Casas de enxaimel coloridas com varandas floridas refletidas no canal da Petite Venise, em Colmar, na Alsácia

Alsácia · Estrasburgo · Colmar · Obernai · Haut-Koenigsbourg · Riquewihr · Kaysersberg · Eguisheim · 9 min de leitura

Roteiro Alsácia 5 dias: Estrasburgo, Colmar e a Rota do Vinho

5 dias · 10 cidades

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Este roteiro Alsácia 5 dias divide a viagem em duas bases: duas noites em Estrasburgo, a pé, e duas em Colmar, com carro alugado só para os três últimos dias, quando a Rota do Vinho exige. Funciona o ano todo e fica no auge com os mercados de Natal.

Em resumo: Estrasburgo em dois dias, Obernai a caminho de Colmar, um dia de castelo e vilarejos e Eguisheim na saída. Visto, época e comida, no fim.

Dia 1: Estrasburgo, Barrage Vauban e a Petite France

Barrage Vauban: o terraço sobre os Ponts Couverts

Terraço da Barrage Vauban com fachada de arenito e arcos sobre o rio Ill, com flores vermelhas em primeiro plano, em Estrasburgo
Foto: Claude Truong-Ngoc / Wikimedia Commons (CC BY-SA 3.0)

Da estação central até aqui são 10 minutos a pé. Depois do check-in, suba ao terraço no teto da barragem do século XVII, gratuito: de lá se vê a Petite France de cima, com as torres dos Ponts Couverts em primeiro plano e a flecha da catedral ao fundo. Vinte minutos bastam.

Ponts Couverts: as torres medievais sobre o Ill

Torres quadradas de pedra dos Ponts Couverts refletidas no rio Ill, com a flecha da catedral de Estrasburgo ao fundo
Foto: DXR / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

Desça do terraço e atravesse as pontes logo em frente. Os telhados de madeira que lhes deram o nome sumiram no século XVIII, mas ficaram as torres da muralha do século XIII. A melhor foto é a do terraço que você acabou de deixar, com as torres alinhadas na água.

Petite France: o bairro dos moinhos e dos curtidores

Casas de enxaimel e telhados íngremes sobre o canal do Ill no bairro da Petite France, em Estrasburgo
Foto: Dietmar Rabich / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

Do outro lado das pontes começa o antigo bairro de pescadores, moleiros e curtidores, com casas de enxaimel dos séculos XVI e XVII debruçadas sobre os canais. Reserve uma hora e meia para andar sem pressa pela Rue du Bain-aux-Plantes e pela Place Benjamin Zix, e veja a ponte giratória abrir quando passa um barco.

Fique até escurecer: com as luzes acesas sobre a água, é a vista mais bonita da cidade, e em dezembro o bairro inteiro ganha enfeites de Natal.

Dia 2: Estrasburgo, catedral, Palais Rohan e a Neustadt

Place Kléber: a praça central e o grande pinheiro de Natal

Grande pinheiro de Natal decorado na Place Kléber, em Estrasburgo, cercado de prédios antigos
Foto: Gzen92 / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

Comece às 9h30 na maior praça da cidade, com a estátua do general Kléber, nascido em Estrasburgo. Do fim de novembro ao Natal ela recebe o pinheiro iluminado de cerca de 30 metros, símbolo do mercado; volte à noite para vê-lo aceso. Daqui à catedral são 10 minutos a pé pela Rue des Grandes Arcades.

Catedral de Estrasburgo: a plataforma e o relógio astronômico

Fachada oeste de arenito rosa da catedral de Estrasburgo, com rosácea e torre única, iluminada pelo sol do fim da tarde
Foto: Diliff / Wikimedia Commons (CC BY-SA 3.0)

Às 10h, suba à plataforma, a 66 metros, com cerca de 330 degraus, ingresso de € 10 e sem reserva: em dia claro se veem a Floresta Negra e os Vosges. A entrada na nave é gratuita; repare nos vitrais medievais e no Pilar dos Anjos.

Às 12h30 o relógio astronômico faz desfilar os apóstolos e o galo canta. O ingresso para ver de perto custa poucos euros, é vendido no fim da manhã e esgota em dezembro, quando o maior mercado de Natal toma a praça da catedral. A flecha de 142 metros fez dela o prédio mais alto do mundo entre 1647 e 1874.

