968 para escapar do Lago Nasser.
Foto: Diego Delso / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

Ramessés II mandou esculpir dois templos na rocha em 1264 a.C., o maior guardado por quatro estátuas sentadas de 20 metros de si mesmo. Entre 1964 e 1968, uma equipe internacional cortou os templos em blocos e os remontou 65 metros acima, para escapar da inundação do Lago Nasser.

Duas vezes por ano, em 22 de fevereiro e 22 de outubro, o sol alinha-se com a entrada e ilumina as estátuas no santuário mais interno, fenômeno calculado pelos antigos engenheiros egípcios.

Vila Núbia

Vilarejo de casas coloridas às margens do Nilo, com arquitetura núbia tradicional e passeios de felucca.
Foto: Myousry6666 / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

Ao longo das margens do Nilo em Assuã, os vilarejos núbios pintam as casas em azul, amarelo e laranja vivos. Um passeio de felucca ao entardecer, com o vento levando o barco sem motor, é a forma tradicional de chegar até lá.

Precisa de visto para ir para o Egito?

Sim. Brasileiro precisa de visto, mas ele pode ser tirado online antes da viagem pelo portal oficial do e-visa, custa 25 dólares e sai em poucos dias úteis, válido por 30 dias de estadia única. Também é possível tirar o visto na chegada ao aeroporto, mas o e-visa evita fila.

Em 2026 o Egito está migrando o visto para um formato digital com QR Code, que substitui o selo colado no passaporte físico.

Qual a melhor época para viajar para o Egito?

De outubro a abril as temperaturas ficam amenas, entre 20°C e 28°C durante o dia, a janela mais confortável para caminhar pelos templos ao ar livre.

De maio a setembro, o sul do país passa dos 40°C com frequência, especialmente em Luxor e Assuã; quem viajar nesse período deve concentrar as visitas nas primeiras horas da manhã e no fim da tarde.

Como chegar ao Egito e como circular entre Cairo, Luxor e Assuã

Não existe voo direto do Brasil: as conexões mais comuns passam por Europa (Lisboa, Madri, Paris) ou pelo Golfo (Doha, Dubai, Istambul), com 14 a 18 horas de viagem. A EgyptAir também opera voos charter sazonais diretos de São Paulo ao Cairo.

Dentro do país, o voo doméstico Cairo-Luxor leva cerca de 1h15. Entre Luxor e Assuã, a opção mais popular é o cruzeiro de 3 a 4 dias pelo Nilo, parando em Edfu e Kom Ombo no caminho; quem tem menos tempo pode ir de trem noturno ou carro particular em cerca de 4 horas.

Onde comer no Egito: pratos típicos e os melhores restaurantes

O koshari é o prato mais popular do país: arroz, macarrão e lentilha misturados, cobertos com molho de tomate picante, cebola crocante e grão-de-bico, sem nenhum ingrediente de origem animal.

Koshari, o prato mais popular do Egito, com arroz, macarrão, lentilha e molho de tomate
Foto: Dina Said / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

Em Cairo, o point mais lendário é o Abou Tarek, perto da Praça Tahrir: só serve koshari desde os anos 1950, em porções generosas por menos de 2 dólares, e costuma ter fila na hora do almoço.

Fachada do tradicional restaurante Abou Tarek, especializado em koshari desde os anos 1950, no Cairo
Foto: Francesco Gasparetti / Wikimedia Commons (CC BY 2.0)

De sobremesa, o om ali é um pudim de pão quente com leite, nozes e passas, servido em quase todo restaurante egípcio, uma versão local do pudim de pão levada ao Egito por influência otomana.

Om ali, pudim de pão egípcio quente com nozes, passas e leite
Foto: روتانا / Wikimedia Commons (CC BY 4.0)

Evite os restaurantes dentro dos próprios sítios arqueológicos: o preço costuma ser o dobro por comida sem graça, feita para turistas de ônibus.

Vale a pena fazer um cruzeiro pelo Nilo?