Maison Kammerzell: a fachada de madeira esculpida

Maison Kammerzell, casa de enxaimel escura com dezenas de janelas, na praça da catedral de Estrasburgo, com a flecha da catedral à esquerda
Foto: Thomon / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

Na esquina da praça fica a casa mais ornamentada da cidade: térreo de pedra de 1467 e andares de madeira esculpidos no fim do século XVI, com cenas bíblicas e signos do zodíaco. Hoje é restaurante, conhecido pela choucroute de três peixes. Almoce aqui ou apenas olhe os entalhes de perto.

Palais Rohan e o passeio de barco Batorama pelo Ill

Barcos de passeio de teto envidraçado no rio Ill diante da fachada clássica do Palais Rohan, em Estrasburgo
Foto: JoachimKohler-HB / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

A 200 metros fica o palácio barroco dos príncipes-bispos, de 1742, com três museus. Se tiver tempo para um só, fique com os apartamentos dos cardeais, no Museu de Artes Decorativas. Os museus da cidade fecham às segundas.

O embarque do Batorama fica no cais em frente ao palácio. O circuito de cerca de 70 minutos passa pela Petite France, pelas eclusas e pelo bairro europeu, e custa € 16,20. Em dezembro, compre online.

Neustadt: a Place de la République e a capital imperial alemã

Jardim da Place de la République em Estrasburgo, com canteiro de flores laranja, teixos podados e monumento ao fundo
Foto: Javier Kohen / Wikimedia Commons (CC BY-SA 2.0)

Cruze o Ill para o norte e a cidade muda. Depois de 1871, quando a Alsácia passou à Alemanha, Berlim ergueu aqui uma capital imperial, com o Palais du Rhin, a Biblioteca Nacional e o Teatro Nacional em volta deste jardim. A Neustadt entrou na lista da Unesco em 2017.

Uma hora basta para a praça e a Avenue de la Liberté até o Palais Universitaire.

Dia 3: Obernai, Dambach-la-Ville e a Petite Venise de Colmar

Obernai: a praça do mercado e a Kapellturm

Praça do mercado de Obernai com casas de enxaimel coloridas e pedestres, na Alsácia
Foto: Zéphyrios / Wikimedia Commons (CC0)

Pegue o carro alugado na estação de Estrasburgo e siga 35 km para sudoeste. Obernai é a primeira cidade de enxaimel no caminho e a mais viva delas, com comércio de verdade. Estacione fora da muralha e ande até a Place du Marché, com a Kapellturm, torre do século XIII, a antiga prefeitura e o poço de seis baldes, de 1579. Uma hora e meia.

Dambach-la-Ville: a vila murada que as excursões pulam

Praça da prefeitura de Dambach-la-Ville com casas de enxaimel floridas e a torre da igreja ao fundo
Foto: ilovebutter / Wikimedia Commons (CC BY 2.0)

Mais 30 minutos para o sul pela Rota do Vinho. Dambach-la-Ville conserva três portas da muralha medieval e uma praça renascentista quase sem turistas. Entre pela porta de Ebersheim, dê a volta na praça e almoce aqui antes de seguir para Colmar, a 25 minutos.

Petite Venise: os canais do Lauch em Colmar

Casas de enxaimel coloridas à beira do rio Lauch na Petite Venise, em Colmar, ao entardecer
Foto: Gzen92 / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

Faça o check-in em Colmar e saia a pé. O antigo bairro dos hortelãos ao longo do rio Lauch é o cartão-postal da Alsácia: casas de cores fortes e varandas de flores sobre a água. As melhores vistas são das pontes da Rue des Écoles e da Rue de Turenne. Fique para as luzes do fim da tarde.

Koïfhus: a antiga alfândega e o Quartier des Tanneurs

Koïfhus, antiga alfândega de Colmar, com telhado de telhas vitrificadas coloridas e fachada de pedra
Foto: Ji-Elle / Wikimedia Commons (CC BY-SA 3.0)

Cinco minutos ao norte, passando pelas casas altas do Quartier des Tanneurs, onde as peles secavam nos sótãos abertos, chega-se ao Koïfhus, alfândega de 1480 com telhado de telhas vitrificadas. Em dezembro, a praça em volta é um dos seis mercados de Natal de Colmar.

Maison Pfister: a casa renascentista de 1537

Maison Pfister em Colmar, casa renascentista com torre de canto, galeria de madeira e afrescos na fachada
Foto: Eric Gaba / Wikimedia Commons (CC BY-SA 3.0)

A três minutos, na Rue des Marchands, a casa de 1537 tem galeria de madeira, sacada em ângulo e afrescos na fachada. É a última parada do dia; a Colegiada de São Martinho fica na rua ao lado.

Dia 4: Haut-Koenigsbourg, Ribeauvillé, Riquewihr e Kaysersberg

Castelo do Haut-Koenigsbourg: a fortaleza a 755 metros

Torre de menagem e muralhas de arenito do castelo do Haut-Koenigsbourg, com a planície da Alsácia ao fundo
Foto: Gzen92 / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

Saia de Colmar às 9h: são 30 minutos até o castelo, que abre às 9h30 (10h30 às segundas). Em novembro e dezembro ele fecha das 12h às 13h, por isso vem primeiro. O ingresso custa € 12 e a visita leva uma hora e meia; no primeiro domingo do mês, de novembro a março, é grátis.

Arruinado na Guerra dos Trinta Anos, foi reconstruído entre 1900 e 1908 pelo imperador Guilherme II, com salas mobiliadas e arsenal. Das muralhas se vê a planície do Reno até a Floresta Negra.

Ribeauvillé: a Tour des Bouchers e a Grand'Rue

Tour des Bouchers, torre medieval com relógio, no meio da Grand'Rue de Ribeauvillé, entre casas coloridas
Foto: Krzysztof Golik / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

A 15 minutos, Ribeauvillé se estende ao longo de uma Grand'Rue de quase um quilômetro, cortada ao meio pela Tour des Bouchers, do século XIII. Acima da cidade ficam as ruínas dos três castelos dos senhores de Ribeaupierre. Almoce aqui: é o vilarejo com mais opções do dia.

Hunawihr: a igreja fortificada no meio das vinhas

Igreja de Hunawihr com torre pontuda e muralha de cemitério fortificado, sozinha sobre os vinhedos
Foto: Psu973 / Wikimedia Commons (CC BY-SA 3.0)

Cinco minutos ao sul, a igreja de Saint-Jacques, do século XV, aparece cercada pela muralha do cemitério fortificado, sozinha sobre os vinhedos. É usada por católicos e protestantes desde a Reforma. Quinze minutos para a foto e a volta no muro.

Riquewihr: o Dolder e a vila murada mais preservada da rota

Torre-porta Dolder, de enxaimel e pedra com relógio, no alto da rua principal de Riquewihr
Foto: @ S@ndrine / Wikimedia Commons (CC BY 2.0)

A três quilômetros, Riquewihr escapou das guerras e manteve a muralha e as casas dos séculos XV a XVII quase intactas. Suba a rua principal até o Dolder, torre de 1291 que fecha a vila, e volte pelas vielas paralelas. Uma hora e meia; em dezembro, o mercado de Natal daqui é o mais concorrido dos vilarejos.

Kaysersberg: a ponte fortificada e o castelo imperial

Ponte fortificada de pedra com oratório sobre o rio Weiss, entre casas de enxaimel em Kaysersberg
Foto: Ralph Hammann / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

Último vilarejo do dia, a 10 minutos, eleito o preferido dos franceses em 2017. A ponte fortificada sobre o rio Weiss, com seu pequeno oratório, é a foto clássica; dali, uma trilha de 15 minutos sobe às ruínas do castelo. Colmar fica a 20 minutos.

Dia 5: Museu Unterlinden, Maison des Têtes e Eguisheim

Museu Unterlinden: o Retábulo de Isenheim

Capela gótica do Museu Unterlinden, em Colmar, com o Retábulo de Isenheim aberto e visitantes diante dele
Foto: vincent desjardins / Wikimedia Commons (CC BY 2.0)

Às 9h, no convento dominicano do século XIII, está o Retábulo de Isenheim, pintado por Matthias Grünewald entre 1512 e 1516, com uma das crucificações mais fortes da arte europeia. O ingresso custa € 14 e duas horas bastam.

O museu fecha às terças. Se o seu Dia 5 cair numa terça, faça-o às 15h do Dia 3 e deixe a Petite Venise para a noite.