Vale, principalmente entre Luxor e Assuã, onde o cruzeiro já inclui as visitas a Edfu e Kom Ombo no caminho, economizando o transporte terrestre separado até esses dois templos. Os barcos variam de 3 a 5 estrelas, com cabines de janela ou varanda, e a viagem dura de 3 a 4 noites.

Para quem prefere não passar tanto tempo na água, dá para fazer os mesmos trechos de van em bate-voltas de um dia a partir de Luxor ou Assuã, mas o cruzeiro costuma sair mais barato quando hospedagem e refeições já estão incluídas no pacote.

8 dias são suficientes para conhecer o Egito?

Oito dias cobrem o essencial sem correria: Cairo e as pirâmides, Luxor com Karnak e o Vale dos Reis, os templos do Nilo e o bate-volta a Abu Simbel. É o tempo mínimo recomendado para não sentir que passou correndo pelos dois eixos do país, capital e vale do Nilo.

Com mais tempo, dá para somar Alexandria, na costa mediterrânea, ou esticar o mergulho no Mar Vermelho em Hurghada ou Sharm el-Sheikh. Com menos de 5 dias, o corte mais comum é reduzir a Cairo e Luxor, deixando Assuã e Abu Simbel para uma próxima viagem.

Orçamento estimado por pessoa (BRL)

Voo internacionalR$ 5.500 a R$ 8.500 (ida e volta de São Paulo, com conexão)
Hospedagem/noiteR$ 350 a R$ 600 (hotel no Cairo e cabine de cruzeiro pelo Nilo)
Alimentação/diaR$ 100 a R$ 180 por pessoa
Ingressos e transporte localR$ 1.200 a R$ 1.800 (pirâmides, museu, templos de Luxor e Abu Simbel)
Total estimadoR$ 9.500 a R$ 14.500, 8 dias

Preços conferidos em 14 de setembro de 2026. Confira o valor atual em Tarifas oficiais dos sítios (mota.gov.eg) · Visto eletrônico oficial (visa2egypt.gov.eg).

Perguntas frequentes

Quanto custa uma viagem de 8 dias para o Egito?+

Uma viagem de 8 dias para o Egito sai entre R$ 9.500 e R$ 14.500 por pessoa, incluindo passagem aérea com conexão, hospedagem, o voo doméstico e o cruzeiro pelo Nilo, alimentação e as principais atrações (pirâmides, museu, templos e Abu Simbel), com preços conferidos em setembro de 2026.

Precisa de visto para brasileiro ir para o Egito?+

Sim, mas pode ser tirado online pelo e-visa oficial por 25 dólares, válido por 30 dias, ou na chegada ao aeroporto. Em 2026 o visto está migrando para o formato digital com QR Code.

Quantos dias são necessários para conhecer o Egito?+

Oito dias cobrem Cairo, Luxor, os templos do Nilo e Abu Simbel sem pressa. Com 5 dias dá para fazer só Cairo e Luxor, e com 12 ou mais dá para somar Alexandria ou uma extensão de praia no Mar Vermelho.

Vale a pena o passeio de balão em Luxor?+

Vale, é considerado um dos melhores passeios de balão do mundo pela vista simultânea do Vale dos Reis, do Vale das Rainhas e do Nilo. A decolagem é antes do amanhecer e depende das condições de vento, então vale reservar com um dia de folga na agenda para o caso de cancelamento.

É seguro viajar para o Egito atualmente?+

Sim, as rotas turísticas do Egito (Cairo, Gizé, Luxor e Assuã) recebem milhões de visitantes por ano com segurança reforçada em sítios arqueológicos e hotéis. Como em qualquer destino, vale evitar áreas fora do circuito turístico e ficar de olho em pertences em locais movimentados como o Khan el-Khalili.

Grandes Pirâmides de GizéA EsfingeMuseu Egípcio, na Praça TahrirCidadela de SaladinoKhan el-KhaliliSaqqara: a Pirâmide de DegrausMênfis, a antiga capitalTemplo de KarnakTemplo de LuxorBalão de ar quente sobre o Vale dos ReisVale dos ReisTemplo de HatshepsutColossos de MemnonTemplo de EdfuTemplo de Kom OmboAlta Represa de AssuãTemplo de PhilaeVila NúbiaAbu Simbel

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