Maison des Têtes: a fachada das cem cabeças

Fachada renascentista da Maison des Têtes, em Colmar, com frontão escalonado e dezenas de cabeças esculpidas
Foto: Gzen92 / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

A dois minutos, a casa de 1609 tem mais de cem rostos e máscaras esculpidos na fachada. No topo está um tanoeiro de Bartholdi, o escultor da Estátua da Liberdade, nascido em Colmar.

Eguisheim: as ruas em círculo em volta do castelo

Rue du Rempart-Sud em Eguisheim, rua de paralelepípedos curva com casas de enxaimel coloridas e flores
Foto: Benreis / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

A 10 minutos de carro ao sul, Eguisheim foi construída em anéis em volta do castelo dos condes, onde nasceu o papa Leão IX. Dê a volta inteira pela Rue du Rempart, que segue a antiga muralha, e almoce na praça central.

Daqui ao aeroporto de Basileia-Mulhouse são 50 minutos; para quem volta de TGV, a estação de Colmar fica a 15.

Precisa de visto para ir à Alsácia?

Não. Brasileiros entram na França sem visto por até 90 dias a cada 180, contados em todo o espaço Schengen. Leve passaporte válido, seguro-viagem com cobertura mínima de € 30 mil e a passagem de volta. Desde abril de 2026 a entrada é registrada no sistema biométrico europeu, o EES.

A autorização eletrônica ETIAS está prevista para o fim de 2026, com notícias de adiamento para 2027; confira antes de embarcar. A moeda é o euro e o cartão funciona em quase tudo, inclusive nos chalés dos mercados.

Qual a melhor época para viajar para a Alsácia?

Depende do que você quer ver. Do fim de novembro ao fim de dezembro acontecem os mercados de Natal: o de Estrasburgo, o mais antigo da França, de 1570, com mais de 300 chalés, e os seis de Colmar, de 23 de novembro a 29 de dezembro de 2026. Vá num dia de semana, porque os sábados lotam, e reserve hotel com meses de antecedência.

Arco iluminado escrito Strasbourg Capitale de Noël sobre uma rua cheia de gente à noite
Entrada do mercado de Natal de Estrasburgo. Foto: Arnaud 25 / Wikimedia Commons (CC0)

De maio a setembro os vilarejos ficam floridos e o dia é longo; setembro e outubro são a época da vindima. Janeiro a março são frios, com dias curtos e muita coisa fechada.

Como chegar à Alsácia e como circular: trem, carro e ônibus

Não há voo direto do Brasil. O caminho mais simples é voar até Paris e pegar o TGV da Gare de l'Est a Estrasburgo, em cerca de 1h50. Também dá para voar até o aeroporto de Basileia-Mulhouse, a 50 minutos de Colmar. Entre Estrasburgo e Colmar o trem regional leva uns 30 minutos.

Nas duas cidades não se usa carro. Para os vilarejos ele faz diferença: alugue na estação de Estrasburgo no Dia 3 e devolva no aeroporto ou em Colmar no Dia 5. Sem carro, os ônibus regionais da rede Fluo Grand Est ligam Colmar aos vilarejos, com poucas partidas; confira os horários antes. Em dezembro, use os estacionamentos de entrada das cidades.

Onde comer na Alsácia: pratos típicos e os melhores restaurantes

A cozinha alsaciana é de inverno. A choucroute é chucrute cozido no Riesling com salsichas, toucinho e carne de porco defumada. A tarte flambée, ou flammekueche, é massa finíssima com creme, cebola e bacon, assada no forno a lenha e dividida na mesa. O baeckeoffe cozinha três carnes com batata e vinho branco numa terrina selada.

Prato de choucroute alsaciana com chucrute, salsichas, toucinho e batatas
Choucroute garnie. Foto: Arnaud 25 / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)
Tarte flambée alsaciana com creme, cebola e bacon sobre tábua de madeira
Tarte flambée. Foto: Lulu Durand / Wikimedia Commons (CC BY 2.0)
Baeckeoffe servido na terrina de cerâmica com carnes, batatas e cenouras
Baeckeoffe. Foto: Arnaud 25 / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

Para comer isso tudo, procure uma winstub, a taverna de vinho alsaciana. Em Estrasburgo, a Chez Yvonne (S'Burjerstuewel), na Rue du Sanglier, tem Bib Gourmand do guia Michelin, salão de madeira e menu de € 41; reserve. A Maison Kammerzell, do Dia 2, é a escolha para a choucroute de peixes.

Fachada de madeira da winstub Chez Yvonne numa viela de Estrasburgo
Chez Yvonne, em Estrasburgo. Foto: Claude Truong-Ngoc / Wikimedia Commons (CC BY-SA 3.0)

De sobremesa, o kougelhopf, brioche com passas e amêndoas, e no Natal os bredele, biscoitos de especiarias. Para beber, Riesling, Gewurztraminer, Pinot Gris e o espumante Crémant d'Alsace. Evite os restaurantes com cardápio de fotos em vários idiomas nas ruas que levam à catedral: a choucroute costuma vir pronta.

5 dias são suficientes para conhecer a Alsácia?

Para o essencial, sim: Estrasburgo, Colmar e os vilarejos mais bonitos da Rota do Vinho cabem em cinco dias com duas bases. Com sete, dá para somar Sélestat e a Biblioteca Humanista, o Mont Sainte-Odile e um dia em Freiburg, na Alemanha, a uma hora de Colmar.

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Orçamento estimado por pessoa (BRL)

Voo internacionalR$ 4.500 a R$ 7.500 do Brasil até Paris, mais € 40 a 120 do TGV até Estrasburgo
Hospedagem/noite€ 110 a 200 por quarto duplo; até € 280 nos fins de semana de dezembro
Alimentação/dia€ 45 a 75 por pessoa, com um jantar em winstub
Ingressos e transporte localCerca de € 55 por pessoa: plataforma da catedral (€ 10), Batorama (€ 16,20), Haut-Koenigsbourg (€ 12) e Unterlinden (€ 14)
Total estimado€ 650 a 1.100 por pessoa, sem aéreo

Preços conferidos em 20 de outubro de 2026. Confira o valor atual em Ingressos e horários do Haut-Koenigsbourg · Museu Unterlinden · Plataforma da catedral, Prefeitura de Estrasburgo · Passeios de barco Batorama.

Perguntas frequentes

Quanto custa uma viagem de 5 dias para a Alsácia?+

Cerca de € 650 a 1.100 por pessoa, sem o aéreo, dividindo quarto e carro: quatro noites de hotel, comida, três dias de carro, o TGV desde Paris e os ingressos da catedral, do Batorama, do Haut-Koenigsbourg e do Unterlinden. Em dezembro os hotéis ficam no topo da faixa.

Precisa de carro para fazer a Rota do Vinho da Alsácia?+

Não é obrigatório, mas ajuda muito. Estrasburgo e Colmar se fazem a pé e estão ligadas por trem; os vilarejos como Riquewihr, Ribeauvillé e Eguisheim dependem de ônibus regionais com poucas partidas. Com carro, o Dia 4 deste roteiro cabe inteiro.

Quando acontecem os mercados de Natal de Estrasburgo e Colmar em 2026?+

Os de Colmar vão de 23 de novembro a 29 de dezembro de 2026. O de Estrasburgo abre no fim de novembro e vai até o fim de dezembro; a prefeitura divulga as datas exatas no outono. Os dois têm entrada gratuita.

É melhor ficar em Estrasburgo ou em Colmar?+

Nos dois. Estrasburgo tem mais o que ver e é onde chega o TGV; Colmar fica no meio da Rota do Vinho, a 20 minutos dos vilarejos. Por isso este roteiro dorme duas noites em cada.

Brasileiro precisa de visto para a França?+

Não. A entrada sem visto vale por até 90 dias a cada 180 no espaço Schengen, com passaporte válido, seguro-viagem e passagem de volta. A autorização ETIAS ainda não está em funcionamento; confira antes de viajar.

Barrage VaubanPonts CouvertsPetite FrancePlace KléberCathédrale Notre-Dame de StrasbourgMaison KammerzellPalais RohanPlace de la RépubliquePlace du Marché d'ObernaiDambach-la-VillePetite VeniseKoïfhusMaison PfisterChâteau du Haut-KoenigsbourgTour des BouchersÉglise Saint-Jacques de HunawihrDolder de RiquewihrPont fortifié de KaysersbergMusée UnterlindenMaison des TêtesEguisheim

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